31 agosto 2009
30 agosto 2009
PREJUIZOS CAUSADOS PELA INCOMPETÊNCIA
Política de MFL custou ao Estado Português 1800 M€ para cosmética orçamental
Manuela Ferreira Leite e quer corrigir as contas públicas. Mas o que ela sabe disso? Talvez valha a pena lembrar como ela própria onerou mais do que ninguém o estado português, e até 2071!
Em 2003 e 2004, para evitar um défice excessivo, os ministros das Finanças Manuela Ferreira Leite e Bagão Félix decidiram transferir vários fundos de pensões de empresas públicas para a Caixa Geral de Aposentações. Mas o Estado ficou, afinal, a perder. Com esta transferência, a Caixa assumiu, a partir daí, as responsabilidades reformas e pensões dos trabalhadores dessas empresas, mas recebeu também o dinheiro que existia em caixa, nesses fundos. No total, foram transferidos 4.138 milhões de euros, um montante que, ao contrário do que garantiram os governantes da altura, o Tribunal de Contas garantiu em 2006, não ser suficiente para pagar os encargos futuros que a CGA assumiu. As responsabilidades dos fundos foram avaliadas em 5,336 mil milhões de euros, mas segundo a auditoria do TC, oscilam entre 6,222 mil milhões de euros e 7,204 mil milhões de euros. Contas feitas, são custos anuais de 303 milhões de euros por ano, que terão de ser assumidos pelo Estado, que é como quem diz, por todos nós. Tendo em conta as estimativas feitas naqueles anos, a subavaliação das despesas era de 22%. Agora o TC diz que a situação é ainda pior, e que a subavaliação é de pelo menos 33,5%. O caso mais flagrante é o dos CTT, onde a diferença chega aos 63%.
Ou seja, a diferença entre as transferências e as responsabilidades assumidas pelo Estado estão entre 1000 e 1800 Milhões de Euros.
Endividou-se brutalmente o país para compor cosmeticamente o défice. Repare-se que não é dinheiro investido mas antes deitado à rua. Quem agora tem moral de vir pregar os custos dos investimentos públicos??
São décadas e décadas de despesa de acordo com o gráfico do tribunal de contas! (em cima)
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OS PASSARINHOS DE BELÉM AINDA CANTAM?
os gorgeios dos passarinhos de Belém"Quando não se quer comentar, não se comenta. Quando se comenta, alimenta-se a polémica." Assim comentou, por sua vez, o dirigente socialista Ricardo Rodrigues as palavras de ontem do Presidente Cavaco, que classificou a questão das "escutas" a assessores de Belém como tentativas de "desviar as atenções dos reais problemas do País" . Cavaco frisou ainda que, "no tempo em que vivemos", não fará comentários com conotações político-partidárias.
Os socialistas parecem, no entanto, reenviar a bola para o campo do Presidente, sublinhando que a polémica começou em Belém. Outro dirigente socialista, José Lello, é ainda mais directo. "Acho que a declaração do Presidente é uma crítica à sua Casa Civil, porque a situação foi criada por fontes anónimas de lá oriundas. O Presidente deveria, talvez, preocupar-se com isso", disse Lello ao DN. (O que parece inquestionável - dizemos nós)
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DEPOIS NÃO DIGAM QUE NÃO FORAM AVISADOS
(post-it 23) Ao cuidado de potenciais votantes no BE
Por João Paulo Pedrosa Domingo, 30 Agosto , 2009, 15:51
Este eleitor (...) não vive no médio prazo e sabe que o dano que a direita fará ao já minguado Estado-Providência desta vez será irreversível.
[Boaventura Sousa Santos, Visão, Um cidadão comum de esquerda]
tags: be, estado social, política
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29 agosto 2009
B.E - OS PARTIDOS DE PROTESTO - PSD
PINÓQUIOS
B.E P.S.D



Negativismo, programa eleitoral, PSD
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26 agosto 2009
OS BRUXOS DAS TREVAS DA EXTREMA-ESQUERDA
“Neste balanço e perspectivas organizado pelo Expresso em Dezembro de 2007, Pacheco Pereira afirmou categoricamente (aos 2:30 do filme acima) que o preço maior que os portugueses iriam pagar em 2008 adviria do carácter ideológico da política inspirada no Modelo Social Europeu; da universalidade e gratuitidade da saúde, da educação e da segurança social . Ora, pelo contrário, estamos em Outubro de 2008 e os portugueses já perceberam muito bem que vão pagar ao longo dos próximos anos, a preço forte, precisamente a ideologia que Pacheco Pereira tem vindo a defender, essa ideologia do Estado Mínimo, a mesma ideologia que deixou milhares de pessoas idosas sem reformas nos EUA, que obrigou milhares de pessoas modestas a devolver a sua habitação, a mesma ideologia que afundou um país rico e próspero como a Islândia e a mesma ideologia que ofereceu salários e lucros colossais a pessoas sem qualquer actividade produtiva. Por muitos defeitos que possa ter o Modelo Social Europeu, nunca uma catástrofe destas proporções se abateu sobre algum país por oferecer educação, saúde e segurança social de qualidade e quase gratuita aos seus cidadãos.”
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25 agosto 2009
O ESTADO SOCIAL - DUPLO PACTO E AS ALTERNATIVAS
Imagem próxima DO ESTADO ANTI-SOCIAL DE PACHECO E BARRETO e, por consequência, da Direita Portuguesa
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24 agosto 2009
MEDITAÇÃO NA PASTELARIA

AlexandreO'Neil
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OS NEGÓCIOS DA DONA MANUELA
Por carta, Ruy Silva lembrou aos administradores da TCN que estes lhe haviam referido "ter recebido uma chamada da senhora professora doutora Manuela Ferreira Leite, digna ministra das Finanças, informando que o valor referido seria muito importante para a sua inclusão nas contas do Estado português até ao dia 31 de Dezembro [de 2003]".
O gabinete da actual líder do PSD afirmou indisponibilidade para comentar a notícia, avançada pelo Sol, sobre aquela conversa com os administradores da TCN.
Mas com ou sem contactos entre Ferreira Leite e aqueles protagonistas do processo dos CTT - no qual a PJ concluiu ter havido "financiamento de interesses partidários do PSD" -, o processo de alienação do imóvel de Lisboa revelou inusitada pressa."
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NOVIDADES DE SATURNO
Titan - a lua de Saturno
Imagem da superfície de Titan, reproduzida por artistas a partir de imagens de satéliteobtidas pela NASA
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ROBÔS

Um robô que consegue encontrar tomadas eléctricas para se recarregar.Vírus de computador que ninguém consegue suprimir.Um robô que consegue encontrar tomadas eléctricas para se recarregar Veículos aéreos predadores que, embora controlados à distância por seres humanos, se aproximam de uma máquina capaz de matar por si mesma.
Exclusivo i The New York Times
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23 agosto 2009
O DOCE CHILREIO DOS PASSARINHOS DE BELÉM

isto é recorrente
Envolvente

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M. F L. MOSTRA DE QUE MASSA É FEITA
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(I) O JORNAL DAS GRANDES CAUSAS
A causa monárquica voltou à ribalta com a polémica da bandeira hasteada na Câmara Municipal de Lisboa (CML). O chefe da Casa Real, D. Duarte de Bragança, desvaloriza o incidente e defende que o episódio até pode ter "um aspecto positivo" se "despertar a atenção para as bandeiras portuguesas".
Tags: d. duarte, monarquia, política, bandeiras, crise
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22 agosto 2009
OPÇÃO P.S. - CONSTRUÇÂO DO ESTADO SOCIAL
Umdos Um dos mitos contemporâneos diz que a globalização torna o Estado social insustentável, sobretudo nos países pequenos. A direita regozija e a esquerda protesta, mas ambas aceitam a sua inevitabilidade.O mito, porém, não sobrevive à análise: as economias mais integradas no comércio internacional são as dos pequenos países - os mesmos que construíram os Estados sociais mais generosos. Parte da explicação é esta: a vulnerabilidade do mercado interno a choques exógenos incentiva à coordenação entre Governo, capital e trabalho, e favorece a construção de compromissos de classe e de instituições que protegem contra os humores do mercado.A discussão é particularmente actual no momento em que o PS propõe ao país um duplo pacto: para o reforço da internacionalização da economia e para a expansão do Estado social. Os pactos complementam-se porque permitem aumentar a coerência entre os regimes de produção de bens transaccionáveis e de protecção das pessoas. Claro que é impossível copiar as instituições ou a trajectória dos países europeus pós-1945: em Portugal, a representação do capital e do trabalho é menos unificada; a taxa de sindicalização no privado é muito reduzida; grande parte dos empregadores e trabalhadores é pouco qualificada; o tecido económico tem bolsas de baixíssima produtividade. Sabemos, porém, que as instituições condicionam a acção dos parceiros, mas não a determinam. A escolha da estratégia é, por isso, decisiva.A estratégia do duplo pacto, aposta na definição dos ‘clusters' que merecem a aposta prioritária dos sistemas público e privado de inovação. Aposta em medidas de apoio à capacidade organizacional das firmas e à sua inserção em redes internacionais. Aposta na qualificação de pessoas ao nível do ensino superior e do secundário. Aposta em níveis elevados de contratação colectiva e moderada segurança laboral. Aposta em trabalhadores mais bem pagos; num país onde o salário mediano ronda os 700 euros e cerca de 500.000 ganham o salário mínimo, é preciso prosseguir o aumento deste, medindo o impacto no emprego. É possível, porém, aumentar o rendimento do trabalhador se o Estado fornecer um complemento ao salário; a medida, que existe em inúmeros países, consta do programa do PS.Os pactos não se complementam por acção da mão invisível do mercado, mas da mão visível do compromisso. O duplo pacto incentiva ao aprofundamento da coordenação cooperativa da economia, essa dinâmica negocial entre Governo, empresas e sindicatos, assente na concertação, na persuasão, e no incentivo - numa palavra, na política. Se alguns reduzem isto a "negociatas", é porque lhe têm horror.» [Diário de Notícias]Parecer:Por Hugo Mendes, Autor do http://www.simplex.blogs.sapo.pt/, um ‘blog' feito por apoiantes do Partido Socialista.Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Afixe-se.»
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O HOMEM POSSESSO
Por Rui Herbon
"(...) Quando desceu para terra veio-lhes ao encontro um homem da cidade, possesso de vários demónios, que desde há muito não se vestia nem vivia em casa mas nos túmulos. Ao ver Jesus prostrou-se diante dele, gritando em alta voz: «Que tens que ver comigo Jesus, filho de Deus altíssimo? Peço-te que não me atormentes!» (...) Jesus perguntou-lhe: «Qual é o teu nome?» «O meu nome é Legião»— respondeu. Porque muitos demónios tinham entrado nele e suplicavam- lhe que os não mandasse para o abismo."
Evangelho segundo São Marcos
(a propósito disto, que já teve resposta aqui)
inSIMPLEX
pacheco pereira,
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UMA VERGONHA
O que diriam Rui Rio ou Pacheco Pereira se tivessem sido Luís Filipe Menezes ou Santana Lopes a colocar António Preto nas listas quando está acusado de fraude fiscal e falsificação e vai a julgamento este ano?
Admito que António Preto não seja condenado, apesar das escutas do processo serem esclarecedoras. Admito que o dinheiro que trazia na mala não era para pagar quotas dos militantes mas para prestar serviços de advogado, admito que os construtores civis lhe tenham dado o dinheiro em notas porque não tinham cheques, admito que o contrato de prestação de serviços seja posterior aos factos por esquecimento. Mas não admito que uma pessoa que engessa o braço com a ajuda de um familiar num hospital para faltar a uma perícia na Polícia Judiciária seja deputado. Mas vai ser.
Acreditem: nós vamos ter um deputado que no exacto dia em que tinha de se apresentar na Polícia Judiciária para um teste de caligrafia foi ter com um cunhado que é médico no Hospital de Santa Marta, no serviço de cirurgia vascular (!), para engessar um braço por completo, do ombro até ao pulso. A Ordem dos Médicos considerou que colocar o gesso foi "má prática clínica". Não consigo encontrar um adjectivo para classificar a prática do deputado. Mas consigo classificar a prática da lista do PSD: uma vergonha.
Ricardo Costa jornal EXPRESSO
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21 agosto 2009
QUAL REFERÊNCIA QUAL CARAPUÇA
http://www.youtube.com/watch?v=KOWmcmbGp18
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O MOÇO DAS TIAS DE CASCAIS
«Porque só profissionais é que não podem revelar a sua condição, para não se perceber ao que andam e quem são. Porque só isso pode justificar tanto pseudónimo e nome falso. Na verdade, seria mais normal que os pseudónimos abundassem em quem não está do lado do poder, porque aí o pseudónimo teria como função proteger alguém cujas opiniões, se se conhecesse o seu autor, colocariam em risco a profissão e a carreira, mesmo a integridade física. Em certos municípios percebe-se bem. Mas aqui é ao contrário, é quem nada deve temer que assina disfarçado. Os tricky dickies dos gabinetes do governo, do grupo parlamentar do PS e de câmaras socialistas, podem explicar isso muito bem. Mas cuidem-se que isto é Portugal, e, a seu tempo, tudo se sabe.» [Sábado]
Porque razão estará Pacheco Pereira tão preocupado com o pseudónimo de alguns autores do SIMplex numa semana que foi marcada por insinuações graves, apesar de idiotas, lançadas por assessores de Cavaco Silva a coberto do anonimato.
Há pessoas a quem apetece responder ao estilo do saudoso Almirante Pinheiro de Azevedo:
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FRASQUILHO - UM DESRTO DE IDEIAS

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19 agosto 2009
OPERAÇÃO BELENENSE MAL SUCEDIDA?
gatos de pelagem laranjahttp://www.youtube.com/watch?v=-ITZBBV8SygClique no link para ouvir as escutas
essores de BelémOs assessores do meu (do P.Querido) Presidente ficaram “consternados” e temem estar a ser “vigiados” pelo Governo, quiçá sob escuta.O caso é grave, muito.A manchete do Público, irresistível (metade dos jornalistas do país adorariam a oportunidade de caras, e a outra metade adoraria a oportunidade sem ser de
caras).A explicação para tão grave caso está, como se pode ler na notícia, numa informação prestada por dirigentes do PS e que só podia ter sido obtida em circunstâncias extraordinárias..., quando tomaram conhecimento das declarações, ao Público do sábado passado (dia 15 de Agosto), de José Junqueiro e Vitalino Canas, “denunciando” que “havia assessores de Cavaco Silva a participarem na elaboração do programa do PSD”.O mesmo membro da Casa Civil da Presidência da República questiona-se sobre estas declarações e afirma: “Como é que os dirigentes do PS sabem o que fazem ou não fazem os assessores do Presidente? Será que estão a ser observados, vigiados? Estamos sob escuta ou há alguém na Presidência a passar informações? Será que Belém está sob vigilância?“.Admitindo de pronto que essa seria uma hipótese e quiçá mesmo uma solução, penso que não seria necessário recorrer a tão pesados e arriscados meios.Bastaria ler jornais. A informação de que “assessores de Belém” estavam a “apoiar” a elaboração do programa do PSD fora publicada uma semana antes. Na página 10, com chamada de capa que diz: BELÉM MUITO ATENTO AO PSD E ÀS SONDAGENS E SARMENTO CRITICA FALTA DE AUTONOMIA PROGRAMÁTICA – FERREIRA LEITE FAZ O PROGRAMA DO PSD COM CATROGA E ASSESSORES DE BELÉM.Leia-se o Semanário onde foi publicada... Sim! a desorientação é muita, mas a ligeireza com que se fazem acusações e a incompetência que grassa pelo laranjal é preocupante na perspectiva de esta gente poder vir a governar-nos e sem um Presidente da República escrupulosamente independente e com comprovada cultura democrática, não estando a surgir no horizonte democratas prestigiados e com autoridade moral para denunciarem e alertarem para esta realidade gritante. E quem será o Garganta Funda de Belém de que se fala aqui? E é face aos preocupantes sinais que é importante que o Presidente da República perceba que não pode ser confundido com o cidadão Cavaco Silva, que já foi líder partidário, que já foi Primeiro-Ministro, que já disputou eleições legislativas. Isso foi antes de ser eleito Presidente. A sua actuação não o afecta apenas a ele, afecta a isenção e o distanciamento que deve ser paradigma desse órgão de soberania, assim como afecta a qualidade da democracia. E tem como conselheiros alguns dos mais ranhosos e cavernosos pensadores do meio mediático, dando-se como exemplo uns senhores Medina Carreira e um tal Vilaverde, cuja característica comum é a velhinha sanha psicótica anti-PS, pelos vistos qualidades muito apreciadas por Cavaco Silva que assim parece gostar de se banhar nessas águas enquinadas.
No caso das inventadas escutas (é aterrador estarmos sujeitos a gente desta, com tal incompetência (ou gosto pelo golpe rasteiro) ... mas cujo comportamento teve o mérito de comprovar de forma gritante e cristalina que é na Presidência da República que se congemina a oposição ao Governo, sendo a líder "oficial", MFLeite, um mero instrumento de Cavaco Silva, tendo se calhar menos importância no esquema cavaquista do que o cavaleiro Alexandre Relvas 0u a fadista oficial do regime. Uma espécie de marialvismo serôdio subreptício a instalar-se...
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NÃO DÃO DESCANSO AOS EMPATAS
os empataf.também foram todos mobilizados, incluindo o Itunhas
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18 agosto 2009
CARLOS SANTOS ESCLARECE


Alexandre Relvas, emérito cavaleiro
««««CARLOS SANTOS, COM O SABER E A PACIÊNCIA QUE O CARACTERIZA, ESCLARECE O SENHOR Dr RELVAS DO INSTITUTO SÁ CARNEIRO E LÍDER DOS MOURINHOS DO PSD,
CARLOS SANTOS, Professor de Economia e Econometria;
Analista do ciclo eleitoral de 2009
enquanto coordenador do PNETPolítica;
Coordena também o PNETEconomia;
DIZ CARLOS SANTOS
Importa por isso desmistificar os argumentos distorcidos do Dr. Relvas, que pretende demonstrar ter sido desastrosa a política económica socialista. Como? Vejamos. Eu sugiro mostrar que Alexandre Relvas está errado e a ser demagógico em cada ponto que levanta. É convincente?
a) Alexandre Relvas diz que José Sócrates não cumpriu a promessa da criação de 150000 novos empregos. Pois não. Sucede que, no final do primeiro trimestre de 2008, de acordo com o INE, já tinham sido criados 133000 desses tais 150000 novos empregos. É muito difícil acreditar que se ultrapassasse até a meta prevista, não tivesse a maior crise desde a Grande Depressão caído sobre um mundo globalizado? Ignora o Presidente do IFSC que a crise é global e que por isso as nossas exportações caíram cerca de 20%, o Investimento Privado caiu em números parecidos, e o IDE revela tendências de repatriamento por toda a parte? A menos que seja um defensor dos regimes de planificação central, o Dr. Relvas devia entender que isto não pode ser impedido à força. E só pode ser contrariado, num regime que respeite a propriedade privada e a iniciativa privada, com investimento público para dinamizar as encomendas das empresas. Talvez agora, o Dr. Relvas perceba porque está errada a Dra. Ferreira Leite. Ou então é partidário da solução do BE: proibir os despedimentos a quem tiver resultados líquidos positivos. Ainda que de apenas 1 euro! O que explicaria muitas afinidades.
b) Alexandre Relvas diz que o défice externo subiu para 10,8% em 2008! Pois subiu! Tem toda a razão. Por isso seria desnecessário dar os números do endividamento externo: maior défice implica maior endividamento Dr. Relvas. O problema, como a Dra. Teodora Cardoso, do Departamento de Estatísticas do Banco de Portugal, lhe poderia explicar, e espero que tenha o bom senso de não colocar a credibilidade de Teodora Cardoso em causa como economista, é que esse aumento foi quase todo de 2007 para 2008. Sabe porquê? Porque, talvez não tenha reparado, mas os preços dos combustíveis dispararam na primeira metade de 2008. E numa economia em que a maioria da importações são combustíveis talvez fosse bom o Alexandre Relvas pensar no efeito disto. E já agora, aproveite e pense nos benefícios associados ao investimento em eficiência energética e energias renováveis que o PS fez e se propõe fazer. Enquanto não diminuir a factura energética, Dr. Relvas, talvez fosse melhor pensar dez segundos sobre como quer o PSD baixar as importações sem acabar com o crescimento económico de vez. Sugiro por isso que leve daqui também este recado à Dra. Ferreira Leite: o direccionamento do investimento público para a eficiência energética, as renováveis, a ferrovia, o sistema nacional de abastecimento de carros eléctricos, etc., são a única via de curvar esse défice externo. Ou andaremos sempre atrás das subidas e descidas do preço do petróleo.
c) O Dr. Relvas diz que a dívida pública subiu para 66% em 2008. E mais uma vez tem razão. Nunca na vida lhe explicaram o que são estabilizadores automáticos? E que a quebra da actividade económica com a crise global gera menos IRC, menos IRS e, como as famílias têm menos poder de compra, menos IVA? E que por outro lado, o aumento do desemprego, gera uma subida das transferências sociais? Mais despesas e menos receitas, Dr. Relvas. Queria que sucedesse o quê ao défice? Só que permita-me esclarecer dois factos. Entre 2005 e 2007, isto é, até à crise, a dívida pública portuguesa, em % do PIB, desceu, pasme-se! Dos níveis a que o fabuloso duo Barroso-Lopes a deixou. E, se me permite a ousadia, em 2008, vai-me dizer qual foi o país da UE, além de Chipre talvez, que não tenha agravado a dívida? Eu tenho uma sugestão: a Espanha, a França, a Irlanda e outros tiveram procedimentos por défice excessivo em 2008. O nosso défice em 2008 foi o menor da história da democracia portuguesa: 2,6%. Pormenores, Dr. Relvas?
d) O Dr. Relvas diz ainda que divergimos da UE durante parte da governação do PS. Curiosamente exclui o período em que convergimos. Porque esses tigres do crescimento que o PSD admira, como a Irlanda, estão a decrescer muito mais que nós. A Alemanha tem uma taxa estimada de quebra do PIB em 2009 cerca de 2 pontos mais baixa que a Portuguesa. A fabulosa Espanha está a decrescer tanto como nós, com um desemprego que é mais do dobro do nosso. Porque não inclui Alexandre Relvas estes números na comparação? Ou o mandato de José Sócrates acabou e ninguém nos disse nada? Demagogia?
e) Alexandre Relvas decide ainda falar do "esquecimento das PME". Eu não sei se ele leu o artigo da sua correlegionária Maria João Marques, hoje, no Diário Económico, mas ela teve a simpatia de elencar as medidas mais emblemáticas do PS de apoio às PME no seu programa eleitoral. Não me pergunte porque o fez. Porventura porque o PSD não tem qualquer programa e ela tinha que escrever alguma coisa. Mas vamos lá citar a bondosa MJM a citar o programa do PS: "Destacam-se 1.600 M€ para reforçar os capitais próprios das PME, linhas de crédito bonificado, 250 M€ para apoio a operações de internacionalização, um apoio não especificado [aqui ela leu mal: o apoio é especificado, destina-se a PME's de excelência e funciona como incentivo] a 30.000 PME/ano." Agradecemos a publicidade, Maria João. Já agora podia ter listado mais rigorosamente o que foi feito esta legislatura e os apoios não financeiros previstos, como a inserção de jovens quadros altamente qualificados em PME's que queiram ter vocação exportadora mas lhes falte o know-how.
f) Em desespero final, Alexandre Relvas fala ainda na "totalmente demagógica e sem qualquer efeito na economia real" compra da COSEC. Eu lamento a falta de atenção à realidade económica do presidente do IFSC. Dá bem conta da pobreza da produção documental que se pode comprovar no site do Instituto. É que se Alexandre Relvas estivesse ligeiramente atento à realidade internacional, sabia que um dos grandes problemas que esta crise colocou foi o brutal encarecimento dos seguros de exportação. Eu explico, Dr. Relvas. Tem a ver com as tais PMEs, de que fala. Imagine que queria vender para um país distante. Além de riscos de transporte, ainda corria o risco de enviar a mercadoria, e nunca receber o pagamento. Estas questões são cobertas por seguros de exportação, que talvez conhecesse melhor se tivesse prestado atenção à cimeira do G20 que decidiu afectar um verba próxima dos 200 mil milhões de dólares a estes seguros para reanimar o comércio internacional. O Dr. Relvas poderia e deveria saber que num contexto de crise, em que os pagamentos são menos certos as empresas procuram mais estes seguros ao exportar e eles tornam-se mais caros. Foi só por isto, Dr. Relvas, que Portugal procurou, através do seu Governo, facilitar a vida às PME que consigam exportar comprando a COSEC.
Disponha, Dr. Relvas, da próxima vez que tiver dúvidas. Estamos aqui para ajudar.
tags: alexandre relvas, economia, política
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17 agosto 2009
O JUDAS E O PASQUIM (i)

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VARIAÇÃO DO PIB E DA TAXA DE DESEMPREGO
Emprego: Panorama mundialA dra. Manuel Ferreira Leite considera o crescimento do desemprego ao longo do último ano em Portugal um problema exclusivo do nosso país. Esta leitura está aliás em sintonia com a interpretação que faz da maior crise internacional dos últimos 80 anos, o “abalozinho de terras”.
Ora, o Instituto Francisco Sá Carneiro já deveria ter informado a Presidente do PSD que as coisas não são bem assim. No gráfico acima, estão representadas as variações homólogas no segundo trimestre deste ano do PIB e da Taxa de Desemprego para todos os países da União Europeia, assim como Estados Unidos e Japão, com base nas estimativas do EUROSTAT.
E o que é que o gráfico nos diz? Diz-nos que tendo em conta a quebra do PIB português ao longo do último ano, o aumento verificado no desemprego está em linha com a média do comportamento internacional (linha contínua - Lei de Okun). E se países como a Alemanha tiveram reduções menos acentuadas do desemprego, os mercados de trabalho em França, na Irlanda, nos Estados Unidos e (na clássica) Espanha responderam pior à quebra de actividade económica do que em Portugal.
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