06 fevereiro 2010
FINALMENTE APARECE ALGUÉM COM CABEÇA NO PSD
smontano a falar como é dado!!!!!Pedro Passos Coelho, candidato à liderança do PSD, mostrou-se, esta sexta-feira, contra a posição do partido
Crítico da posição do PSD, que aprovou a alteração à Lei das Finanças Regionais, Passos Coelho disse que o
«Por mais orgulho que possamos ter na obra que o PSD tem feito na Madeira, o PSD não pode governar a olhar para os seus militantes ou para as suas estruturas», mas «para o país», afirmou.
O candidato à liderança social-democrata garantiu ainda não ter medo de, com esta posição, perder o apoio do presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim.
«Estou a contar com o apoio de todos aqueles que quiserem uma mudança efectiva dentro do PSD. Não vou andar preocupado em coleccionar apoios»,garantiu.
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A. A. Barroso
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NA MADEIRA É TUDO À TRIPA-FORRA
O Parlamento da R.A. da Madeira que dispensa gordas verbas (6 milhões e 200 mil euros ano - arre burro!) aos grupos parlamentares dos Partidos Políticos ali representados, facto que leva partidos como o PCP e B.E. a esganarem-se para aproveitar a erosão no eleitorado madeirense do P.S. como consequência da actual polémica do financiamento da Região, levando-os à espúria aliança com João Jardim e o PSD, com vista a participarem no regabofe madeirense, terá o Tribunal de Contas à perna por os dinheiros entregues aos partidos não estarem a ser utilizados para as finalidades estabelecidas na lei. Um dos destinos ilegais é o pagamento de salários a funcionários dos partidos. Os comunistas saberão dar-lhe a volta).
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JORNALISMO AMACACADO
Eduardos Monizes, Manuelas Moura Guedes, Felícias Cabritas, Mários Crespos, etc., etc., são o entulho do jornaleirismo português... O Sindicato dos jornalistas devia tomar a iniciativa de enviar esse entulho para a estação de tratamento e reciclagem mais próximo. É por causa dessa entulheira que Portugal é considerado uma estrumeira putrefacta que contamina a sociedade portuguesa. Se ess GENTE ganhasse o salário mínimo nacional como muitos dos que contribuem para a sua boa vida, talvez dessem mais valor á vida e não andassem por aí a meter o nariz nessa ***** que já está cheirar muito mal.Não admira que estas coisas aconteçam, com o grande nÚmero de jornaleiros que por aí andam a meter-se em coisas que não devem, isto é, a intrometer-se na vida pessoal de cada um, fazendo jornalismo de buraco de fechadura, não olhando a meios para atingir os fins, parecendo que eles e só eles é que são livres de dizer e escrever o que muito bem entenderem sobre os outros, escudando-se na liberdade de imprensa... Quando alguém os toca, então aí já está em causa a tal liberdade de imprensa. Que ***** de democacia é esta? Quando aparece alguém que os põe na ordem, só se perdem as que caiem no chão[comentário no DN de hoje]
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PULHICES E PALHAÇADAS
As palhaçadas e as pulhices que estão a envolver Mário Crespo começam a feder. Tenho visto entrevistas que pela raiva subjacente ou pela besuntice babada lhe definem o carácter por detrás da máscara. Não sou obrigado a levar com comissários de outros interesses, travestidos de ingénuos jornalistas e nenhuma destas "palhaçadas" e "pulhices" são inócuas.Há muito que me habituei a saber ler e ouvir a Comunicação Social e teria que estar eu num manicómio se colocasse as Guedes e os Crespos na galeria dos que contribuíram alguma vez para isso. Parece que vai estar nas jornadas parlamentares do CDS/PP... Fará lá falta por certo, vai ter o seu banho de afecto, mas não é disto que o Jornalismo precisa nem é assim que vai sobreviver.
. Reedição: Ou se quiserem, ele é um bom jornalista, como Jardim é considerado um bom político, o Pinto da Costa um bom dirigente desportivo ou Toy um bom cantor. Há audiências e gostos para tudo, eu é que não sou obrigado a alinhar pelo gosto comum e ninguém me pode proibir de o confessar. Fica pois a confissão. E daí?
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Não resisto ao link deste comentário no Ponte Europa: “Fico impressionado com a credibilidade que o inefável "diz que se disse" merece em Portugal.
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Preocupa-me que um País de abundantes escutas telefónicas que - algumas vezes - extravasam o âmbito das investigações judiciais enverede, agora, pelo caminho da "bufaria" das conversas de almoços privados.
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Não consigo perceber como o que se – livremente - se fala num almoço privado pode, neste País, constituir, e ser explorado, como um facto político e, a partir daí, questionarem “problemas” de liberdades e garantias. As liberdades individuais deixaram de ter significado e valor? O direito à intimidade, à privacidade, foi revogado? (...)
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Etiquetas: Mário Crespo
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OS BÁRBAROS
Segundo as autoridades, a vítima teria sido enterrada viva e consciente, porque a autópsia apontou não houver sinais de violência ou envenenamento, mas foi encontrada uma grande quantidade de terra no estômago e pulmões da jovem.
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A LIBERDADE E OS SEUS FALSOS AMIGOS
Fernanda Câncio, A liberdade e os seus falsos amigos, in D.N
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05 fevereiro 2010
OS ACTUAIS PARADIGMAS DA LIBERDADE
‘O primeiro-ministro resolveu almoçar com o ministro da Presidência e Jorge Lacão no restaurante do Hotel Tivoli, que é notoriamente frequentado por personagens da política, do jornalismo e dos negócios. Foi um almoço de amigos ou, pelo menos, de colegas de trabalho. Sem qualquer dúvida um acto privado. A certa altura, o director da SIC e Bárbara Guimarães pararam uns minutos na mesa dele e o primeiro-ministro, provavelmente inspirado pela companhia, resolveu dar a sua opinião sobre Mário Crespo, com quem anda com certeza furioso por causa do programa Plano Inclinado. Para Sócrates, como seria de esperar, Mário Crespo é um “problema a resolver”, e devia (com Medina Carreira) estar higienicamente metido num manicómio. As pessoas sempre falaram assim na intimidade. Dizer mal do próximo é um prazer velho como o homem Mas Sócrates falou alto de mais. Tão alto que um coscuvilheiro qualquer conseguiu ouvir e começou a divulgar a conversa, ninguém sabe, ou pode saber, com que exactidão e respeito pela verdade. O que não impediu Mário Crespo de se erigir tragicamente em vítima e de contar o episódio numa “coluna” do Jornal de Notícias, que o director do dito jornal (que não é em bom rigor um tablóide inglês) se recusou a publicar. Isto provocou um enorme escândalo na imprensa e na televisão, que tomaram indignadamente o partido de Crespo e trataram Sócrates como se não houvesse a menor diferença entre o restaurante do Tivoli e a Assembleia da República. Não se percebe porquê. Parece que o primeiro-ministro não tem direito à privacidade ou que de repente a coscuvilhice se tornou numa fonte fidedigna e usável.Se de facto assim é, daqui em diante nenhuma personagem com alguma notoriedade pública fica ao abrigo dos piores vexames. Nada agora, eticamente, impede que a imprensa e a televisão recrutem bandos de espiões com o propósito de recolher ou “extrair” todo o lixo disponível sobre criaturas de quem não gostam ou que, em geral, atraem audiências: políticos, músicos, jogadores (ou treinadores) de futebol e até, calculem, jornalistas. Claro que o exemplo vem de cima: vários deputados do PS já querem revelar na Net os rendimentos de cada um de nós. Tarde ou cedo, mais cedo do que tarde, vamos viver numa sociedade ao pé da qual a Ditadura passaria por um regime tolerante e digno. O “caso Mário Crespo” contribuiu consciente ou inconscientemente para apressar as coisas. Portugal nunca, no fundo, se habituou à liberdade.’
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À CUSTA DOS OTÁRIOS DO CONT'NENTE...
À custa dos otários do Cont'nente, a Madeira tem hoje um poder de compra "per capita" de 95,46% da média nacional (Trás-os-Montes tem 66,33%, o Douro 67,93%, o Minho 71,21%, a Beira Interior Norte 70,88%, o que, como diz Vítor Bento, mais que justificaria que fosse a Madeira a ajudar essas regiões e não elas a continuar a pagar o Carnaval orçamental madeirense). Mas vá dizer-se isso à Oposição parlamentar que, falando muito em "rigor", apenas vê no caso a oportunidade para entalar o PS minoritário... Nunca esquecer que o PSD convive bem com o esbulho que se faz aos pobres do continente para satisfazer as megalomanias do madeirense. (o povo madeirense não tem culpa!)
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SACANICES CASTELHANAS... E NÃO SÓ
.Quem quer que tenha escutado o que Almunia ontem disse ao anunciar o apoio da União Europeia à Grécia, entendeu que a insólita referência a Portugal serviu apenas o propósito de desvalorizar os problemas da Espanha. Aparentemente, os espanhóis acreditam, ao contrário de nós, que:
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04 fevereiro 2010
AS ANDORINHAS DAS CHAMINÉS
Quem procura sarilhos, encontra-os!Os três jornalistas Manuela Moura Guedes, José Manuel Fernandes e Mário Crespo, tomaram como sua a missão de derrubar o governo PS e desacreditar José Sócrates. Os primeiros acabaram trucidados nas próprias armadilhas. Mário Crespo segue-lhes as pisadas.Todos se serviram dos lugares de destaque que ocupavam em órgãos de comunicação social de referência. A parcialidade com que desempenharam a função de jornalista, ficcionando e deturpando factos, é um crime contra a liberdade de imprensa, à sombra da qual se acolhem quando a verdade os denuncia.É este o crime que os vai perseguir e têm de expiar.
Sobre este assunto, há quem conclua assim: "a defesa do Crespo, do Moniz e da Moura Guedes deixo para o Daniel Oliveira, que também defende a burka, e para o Pacheco Pereira que passou directamente do estalinismo para o neoliberalismo." JM [Correia Pinto]
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A QUEM PORÁ OS OS CABELOS EM PÉ?
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CAVACO JÁ NÃO É DITADOR, PRONTO!
Belmiro de Azevedo, chairman da Sonae, esperou uma semana para que a poeira assentasse, para esclarecer o que queria dizer quando colou o termo "ditador" ao Presidente da República numa entrevista à "Visão". Em causa está a passagem dessa "longa conversa" onde, a propósito da zanga com Cavaco, Belmiro explica a razão da mesma .Agora, e em carta enviada ao director da revista, o empresário esclarece que usou o termo ditador "apenas no sentido figurado" salientando que "ninguém pode razoavelmente pensar que Cavaco Silva seja realmente um 'ditador', ou pretender que é esse o juízo que eu faço".
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NÃO CAIAS S.F.F.!!!!!
Há, sem dúvida, uma crise ("risco da dívida portuguesa dispara para dívida recorde", "bolsas portuguesas e espanholas têm as maiores quedas do mundo" - notícias de ontem, com nuvens negras de crise mundial, velhas de mais de um ano, como pano de fundo). Mas quando sabemos que há uma crise séria? Uma crise, mesmo? É quando nos acontece o que nos acontece. Passo a narrar. A Oposição vai votar - e, se unida, vai ganhar a votação - o aumento de verbas para a Madeira. Aprovado o projecto de lei, o Presidente da República promulga-o ou veta- -o. Seria natural que o Governo, colocado em minoria neste caso, gostasse que o PR vetasse e, por uma vez, fosse seu aliado. Mas os sinais que temos é que o PS prefere que a corda fique esticada, com Oposição e PR juntos, de forma a dar pretexto ao Governo para cair. Pelo seu lado, seria também natural que a Oposição visse com bons olhos que o PR promulgasse a lei que ela votou. Mas há também sinais de que, perante a possibilidade de queda do Governo, a Oposição preferia, afinal, que o PR vete. Os que votaram a lei querem a sua perda, os que a recusaram, a sua vitória. Confusos? Era aí que eu queria chegar: isso é que é a tal crise, mesmo. Crise, mesmo, é quando o Governo quer cair e a Oposição quer é segurá-lo.
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03 fevereiro 2010
AS CHULICES DO PCP

A Câmara de Beja entregou uma queixa no Ministério Público por terem sido encontrados indícios e provas concretas da elaboração dos materiais de propaganda da CDU nas campanhas eleitorais de Beja, Mértola, Ferreira do Alentejo e Cuba nos serviços da Câmara Municipal de Beja, nomeadamente no Gabinete de Informação e Relações Públicas.De acordo com Jorge Pulido Valente “os materiais das campanhas foram elaborados nos serviços da Câmara quer ao nível da concepção, quer ao nível da impressão conforme está comprovado pelos elementos que foram entregues no Ministério Público”. O presidente da Câmara salienta que essas provas estão nos discos rígidos dos computadores e das impressoras relativamente às quais aguarda que o Ministério Público recolha directamente essa informação. “Aguardamos agora que o Ministério Público investigue a situação mais a fundo para perceber todos os envolvimentos de técnicos da Câmara e eleitos neste processo”, salienta Pulido Valente. Pois... Esperem sentados!
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UM CRESPO ASSANHADO
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Preocupa-me que um País de abundantes escutas telefónicas que - algumas vezes - extravasam o âmbito das investigações judiciais enverede, agora, pelo caminho da "bufaria" das conversas de almoços privados.
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Não consigo perceber como o que – livremente - se fala num almoço privado pode, neste País, constituir, e ser explorado, como um facto político e, a partir daí, questionarem “problemas” de liberdades e garantias. As liberdades individuais deixaram de ter significado e valor? O direito à intimidade, à privacidade, foi revogado? (...)
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02 fevereiro 2010
O EMBAIXADOR INGLÊS

Num comentário, Helena Oneto recorda o texto que este meu colega publicou em Dezembro passado, no seu blogue genialmente chamado Um bife mal passado, intitulado "Dez coisas que melhoraram em Portugal nos últimos 15 anos".
Com a devida vénia ao autor e com um antecipado pedido de desculpa ao operoso grémio dos cultores das desgraças pátrias, transcrevo o seu texto:
Chegou a época do espírito natalício. Então, deixemos de lado quaisquer miserabilismos e concentremo-nos nas coisas boas - não como escape mas como realidade. Vivi em Portugal há quinze anos. Agora, de volta, quero sugerir dez coisas, entre muitas outras, que melhoraram em Portugal desde a minha primeira estadia. Não incluo aqui coisas que já eram, e ainda são, fantásticas (desde a forma como acolhem os estrangeiros até à pastelaria). Aqui ficam algumas sugestões de melhorias:
- Mortalidade nas estradas; as estatísticas não mentem - o número de pessoas que morre em acidentes rodoviários é muito menor, cerca de 2000 em 1993 e de 776 em 2008. A experiência de conduzir na marginal é agora de prazer, não de terror. O tempo do Fiat Uno a 180km/h colado a nós nas auto-estradas está a passar.
- O vinho; já era bom, mas agora a variedade e a inovação são notáveis, com muito mais oferta e experiências agradáveis. Também se pode dizer a mesma coisa sobre o azeite e outros produtos tradicionais.
- O mar; Lisboa, em 1994, era uma cidade virada de costas para o mar; poucos restaurantes ou bares com vista, e pouca gente no mar. Hoje, vemos esplanadas e surfistas em toda a parte. Muita gente a aproveitar melhor um dos recursos naturais mais importantes do país.
- A zona da Expo; era horrível em 1994, cheia de poluição, com as antigas instalações petrolíferas. Agora é uma zona urbana belíssima, com museus e um Oceanário entre os melhores que há no Mundo.
- A saúde; muitas das minhas colegas têm feito esta sugestão - a qualidade do tratamento é muito melhor hoje em dia, apesar das dificuldades financeiras, etc. A prova está no aumento da esperança de vida, de cerca de 74 em 1993 para 78 anos em 2008.
- Os parques naturais; viajei muito este ano do Gerês a Monserrate ; tudo mais limpo, melhor sinalizado, mais agradável. O pequeno jardim está, de facto, mais bem cuidado.
- O cheiro. Sendo por natureza liberal nos costumes sociais, não fui grande fã da proibição de fumar - mas, confesso, a experiência de estar num bar ou num restaurante em Portugal é hoje mais agradável com a ausência de tabagismo. E a minha roupa cheira menos mal no dia seguinte.
- A inovação; talvez seja fruto da minha ignorância do país em 1994, mas fico de boca aberta quando visito algumas das empresas que estão a investir no Reino Unido ; altíssima tecnologia, quadros dinâmicos e - o mais importante de tudo - não há medo. Acreditam que estão entre os melhores do mundo, e vão ao meu país, entre outros, para prová-lo.
- O metro de Lisboa. É limpo, rápido, acessível e tem estações bonitas.
- As cores; Portugal tem e sempre teve cores naturais bonitas. Mas a minha memória de 1994 era o aspecto visual bastante cinzento das cidades, desde a roupa até aos carros. Hoje há mais alegria - recordo um português que me disse, talvez com tristeza, que o país estava a tornar-se mais tropical. Em termos de imagem, parece-me um elogio!
Esta é a minha lista. E a sua?
Postado por Francisco Seixas da Costa que, com a devida vénia, temos a honra de transcrever (para afagar o nosso ego tão mal tratado pelos bichos-careta que campeiam por aí e ainda não encaminhados para Rilha-Foles - seu merecido poiso)
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PORTUGAL PARECE UM MANICÓMIO COM AS CAMISAS-DE-FORÇAS ESGOTADAS
Na conferência organizada pela Antena 1 e pelo Jornal de Negócios, o Prof. José Silva Lopes não fugiu à acusação da Dr.ª Manuela de que o Governo escondera o défice.Mostrando que as previsões do Governo eram idênticas às da União Europeia, da OCDE e do FMI, o que prova que não havia nada escondido na manga, afirmou: “Dizer que o Governo andou a enganar os portugueses em relação ao défice é uma das manifestações de como a política portuguesa é reles”, tendo acrescentado: “Não há vergonha na política portuguesa”.
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REVESTEROL - O ELEXIR DA JUVNTUDE?
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