31 agosto 2009

A MULHER DISFARÇADA

A LOURA II do Regime

MFL - Política de Plástico
Manuela Ferreira Leite anuncia que «não faz comícios e deita-se cedo». Fascinante!!! Promovendo uma imagem distanciada das agências de comunicação, Manuela Ferreira Leite é um produto de marketing que roça crescentemente o burlesco. O seu posicionamento é no segmento «anti-político», mas nem por isso ela não deixa de ser um notável resultado das agências de comunicação, com notícias criadas para reforçar essa imagem e uma cartilha que subjuga qualquer mensagem política a esse exercício de plástico. É uma bela ironia para quem, uma e outra vez, critica violentamente a suposta máquina de propaganda do PS. Enfim. (quem não tem vergonha todo o mundo é seu, como dizia a minha avó -esta não é do simplex, é por conta do editor)


in SIMPLEX

30 agosto 2009

PREJUIZOS CAUSADOS PELA INCOMPETÊNCIA

Política de MFL custou ao Estado Português 1800 M€ para cosmética orçamental
Manuela Ferreira Leite e quer corrigir as contas públicas. Mas o que ela sabe disso? Talvez valha a pena lembrar como ela própria onerou mais do que ninguém o estado português, e até 2071!
Em 2003 e 2004, para evitar um défice excessivo, os ministros das Finanças Manuela Ferreira Leite e Bagão Félix decidiram transferir vários fundos de pensões de empresas públicas para a Caixa Geral de Aposentações. Mas o Estado ficou, afinal, a perder. Com esta transferência, a Caixa assumiu, a partir daí, as responsabilidades reformas e pensões dos trabalhadores dessas empresas, mas recebeu também o dinheiro que existia em caixa, nesses fundos. No total, foram transferidos 4.138 milhões de euros, um montante que, ao contrário do que garantiram os governantes da altura, o Tribunal de Contas garantiu em 2006, não ser suficiente para pagar os encargos futuros que a CGA assumiu. As responsabilidades dos fundos foram avaliadas em 5,336 mil milhões de euros, mas segundo a auditoria do TC, oscilam entre 6,222 mil milhões de euros e 7,204 mil milhões de euros. Contas feitas, são custos anuais de 303 milhões de euros por ano, que terão de ser assumidos pelo Estado, que é como quem diz, por todos nós. Tendo em conta as estimativas feitas naqueles anos, a subavaliação das despesas era de 22%. Agora o TC diz que a situação é ainda pior, e que a subavaliação é de pelo menos 33,5%. O caso mais flagrante é o dos CTT, onde a diferença chega aos 63%.
Ou seja, a diferença entre as transferências e as responsabilidades assumidas pelo Estado estão entre 1000 e 1800 Milhões de Euros.
Endividou-se brutalmente o país para compor cosmeticamente o défice. Repare-se que não é dinheiro investido mas antes deitado à rua. Quem agora tem moral de vir pregar os custos dos investimentos públicos??
São décadas e décadas de despesa de acordo com o gráfico do tribunal de contas! (em cima)

Assim, bem explicadinho por quem sabe, porque a Dama e o Borges não sebem fazer contas e engam-s a eles próprios e induzem os outros em erro.

OS PASSARINHOS DE BELÉM AINDA CANTAM?

os gorgeios dos passarinhos de Belém
Presidente daRepública pediu que não se desviem atenções dos portugueses dos "problemas graves" do País.O PS diz que as atenções foram desviadas pelos comentários de fontes anónimas da sua Casa Civil, ao levantarem a questão de "escutas" a Belém. Analistas e políticos dividem-se entre interpretar as palavras de Cavaco como recado a Sócrates ou ponto final no tema.
"Quando não se quer comentar, não se comenta. Quando se comenta, alimenta-se a polémica." Assim comentou, por sua vez, o dirigente socialista Ricardo Rodrigues as palavras de ontem do Presidente Cavaco, que classificou a questão das "escutas" a assessores de Belém como tentativas de "desviar as atenções dos reais problemas do País" . Cavaco frisou ainda que, "no tempo em que vivemos", não fará comentários com conotações político-partidárias.
Os socialistas parecem, no entanto, reenviar a bola para o campo do Presidente, sublinhando que a polémica começou em Belém. Outro dirigente socialista, José Lello, é ainda mais directo. "Acho que a declaração do Presidente é uma crítica à sua Casa Civil, porque a situação foi criada por fontes anónimas de lá oriundas. O Presidente deveria, talvez, preocupar-se com isso", disse Lello ao DN. (O que parece inquestionável - dizemos nós)

DEPOIS NÃO DIGAM QUE NÃO FORAM AVISADOS

CUIDADO COM O ANACLETO


(post-it 23) Ao cuidado de potenciais votantes no BE
Por João Paulo Pedrosa Domingo, 30 Agosto , 2009, 15:51
Este eleitor (...) não vive no médio prazo e sabe que o dano que a direita fará ao já minguado Estado-Providência desta vez será irreversível.

[Boaventura Sousa Santos, Visão, Um cidadão comum de esquerda]
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29 agosto 2009

B.E - OS PARTIDOS DE PROTESTO - PSD

PINÓQUIOS
B.E P.S.D


O PSD VAI PERDENDO A CONDIÇÃO DE PARTIDO DE GOVERNO - Não sabe o que quer paraPortugal!! Está ao nível do B.E. para pior...
O programa eleitoral do PSD tem 40 páginas, no ficheiro .pdf (incluindo capa, índice, etc.). Nessas 40 páginas, uma pequena busca permite detectar o uso da palavra "NÃO" 54 vezes. O que dá uma espantosa média de 1,35 vezes por página. No programa do PS, com 120 páginas (contadas de acordo com o mesmo critério), a palavra aparece 63 vezes. O que, nesta análise de conteúdo básica, dá uma média de 0,525. Uma vez em cada duas páginas grosseiramente, contra mais de uma vez por página no programa do PSD.
Podia daqui inferir-se que o PSD tem uma visão negativista do programa. Perde mais espaço a dizer o que não quer do que o que quer. No que se aproxima do BE, que bate o recorde registando 325 vezes a palavra não em 110 páginas: 2,95 vezes por página!Do BE não se esperaria outra coisa. É um partido que, contra a sua ala mais moderada (afastada da liderança e das listas de candidatos a deputados), se afirma pelo protesto. E por isso, em cada página, podemos ler 3 vezes a palavra não. No PSD, a situação é mais surpreendente.Pode um partido que aspira a governar elaborar um programa assente no que NÃO gosta e não quer fazer? Como podem os portugueses ficar a conhecer as propostas do PSD? Divulgado o programa, sabemos o que NÃO querem. Continuamos às escuras sobre o que querem. Carlos Santos
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26 agosto 2009

OS BRUXOS DAS TREVAS DA EXTREMA-ESQUERDA

OS INADAPTADOS DA EXTREMA-ESQUERDA,CHEGADOS À DEMOCRACIA PORTUGUESA NUMA MANHÃ DE NEVOEIRO ENVOLTOS EM ROUAGENS MARXISTAS-LENINISTAS-ESTALINISTAS-MAOÍSTAS TROTSEQUISTAS E OUTROS ISMOS DA PESADA, DEPRESSA RENDIDOS às delícias DA DIREITA E AGORA SEUS DILECTOS IDEÓLOGOS.
DOIS DIGNOS REPRESENTANTES DA MERDICE INTELECTUAL DO PAÍS RECTANGULAR ONDE MEDRAM PENSADORES
DE MENTES QUADRADAS
Através de Paulo Querido, cheguei a um post de Rui Curado da Silva, em que são analisadas as adivinhações de Pacheco Pereira e António Barreto para o Expresso. Reproduzindo um excerto, convido o leitor a ler o post na íntegra, que é acompanhado do vídeo da entrevista com “aqueles semblantes austeros a pronunciar sentenças erradíssimas com uma precisão milimétrica sobre o ano de 2008”:
Neste balanço e perspectivas organizado pelo Expresso em Dezembro de 2007, Pacheco Pereira afirmou categoricamente (aos 2:30 do filme acima) que o preço maior que os portugueses iriam pagar em 2008 adviria do carácter ideológico da política inspirada no Modelo Social Europeu; da universalidade e gratuitidade da saúde, da educação e da segurança social . Ora, pelo contrário, estamos em Outubro de 2008 e os portugueses já perceberam muito bem que vão pagar ao longo dos próximos anos, a preço forte, precisamente a ideologia que Pacheco Pereira tem vindo a defender, essa ideologia do Estado Mínimo, a mesma ideologia que deixou milhares de pessoas idosas sem reformas nos EUA, que obrigou milhares de pessoas modestas a devolver a sua habitação, a mesma ideologia que afundou um país rico e próspero como a Islândia e a mesma ideologia que ofereceu salários e lucros colossais a pessoas sem qualquer actividade produtiva. Por muitos defeitos que possa ter o Modelo Social Europeu, nunca uma catástrofe destas proporções se abateu sobre algum país por oferecer educação, saúde e segurança social de qualidade e quase gratuita aos seus cidadãos.”
Nota em jeito de comentário:
-Esta entrevista do Expresso mostra duas evidências:a primeira é a falta de nível dos dois indivíduos que são elevados a oráculos e revelam uma insuspeita e chocante pequenêz, reles mesmo.A segunda é a subserviência dos dois jornalistas aos "oráculos", com evidência para o director do Expresso que se comporta, chocarreiro, como um autêntico ratão de dança carnavalesca (uma desagradável surpresa).

25 agosto 2009

O ESTADO SOCIAL - DUPLO PACTO E AS ALTERNATIVAS

Imagem próxima DO ESTADO ANTI-SOCIAL DE PACHECO E BARRETO e, por consequência, da Direita Portuguesa

Hugo Mendes publicou no Diário Económico um artigo de leitura obrigatória que, pela sua actualidade, se transcreve integralmente:Um dos mitos contemporâneos diz que a globalização torna o Estado social insustentável, sobretudo nos países pequenos. A direita regozija e a esquerda protesta, mas ambas aceitam a sua inevitabilidade. O mito, porém, não sobrevive à análise: as economias mais integradas no comércio internacional são as dos pequenos países - os mesmos que construíram os Estados sociais mais generosos. Parte da explicação é esta: a vulnerabilidade do mercado interno a choques exógenos incentiva à coordenação entre Governo, capital e trabalho, e favorece a construção de compromissos de classe e de instituições que protegem contra os humores do mercado.A discussão é particularmente actual no momento em que o PS propõe ao país um duplo pacto: para o reforço da internacionalização da economia e para a expansão do Estado social. Os pactos complementam-se porque permitem aumentar a coerência entre os regimes de produção de bens transaccionáveis e de protecção das pessoas. Claro que é impossível copiar as instituições ou a trajectória dos países europeus pós-1945: em Portugal, a representação do capital e do trabalho é menos unificada; a taxa de sindicalização no privado é muito reduzida; grande parte dos empregadores e trabalhadores é pouco qualificada; o tecido económico tem bolsas de baixíssima produtividade. Sabemos, porém, que as instituições condicionam a acção dos parceiros, mas não a determinam. A escolha da estratégia é, por isso, decisiva.A estratégia do duplo pacto aposta na definição dos clusters que merecem a aposta prioritária dos sistemas público e privado de inovação. Aposta em medidas de apoio à capacidade organizacional das firmas e à sua inserção em redes internacionais. Aposta na qualificação de pessoas ao nível do ensino superior e do secundário. Aposta em níveis elevados de contratação colectiva e moderada segurança laboral. Aposta em trabalhadores mais bem pagos; num país onde o salário mediano ronda os 700€ e cerca de 500.000 ganham o salário mínimo, é preciso prosseguir o aumento deste, medindo o impacto no emprego. É possível, porém, aumentar o rendimento do trabalhador se o Estado fornecer um complemento ao salário; a medida, que existe em inúmeros países, consta do programa do PS.Os pactos não se complementam por acção da mão invisível do mercado, mas da mão visível do compromisso. O duplo pacto incentiva ao aprofundamento da coordenação cooperativa da economia, essa dinâmica negocial entre Governo, empresas e sindicatos, assente na concertação, na persuasão, e no incentivo - numa palavra, na política. Se alguns reduzem isto a “negociatas”, é porque lhe têm horror.(o que nos parece evidente - ver no Expresso a opinião do ideólogo do PSD, Pacheco Pereira e... o partner Barreto as vozes do dono)

EXPERIÊNCIAS ALARANJADAS ESTÃO FEITAS...



















24 agosto 2009

MEDITAÇÃO NA PASTELARIA


"Mas uma senhora é uma senhora.


Só vê a malícia quem a tem.


Uma senhora passa


e ladrar é o seu dever


se tanto for preciso!"

AlexandreO'Neil










OS NEGÓCIOS DA DONA MANUELA

É no processo da venda do prédio dos CTT na Avenida da República (Lisboa) - oportunidade de negócio oferecida à TCN em Dezembro de 2003 e para o qual Ruy Silva terá sido encarregado de garantir 20 milhões de euros - que é referenciada a então ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite.
Por carta, Ruy Silva lembrou aos administradores da TCN que estes lhe haviam referido "ter recebido uma chamada da senhora professora doutora Manuela Ferreira Leite, digna ministra das Finanças, informando que o valor referido seria muito importante para a sua inclusão nas contas do Estado português até ao dia 31 de Dezembro [de 2003]".
O gabinete da actual líder do PSD afirmou indisponibilidade para comentar a notícia, avançada pelo Sol, sobre aquela conversa com os administradores da TCN.
Mas com ou sem contactos entre Ferreira Leite e aqueles protagonistas do processo dos CTT - no qual a PJ concluiu ter havido "financiamento de interesses partidários do PSD" -, o processo de alienação do imóvel de Lisboa revelou inusitada pressa."

NOVIDADES DE SATURNO

Titan - a lua de Saturno
Imagem da superfície de Titan, reproduzida por artistas a partir de imagens de satélite


obtidas pela NASA





ROBÔS



Um robô que consegue encontrar tomadas eléctricas para se recarregar.Vírus de computador que ninguém consegue suprimir.Um robô que consegue encontrar tomadas eléctricas para se recarregar Veículos aéreos predadores que, embora controlados à distância por seres humanos, se aproximam de uma máquina capaz de matar por si mesma.

Impressionados e alarmados com os avanços na inteligência artificial, vários cientistas informáticos estão já a debater os limites à investigação, já que esta pode levar à perda de controlo dos seres humanos sobre sistemas informáticos que estão a suportar uma porção crescente da carga de trabalho da nossa sociedade, com tarefas que vão de conduzir a guerra a atender consumidores pelo telefone.Preocupa-os que os avanços possam dar origem a graves rupturas sociais ou até a terem consequências perigosas.A título de exemplo, os cientistas apontam tecnologias tão variadas como os sistemas médicos experimentais que interagem com os pacientes para simular empatia como os worms e vírus informáticos que desafiam qualquer tentativa de extermínio e que por isso se diz terem atingido o estádio de "baratas" da inteligência artificial. Os investigadores - cientistas informáticos de renome, investigadores de inteligência artificial e de robótica, que se reuniram nas instalações da Asilomar, na baía de Monterey (na Califórnia) - desvalorizaram na generalidade a possibilidade de surgirem superinteligências fortemente centralizadas e a ideia de que a inteligência poderia surgir espontaneamente da internet, mas concordaram que os robôs capazes de matar por si sós já estão entre nós - ou estarão em breve.O debate focou em particular a hipótese de haver criminosos a tirar partido de sistemas de inteligência artificial logo que estes sejam desenvolvidos. Que poderia um criminoso fazer com um sistema de sintetização da fala capaz de o fazer passar por um ser humano? Que acontecerá se a tecnologia de inteligência artificial for usada para sacar informações pessoais contidas em smartphones?A conferência foi organizada pela Association for the Advancement of Artificial Intelligence (AAAI) e, ao escolher a Asilomar para a realização do debate, o grupo evocou um marco importante da história da ciência. Em 1975, os principais biólogos do mundo também se reuniram em Asilomar para debater a nova capacidade de remodelar a vida através da manipulação de material genético. Preocupados com possíveis catástrofes biológicas e com os aspectos éticos da nova tecnologia, decidiram interromper várias experiências. Dessa conferência surgiriam as directrizes para as investigações que incidem na recombinação de ADN, permitindo que as experiências prosseguissem. A reunião sobre o futuro da inteligência artificial foi organizada por Eric Horvitz, investigador da Microsoft que é actualmente presidente da associação. Horvitz pensa que os cientistas informáticos têm de dar resposta à hipótese de máquinas superinteligentes e de sistemas de inteligência artificial ficarem desgovernados. "Algo de novo aconteceu nos últimos cinco a oito anos", afirma Horvitz. "A tecnologia está a substituir--se à religião."O relatório da AAAI vai tentar avaliar a possibilidade da "perda do controlo humano sobre inteligências baseadas em computador". Também vai abordar, diz Horvitz, temas socioeconómicos, jurídicos e éticos, bem como as prováveis alterações nas relações entre seres humanos e computadores. Horvitz diz que o grupo procurou modos de orientar a investigação de maneira que a tecnologia melhore a sociedade, e não a conduza para uma catástrofe tecnológica. Tom Mitchell, professor de Inteligência Artificial e de Aprendizagem das Máquinas da Universidade Carnegie Mellon diz que a reunião a alterou a sua maneira de ver as coisas. "Entrei na reunião muito optimista quanto ao futuro da AI e a pensar que as previsões de Bill Joy e Ray Kurzweil estavam muito afastadas da realidade. A reunião deu-me vontade de falar mais abertamente sobre o assunto, sobretudo das grandes quantidades de dados coligidos sobre a vida de cada um de nós."
Exclusivo i
The New York Times

23 agosto 2009

O DOCE CHILREIO DOS PASSARINHOS DE BELÉM


http://www.youtube.com/watch?v=BgQeJ6BqRLI clique no link e oiça a gaivota da Sara
e neutralizar o ruido dos passarões


isto é recorrente










No ambiente sereno
Envolvente
Mal se sente a brisa leve
Vinda do Tejo ali em frente.
Da azáfama intensa...
Nem um leve ruido
Apenas imperceptíveis
Gemidos da araucária de atalaia
E... mais distinto
Começa a ouvir-se
Rumorejante
O doce chilrear
Dos passarinhos
Por vezes abafado
P'lo arrastar de pés
De passarões
Que por ali passeiam



































































M. F L. MOSTRA DE QUE MASSA É FEITA


O PESSOAL DO PSD, JUNTO DA P.R., MONTA UMA ATOARDA SOBRE ESCUTAS, E, NO SEGUIMENTO DA OPERAÇÃO, BEM PROPAGANDEADA, EIS O DESCARAMENTO DA DAMA :
-"Eu não quero saber se há escutas ou não, [o importante] é que as pessoas acham que há"
QUER DIZER: MANUELA,
ou alguém por ela, "INVENTARAM a história das escutas, as pessoas enfiaram o barrete e Manuela rejubilou porque as pessoas acreditaram e ACHAM QUE A INVENTONA foi algo que SUCEDEU de facto e acreditaram, segundo a dama!!!
SERÁ QUE O DESCARAMENTO E A FALTA DE VERGONHA COLHE... e pode levar alguém a primeira ministra deste país?... Isto não será mesmo uma muito preocupante questão de carácter... a ponderar seriamente? onde é que isto irá parar?

(I) O JORNAL DAS GRANDES CAUSAS

O REI

do Jornal i
A causa monárquica voltou à ribalta com a polémica da bandeira hasteada na Câmara Municipal de Lisboa (CML). O chefe da Casa Real, D. Duarte de Bragança, desvaloriza o incidente e defende que o episódio até pode ter "um aspecto positivo" se "despertar a atenção para as bandeiras portuguesas".

Sobre a actualidade do país, assume que o caso das escutas em Belém não o preocupa?

"Não me importo nada que me escutem. Nada tenho a esconder. E também deve ser esse o caso do Presidente da República".

Como reagiu à notícia de que Lisboa tinha acordado com uma bandeira monárquica na CML?

-É claro que nunca iria apoiar algo de ilegal e considero que se tratou de uma irreverência de juventude que não me parece condenável, porque a bandeira retirada foi devolvida e não houve nenhum desrespeito a símbolos nacionais, ao contrário do que disseram as pessoas que reagiram aborrecidas.

Então não aceita que isto seja tratado como um caso de polícia?

-Não foi cometido nenhum estrago ou acto violento, portanto não me parece que exista aqui um caso.

Mas tem simpatia por esta iniciativa?

-Nos países que prezam a sua história, as bandeiras históricas são todas consideradas com a mesma dignidade e colocadas muitas vezes em conjunto. Nas academias militares de Portugal, Brasil ou Estados Unidos, há esse culto. Faz parte da cultura cívica do povo. Se este episódio serve para despertar a atenção para as bandeiras portuguesas, pode ser um aspecto positivo. Mas claro que não é legal entrar num lugar público e mudar coisas que estejam lá expostas. É uma pequena ilegalidade, não me parece que se possa levantar um grande problema.

Esta acção também significa que a causa monárquica está viva?

-A vitalidade do movimento monárquico em Portugal mede-se de outra maneira: por sondagens de opinião pública, pelas cerca de dez mil pessoas na Reais Associações e muitos outros grupos organizados de monárquicos em grupos de actividades diversas. Não têm é expressão eleitoral, no sentido em que os monárquicos que temos no Parlamento estão dispersos por muitos partidos.

Gostava de fazer uma consulta aos portugueses para saber se preferiam ter um rei como chefe de Estado?

-Já foi feita, mas não foi divulgada. E tem resultados muito curiosos: 29% dos portugueses acha que um rei seria melhor do que um PR. Mas a maioria não tem opinião. Era bom que os portugueses tivessem liberdade para exprimir-se sobre esse assunto, mas num contexto honesto e não fazendo uma pergunta como a pergunta do aborto, que era totalmente direccionada para votar sim.

Cem anos depois da implantação da República, que balanço faz à situação actual da democracia portuguesa?

-O que me preocupa mais é que ao haver 60% de abstenção numas eleições, damos uma importância excessiva a minorias muito militantes. Isto põe em causa o significado da democracia. Se as pessoas não votam por estarem desiludidas com a política, estão a deixar que alguns falem por eles. Se a política é tomada como um campeonato de futebol, em que se vota num partido por ser "o seu", então não interessam as medidas que se defendem. A democracia não pode resumir-se a colocar um voto numa caixa de quatro em quatro anos. Tem de haver mais participação cívica, opinião, referendos

.Acha que isso acontece pelo descrédito da classe política junto dos eleitores?

-Há gente muito boa e decente a fazer política. O problema é a própria instituição da democracia e o sistema em que estamos a viver, que gera esta situação. Temos um excelente Presidente da Republica (PR), deputados muito bons e pessoas muito decentes no governo. Mas não há uma cultura de participação cívica ou de raciocínio lógico.

Como assim?

-Surgiu um movimento para as pessoas comprarem produtos portugueses, e acho muito bem. Mas a maioria das pessoas cujo emprego está em risco, que sabem que as empresas estão a fechar ou que a agricultura está a falir, insistem em comprar tudo estrangeiro. Em todo o Estado ou na administração pública não vejo um único carro fabricado em Portugal. Os alfas pendulares foram todos importados de Itália e depois os ministros vêm chorar porque o capitalismo é horroroso e deixa fechar a fábrica da Bombardier? É uma incoerência chocante e revoltante. E os portugueses deviam revoltar-se contra isso. Não faz sentido estarmos a pagar impostos para sustentar indústrias noutros países.

Está preocupado com a crise económica que vivemos e com o défice do país?

-Parece-me perfeitamente claro que isto assim não pode continuar. Qualquer família que gaste mais do que aquilo que ganha vai à falência e isso também acontece com os Estados. Nós estamos a endividar os nossos netos, que vão ter de pagar os desperdícios e disparates que estamos a fazer hoje. O povo português ficou contente com a Expo, o CCB ou as auto-estradas em todos os cantos do país, mas essas coisas pagam-se. E depois falha-nos o dinheiro noutras coisas, como no sistema de saúde, que é fraco. Como é que avalia a justiça portuguesa?Os deputados fizeram uma legislação que torna muito difícil a aplicação da justiça, por causa dos procedimentos, recursos e picuinhices que empatam a justiça e dificultam o seu exercício. E depois não funciona para ninguém. Nem nos grandes casos nem nos pequenos.

Que comentário faz ao caso Freeport?

-Nenhum. Não foi julgado, portanto não posso dar opiniões. Não quero ser injusto com ninguém.

Acompanhou a recente polémica sobre as alegadas escutas no Palácio de Belém?

-O Presidente da República é uma pessoa de bem sob todos os aspectos, portanto não se deve importar nada que lhe façam escutas.

Mas acha normal que o Palácio de Belém possa estar a ser vigiado?

-Depende de quem faça as escutas. Se tivermos um serviço de segurança bom e eficiente - e temos, como se prova por não haver terrorismo em Portugal - é preferível escutas e vigilância a mais do que a menos. Onde as escutas são inconvenientes é quando servem para espiar, por exemplo entre empresas ou indústrias, ou para saber escândalos da vida privada que possam ser utilizados em chantagens. O importante em democracia é que tenhamos confiança nos serviços que suportam a nossa segurança. Não me importo nada que me escutem, porque não tenho nada a esconder. E acho que também deve ser esse o caso do PR. Mas não sei se é escutado ou não. O que acho é que quem tem cargos públicos de responsabilidade deve aceitar que a sua vida seja transparente.

Concorda com a ideia de Ferreira Leite de que o país vive um clima de asfixia e retaliação criado pelo governo?

-Não sei dizer. Acho é que há um pouco a tendência dos partidos no poder, sobretudo se tiverem maioria, para acharem que têm o direito a privilégios, lugares e vantagens. Isso é muito perigoso. Devíamos seguir mais o modelo inglês, em que a administração é uma coisa e a política outra: as pessoas competentes que estão na administração ficam, independentemente dos partidos no poder.

Acha que um governo minoritário pode ser prejudicial ao país?

-Não. Um governo de coligação é benéfico, no sentido em que se cria uma maior dinâmica de diálogo e participação. Mas o importante é que tem de haver um acordo entre as principais forças políticas para que se tomem as medidas difíceis que têm de ser tomadas. Se não houver esse acordo, os partidos que estiverem no poder não tomam medidas duras com medo de se queimarem eleitoralmente. Se essas medidas forem tomadas por consensos, todos se responsabilizam.

É favorável a um Bloco Central?

Não faz diferença se é Bloco Central ou aliança com os pequenos partidos. Quanto mais forças políticas participarem, mais se pode mobilizar o país para que um governo possa governar a sério. Quanto mais tarde forem tomadas medidas, pior, e se não forem tomadas corre-se o risco de ser uma ditadura a tomar conta do poder para fazer o que é preciso. E falo de uma ditadura que não é necessariamente militar. Se o país entrar em bancarrota, o BCE ou o FMI podem dizer que ajudam a salvar o país, com a condição de nos governarmos de determinada maneira, com uma comissão de gestão estrangeira. E caminhamos para aí: se não fizermos o caminho certo, alguém vai ter de tomar conta de nós.

Que opinião tem sobre os dois principais candidatos a primeiro-ministro?

-Nunca tomo posições partidárias. Não posso fazê-lo devido à minha condição de chefe da Casa Real portuguesa.

Não vota nas legislativas?

-Voto nas eleições autárquicas, porque é uma democracia mais directa, conheço as pessoas. Votar mas legislativas seria tomar uma posição partidária que não posso tomar.
Tags: d. duarte, monarquia, política, bandeiras, crise

22 agosto 2009

OPÇÃO P.S. - CONSTRUÇÂO DO ESTADO SOCIAL

Umdos Um dos mitos contemporâneos diz que a globalização torna o Estado social insustentável, sobretudo nos países pequenos. A direita regozija e a esquerda protesta, mas ambas aceitam a sua inevitabilidade.O mito, porém, não sobrevive à análise: as economias mais integradas no comércio internacional são as dos pequenos países - os mesmos que construíram os Estados sociais mais generosos. Parte da explicação é esta: a vulnerabilidade do mercado interno a choques exógenos incentiva à coordenação entre Governo, capital e trabalho, e favorece a construção de compromissos de classe e de instituições que protegem contra os humores do mercado.A discussão é particularmente actual no momento em que o PS propõe ao país um duplo pacto: para o reforço da internacionalização da economia e para a expansão do Estado social. Os pactos complementam-se porque permitem aumentar a coerência entre os regimes de produção de bens transaccionáveis e de protecção das pessoas. Claro que é impossível copiar as instituições ou a trajectória dos países europeus pós-1945: em Portugal, a representação do capital e do trabalho é menos unificada; a taxa de sindicalização no privado é muito reduzida; grande parte dos empregadores e trabalhadores é pouco qualificada; o tecido económico tem bolsas de baixíssima produtividade. Sabemos, porém, que as instituições condicionam a acção dos parceiros, mas não a determinam. A escolha da estratégia é, por isso, decisiva.A estratégia do duplo pacto, aposta na definição dos ‘clusters' que merecem a aposta prioritária dos sistemas público e privado de inovação. Aposta em medidas de apoio à capacidade organizacional das firmas e à sua inserção em redes internacionais. Aposta na qualificação de pessoas ao nível do ensino superior e do secundário. Aposta em níveis elevados de contratação colectiva e moderada segurança laboral. Aposta em trabalhadores mais bem pagos; num país onde o salário mediano ronda os 700 euros e cerca de 500.000 ganham o salário mínimo, é preciso prosseguir o aumento deste, medindo o impacto no emprego. É possível, porém, aumentar o rendimento do trabalhador se o Estado fornecer um complemento ao salário; a medida, que existe em inúmeros países, consta do programa do PS.Os pactos não se complementam por acção da mão invisível do mercado, mas da mão visível do compromisso. O duplo pacto incentiva ao aprofundamento da coordenação cooperativa da economia, essa dinâmica negocial entre Governo, empresas e sindicatos, assente na concertação, na persuasão, e no incentivo - numa palavra, na política. Se alguns reduzem isto a "negociatas", é porque lhe têm horror.» [Diário de Notícias]Parecer:Por Hugo Mendes, Autor do http://www.simplex.blogs.sapo.pt/, um ‘blog' feito por apoiantes do Partido Socialista.Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Afixe-se.»

O HOMEM POSSESSO


Afinal Pacheco Pereira também é pseudónimo
Por Rui Herbon

"(...) Quando desceu para terra veio-lhes ao encontro um homem da cidade, possesso de vários demónios, que desde há muito não se vestia nem vivia em casa mas nos túmulos. Ao ver Jesus prostrou-se diante dele, gritando em alta voz: «Que tens que ver comigo Jesus, filho de Deus altíssimo? Peço-te que não me atormentes!» (...) Jesus perguntou-lhe: «Qual é o teu nome?» «O meu nome é Legião»— respondeu. Porque muitos demónios tinham entrado nele e suplicavam- lhe que os não mandasse para o abismo."
Evangelho segundo São Marcos
(a propósito disto, que já teve resposta aqui)
inSIMPLEX
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UMA VERGONHA


Alguém sabe onde é que anda Rui Rio? Caro Rui Rio, Preto representa tudo aquilo contra o qual você luta há anos, aquilo que levou Marcelo a convidá-lo para secretário-geral e depois a afastá-lo, aquilo que apontava no PSD-Porto de Menezes, aquilo que desprezou no PSD nacional dos últimos anos. Aquilo a que Pacheco Pereira chamou o "gang do Multibanco". Aquilo que levou a 'elite' do PSD a massacrar Menezes e Santana. Aquilo que essa mesma 'elite' agora esquece e assobia para o ar a ver se passa.
O que diriam Rui Rio ou Pacheco Pereira se tivessem sido Luís Filipe Menezes ou Santana Lopes a colocar António Preto nas listas quando está acusado de fraude fiscal e falsificação e vai a julgamento este ano?
Admito que António Preto não seja condenado, apesar das escutas do processo serem esclarecedoras. Admito que o dinheiro que trazia na mala não era para pagar quotas dos militantes mas para prestar serviços de advogado, admito que os construtores civis lhe tenham dado o dinheiro em notas porque não tinham cheques, admito que o contrato de prestação de serviços seja posterior aos factos por esquecimento. Mas não admito que uma pessoa que engessa o braço com a ajuda de um familiar num hospital para faltar a uma perícia na Polícia Judiciária seja deputado. Mas vai ser.
Acreditem: nós vamos ter um deputado que no exacto dia em que tinha de se apresentar na Polícia Judiciária para um teste de caligrafia foi ter com um cunhado que é médico no Hospital de Santa Marta, no serviço de cirurgia vascular (!), para engessar um braço por completo, do ombro até ao pulso. A Ordem dos Médicos considerou que colocar o gesso foi "má prática clínica". Não consigo encontrar um adjectivo para classificar a prática do deputado
. Mas consigo classificar a prática da lista do PSD: uma vergonha.
Ricardo Costa
jornal EXPRESSO

21 agosto 2009

QUAL REFERÊNCIA QUAL CARAPUÇA

http://www.youtube.com/watch?v=KOWmcmbGp18

Há muito que Cavaco Silva deixou de ser uma referência da estabilidade política, deixou cair a imparcialidade e desde que Manuela Ferreira Leite reapareceu que o seu envolvimento no processo político é cada vez maior, chegando agora ao ponto de promover ou deixar-se envolver em golpes que são tão baixos que chegam a ser idiotas. Cavaco Silva parece estar a perder o controlo, já não parece ser ele que controla a Precedência da República, deixando aos assessores essa tarefa.Cavaco não resistiu à tentação de deter todo o poder e não hesita em desprestigiar a instituição Presidência da República entregando-a a assessores com deficiente formação política que estão a querer transformar este país numa república das bananas. Desta vez os assessores chegram ao ponto de lançar insinuações graves para desviar a atenção dos portugueses das listas de candidatos do PSD. Cavaco estará a ficar senil? Nunca foi grande coisa enquanto político, mas quando era um pouco mais jovem revelava mais inteligência e controlo das situações do que aquilo a que estamos a assistir.in O Jumento

O MOÇO DAS TIAS DE CASCAIS


Só mesmo Pacheco Pereira, um mestre na arte da hipocrisia poderia ter escrito isto:
«Porque só profissionais é que não podem revelar a sua condição, para não se perceber ao que andam e quem são. Porque só isso pode justificar tanto pseudónimo e nome falso. Na verdade, seria mais normal que os pseudónimos abundassem em quem não está do lado do poder, porque aí o pseudónimo teria como função proteger alguém cujas opiniões, se se conhecesse o seu autor, colocariam em risco a profissão e a carreira, mesmo a integridade física. Em certos municípios percebe-se bem. Mas aqui é ao contrário, é quem nada deve temer que assina disfarçado. Os tricky dickies dos gabinetes do governo, do grupo parlamentar do PS e de câmaras socialistas, podem explicar isso muito bem. Mas cuidem-se que isto é Portugal, e, a seu tempo, tudo se sabe.» [Sábado]
Porque razão estará Pacheco Pereira tão preocupado com o pseudónimo de alguns autores do SIMplex numa semana que foi marcada por insinuações graves, apesar de idiotas, lançadas por assessores de Cavaco Silva a coberto do anonimato.
Há pessoas a quem apetece responder ao estilo do saudoso Almirante Pinheiro de Azevedo:

Oh Pacheco, vai bardamerda e vai limpar a dita da patroa! (por conta do editor).




FRASQUILHO - UM DESRTO DE IDEIAS



Miguel Frasquilho, um deserto de ideias, disse não partilhar do "optimismo" do Governo (que novidade!) quanto à previsão do défice de 5,9 %, antecipando que o valor deverá ultrapassar os seis por cento. . .Oh Miguel! porque não te calas? Se o Prof. A.Leite sabe puxa-te outra vêz as orelhas...que já as tens bem puxadinhas! E agora tudo por causa de uma hipotética décima?! A Manuela exige demasiado do moço, ele quer brilhar, excede-se... e acaba sempre por dizer disparates ou trivialidades.

19 agosto 2009

OPERAÇÃO BELENENSE MAL SUCEDIDA?

gatos de pelagem laranja

http://www.youtube.com/watch?v=-ITZBBV8SygClique no link para ouvir as escutas

Ler o site de campanha do PSD dá jeito e é útil. Até mesmo para assessores de Belém
Os assessores do meu (do P.Querido) Presidente ficaram “consternados” e temem estar a ser “vigiados” pelo Governo, quiçá sob escuta.O caso é grave, muito.A manchete do Público, irresistível (metade dos jornalistas do país adorariam a oportunidade de caras, e a outra metade adoraria a oportunidade sem ser de caras).A explicação para tão grave caso está, como se pode ler na notícia, numa informação prestada por dirigentes do PS e que só podia ter sido obtida em circunstâncias extraordinárias..., quando tomaram conhecimento das declarações, ao Público do sábado passado (dia 15 de Agosto), de José Junqueiro e Vitalino Canas, “denunciando” que “havia assessores de Cavaco Silva a participarem na elaboração do programa do PSD”.O mesmo membro da Casa Civil da Presidência da República questiona-se sobre estas declarações e afirma: “Como é que os dirigentes do PS sabem o que fazem ou não fazem os assessores do Presidente? Será que estão a ser observados, vigiados? Estamos sob escuta ou há alguém na Presidência a passar informações? Será que Belém está sob vigilância?“.Admitindo de pronto que essa seria uma hipótese e quiçá mesmo uma solução, penso que não seria necessário recorrer a tão pesados e arriscados meios.Bastaria ler jornais. A informação de que “assessores de Belém” estavam a “apoiar” a elaboração do programa do PSD fora publicada uma semana antes. Na página 10, com chamada de capa que diz: BELÉM MUITO ATENTO AO PSD E ÀS SONDAGENS E SARMENTO CRITICA FALTA DE AUTONOMIA PROGRAMÁTICA – FERREIRA LEITE FAZ O PROGRAMA DO PSD COM CATROGA E ASSESSORES DE BELÉM.Leia-se o Semanário onde foi publicada...
Sim! a desorientação é muita, mas a ligeireza com que se fazem acusações e a incompetência que grassa pelo laranjal é preocupante na perspectiva de esta gente poder vir a governar-nos e sem um Presidente da República escrupulosamente independente e com comprovada cultura democrática, não estando a surgir no horizonte democratas prestigiados e com autoridade moral para denunciarem e alertarem para esta realidade gritante. E quem será o Garganta Funda de Belém de que se fala aqui? E é face aos preocupantes sinais que é importante que o Presidente da República perceba que não pode ser confundido com o cidadão Cavaco Silva, que já foi líder partidário, que já foi Primeiro-Ministro, que já disputou eleições legislativas. Isso foi antes de ser eleito Presidente. A sua actuação não o afecta apenas a ele, afecta a isenção e o distanciamento que deve ser paradigma desse órgão de soberania, assim como afecta a qualidade da democracia. E tem como conselheiros alguns dos mais ranhosos e cavernosos pensadores do meio mediático, dando-se como exemplo uns senhores Medina Carreira e um tal Vilaverde, cuja característica comum é a velhinha sanha psicótica anti-PS, pelos vistos qualidades muito apreciadas por Cavaco Silva que assim parece gostar de se banhar nessas águas enquinadas.
No caso das inventadas escutas (é aterrador estarmos sujeitos a gente desta, com tal incompetência (ou gosto pelo golpe rasteiro) ... mas cujo comportamento teve o mérito de comprovar de forma gritante e cristalina que é na Presidência da República que se congemina a oposição ao Governo, sendo a líder "oficial", MFLeite, um mero instrumento de Cavaco Silva, tendo se calhar menos importância no esquema cavaquista do que o cavaleiro Alexandre Relvas 0u a fadista oficial do regime. Uma espécie de marialvismo serôdio subreptício a instalar-se...
Nota: também aqui.












NÃO DÃO DESCANSO AOS EMPATAS

os empataf.também foram todos mobilizados, incluindo o Itunhas

Os americanos têm cá umas ideias! Há uns anos atrás resmungaríamos com a nossa incapacidade de nos chegarmos à frente, em particular, nos progressos tecnológicos. Hoje esta notícia é acolhida pelos portugueses com a certeza de que estão actualizados em matéria de “carro eléctrico”. Porque será? E como será apresentada esta matéria no programa de governo do PSD? Rasga? Não rasga? É cedo? É tarde? Ah! Os tremendos compromissos firmados pelo governo do PS hipotecam o futuro do país!. E como irão tentar os empatas do laranjal neutralizar estas realidades? Apostaríamos que o monge da Marmeleira está a receber súplicas pungentes da sua imperatriz para arrasar de vez o Sócrates... Que, por sua vez já terá informado a sua protectora que já usou todo o arsenal de contra-informação dos manuais do maoísmo, estalinismo, nazismo, Salazarismo etc e já terá concluído que o homem é de uma pertinácia que resiste a tudo! E com a"LPM" não há volta a dar... Estará agora, em desespero de causa a tentar um milagre com a ajuda da santinha da ladeira. Ainda vai perder o emprego! (parte)



18 agosto 2009

CARLOS SANTOS ESCLARECE









Alexandre Relvas, emérito cavaleiro


««««CARLOS SANTOS, COM O SABER E A PACIÊNCIA QUE O CARACTERIZA, ESCLARECE O SENHOR Dr RELVAS DO INSTITUTO SÁ CARNEIRO E LÍDER DOS MOURINHOS DO PSD,


CARLOS SANTOS, Professor de Economia e Econometria;
Analista do ciclo eleitoral de 2009
enquanto coordenador do PNETPolítica;
Coordena também o PNETEconomia;


DIZ CARLOS SANTOS

O entusiasmo com que por certas bandas, se recebe a demagogia que Alexandre Relvas, militante do PSD coresponsabilidades no IFSC, espalha hoje nas páginas de um jornal, diz bem de quão necessitados estavam alguns de uma pequena distracção, que desviasse os olhos da calamitosa gestão das listas de deputados feita por Manuela Ferreira Leite.
Importa por isso desmistificar os argumentos distorcidos do Dr. Relvas, que pretende demonstrar ter sido desastrosa a política económica socialista. Como? Vejamos. Eu sugiro mostrar que Alexandre Relvas está errado e a ser demagógico em cada ponto que levanta. É convincente?

a) Alexandre Relvas diz que José Sócrates não cumpriu a promessa da criação de 150000 novos empregos. Pois não. Sucede que, no final do primeiro trimestre de 2008, de acordo com o INE, já tinham sido criados 133000 desses tais 150000 novos empregos. É muito difícil acreditar que se ultrapassasse até a meta prevista, não tivesse a maior crise desde a Grande Depressão caído sobre um mundo globalizado? Ignora o Presidente do IFSC que a crise é global e que por isso as nossas exportações caíram cerca de 20%, o Investimento Privado caiu em números parecidos, e o IDE revela tendências de repatriamento por toda a parte? A menos que seja um defensor dos regimes de planificação central, o Dr. Relvas devia entender que isto não pode ser impedido à força. E só pode ser contrariado, num regime que respeite a propriedade privada e a iniciativa privada, com investimento público para dinamizar as encomendas das empresas. Talvez agora, o Dr. Relvas perceba porque está errada a Dra. Ferreira Leite. Ou então é partidário da solução do BE: proibir os despedimentos a quem tiver resultados líquidos positivos. Ainda que de apenas 1 euro! O que explicaria muitas afinidades.

b) Alexandre Relvas diz que o défice externo subiu para 10,8% em 2008! Pois subiu! Tem toda a razão. Por isso seria desnecessário dar os números do endividamento externo: maior défice implica maior endividamento Dr. Relvas. O problema, como a Dra. Teodora Cardoso, do Departamento de Estatísticas do Banco de Portugal, lhe poderia explicar, e espero que tenha o bom senso de não colocar a credibilidade de Teodora Cardoso em causa como economista, é que esse aumento foi quase todo de 2007 para 2008. Sabe porquê? Porque, talvez não tenha reparado, mas os preços dos combustíveis dispararam na primeira metade de 2008. E numa economia em que a maioria da importações são combustíveis talvez fosse bom o Alexandre Relvas pensar no efeito disto. E já agora, aproveite e pense nos benefícios associados ao investimento em eficiência energética e energias renováveis que o PS fez e se propõe fazer. Enquanto não diminuir a factura energética, Dr. Relvas, talvez fosse melhor pensar dez segundos sobre como quer o PSD baixar as importações sem acabar com o crescimento económico de vez. Sugiro por isso que leve daqui também este recado à Dra. Ferreira Leite: o direccionamento do investimento público para a eficiência energética, as renováveis, a ferrovia, o sistema nacional de abastecimento de carros eléctricos, etc., são a única via de curvar esse défice externo. Ou andaremos sempre atrás das subidas e descidas do preço do petróleo.

c) O Dr. Relvas diz que a dívida pública subiu para 66% em 2008. E mais uma vez tem razão. Nunca na vida lhe explicaram o que são estabilizadores automáticos? E que a quebra da actividade económica com a crise global gera menos IRC, menos IRS e, como as famílias têm menos poder de compra, menos IVA? E que por outro lado, o aumento do desemprego, gera uma subida das transferências sociais? Mais despesas e menos receitas, Dr. Relvas. Queria que sucedesse o quê ao défice? Só que permita-me esclarecer dois factos. Entre 2005 e 2007, isto é, até à crise, a dívida pública portuguesa, em % do PIB, desceu, pasme-se! Dos níveis a que o fabuloso duo Barroso-Lopes a deixou. E, se me permite a ousadia, em 2008, vai-me dizer qual foi o país da UE, além de Chipre talvez, que não tenha agravado a dívida? Eu tenho uma sugestão: a Espanha, a França, a Irlanda e outros tiveram procedimentos por défice excessivo em 2008. O nosso défice em 2008 foi o menor da história da democracia portuguesa: 2,6%. Pormenores, Dr. Relvas?

d) O Dr. Relvas diz ainda que divergimos da UE durante parte da governação do PS. Curiosamente exclui o período em que convergimos. Porque esses tigres do crescimento que o PSD admira, como a Irlanda, estão a decrescer muito mais que nós. A Alemanha tem uma taxa estimada de quebra do PIB em 2009 cerca de 2 pontos mais baixa que a Portuguesa. A fabulosa Espanha está a decrescer tanto como nós, com um desemprego que é mais do dobro do nosso. Porque não inclui Alexandre Relvas estes números na comparação? Ou o mandato de José Sócrates acabou e ninguém nos disse nada? Demagogia?

e) Alexandre Relvas decide ainda falar do "esquecimento das PME". Eu não sei se ele leu o artigo da sua correlegionária Maria João Marques, hoje, no Diário Económico, mas ela teve a simpatia de elencar as medidas mais emblemáticas do PS de apoio às PME no seu programa eleitoral. Não me pergunte porque o fez. Porventura porque o PSD não tem qualquer programa e ela tinha que escrever alguma coisa. Mas vamos lá citar a bondosa MJM a citar o programa do PS: "
Destacam-se 1.600 M€ para reforçar os capitais próprios das PME, linhas de crédito bonificado, 250 M€ para apoio a operações de internacionalização, um apoio não especificado [aqui ela leu mal: o apoio é especificado, destina-se a PME's de excelência e funciona como incentivo] a 30.000 PME/ano." Agradecemos a publicidade, Maria João. Já agora podia ter listado mais rigorosamente o que foi feito esta legislatura e os apoios não financeiros previstos, como a inserção de jovens quadros altamente qualificados em PME's que queiram ter vocação exportadora mas lhes falte o know-how.

f) Em desespero final, Alexandre Relvas fala ainda na "totalmente demagógica e sem qualquer efeito na economia real" compra da COSEC. Eu lamento a falta de atenção à realidade económica do presidente do IFSC. Dá bem conta da pobreza da produção documental que se pode comprovar no site do Instituto. É que se Alexandre Relvas estivesse ligeiramente atento à realidade internacional, sabia que um dos grandes problemas que esta crise colocou foi o brutal encarecimento dos seguros de exportação. Eu explico, Dr. Relvas. Tem a ver com as tais PMEs, de que fala. Imagine que queria vender para um país distante. Além de riscos de transporte, ainda corria o risco de enviar a mercadoria, e nunca receber o pagamento. Estas questões são cobertas por seguros de exportação, que talvez conhecesse melhor se tivesse prestado atenção à cimeira do G20 que decidiu afectar um verba próxima dos 200 mil milhões de dólares a estes seguros para reanimar o comércio internacional. O Dr. Relvas poderia e deveria saber que num contexto de crise, em que os pagamentos são menos certos as empresas procuram mais estes seguros ao exportar e eles tornam-se mais caros. Foi só por isto, Dr. Relvas, que Portugal procurou, através do seu Governo, facilitar a vida às PME que consigam exportar comprando a COSEC.

Disponha, Dr. Relvas, da próxima vez que tiver dúvidas. Estamos aqui para ajudar.
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17 agosto 2009

O JUDAS E O PASQUIM (i)

SÓ DE ENCOMENDA...



"Como não era acusado de pedofilia não tive ninguém do PS a receber-me" Texto e imagens recebidos no meu email, enviadas pelo neo pasquim i, conforme se apresentam(Exceptuando os enfeites e símbolos ligados às minhas suspeitas). Pergunta-se:



QUEM FINANCIARÁ O I? para os seus assalariados tratarem com tanto desvelo interesses eleitorais evidentes... E alinharem nesta despudorada falta de escrúpulos??????????????????????????????????????????

Nestas Judiarias... nestas sacanices????

Porque não vai o Martin e outra gente pequeninica que o acompanha fazer maldades para terras do senhor sem fim(quantos de vocês excede 1, 40 de altura? Seus anões!!!! As cabeças devem ser de bugalhos...
E façam o favor de não encherem o meu email de esterco...NÃO É A PRIMEIRA VÊZ QUE O PEÇO!
Eficamos à espera que a Manuela vos pregue o calote. Têm de se esforçar mais para o PPD ganhar as eleições, caso contrário não há pilim...
Perceberam seus estrunfes articulados? E será o fim da sequela mal cheirosa do Povo Livre (este bem mais decente e digno)!!! UM JORNAL AGRAFDO AO PSD... COM TUNHAS E DENTES



VARIAÇÃO DO PIB E DA TAXA DE DESEMPREGO

Emprego: Panorama mundial


A dra. Manuel Ferreira Leite considera o crescimento do desemprego ao longo do último ano em Portugal um problema exclusivo do nosso país. Esta leitura está aliás em sintonia com a interpretação que faz da maior crise internacional dos últimos 80 anos, o “abalozinho de terras”.
Ora, o Instituto Francisco Sá Carneiro já deveria ter informado a Presidente do PSD que as coisas não são bem assim. No gráfico acima, estão representadas as variações homólogas no segundo trimestre deste ano do PIB e da Taxa de Desemprego para todos os países da União Europeia, assim como Estados Unidos e Japão, com base nas estimativas do EUROSTAT.
E o que é que o gráfico nos diz? Diz-nos que tendo em conta a quebra do PIB português ao longo do último ano, o aumento verificado no desemprego está em linha com a média do comportamento internacional (linha contínua -
Lei de Okun). E se países como a Alemanha tiveram reduções menos acentuadas do desemprego, os mercados de trabalho em França, na Irlanda, nos Estados Unidos e (na clássica) Espanha responderam pior à quebra de actividade económica do que em Portugal.
Quer lá saber a D.Manuela destas verdades irrefutáveis se ela tem sempre as suas prontas a servir... E agora com o criativo monge Rasputine da Marmeleira integrado na comitiva da Festa ambulante do anúncio das verdades made MFL, As verdades verdadeiras que se cuidem

16 agosto 2009

A FEIRA DOS COLIGADOS

OS GLUTÕES

PATO LARANJA

O REI DAS FARTURAS


SIMPLEX