24 agosto 2009

ROBÔS



Um robô que consegue encontrar tomadas eléctricas para se recarregar.Vírus de computador que ninguém consegue suprimir.Um robô que consegue encontrar tomadas eléctricas para se recarregar Veículos aéreos predadores que, embora controlados à distância por seres humanos, se aproximam de uma máquina capaz de matar por si mesma.

Impressionados e alarmados com os avanços na inteligência artificial, vários cientistas informáticos estão já a debater os limites à investigação, já que esta pode levar à perda de controlo dos seres humanos sobre sistemas informáticos que estão a suportar uma porção crescente da carga de trabalho da nossa sociedade, com tarefas que vão de conduzir a guerra a atender consumidores pelo telefone.Preocupa-os que os avanços possam dar origem a graves rupturas sociais ou até a terem consequências perigosas.A título de exemplo, os cientistas apontam tecnologias tão variadas como os sistemas médicos experimentais que interagem com os pacientes para simular empatia como os worms e vírus informáticos que desafiam qualquer tentativa de extermínio e que por isso se diz terem atingido o estádio de "baratas" da inteligência artificial. Os investigadores - cientistas informáticos de renome, investigadores de inteligência artificial e de robótica, que se reuniram nas instalações da Asilomar, na baía de Monterey (na Califórnia) - desvalorizaram na generalidade a possibilidade de surgirem superinteligências fortemente centralizadas e a ideia de que a inteligência poderia surgir espontaneamente da internet, mas concordaram que os robôs capazes de matar por si sós já estão entre nós - ou estarão em breve.O debate focou em particular a hipótese de haver criminosos a tirar partido de sistemas de inteligência artificial logo que estes sejam desenvolvidos. Que poderia um criminoso fazer com um sistema de sintetização da fala capaz de o fazer passar por um ser humano? Que acontecerá se a tecnologia de inteligência artificial for usada para sacar informações pessoais contidas em smartphones?A conferência foi organizada pela Association for the Advancement of Artificial Intelligence (AAAI) e, ao escolher a Asilomar para a realização do debate, o grupo evocou um marco importante da história da ciência. Em 1975, os principais biólogos do mundo também se reuniram em Asilomar para debater a nova capacidade de remodelar a vida através da manipulação de material genético. Preocupados com possíveis catástrofes biológicas e com os aspectos éticos da nova tecnologia, decidiram interromper várias experiências. Dessa conferência surgiriam as directrizes para as investigações que incidem na recombinação de ADN, permitindo que as experiências prosseguissem. A reunião sobre o futuro da inteligência artificial foi organizada por Eric Horvitz, investigador da Microsoft que é actualmente presidente da associação. Horvitz pensa que os cientistas informáticos têm de dar resposta à hipótese de máquinas superinteligentes e de sistemas de inteligência artificial ficarem desgovernados. "Algo de novo aconteceu nos últimos cinco a oito anos", afirma Horvitz. "A tecnologia está a substituir--se à religião."O relatório da AAAI vai tentar avaliar a possibilidade da "perda do controlo humano sobre inteligências baseadas em computador". Também vai abordar, diz Horvitz, temas socioeconómicos, jurídicos e éticos, bem como as prováveis alterações nas relações entre seres humanos e computadores. Horvitz diz que o grupo procurou modos de orientar a investigação de maneira que a tecnologia melhore a sociedade, e não a conduza para uma catástrofe tecnológica. Tom Mitchell, professor de Inteligência Artificial e de Aprendizagem das Máquinas da Universidade Carnegie Mellon diz que a reunião a alterou a sua maneira de ver as coisas. "Entrei na reunião muito optimista quanto ao futuro da AI e a pensar que as previsões de Bill Joy e Ray Kurzweil estavam muito afastadas da realidade. A reunião deu-me vontade de falar mais abertamente sobre o assunto, sobretudo das grandes quantidades de dados coligidos sobre a vida de cada um de nós."
Exclusivo i
The New York Times

23 agosto 2009

O DOCE CHILREIO DOS PASSARINHOS DE BELÉM


http://www.youtube.com/watch?v=BgQeJ6BqRLI clique no link e oiça a gaivota da Sara
e neutralizar o ruido dos passarões


isto é recorrente










No ambiente sereno
Envolvente
Mal se sente a brisa leve
Vinda do Tejo ali em frente.
Da azáfama intensa...
Nem um leve ruido
Apenas imperceptíveis
Gemidos da araucária de atalaia
E... mais distinto
Começa a ouvir-se
Rumorejante
O doce chilrear
Dos passarinhos
Por vezes abafado
P'lo arrastar de pés
De passarões
Que por ali passeiam



































































M. F L. MOSTRA DE QUE MASSA É FEITA


O PESSOAL DO PSD, JUNTO DA P.R., MONTA UMA ATOARDA SOBRE ESCUTAS, E, NO SEGUIMENTO DA OPERAÇÃO, BEM PROPAGANDEADA, EIS O DESCARAMENTO DA DAMA :
-"Eu não quero saber se há escutas ou não, [o importante] é que as pessoas acham que há"
QUER DIZER: MANUELA,
ou alguém por ela, "INVENTARAM a história das escutas, as pessoas enfiaram o barrete e Manuela rejubilou porque as pessoas acreditaram e ACHAM QUE A INVENTONA foi algo que SUCEDEU de facto e acreditaram, segundo a dama!!!
SERÁ QUE O DESCARAMENTO E A FALTA DE VERGONHA COLHE... e pode levar alguém a primeira ministra deste país?... Isto não será mesmo uma muito preocupante questão de carácter... a ponderar seriamente? onde é que isto irá parar?

(I) O JORNAL DAS GRANDES CAUSAS

O REI

do Jornal i
A causa monárquica voltou à ribalta com a polémica da bandeira hasteada na Câmara Municipal de Lisboa (CML). O chefe da Casa Real, D. Duarte de Bragança, desvaloriza o incidente e defende que o episódio até pode ter "um aspecto positivo" se "despertar a atenção para as bandeiras portuguesas".

Sobre a actualidade do país, assume que o caso das escutas em Belém não o preocupa?

"Não me importo nada que me escutem. Nada tenho a esconder. E também deve ser esse o caso do Presidente da República".

Como reagiu à notícia de que Lisboa tinha acordado com uma bandeira monárquica na CML?

-É claro que nunca iria apoiar algo de ilegal e considero que se tratou de uma irreverência de juventude que não me parece condenável, porque a bandeira retirada foi devolvida e não houve nenhum desrespeito a símbolos nacionais, ao contrário do que disseram as pessoas que reagiram aborrecidas.

Então não aceita que isto seja tratado como um caso de polícia?

-Não foi cometido nenhum estrago ou acto violento, portanto não me parece que exista aqui um caso.

Mas tem simpatia por esta iniciativa?

-Nos países que prezam a sua história, as bandeiras históricas são todas consideradas com a mesma dignidade e colocadas muitas vezes em conjunto. Nas academias militares de Portugal, Brasil ou Estados Unidos, há esse culto. Faz parte da cultura cívica do povo. Se este episódio serve para despertar a atenção para as bandeiras portuguesas, pode ser um aspecto positivo. Mas claro que não é legal entrar num lugar público e mudar coisas que estejam lá expostas. É uma pequena ilegalidade, não me parece que se possa levantar um grande problema.

Esta acção também significa que a causa monárquica está viva?

-A vitalidade do movimento monárquico em Portugal mede-se de outra maneira: por sondagens de opinião pública, pelas cerca de dez mil pessoas na Reais Associações e muitos outros grupos organizados de monárquicos em grupos de actividades diversas. Não têm é expressão eleitoral, no sentido em que os monárquicos que temos no Parlamento estão dispersos por muitos partidos.

Gostava de fazer uma consulta aos portugueses para saber se preferiam ter um rei como chefe de Estado?

-Já foi feita, mas não foi divulgada. E tem resultados muito curiosos: 29% dos portugueses acha que um rei seria melhor do que um PR. Mas a maioria não tem opinião. Era bom que os portugueses tivessem liberdade para exprimir-se sobre esse assunto, mas num contexto honesto e não fazendo uma pergunta como a pergunta do aborto, que era totalmente direccionada para votar sim.

Cem anos depois da implantação da República, que balanço faz à situação actual da democracia portuguesa?

-O que me preocupa mais é que ao haver 60% de abstenção numas eleições, damos uma importância excessiva a minorias muito militantes. Isto põe em causa o significado da democracia. Se as pessoas não votam por estarem desiludidas com a política, estão a deixar que alguns falem por eles. Se a política é tomada como um campeonato de futebol, em que se vota num partido por ser "o seu", então não interessam as medidas que se defendem. A democracia não pode resumir-se a colocar um voto numa caixa de quatro em quatro anos. Tem de haver mais participação cívica, opinião, referendos

.Acha que isso acontece pelo descrédito da classe política junto dos eleitores?

-Há gente muito boa e decente a fazer política. O problema é a própria instituição da democracia e o sistema em que estamos a viver, que gera esta situação. Temos um excelente Presidente da Republica (PR), deputados muito bons e pessoas muito decentes no governo. Mas não há uma cultura de participação cívica ou de raciocínio lógico.

Como assim?

-Surgiu um movimento para as pessoas comprarem produtos portugueses, e acho muito bem. Mas a maioria das pessoas cujo emprego está em risco, que sabem que as empresas estão a fechar ou que a agricultura está a falir, insistem em comprar tudo estrangeiro. Em todo o Estado ou na administração pública não vejo um único carro fabricado em Portugal. Os alfas pendulares foram todos importados de Itália e depois os ministros vêm chorar porque o capitalismo é horroroso e deixa fechar a fábrica da Bombardier? É uma incoerência chocante e revoltante. E os portugueses deviam revoltar-se contra isso. Não faz sentido estarmos a pagar impostos para sustentar indústrias noutros países.

Está preocupado com a crise económica que vivemos e com o défice do país?

-Parece-me perfeitamente claro que isto assim não pode continuar. Qualquer família que gaste mais do que aquilo que ganha vai à falência e isso também acontece com os Estados. Nós estamos a endividar os nossos netos, que vão ter de pagar os desperdícios e disparates que estamos a fazer hoje. O povo português ficou contente com a Expo, o CCB ou as auto-estradas em todos os cantos do país, mas essas coisas pagam-se. E depois falha-nos o dinheiro noutras coisas, como no sistema de saúde, que é fraco. Como é que avalia a justiça portuguesa?Os deputados fizeram uma legislação que torna muito difícil a aplicação da justiça, por causa dos procedimentos, recursos e picuinhices que empatam a justiça e dificultam o seu exercício. E depois não funciona para ninguém. Nem nos grandes casos nem nos pequenos.

Que comentário faz ao caso Freeport?

-Nenhum. Não foi julgado, portanto não posso dar opiniões. Não quero ser injusto com ninguém.

Acompanhou a recente polémica sobre as alegadas escutas no Palácio de Belém?

-O Presidente da República é uma pessoa de bem sob todos os aspectos, portanto não se deve importar nada que lhe façam escutas.

Mas acha normal que o Palácio de Belém possa estar a ser vigiado?

-Depende de quem faça as escutas. Se tivermos um serviço de segurança bom e eficiente - e temos, como se prova por não haver terrorismo em Portugal - é preferível escutas e vigilância a mais do que a menos. Onde as escutas são inconvenientes é quando servem para espiar, por exemplo entre empresas ou indústrias, ou para saber escândalos da vida privada que possam ser utilizados em chantagens. O importante em democracia é que tenhamos confiança nos serviços que suportam a nossa segurança. Não me importo nada que me escutem, porque não tenho nada a esconder. E acho que também deve ser esse o caso do PR. Mas não sei se é escutado ou não. O que acho é que quem tem cargos públicos de responsabilidade deve aceitar que a sua vida seja transparente.

Concorda com a ideia de Ferreira Leite de que o país vive um clima de asfixia e retaliação criado pelo governo?

-Não sei dizer. Acho é que há um pouco a tendência dos partidos no poder, sobretudo se tiverem maioria, para acharem que têm o direito a privilégios, lugares e vantagens. Isso é muito perigoso. Devíamos seguir mais o modelo inglês, em que a administração é uma coisa e a política outra: as pessoas competentes que estão na administração ficam, independentemente dos partidos no poder.

Acha que um governo minoritário pode ser prejudicial ao país?

-Não. Um governo de coligação é benéfico, no sentido em que se cria uma maior dinâmica de diálogo e participação. Mas o importante é que tem de haver um acordo entre as principais forças políticas para que se tomem as medidas difíceis que têm de ser tomadas. Se não houver esse acordo, os partidos que estiverem no poder não tomam medidas duras com medo de se queimarem eleitoralmente. Se essas medidas forem tomadas por consensos, todos se responsabilizam.

É favorável a um Bloco Central?

Não faz diferença se é Bloco Central ou aliança com os pequenos partidos. Quanto mais forças políticas participarem, mais se pode mobilizar o país para que um governo possa governar a sério. Quanto mais tarde forem tomadas medidas, pior, e se não forem tomadas corre-se o risco de ser uma ditadura a tomar conta do poder para fazer o que é preciso. E falo de uma ditadura que não é necessariamente militar. Se o país entrar em bancarrota, o BCE ou o FMI podem dizer que ajudam a salvar o país, com a condição de nos governarmos de determinada maneira, com uma comissão de gestão estrangeira. E caminhamos para aí: se não fizermos o caminho certo, alguém vai ter de tomar conta de nós.

Que opinião tem sobre os dois principais candidatos a primeiro-ministro?

-Nunca tomo posições partidárias. Não posso fazê-lo devido à minha condição de chefe da Casa Real portuguesa.

Não vota nas legislativas?

-Voto nas eleições autárquicas, porque é uma democracia mais directa, conheço as pessoas. Votar mas legislativas seria tomar uma posição partidária que não posso tomar.
Tags: d. duarte, monarquia, política, bandeiras, crise

22 agosto 2009

OPÇÃO P.S. - CONSTRUÇÂO DO ESTADO SOCIAL

Umdos Um dos mitos contemporâneos diz que a globalização torna o Estado social insustentável, sobretudo nos países pequenos. A direita regozija e a esquerda protesta, mas ambas aceitam a sua inevitabilidade.O mito, porém, não sobrevive à análise: as economias mais integradas no comércio internacional são as dos pequenos países - os mesmos que construíram os Estados sociais mais generosos. Parte da explicação é esta: a vulnerabilidade do mercado interno a choques exógenos incentiva à coordenação entre Governo, capital e trabalho, e favorece a construção de compromissos de classe e de instituições que protegem contra os humores do mercado.A discussão é particularmente actual no momento em que o PS propõe ao país um duplo pacto: para o reforço da internacionalização da economia e para a expansão do Estado social. Os pactos complementam-se porque permitem aumentar a coerência entre os regimes de produção de bens transaccionáveis e de protecção das pessoas. Claro que é impossível copiar as instituições ou a trajectória dos países europeus pós-1945: em Portugal, a representação do capital e do trabalho é menos unificada; a taxa de sindicalização no privado é muito reduzida; grande parte dos empregadores e trabalhadores é pouco qualificada; o tecido económico tem bolsas de baixíssima produtividade. Sabemos, porém, que as instituições condicionam a acção dos parceiros, mas não a determinam. A escolha da estratégia é, por isso, decisiva.A estratégia do duplo pacto, aposta na definição dos ‘clusters' que merecem a aposta prioritária dos sistemas público e privado de inovação. Aposta em medidas de apoio à capacidade organizacional das firmas e à sua inserção em redes internacionais. Aposta na qualificação de pessoas ao nível do ensino superior e do secundário. Aposta em níveis elevados de contratação colectiva e moderada segurança laboral. Aposta em trabalhadores mais bem pagos; num país onde o salário mediano ronda os 700 euros e cerca de 500.000 ganham o salário mínimo, é preciso prosseguir o aumento deste, medindo o impacto no emprego. É possível, porém, aumentar o rendimento do trabalhador se o Estado fornecer um complemento ao salário; a medida, que existe em inúmeros países, consta do programa do PS.Os pactos não se complementam por acção da mão invisível do mercado, mas da mão visível do compromisso. O duplo pacto incentiva ao aprofundamento da coordenação cooperativa da economia, essa dinâmica negocial entre Governo, empresas e sindicatos, assente na concertação, na persuasão, e no incentivo - numa palavra, na política. Se alguns reduzem isto a "negociatas", é porque lhe têm horror.» [Diário de Notícias]Parecer:Por Hugo Mendes, Autor do http://www.simplex.blogs.sapo.pt/, um ‘blog' feito por apoiantes do Partido Socialista.Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Afixe-se.»

O HOMEM POSSESSO


Afinal Pacheco Pereira também é pseudónimo
Por Rui Herbon

"(...) Quando desceu para terra veio-lhes ao encontro um homem da cidade, possesso de vários demónios, que desde há muito não se vestia nem vivia em casa mas nos túmulos. Ao ver Jesus prostrou-se diante dele, gritando em alta voz: «Que tens que ver comigo Jesus, filho de Deus altíssimo? Peço-te que não me atormentes!» (...) Jesus perguntou-lhe: «Qual é o teu nome?» «O meu nome é Legião»— respondeu. Porque muitos demónios tinham entrado nele e suplicavam- lhe que os não mandasse para o abismo."
Evangelho segundo São Marcos
(a propósito disto, que já teve resposta aqui)
inSIMPLEX
,








UMA VERGONHA


Alguém sabe onde é que anda Rui Rio? Caro Rui Rio, Preto representa tudo aquilo contra o qual você luta há anos, aquilo que levou Marcelo a convidá-lo para secretário-geral e depois a afastá-lo, aquilo que apontava no PSD-Porto de Menezes, aquilo que desprezou no PSD nacional dos últimos anos. Aquilo a que Pacheco Pereira chamou o "gang do Multibanco". Aquilo que levou a 'elite' do PSD a massacrar Menezes e Santana. Aquilo que essa mesma 'elite' agora esquece e assobia para o ar a ver se passa.
O que diriam Rui Rio ou Pacheco Pereira se tivessem sido Luís Filipe Menezes ou Santana Lopes a colocar António Preto nas listas quando está acusado de fraude fiscal e falsificação e vai a julgamento este ano?
Admito que António Preto não seja condenado, apesar das escutas do processo serem esclarecedoras. Admito que o dinheiro que trazia na mala não era para pagar quotas dos militantes mas para prestar serviços de advogado, admito que os construtores civis lhe tenham dado o dinheiro em notas porque não tinham cheques, admito que o contrato de prestação de serviços seja posterior aos factos por esquecimento. Mas não admito que uma pessoa que engessa o braço com a ajuda de um familiar num hospital para faltar a uma perícia na Polícia Judiciária seja deputado. Mas vai ser.
Acreditem: nós vamos ter um deputado que no exacto dia em que tinha de se apresentar na Polícia Judiciária para um teste de caligrafia foi ter com um cunhado que é médico no Hospital de Santa Marta, no serviço de cirurgia vascular (!), para engessar um braço por completo, do ombro até ao pulso. A Ordem dos Médicos considerou que colocar o gesso foi "má prática clínica". Não consigo encontrar um adjectivo para classificar a prática do deputado
. Mas consigo classificar a prática da lista do PSD: uma vergonha.
Ricardo Costa
jornal EXPRESSO

21 agosto 2009

QUAL REFERÊNCIA QUAL CARAPUÇA

http://www.youtube.com/watch?v=KOWmcmbGp18

Há muito que Cavaco Silva deixou de ser uma referência da estabilidade política, deixou cair a imparcialidade e desde que Manuela Ferreira Leite reapareceu que o seu envolvimento no processo político é cada vez maior, chegando agora ao ponto de promover ou deixar-se envolver em golpes que são tão baixos que chegam a ser idiotas. Cavaco Silva parece estar a perder o controlo, já não parece ser ele que controla a Precedência da República, deixando aos assessores essa tarefa.Cavaco não resistiu à tentação de deter todo o poder e não hesita em desprestigiar a instituição Presidência da República entregando-a a assessores com deficiente formação política que estão a querer transformar este país numa república das bananas. Desta vez os assessores chegram ao ponto de lançar insinuações graves para desviar a atenção dos portugueses das listas de candidatos do PSD. Cavaco estará a ficar senil? Nunca foi grande coisa enquanto político, mas quando era um pouco mais jovem revelava mais inteligência e controlo das situações do que aquilo a que estamos a assistir.in O Jumento

O MOÇO DAS TIAS DE CASCAIS


Só mesmo Pacheco Pereira, um mestre na arte da hipocrisia poderia ter escrito isto:
«Porque só profissionais é que não podem revelar a sua condição, para não se perceber ao que andam e quem são. Porque só isso pode justificar tanto pseudónimo e nome falso. Na verdade, seria mais normal que os pseudónimos abundassem em quem não está do lado do poder, porque aí o pseudónimo teria como função proteger alguém cujas opiniões, se se conhecesse o seu autor, colocariam em risco a profissão e a carreira, mesmo a integridade física. Em certos municípios percebe-se bem. Mas aqui é ao contrário, é quem nada deve temer que assina disfarçado. Os tricky dickies dos gabinetes do governo, do grupo parlamentar do PS e de câmaras socialistas, podem explicar isso muito bem. Mas cuidem-se que isto é Portugal, e, a seu tempo, tudo se sabe.» [Sábado]
Porque razão estará Pacheco Pereira tão preocupado com o pseudónimo de alguns autores do SIMplex numa semana que foi marcada por insinuações graves, apesar de idiotas, lançadas por assessores de Cavaco Silva a coberto do anonimato.
Há pessoas a quem apetece responder ao estilo do saudoso Almirante Pinheiro de Azevedo:

Oh Pacheco, vai bardamerda e vai limpar a dita da patroa! (por conta do editor).




FRASQUILHO - UM DESRTO DE IDEIAS



Miguel Frasquilho, um deserto de ideias, disse não partilhar do "optimismo" do Governo (que novidade!) quanto à previsão do défice de 5,9 %, antecipando que o valor deverá ultrapassar os seis por cento. . .Oh Miguel! porque não te calas? Se o Prof. A.Leite sabe puxa-te outra vêz as orelhas...que já as tens bem puxadinhas! E agora tudo por causa de uma hipotética décima?! A Manuela exige demasiado do moço, ele quer brilhar, excede-se... e acaba sempre por dizer disparates ou trivialidades.

19 agosto 2009

OPERAÇÃO BELENENSE MAL SUCEDIDA?

gatos de pelagem laranja

http://www.youtube.com/watch?v=-ITZBBV8SygClique no link para ouvir as escutas

Ler o site de campanha do PSD dá jeito e é útil. Até mesmo para assessores de Belém
Os assessores do meu (do P.Querido) Presidente ficaram “consternados” e temem estar a ser “vigiados” pelo Governo, quiçá sob escuta.O caso é grave, muito.A manchete do Público, irresistível (metade dos jornalistas do país adorariam a oportunidade de caras, e a outra metade adoraria a oportunidade sem ser de caras).A explicação para tão grave caso está, como se pode ler na notícia, numa informação prestada por dirigentes do PS e que só podia ter sido obtida em circunstâncias extraordinárias..., quando tomaram conhecimento das declarações, ao Público do sábado passado (dia 15 de Agosto), de José Junqueiro e Vitalino Canas, “denunciando” que “havia assessores de Cavaco Silva a participarem na elaboração do programa do PSD”.O mesmo membro da Casa Civil da Presidência da República questiona-se sobre estas declarações e afirma: “Como é que os dirigentes do PS sabem o que fazem ou não fazem os assessores do Presidente? Será que estão a ser observados, vigiados? Estamos sob escuta ou há alguém na Presidência a passar informações? Será que Belém está sob vigilância?“.Admitindo de pronto que essa seria uma hipótese e quiçá mesmo uma solução, penso que não seria necessário recorrer a tão pesados e arriscados meios.Bastaria ler jornais. A informação de que “assessores de Belém” estavam a “apoiar” a elaboração do programa do PSD fora publicada uma semana antes. Na página 10, com chamada de capa que diz: BELÉM MUITO ATENTO AO PSD E ÀS SONDAGENS E SARMENTO CRITICA FALTA DE AUTONOMIA PROGRAMÁTICA – FERREIRA LEITE FAZ O PROGRAMA DO PSD COM CATROGA E ASSESSORES DE BELÉM.Leia-se o Semanário onde foi publicada...
Sim! a desorientação é muita, mas a ligeireza com que se fazem acusações e a incompetência que grassa pelo laranjal é preocupante na perspectiva de esta gente poder vir a governar-nos e sem um Presidente da República escrupulosamente independente e com comprovada cultura democrática, não estando a surgir no horizonte democratas prestigiados e com autoridade moral para denunciarem e alertarem para esta realidade gritante. E quem será o Garganta Funda de Belém de que se fala aqui? E é face aos preocupantes sinais que é importante que o Presidente da República perceba que não pode ser confundido com o cidadão Cavaco Silva, que já foi líder partidário, que já foi Primeiro-Ministro, que já disputou eleições legislativas. Isso foi antes de ser eleito Presidente. A sua actuação não o afecta apenas a ele, afecta a isenção e o distanciamento que deve ser paradigma desse órgão de soberania, assim como afecta a qualidade da democracia. E tem como conselheiros alguns dos mais ranhosos e cavernosos pensadores do meio mediático, dando-se como exemplo uns senhores Medina Carreira e um tal Vilaverde, cuja característica comum é a velhinha sanha psicótica anti-PS, pelos vistos qualidades muito apreciadas por Cavaco Silva que assim parece gostar de se banhar nessas águas enquinadas.
No caso das inventadas escutas (é aterrador estarmos sujeitos a gente desta, com tal incompetência (ou gosto pelo golpe rasteiro) ... mas cujo comportamento teve o mérito de comprovar de forma gritante e cristalina que é na Presidência da República que se congemina a oposição ao Governo, sendo a líder "oficial", MFLeite, um mero instrumento de Cavaco Silva, tendo se calhar menos importância no esquema cavaquista do que o cavaleiro Alexandre Relvas 0u a fadista oficial do regime. Uma espécie de marialvismo serôdio subreptício a instalar-se...
Nota: também aqui.












NÃO DÃO DESCANSO AOS EMPATAS

os empataf.também foram todos mobilizados, incluindo o Itunhas

Os americanos têm cá umas ideias! Há uns anos atrás resmungaríamos com a nossa incapacidade de nos chegarmos à frente, em particular, nos progressos tecnológicos. Hoje esta notícia é acolhida pelos portugueses com a certeza de que estão actualizados em matéria de “carro eléctrico”. Porque será? E como será apresentada esta matéria no programa de governo do PSD? Rasga? Não rasga? É cedo? É tarde? Ah! Os tremendos compromissos firmados pelo governo do PS hipotecam o futuro do país!. E como irão tentar os empatas do laranjal neutralizar estas realidades? Apostaríamos que o monge da Marmeleira está a receber súplicas pungentes da sua imperatriz para arrasar de vez o Sócrates... Que, por sua vez já terá informado a sua protectora que já usou todo o arsenal de contra-informação dos manuais do maoísmo, estalinismo, nazismo, Salazarismo etc e já terá concluído que o homem é de uma pertinácia que resiste a tudo! E com a"LPM" não há volta a dar... Estará agora, em desespero de causa a tentar um milagre com a ajuda da santinha da ladeira. Ainda vai perder o emprego! (parte)



18 agosto 2009

CARLOS SANTOS ESCLARECE









Alexandre Relvas, emérito cavaleiro


««««CARLOS SANTOS, COM O SABER E A PACIÊNCIA QUE O CARACTERIZA, ESCLARECE O SENHOR Dr RELVAS DO INSTITUTO SÁ CARNEIRO E LÍDER DOS MOURINHOS DO PSD,


CARLOS SANTOS, Professor de Economia e Econometria;
Analista do ciclo eleitoral de 2009
enquanto coordenador do PNETPolítica;
Coordena também o PNETEconomia;


DIZ CARLOS SANTOS

O entusiasmo com que por certas bandas, se recebe a demagogia que Alexandre Relvas, militante do PSD coresponsabilidades no IFSC, espalha hoje nas páginas de um jornal, diz bem de quão necessitados estavam alguns de uma pequena distracção, que desviasse os olhos da calamitosa gestão das listas de deputados feita por Manuela Ferreira Leite.
Importa por isso desmistificar os argumentos distorcidos do Dr. Relvas, que pretende demonstrar ter sido desastrosa a política económica socialista. Como? Vejamos. Eu sugiro mostrar que Alexandre Relvas está errado e a ser demagógico em cada ponto que levanta. É convincente?

a) Alexandre Relvas diz que José Sócrates não cumpriu a promessa da criação de 150000 novos empregos. Pois não. Sucede que, no final do primeiro trimestre de 2008, de acordo com o INE, já tinham sido criados 133000 desses tais 150000 novos empregos. É muito difícil acreditar que se ultrapassasse até a meta prevista, não tivesse a maior crise desde a Grande Depressão caído sobre um mundo globalizado? Ignora o Presidente do IFSC que a crise é global e que por isso as nossas exportações caíram cerca de 20%, o Investimento Privado caiu em números parecidos, e o IDE revela tendências de repatriamento por toda a parte? A menos que seja um defensor dos regimes de planificação central, o Dr. Relvas devia entender que isto não pode ser impedido à força. E só pode ser contrariado, num regime que respeite a propriedade privada e a iniciativa privada, com investimento público para dinamizar as encomendas das empresas. Talvez agora, o Dr. Relvas perceba porque está errada a Dra. Ferreira Leite. Ou então é partidário da solução do BE: proibir os despedimentos a quem tiver resultados líquidos positivos. Ainda que de apenas 1 euro! O que explicaria muitas afinidades.

b) Alexandre Relvas diz que o défice externo subiu para 10,8% em 2008! Pois subiu! Tem toda a razão. Por isso seria desnecessário dar os números do endividamento externo: maior défice implica maior endividamento Dr. Relvas. O problema, como a Dra. Teodora Cardoso, do Departamento de Estatísticas do Banco de Portugal, lhe poderia explicar, e espero que tenha o bom senso de não colocar a credibilidade de Teodora Cardoso em causa como economista, é que esse aumento foi quase todo de 2007 para 2008. Sabe porquê? Porque, talvez não tenha reparado, mas os preços dos combustíveis dispararam na primeira metade de 2008. E numa economia em que a maioria da importações são combustíveis talvez fosse bom o Alexandre Relvas pensar no efeito disto. E já agora, aproveite e pense nos benefícios associados ao investimento em eficiência energética e energias renováveis que o PS fez e se propõe fazer. Enquanto não diminuir a factura energética, Dr. Relvas, talvez fosse melhor pensar dez segundos sobre como quer o PSD baixar as importações sem acabar com o crescimento económico de vez. Sugiro por isso que leve daqui também este recado à Dra. Ferreira Leite: o direccionamento do investimento público para a eficiência energética, as renováveis, a ferrovia, o sistema nacional de abastecimento de carros eléctricos, etc., são a única via de curvar esse défice externo. Ou andaremos sempre atrás das subidas e descidas do preço do petróleo.

c) O Dr. Relvas diz que a dívida pública subiu para 66% em 2008. E mais uma vez tem razão. Nunca na vida lhe explicaram o que são estabilizadores automáticos? E que a quebra da actividade económica com a crise global gera menos IRC, menos IRS e, como as famílias têm menos poder de compra, menos IVA? E que por outro lado, o aumento do desemprego, gera uma subida das transferências sociais? Mais despesas e menos receitas, Dr. Relvas. Queria que sucedesse o quê ao défice? Só que permita-me esclarecer dois factos. Entre 2005 e 2007, isto é, até à crise, a dívida pública portuguesa, em % do PIB, desceu, pasme-se! Dos níveis a que o fabuloso duo Barroso-Lopes a deixou. E, se me permite a ousadia, em 2008, vai-me dizer qual foi o país da UE, além de Chipre talvez, que não tenha agravado a dívida? Eu tenho uma sugestão: a Espanha, a França, a Irlanda e outros tiveram procedimentos por défice excessivo em 2008. O nosso défice em 2008 foi o menor da história da democracia portuguesa: 2,6%. Pormenores, Dr. Relvas?

d) O Dr. Relvas diz ainda que divergimos da UE durante parte da governação do PS. Curiosamente exclui o período em que convergimos. Porque esses tigres do crescimento que o PSD admira, como a Irlanda, estão a decrescer muito mais que nós. A Alemanha tem uma taxa estimada de quebra do PIB em 2009 cerca de 2 pontos mais baixa que a Portuguesa. A fabulosa Espanha está a decrescer tanto como nós, com um desemprego que é mais do dobro do nosso. Porque não inclui Alexandre Relvas estes números na comparação? Ou o mandato de José Sócrates acabou e ninguém nos disse nada? Demagogia?

e) Alexandre Relvas decide ainda falar do "esquecimento das PME". Eu não sei se ele leu o artigo da sua correlegionária Maria João Marques, hoje, no Diário Económico, mas ela teve a simpatia de elencar as medidas mais emblemáticas do PS de apoio às PME no seu programa eleitoral. Não me pergunte porque o fez. Porventura porque o PSD não tem qualquer programa e ela tinha que escrever alguma coisa. Mas vamos lá citar a bondosa MJM a citar o programa do PS: "
Destacam-se 1.600 M€ para reforçar os capitais próprios das PME, linhas de crédito bonificado, 250 M€ para apoio a operações de internacionalização, um apoio não especificado [aqui ela leu mal: o apoio é especificado, destina-se a PME's de excelência e funciona como incentivo] a 30.000 PME/ano." Agradecemos a publicidade, Maria João. Já agora podia ter listado mais rigorosamente o que foi feito esta legislatura e os apoios não financeiros previstos, como a inserção de jovens quadros altamente qualificados em PME's que queiram ter vocação exportadora mas lhes falte o know-how.

f) Em desespero final, Alexandre Relvas fala ainda na "totalmente demagógica e sem qualquer efeito na economia real" compra da COSEC. Eu lamento a falta de atenção à realidade económica do presidente do IFSC. Dá bem conta da pobreza da produção documental que se pode comprovar no site do Instituto. É que se Alexandre Relvas estivesse ligeiramente atento à realidade internacional, sabia que um dos grandes problemas que esta crise colocou foi o brutal encarecimento dos seguros de exportação. Eu explico, Dr. Relvas. Tem a ver com as tais PMEs, de que fala. Imagine que queria vender para um país distante. Além de riscos de transporte, ainda corria o risco de enviar a mercadoria, e nunca receber o pagamento. Estas questões são cobertas por seguros de exportação, que talvez conhecesse melhor se tivesse prestado atenção à cimeira do G20 que decidiu afectar um verba próxima dos 200 mil milhões de dólares a estes seguros para reanimar o comércio internacional. O Dr. Relvas poderia e deveria saber que num contexto de crise, em que os pagamentos são menos certos as empresas procuram mais estes seguros ao exportar e eles tornam-se mais caros. Foi só por isto, Dr. Relvas, que Portugal procurou, através do seu Governo, facilitar a vida às PME que consigam exportar comprando a COSEC.

Disponha, Dr. Relvas, da próxima vez que tiver dúvidas. Estamos aqui para ajudar.
tags:
, ,

17 agosto 2009

O JUDAS E O PASQUIM (i)

SÓ DE ENCOMENDA...



"Como não era acusado de pedofilia não tive ninguém do PS a receber-me" Texto e imagens recebidos no meu email, enviadas pelo neo pasquim i, conforme se apresentam(Exceptuando os enfeites e símbolos ligados às minhas suspeitas). Pergunta-se:



QUEM FINANCIARÁ O I? para os seus assalariados tratarem com tanto desvelo interesses eleitorais evidentes... E alinharem nesta despudorada falta de escrúpulos??????????????????????????????????????????

Nestas Judiarias... nestas sacanices????

Porque não vai o Martin e outra gente pequeninica que o acompanha fazer maldades para terras do senhor sem fim(quantos de vocês excede 1, 40 de altura? Seus anões!!!! As cabeças devem ser de bugalhos...
E façam o favor de não encherem o meu email de esterco...NÃO É A PRIMEIRA VÊZ QUE O PEÇO!
Eficamos à espera que a Manuela vos pregue o calote. Têm de se esforçar mais para o PPD ganhar as eleições, caso contrário não há pilim...
Perceberam seus estrunfes articulados? E será o fim da sequela mal cheirosa do Povo Livre (este bem mais decente e digno)!!! UM JORNAL AGRAFDO AO PSD... COM TUNHAS E DENTES



VARIAÇÃO DO PIB E DA TAXA DE DESEMPREGO

Emprego: Panorama mundial


A dra. Manuel Ferreira Leite considera o crescimento do desemprego ao longo do último ano em Portugal um problema exclusivo do nosso país. Esta leitura está aliás em sintonia com a interpretação que faz da maior crise internacional dos últimos 80 anos, o “abalozinho de terras”.
Ora, o Instituto Francisco Sá Carneiro já deveria ter informado a Presidente do PSD que as coisas não são bem assim. No gráfico acima, estão representadas as variações homólogas no segundo trimestre deste ano do PIB e da Taxa de Desemprego para todos os países da União Europeia, assim como Estados Unidos e Japão, com base nas estimativas do EUROSTAT.
E o que é que o gráfico nos diz? Diz-nos que tendo em conta a quebra do PIB português ao longo do último ano, o aumento verificado no desemprego está em linha com a média do comportamento internacional (linha contínua -
Lei de Okun). E se países como a Alemanha tiveram reduções menos acentuadas do desemprego, os mercados de trabalho em França, na Irlanda, nos Estados Unidos e (na clássica) Espanha responderam pior à quebra de actividade económica do que em Portugal.
Quer lá saber a D.Manuela destas verdades irrefutáveis se ela tem sempre as suas prontas a servir... E agora com o criativo monge Rasputine da Marmeleira integrado na comitiva da Festa ambulante do anúncio das verdades made MFL, As verdades verdadeiras que se cuidem

16 agosto 2009

A FEIRA DOS COLIGADOS

OS GLUTÕES

PATO LARANJA

O REI DAS FARTURAS


SIMPLEX






15 agosto 2009

OLHA A MALA!!!!!!!!!!!!!!!!!! MANELA

JUSTIÇA E VERDADE




OLHA A MA.A A A A ALA!!!! OLHA O GESSO!!!




OLHA A MALA!!!!






!!!!OLHA A MALA MANELA!!!!

!!!



Manuela Ferreira Leite define conceito de "Política de Verdade" a propósito de António Preto
Por Carlos Santos Terça-feira, 11 Agosto , 2009, 17:41
"Questionada novamente pelos jornalistas sobre se este caso poderia afectar a "política de verdade" utilizada como 'slogan' do partido Ferreira Leite foi lacónica: "Em nome da verdade eu não tomo atitudes que considero incorrectas do ponto de vista ético e político", concluiu."(a)
Talvez valha a pena recordar que António Preto, 8º nas listas de candidatos do PSD por Lisboa, está acusado de fraude fiscal qualificada e falsificação de documento. Estando dado como provado que recorreu aos serviços de um cunhado, médico de Hospital de Santa Marta, para engessar desnecessariamente um braço, e assim evitar um teste de caligrafia na Polícia Judiciária. A Ordem dos Médicos considerou o caso "má prática clínica".

Aprendemos hoje que Manuela Ferreira Leite, que foi testemunha abonatória de António Preto durante o processo, não considera estas atitudes "incorrectas do ponto de vista ético e político".
tags: , , , ,
link do post
(a)Tentando decifrar a charada poderá concluir-se que MFL quis significar que em nome dos interesses eleitorais do PSD pode dizer-se tudo aquilo que, para o efeito, for o mais conveniente...










OLHA A MALA!!!! MANEEEEEEEEELA!!!!!!!!

FRASQUILHADAS


Frasquilho ao volante


Embora seja dar palha à burra, deixamos aqui estas considerações sobre calinadas do inenarrável Frasquilho a tentar pronunciar-se sobre coisas de que, dizem os entendidos, o rapaz pouco saberá:
Party boy
É verdade que em televisão o tempo de antena é muito limitado, mas deveria haver excepções a esta regra. Miguel Frasquilho é um desses casos.
Ontem, reagindo aos dados sobre o crescimento económico, o dr. Frasquilho - o agora repescado homem do célebre “choque fiscal” de Durão Barroso, que acabou no aumento do IVA logo após as eleições e com a demissão do próprio, que ainda resistiu durante uns tempos como Secretário de Estado de…Ferreira Leite - brindou-nos com uma das suas deliciosas análises: “naturalmente, é sempre melhor ter um crescimento positivo (mesmo que marginal) do que um decréscimo”. Brilhante e certeiro. Especialmente, quando se previa um decréscimo nada marginal, certo? Uma maçada.
Não satisfeito, o economista Frasquilho sublinhou ainda que Portugal “anda à boleia da economia europeia”. Será equívoco dos comuns mortais ou é essa a regra numa economia europeia como a nossa e, aliás, particularmente exposta ao exterior? Aliás, será por efeitos da crise mundial que Portugal mergulhou também numa recessão, como a generalidade das economias europeias? Será isto também uma “boleia”? O dr. Frasquilho não esclareceu.
Por fim, Frasquilho indignou-se, afirmando que o PSD “não celebra como o Engenheiro Sócrates”. Bem, vejamos. Sócrates disse (eu vi, não sei se Frasquilho teve oportunidade de ouvir o que comentou pouco depois) que este dado era um “bom sinal”, mas que “não significava o fim da crise”. Disse que havia ainda muitos desafios para ultrapassar. Disse que este momento “podia ser” (sic) um ponto de viragem.
Celebração? É só impressão ou o dr. Frasquilho (tal como outros, aliás) anda tão desejoso de festas que quando ninguém as faz e não há motivos para tal (e ainda menos para os lados da S. Caetano à Lapa), as inventa ele próprio?


A SENTENÇA DO PROFESSOR:
É por escrever o que às vezes escreve que o deputado Miguel Frasquilho é desconsiderado na Academia. Tenho pena, pois é bom rapazinho from TweetDeck
anleite


A nós também nos mete dó quando ele aparece com aquele ar de desgraçado a tentar botar figura... Mas ele é que dá o pau para as colheres... Atente ao que diz o Prof. e reduza-se!... rapaz.

13 agosto 2009

QUANDO OS "MOURINHOS" DO PSD QUEREM DAR O PASSO MAIOR QUE A PERNA


Quando lhe apontaram a lua, fixou-se no dedo
Por Miguel Abrantes Quinta-feira, 13 Agosto , 2009, 15:36
O artigo do Dr. Alexandre Relvas* no i de ontem é bastante eficaz. Bastaria ler o título para percebermos toda a mensagem: a tónica catastrofista, a crítica pela crítica e, saúde-se, o explícito ataque político. Ou seja, o presidente do instituto que tem produzido uma série de papéis e propostas de governação, não arrisca a defender qualquer medida para o futuro do país. Neste campo, não se cumpre a missão do Instituto Francisco Sá Carneiro que, segundo a sua apresentação, “é um centro de reflexão que visa contribuir para a consolidação de uma alternativa política, propondo novas respostas para os desafios que se colocam à sociedade portuguesa” A lógica é apenas e só a de dizer mal mas, concordando-se ou não com a análise, o problema é que Alexandre Relvas falha na perspectiva. A sua afirmação de que “só se pode concluir que a política económica seguida pelo governo agravou os problemas estruturais do país” é de todo incoerente porque em parte alguma do texto refere os tais problemas estruturais. Não há uma palavra para a educação e qualificação dos portugueses, nada se diz sobre a sustentabilidade da Segurança Social, não há uma reflexão sobre o futuro do Serviço Nacional de Saúde, não se atreve a uma crítica à política energética, não esboça uma preocupação com a baixa competitividade das empresas portuguesas, não gasta um segundo com questões como a pobreza e a desigualdade de oportunidade, esquece a necessidade de um sistema de justiça eficiente, célere e transparente. O que Alexandre Relvas vê não são os problemas estruturais, são “apenas” os efeitos e os sintomas de alguns, poucos, desses problemas. Mas, se quer discutir economia e finanças, façamos um exercício rápido: Quanto ao emprego: é ou não verdade que até ao segundo trimestre de 2008 (antes da crise internacional, portanto), a economia portuguesa tinha criado 133.700 empregos?

Sobre o crescimento económico há que reter que na última década o único ano em que Portugal esteve claramente contraciclo na Europa foi 2003. Exactamente, o reflexo da tanga e, mais uma vez, do discurso catastrofista. Em relação às finanças públicas, é reconhecido por todas as instâncias internacionais que Portugal teve um desempenho a nível de consolidação orçamental que ultrapassou todas as expectativas. Eis gráficos e descontando os efeitos de ciclo é bem evidente a evolução registada em percentagem do PIB:
Significa isto que, mais do que uma ou outra medida a que teve que se recorrer em 2005, a trajectória da despesa pública está alicerçada numa série de reformas estruturais que durante muitos anos foram reclamadas mas que não havia coragem para implementar. Onde está “RE” o PSD sempre leu “receitas extraordinárias” mas o PS quis ler “reformas estruturais”, tais como i) reforma da segurança social. ii) Reforma das finanças locais e das finanças regionais iii) Reforma da Administração Pública (racionalização dos serviços, redução de serviços e lugares de chefia, responsabilização, avaliação) A verdade é que o esforço realizado pelos portugueses entre 2005 e 2008 não foi em vão. Mais cedo do que todos esperaríamos (contrariamente ao que diz AR, o Governo português até foi dos que reconheceu mais cedo os impactos da crise mas esta discussão fica para a próxima), a consolidação das contas públicas demonstrou ter a maior utilidade porque permitiu conceber uma ampla estratégia de combate aos efeitos da crise internacional E aqui entra outra falácia do discurso de Alexandre Relvas e do PSD. Diz que o Governo “centrou a sua política de dinamização da procura e do emprego nas grandes obras públicas” mas, admitindo que está de boa fé, há que dizer que não leu os documentos nem tem noção da política seguida. Em 2008 houve diversas medidas tomadas para proteger as famílias do aumento das taxas de juros e do aumento do preço dos combustíveis e para estimular as empresas (QREN, celeridade dos reembolsos do IVA, campanha inédita de pagamento aos fornecedores etc). Já em 2009, a Iniciativa para o Investimento e Emprego está plasmada em Lei e é bastante clara nas suas opções e prioridades: • Aposta na modernização das escolas, • Promoção das Energias Renováveis, da Eficiência Energética e das Redes de Transporte de Energia • Modernização da Infra-estrutura Tecnológica – Redes de Banda Larga de Nova Geração • Apoio especial à actividade económica, exportações e PME • Apoio ao Emprego e Reforço da Protecção Social Como em lado nenhum, em termos de enunciado ou de previsão financeira, estão as tais “grandes obras públicas, tal só pode ser mesmo um fantasma do PSD. Uma última palavra para a atenção prestada às PME`s. Alexandre Relvas não discute nem contesta que as linhas PME investe já apoiaram mais de 34 mil empresas, com um total que se aproxima dos 3,5 mil M€, mas diz que o Governo também aqui actuou tarde e de forma incompleta. Ora a verdade é que as PME sempre ocuparam um lugar central na política económica do Governo. Foi a pensar nas PME que se apostou na simplificação administrativa e melhoria do ambiente de negócio (“empresa na hora” e “marca na hora”; carácter facultativo das escrituras sobre actos da vida das empresas; fim de todos os livros de escrituração mercantil; simplificação do regime da fusão e da cisão de sociedades; da prestação única de contas; agilização dos licenciamentos). Como foram as PME`s as principais destinatárias das medidas de promoção do empreendedorismo e reforço competências de gestão (Programa Finicia, Inovjovem, SIFIDE, Marca Portugal etc). Por algum motivo Portugal está referenciado como tendo uma das melhores práticas internacionais no âmbito da OCDE em termos de garantia mútua. A importância que o Governo tem desde sempre atribuído às PME está bem patente nas palavras do vice-presidente da Comissão responsável pela pasta das Empresas e Indústria, Günter Verheugen, quando há em Setembro declarou que «Portugal tem cumprido à risca os objectivos europeus da política de apoio às PME e isso é particularmente digno de aplauso». Esta é a análise de quem fala com os empresários e tem em conta não o dedo que aponta para o umbigo mas sim a política que tem confiança nos portugueses. in SIMPLEX
*Essas criações do PSD para
preencher lacunas
(resp.de dar-a-tramela)

COISAS DE GENTE ESQUISITA

ESQUISITOS

Anunciada há muito a Apresentação da Candidatura do Bloco de Esquerda para o dia 8 de Agosto no Salão da Casa do Povo, pelas 17:30h, esta gorou-se, pelo facto de ter ocorrido um golpe na mesma. Sem o conhecimento dos principais obreiros da Candidatura, Manuel Moreira Pereira (Independente), Duarte Ribeiro, João Paulo Monteiro e Custódio Braga (distrital), congeminaram um complot no sentido de propor alterações ao ordenamento da Lista à Câmara, depois de aceite por MMP e pela Concelhia, para além de estarem a elaborar uma Lista à Assembleia de Freguesia de S. Paio sem o conhecimento da Concelhia.
Foi posto assim em causa um trabalho árduo de meses de camaradas do Bloco e de Independentes, entretanto foi aprovada uma eleição dos aderentes do BE no sentido da ratificação dos respectivos candidatos à Lista da Câmara, onde constava em nº 2 Sandra e Silva, que, consoante os resultados dessa votação seria ou não substituída por João Paulo Monteiro.
Em seguida Sandra Silva prescinde do Lugar na Lista a favor de João Paulo, e renuncia à Candidatura
;


em solidariedade com esta posição os abaixo-assinados resignam à Candidatura Autárquica do Bloco de Esquerda em Vizela:
- Sandra Manuela Silva – nº Eleitor – 2130
- Olga Maria Vieira Faria – 1497
- Maria Emília Fernandes – 337
- Paulo Fernando Silva – 2261
- Neusa Maria Ferreira – 3409
- Pedro Luís Abreu – 2297-
José Manuel Francisco – 7587
- Custódia Ferreira Rodrigues -1531
–Mónica Maria Oliveira Costa– 7581
- Ricardo Emanuel Baptista – 2233
- Ana de Oliveira Vieira – 347
- José Manuel Vieira Faria – 832
- Francisco Cunha Castro – 3704
- José Valentim Couto da Silva – 6438
- Rosa Freitas de Castro – 758
- Carlos Manuel Ferreira – 662
- Cristiano Norberto Moreira – 1995
- Paula Manuel Freitas – 3842
- Fábio Miguel Garcia – 8101
- Marco Paulo Castro – 1973
- Pedro Imanuel Oliveira – 2058
- Joaquim Fernando Matos – 4208
- António Miranda Azevedo Costa – 127
- Roberto Cibriano Azevedo – 2200
- Ana Cláudia da Costa Teles – 8150
- José Emanuel do Vale – 7511
- Andreia Ferreira Pereira – 2168
- António Filipe Ribeiro – 5565
- Vânia Filipa Fernandes – 5266
- Bruno Emanuel de Sousa – 8057
- António Ferreira do Vale – 2734
- Carina Filipa da Costa – 6241
- José Fernando Ferreira da Cunha – 7827
- Arminda Alexandra Ribeiro – 639
- Ricardo Luís da Costa – 4185
-Manuel Fernando Ribeiro – 4258
- Maria José da Cunha Ribeiro – 2735
- Hugo Miguel Monteiro – 3493
- Armando Manuel Pereira da Costa – 4181
- Célia Cristina Ferreira – 4774
- António José da Silva
– 3189- Maria José Ferreira – 1420
- Maria Rosa Martins – 2537
- António José Baptista – 435
- Eva Conceição Silva – 3890
- Maria de Lurdes Costa – 4208
- Pedro Miguel Vieira – 4747
– 3889- Ana Catarina Lopes – 2291
- Victor Oliveira Silva – 1625
José Manuel Faria, porta-voz do BE
nota: Os números à frente dos Candidatos, são números de eleitor.


T ANTA GENTE A RESIGNAR POR SE TER RESIGNADO A UM PREGADOR QUARESMAL!... E TANTA GENTE POR TERRAS ONDE SE COSTUMA DIZER QUE POR LÁ NÃO HÁ ESQUISITOS NEM APENDICITES... E DEPOIS... CAIEM DA BURRA A BAIXO.

12 agosto 2009

RESTAURAR A ESCADOTE


Os conjurados antes da acção


http://videos.sapo.pt/y5Rl2HiBKL4ZpgTrWzZW ««(clique no link para ver a acção)

Aprecio uma boa acção política. O cidadão que pela madrugada atravessou a Praça do Município de escada ao ombro, subiu à varanda e hasteou a bandeira da Monarquia tem a minha simpatia. Acção justa: defende uma causa. Acção oportuna: aproveita-se da proximidade do centenário da República. Acção no lugar certo: naquela varanda foi mudado o regime, em 1910. Acção estética: é bonita aquela bandeira. Acção bem propagandeada: filmou-se a coisa. E, sobretudo, acção como devem ser as políticas: comprometendo só quem a faz (não mandando outros à frente), e com um gesto sem consequências definitivas (não se arriscou sangue, só umas bordoadas na esquadra vizinha). É pena que com tanto acerto se descurasse um ponto: a causa em si. A causa é digna, já o disse, mas não me anima restaurar a Monarquia. Eu, quando quero jogar, vou ao casino. Apostar que o filho do rei, por ser filho do rei, é quem melhor nos governa pode dar jackpot (D. João II) ou a forte probabilidade de um cretino (a lista não cabe aqui). Mas, repito, gostei da acção. Como gosto de cada vez que a Liga para a Libertação dos Anões de Jardim rouba um.



Só que, quando o menino de Deus diz que está disponível para devolver a bandeira da Câmara se esta o contactar, deveria ser metido logo na piolha como se fazia aos plebeus mal comportados ou que se esqueciam de cortejar um senhor barão qualquer (foje cão!...)



E O REI FICOU FELIZ

«"Restaurar a legitimidade monárquica" é o objectivo assumido pelo blogue 31 da Armada, que hasteou na madrugada de ontem uma bandeira azul e branca na varanda dos Paços do Concelho de Lisboa, precisamente no mesmo local onde, há quase 99 anos, foi proclamada a instauração da República. Subindo - por uma escada de três metros - à varanda, os bloggers hastearam a bandeira monárquica e levaram consigo a bandeira do município, facto que levou a Câmara de Lisboa a referir, em comunicado, ter avançado já com "a apresentação da respectiva queixa" às entidades competentes» [Diário de Notícias]
Parecer:
Sentiu-se rei durante um par de horas. Só a ideia é assusta!!!

09 agosto 2009

O BLOCO DE ESQUERDA SUSPENDEU A ESPECIALIDADE DE MEXERIQUEIRO

Francisco Louçã disse que Joana Amaral Dias foi excluída das listas do Bloco porque “pela primeira vez,(?!) temos a obrigação de ter especialistas em cada área e foi essa condição que determinou as escolhas”. Assim, não tendo sido a “notoriedade a determinar a inclusão nas listas” e não havendo nenhum lugar onde encaixar a sua especialidade (Mexeriqueira esclarecemos nós), as coisas complicaram-se irremediavelmente.De facto, a cada um a sua especialidade. E a do Monge Louçã está bem à vista qual é. Porém a bela Joana, que se prestou a colaborar com o Mefistófeles para levar a cabo aquela manhosa manobra de diversão junto do ingénuo Campos, permitindo a Louçã causticar o P.S. no seu jeito de linguareiro encartado, ficou agora sozinha no mato sem cachorro, marginalizada pelo monge do BE e sem credibilidade para refazer a vida política na sua área ideológica(que não será a nebulosa do trotsekismo-marxismo-leninismo,etc e tal, que enforma esse saco de lacraus onde ela se meteu. Porventura condenada, por alguma irresistível atracção (intelectual a não passar de moça-de-recados do monge.Mas sempre terá disponível o ombro compreensivo de Medeiros Ferreira para se reconfortar nas horas amargas. Para já deixou de encaixar nos esquisitos que, estratégicamente, suspenderam a especialidade do mexerico. Politicamente que valia tem hoje a bela Joana? A imagem de pessoa séria e de confiança esfumou-se... Lamento, até porque sou dos que acham que mulheres bonitas não são necessáriamente burras.

DANÇA COMIGO


Minha mulher