20 fevereiro 2010

GUEDES, CRESPO, JUDITE, ETC




Guedes, Crespo, Judite etc. Já agora oh!! Crespo, explica lá isso?! de-va-ga-ri-nho porque não estamos a perceber... Sua Exª o P.R. sujeito à perda do mandato? É uma das tuas africanadas... não é? Estás em trânsito para o Soallheiro?
Veja-se o favor político neste caso exemplar encontrado aqui, no Câmara Corporativa. Três canais, três pivots e três pares de jarras. É disto que se queixa a Direita. O que estaria acontecer se fossem três jornalistas afectos à Esquerda? Existe há muito um excesso na Comunicação Social sim senhor, mas esse excesso está no controle total dos media pela Direita por via dos proprietarios desses meios. Vital Moreira no CC: “Se existem perigos, eles vêm da excessiva concentração empresarial e da consequente limitação do pluralismo nos media privados.” . Esta é que é a verdade e é triste ver o PCP e o BE alinhar, por uma estratégia de voto, num cenário que altera esta realidade.
Quanto ao inquérito da Comissão de Ética, continua a haver gente a achar tudo aquilo um mau espectáculo em tempo de outras crises. Diz Lobo Xavier: «Falaram de impressões e de sensações, e foi uma triste imagem e um desrespeito ao Parlamento», declarou hoje em Coimbra, ao reportar-se «ao espetáculo» do jornalista Mário Crespo, e também à sessão com o antigo diretor do jornal Público José Manuel Fernandes.” . No CC.
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19 fevereiro 2010

AS MAL ARQUITECTADAS OBRAS DO SOL NUBLADO

Porque razão o luminoso Sol terá excluido esta escuta do seu mal amanhado relambório?
As conclusões do despacho de Pinto Monteiro foram hoje publicadas pelo
DN. Veja-se este extracto:
‘Em primeiro lugar, nas referências, explícitas ou implícitas, feitas ao Primeiro-Ministro nos produtos das alíneas a), g), l), m), o), p), s), f), u), v), e z), do n.º 8 não existe uma só menção de que ele tenha proposto, sugerido ou apoiado qualquer plano de interferência na comunicação social. Não resulta sequer que tenha proposto, sugerido ou apoiado a compra pela PT de parte do capital social da PRISA, tal como se não mostra clarificado o circunstancialismo em que teve conhecimento do negócio. Ao invés, há nas escutas notícia do descontentamento do Primeiro-Ministro, resultante de não terem falado com ele acerca da operação; "devia ter tido a cautela de falar com o Sócrates... não falei e o gajo não quer o negócio. Era isto que eu temia. Acho que o Henrique não falou com ele, o Zeinal não falou com ele... eh pá... agora ele está 'todo fodido'. 'Está todo fodido e com razão'" [n.º 8, alínea u), produto nº 5291, de Rui Pedro Soares para Paulo Penedos; v. ainda os produtos das alíneas x) e z)].’

AI JUDITE, JUDITE... OLHA A CÂNCIO!


APRECIEM ESTE PIROPO DA JUDITE A SÓCRATES... clique no link em baixo
http://www.youtube.com/watch?v=3Fvwed0K4t4&feature=player_embedded

LATIDOS E GANIDOS DA CANZOADA

SOUSA TAVARES ENTREVISTA SÓCRATES

O primeiro-ministro, José Sócrates, vai ser o primeiro convidado do jornalista Miguel Sousa Tavares, no novo programa da SIC "Sinais de Fogo", que estreia segunda feira.
Contactada pela Lusa, fonte da SIC explicou que a entrevista decorrerá em directo e terá a duração de cerca de 45 minutos, não estando definidos os temas.
Esta entrevista acontece depois de o primeiro-ministro ter feito quinta feira uma declaração aos jornalistas na residência oficial em São Bento, em que reafirmou nada temer quanto ao conteúdo das escutas do processo Face Oculta, numa declaração em que acusou os que perderam as eleições legislativas de tirarem partido das "criminosas" violações do segredo de justiça.
O primeiro-ministro afirmou ainda que a "sucessão de insultos, rumores e mentiras" sobre o seu alegado envolvimento num plano para controlar a comunicação social não o farão desviar da sua responsabilidade como líder do Governo.

Importa ouvir esta entrevista feita por um jornalista com carácter, virtude que escasseia em contraste com a abundância de besuntas de penas rombas e sempre de escrita borrada.

18 fevereiro 2010

A PALAVRA A MÁRIO SOARES


Novos líderes políticos não se arranjam na fábrica do Bordalo.
Alguma imprensa, escrita, falada e televisões, parece pensar que um Governo legitimado pelo voto popular pode cair por pressão da comunicação social, ou seja: pelo movimento de opinião pública que tenta desencadear, contra o primeiro-ministro, utilizando títulos sensacionalistas e distorções obsessivas de fugas ao segredo de justiça, que ninguém sabe como foram obtidas, até porque são ilegais. Ora não pode nem deve, salvo o devido respeito. Seria a subversão da própria democracia, que tanto prezamos.
Com uma única excepção: o cansaço, o enjoo político ou a depressão que tal campanha pudesse provocar no primeiro-ministro. O que já aconteceu no passado. Duas vezes, que me lembre: com António Guterres, enojado pelo "pântano"; e com Durão Barroso, quando resolveu "fugir" para Bruxelas, depois de ter prometido aos portugueses, pelas televisões, que ficava por ter compreendido o voto dos eleitores e se dispor a mudar as políticas…
Não parece ser o caso de José Sócrates, teremos de reconhecer. Nesse aspecto, tem sido um exemplo de determinação, de coragem e de resistência. Tem aguentado os ataques, por mais injuriosos que sejam, as insinuações mais graves e até as veladas ameaças.
Apetece, com isenção, perguntar: há provas contra ele? Se há, porque não as apresentam no lugar próprio - os tribunais - e esperam, sem mais acusações, pela decisão da justiça? Porque entendem dever antecipar-se, a quem de direito, promovendo sucessivos julgamentos na praça pública que, como se sabe, só servem para descredibilizar os que neles participam, claro, a justiça e, finalmente, mais tarde ou mais cedo, a comunicação social?








ACREDITE QUEM QUIZER


José Manuel Fernandes, ex-director do Público, revelou ontem que a SONAE foi pressionada pelo gabinete do primeiro-ministro a removê-lo da direcção daquele jornal.
-lo, segundo contou ontem na Comissão Parlamentar de Ética - na primeira de dezenas de audições sobre "liberdade de expressão" -, quando a SONAE tentou comprar a PT, numa Oferta Pública de Aquisição (OPA, operação que terminou, fracassando, em Março de 2007).
O jornalista contou ter recebido informações - primeiro através de um jornalista do seu jornal, depois de um amigo e... mais credível seria se a fonte fosse uma criada do sr Belmiro...Está claro, nesta perspectiva de Fernandes que na hierarquia da SONAE pesa mais um subordinado menor que um Director (?!) Agora acredite quem quizer... nas fontes de Fernandes, segundo as quais o Governo teria estado disponível para "facilitar" a vida à Sonae na Assembleia Geral da PT se, em troca, o grupo liderado por Belmiro de Azevedo estivesse também disponível para o remover (ao Fernandes) da direcção do Público. Jamais alguém imaginaria que o sr. Fernandes fosse avaliado pelo valor facial e potencial do mundo da Portugal Telecom?! Megalomanias... para as quais dirigir um jornal servirá de ergoterapia mas não cura.
Nessa altura, José Manuel Fernandes decidiu perguntar à SONAE (principal accionista do Público) se não seria melhor afastar-se, porque aparentemente a sua presença à frente do jornal estaria a dificultar os negócios do grupo. "Disseram-me que a questão não se colocava. Tinha a confiança do accionista
." in Diário de Notícias
É evidente que, com este público desprendimento perante o patrão, pretenderá Fernandes dar credibilidade ao seu testemunho, mas pela versão que deu dos factos não foi o patrão que lhe contou a coisa, mas sim um jornalista seu subordinado. Pois claro numa empresa daquelas a comunicação funciona num sitema de esferas quadradas... e o subordinado é que transmite ao chefe o que se passa no topo da hierarquia! Uma trapalhada.
Quer isto dizer que a SONAE pôs uns patins ao homem e, de seguida, nomeou-o seu porta-voz?
Para quem se habituou à frontalidade de Belmiro de Azevedo tal situação, a ter-se verificado dessa forma, não utilizaria figuras menores para o representar na contenda... Talvez altas doses de narcisismo, maleita que faz perder o tino a muita gente. Mas esta candura é comovente.
Por outro lado, tivesse Sócrates a propalada estratégia de ter algum domínio sobre a comunicação social certamente não desperdiçaria a grande oportunidade de colocar nas mãos da SONAE a Portugal Telecon... que o resto era vinha vindimada! Se tal tivesse acontecido havia hipóteses de vermos o sr Fernandes a consumar os hipotéticos desígnios do Sócrates... em vêz de o fustigar com o caso da famigerada licenciatura.
Quanto a nós este testemunho enferma de muita coisa a maior das quais é a sua falta de lógica para além de uma enorme carga de insensatez. O Sr Manuel Fernandes que é uma pessoa estimável, parece andar no mato a caçar sem cachorro. Aliás, faz parte de um grupo de caçadores que atiram à sombra da coisa e nunca apanham coelho. De tão desajeitados caiem nos próprios laços que armam aos outros. A propósito não se deve esquecer o desempenho do sr Fernandes na famigerada inventona das escutas do Palácio belenense... Espera-se por isso que a algo conspirativa Comissão de Ética da A.R., agora a funcionar, apure também por onde andou a Ética no caso das inventadas escutas do Palácio de Belém e a que níveis chegou a participação nessa inventona deste valiosíssimo Manuel Fernandes... Valor cuja última avaliação conhecida atingiu cotação idêntica ao da empresa "Portugal Telecom". Deviam manter essa preciosidade num cofre forte bem guardado! Um autêntico Tesouro...



17 fevereiro 2010

DESOBEDIÊNCIA CIVIL


Proponho a “desobediência civil aos jornalistas” como resposta ao desafio à “desobediência civil dos jornalistas” proposto por Joaquim Vieira, ex-Provedor do Público.É que isto é mais uma forma do corporativismo que nos minou e com o qual a Democracia se está a debater cada vez mais, porque é o sistema de organização que melhor se resguarda da solidariedade necessária na construção de uma sociedade mais participada. É o egoísmo de uma classe profissional sobre as outras na imposição e defesa das suas actuações e interesses. Começamos a ter cada vez mais dificuldade na solidariedade às excepções quando elas se perpectuam em interesses próprios.Não é difícil saber em que se traduzirá a nossa desobediência civil: é deixá-los ficar a escrever para que cada vez mais os jornais sejam oferecidos na caixa de um super mercado ou posto de combustíveis. Não somos obrigados a tomar como boas as regras que um qualquer Vieira nos quiser passar a impor, através das suas interpretações do que é interesse público, confundindo-as com interesses profissionais privados. Isto é o convite à barbárie se legitimado a todos. Vamos fazer como se diz aqui no Jumento: "tratar o cão com o pelo do cão".

ISTO O QUE É D.MANUELA?

ESTAS COISAS ESQUECEM... SOBRETUDO AOS SÉRIOS AUTO-PROCLAMADOS

No âmbito do Caso CTT, o Ministério Público acusou 16 pessoas de gestão danosa, branqueamento, participação económica em negócio e outros crimes. Em português: acusou-os de corrupção. Em causa, a venda de dois edifícios, um em Lisboa, outro em Coimbra. Prejuízo: 13,5 milhões de euros.Carlos Horta e Costa (3K)Um desses 16 arguidos chama-se Carlos Horta e Costa. Foi secretário-geral do PSD durante a presidência de Marcelo Rebelo de Sousa. Foi nomeado presidente dos CTT em 2002, por decisão de Durão Barroso. (...)Lembrar a quem não se lembra: os edifícios em pauta foram vendidos sem concurso público, por decisão de Manuela Ferreira Leite, então ministra das Finanças. CTT-Coimbra (7K)O de Lisboa estava avaliado em 20 milhões de euros, mas foi vendido por 12,5 milhões (o governo de Barroso queria receitas extraordinárias); o de Coimbra estava avaliado em 28,4 milhões de euros quando foi vendido duas vezes no mesmo dia: de manhã por 14,8 milhões, à tarde por 20 milhões.(Com a devida vénia ao blog "Da Literatura" e ao " Lei do Funil )

TRANSFIGURAÇÕES CRESPINAS

Entrevista a Mário Crespo
CLIQUE NO LINK supra PARA OUVIR entrevista

Oiçam Crespo e apreciem, entre várias coisas, as suas firmes apreciações sobre José Sócrates no sentido francamente laudatório, ele é o maior... em contraste com a miserável sanha furiosa, psicótica, que moveu ao homem, a revelar um desequilíbrio emocional que tem algo de loucura e desvario. E a boa conta em que se tem quando avisa que vai pôr muitos cabelos em pé antes de declarar que é um conservador. Isto diverte mas tem algo de trágico ter um indivíduo destes, um desequilibrado, como um mediador da nobre função da comunicação social.

A DIREITA CONTROLA A COMUNICAÇÂO SOCIAL

ste é o comentário nº 1573 da Petição pública que está a decorrer com o nome “Pela Democracia, nós tomamos partido”, que não é o mesmo que tomar Partido, e você pode sempre escolher dizer que “Subscreve sem ser um apoio incondicional ao PS e a Sócrates, mas um manifesto contra esta forma de fazer jornalismo e fazer escutas que não gostaria de voltar a ver instituídas em Portugal.” O que está a acontecer é um novo formato de golpe de Estado em Democracia.A Petição: http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1319

O PAÍS ESTÁ ESTÚPIDO - APALHAÇADO


«Pelo que vi na TV, o País - sim, é Portugal inteiro, pois o tom desta gente não admite contestação - pensa que há censura prévia em Portugal. O País acha mesmo que o golpe dos mentecaptos, para além da TVI, abarcava a Impresa, a Cofina e esta casa onde trabalho, a Controlinveste. O País, depois de ler o Sol de sexta-feira, ficou cheio de certezas, eliminou todas as dúvidas sobre os tentáculos do "polvo". O País ignora que, no seu tempo, Mário Soares interferiu na imprensa. E Cavaco Silva. E Guterres. E Durão. E Santana...
O País que me desculpe, mas quando vejo Alberto João Jardim, putativo tirano do Funchal, surgir na linha da frente dos defensores da liberdade de imprensa, barricado ao lado de Pacheco Pereira, um batalhão dogmático de jornalistas em ajuste de contas e um contingente de comentadores oficiais do regime, sou obrigado a concluir que o País está estúpido.»

[DiárioNotícias]
Por Pedro Tadeu.

A PROPÓSITO DA LIBERTINAGEM DE IMPRESNSA - E NÃO SÓ


ESTUDO SECRETO QUE INCLUI OS AÇORES


Um estudo secreto que incluiu os Açores deu resultados positivos para o estrôncio 90, um elemento radioactivo perigoso para a saúde humana.
"Estrôncio 90, um elemento radioactivo produzido por actividade nuclear, foi encontrado em concentrações consideradas “assustadoras” num estudo até agora secreto e que envolveu uma vasta zona que vai da Noruega aos Açores.As maiores concentrações, de um a três sunshines (unidade de medida de estrôncio), ocorreram em ossos humanos e queijo. Porém, os documentos agora libertados não especificam os resultados por análise, o que significa que ainda não é possível apurar em pormenor os locais de maior gravidade do fenómeno.Os estudos ocorreram nos anos finais do século XX por determinação da Comissão de Energia Atómica os EUA. Foi criado para o efeito um projecto secreto denominado Gabriel Sunshine. Os resultados das análises realizadas foram discutidos em reuniões confidenciais, o que explica o facto de o fenómeno só agora começar a ser conhecido.Segundo as informações que foi possível reconhecer, o objectivo do projecto Gabriel Sunshine foi apurar a incidência de elementos radioactivos em todo o planeta como consequência dos testes nucleares a céu aberto que se iniciaram antes dos anos sessenta do século XX. Dada a natureza secreta do projecto, não se sabe se continua em vigor ou se os trabalhos foram dados por concluídos.É preciso conhecer. A presença de estrôncio 90 nos Açores não é considerada surpreendente pelo cientista Félix Rodrigues, especialista em ambiente e que tem acompanhado a contaminação radioactiva nos Açores.Segundo Rodrigues, a circulação dos ventos é suficiente para explicar a deposição de elementos radioactivos nas ilhas. Lembra que a própria Universidade dos Açores já tinha detectado níveis de trítio de 1200, quando o volume normal não passa dos cinco.Dado o potencial maligno para a saúde humana de produtos radioactivos como o trítio e o estrôncio 90, Rodrigues recomenda uma estudo aprofundado da situação que permita uma gestão adequada aos níveis da saúde humana e do ambiente, já que o estrôncio 90, por exemplo, só desaparece do ambiente ao fim três séculos."
Esta revelação
vem pôr em evidência uma realidade sentida pelos habitantes da Ilha Terceira resultante da ocorrência de, aparentemente, numerosos casos de doenças do foro oncológico, particularmente no Concelho da Praia da Vitória e que, segundo julgamos, ainda não terá merecido a devida atenção das entidades responsáveis no sentido de quantificar e caracterizar essas ocorrências, através de um competente estudo epidemiológico e das situações de risco subjacentes, de molde a que o assunto seja abordado adequadamente e não de forma especulativa como é frequente fazer-se. Trata-se de assunto sério que preocupa as populações, particularmente as muitas famílias do Ramo Grande e não só, que viram partir muitos dos seus devido a essa terrível maleita além de se poder estar a perpetuar situações de risco de forma irresponsável.

16 fevereiro 2010

PARTICIPANTES E APOIANTES DO BACANAL DA LIBERTINAGEM

O Piolho da costura O Bôbo






A FEIA
O Jeitoso







A dona Perliquitetes





O Palhaço




Os Estrunfes

A cabrita








GESTOS DE UM TROCA-TINTAS

MARCELO REBELO DE SOUSA, O MAIOR TROCA-TINTAS CONHECIDO EM PORTUGAL, dedica-se agora, em função da sua especialidade e, ao que parece, sem ter mais que fazer, a passar certidões de mentiroso a quem lhe dê jeito. Se a sacanice pagasse imposto, Marcelo, sozinho resolveria o problema do deficit das contas públicas...
No seu espaço de comentário na RTP, afirmou que “é muito difícil manter um mentiroso como primeiro-ministro, mas a situação do país impõe-no”, referindo-se à compra da TVI pela Portugal Telecom (PT) para, alegadamente, controlar a comunicação social, que José Sócrates afirmou desconhecer oficialmente.
Mas é com eminências destas que Portugal lá vai andando,aos tropeções, até se despenhar no abismo... Sim! Este indivíduo, para a comunidade, acrescenta pouco ou coisa nenhuma! Talvez algo na sua faceta de humorista, com graçolas... para animar a canalha. Pessoa cujo comportamento televisivo (o que podemos avaliar) não traduz a grandeza de alma que se poderia esperar do detentor de um primoroso e extenso curriculum vitae que se pode apreciar, por exemplo, na Wikipedia

15 fevereiro 2010

COM OS DENTES DE FORA


Isto que se diz no Pátio das Conversas, é a Direita com os dentes de fora desesperada. Imagine-se a força com que virá se quebrarmos nós na defesa deste Estado de Direito. Ver a Manuela M. Guedes fazer aquelas dementes declarações no re-lançamento das crónicas já lidas do Crespo, com a grande ex-comunista e agora tia, Zita Seabra e aqueles dois Juízes do Sindicato dos Magistrados a assistir, mete medo, mas apenas por saber que eles se estão a servir da liberdade de expressão e não a usá-la

MACAQUICES E OUTRAS TOLICES

Portugal continua a ser a galhofa da Europa que já só não ri a bandeiras despregadas, como antes, porque se começa a assustar com tanta falta de bom senso. Uma democracia virtual, não baseada na cidadania mas nos bits e nos teclados de meia-dúzia de telelés que pretendem valer mais do que "um homem, um voto".Uns e outros fingem esquecer que há preceitos e formas constitucionais válidas para medir a censura e a confiança e chamam cidadania a tretas da NET que são viciadas por definição. Entretanto as regras da Constituição ficam guardadas para melhores dias, bem como a democracia parlamentar que por elas se rege. Nós sabemos que é Carnaval mas as pessoas, mais dia, menos dia, vão mesmo começar a levar tudo isto a mal.

É O INTENSO CHEIRO A PALHA...


Há muito que não se via um conselho nacional tão concorrido como o de sexta-feira, em que se apresentaram os três candidatos à sucessão de Manuela Ferreira Leite nas eleições directas de 26 de Março: Pedro Passos Coelho, Paulo Rangel e José Pedro Aguiar-Branco. Para a história da reunião, ficam dois "duelos": Rangel-Aguiar-Branco e Passos Coelho-Alberto João Jardim. Polémico, como sempre, o líder do PSD/Madeira foi, aliás, dos mais directos a defender que o partido não deve ter medo. "Eles [Governo] estão para cair e ainda bem." E se caírem? "Não há problema, porque o PSD tem capacidade de entendimento com o CDS, o PCP ou o Bloco de Esquerda". Deu um exemplo: o da alteração à Lei das Finanças Regionais, que uniu a oposição no Parlamento contra o Governo e o PS. No que foi contestado por vários conselheiros, como Carlos Carreiras, da distrital de Lisboa, que também se manifestou contra a ideia, defendida por Jardim, de o congresso extraordinário ser realizado à porta fechada.
in PÚBLICO

14 fevereiro 2010

UM GOLPE DE ESTADO


O que está em curso neste momento é um Golpe de Estado visando derrubar José Sócrates rapidamente e permitir que o novo líder do PSD - que Cavaco Silva e muita gente à Direita deseja que seja Paulo Rangel - tome conta do Partido para a breve prazo tomar conta do poder (…)No dia em que ele for Primeiro-Ministro eu emigro porque Paulo Rangel é um radical de direita (…)
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Carlos Magno no "Contraditório" da Antena 1. Ouça o resto no link

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A DEMOCRACIA CORRE SÉRIOS RISCOS

Parece certo que a consequência imediata desta campanha para descredibilizar o PM, na sequência de outras (ainda se lembram do caso Freeport?) e de outras, que antecederam estas (lembram-se de Ferro Rodrigues – o secretário geral do PS que antecedeu Sócrates?), se destinam a aveludar o caminho por onde a direita espera fazer entrar triunfalmente um “salvador da pátria”.

Mas a coisa, desta vez, começa a assemelhar-se ao ensaio geral de uma operação de demolição do próprio regime democrático. Neste caso não há brigadas vermelhas com raptos físicos de primeiros-ministros, à maneira italiana, nem golpes de mão (armada) ao parlamento, com atentados bombistas, à maneira espanhola, mas um sequestro mediático das mais altas figuras do estado incluindo as que ocupam o topo das instituições da justiça. Além da aliança dos extremos, que não constitui especial novidade pois já em França, em tempos, os comunistas desertaram do seu campo em apoio da extrema-direita de Le Pen (já se aliaram de facto) e há uma faceta nova da campanha doméstica em curso: atar num só molho todas as mais altas figuras do estado democrático, desfazer a imagem de probidade de todas e de cada uma, fazendo-as surgir aos olhos da opinião pública como fracas, titubeantes e coniventes com negócios obscuros sugerindo o seu mútuo encobrimento. Uma coisa é certa que deve ser do conhecimento dos homens de estado: quando a justiça se acobarda, ou se mostra inútil, credibiliza as derivas totalitárias. Os extremos sentem-se estimulados e os democratas de todas as tendências políticas desmoralizam e descrêem na ordem em que acreditam. É necessário que os democratas não desmoralizem e os que estão no seu merecido descanso se aprestem a tornar à ribalta em defesa do regime democrático

O ARQUITECTO SEM OBRA ESPALHA-SE...


, O POLVO E A CONVERSA DE CHACHA
«Do que falamos quando falamos? Já fiz a pergunta várias vezes mas não sou eu que me repito. O país é que é contumaz. Volta não volta, acontece a mistura fatal, um pingo de magistrados num copázio de jornalistas, e o país fica grogue. Não diz nem pensa coisa com coisa. Um dia, um juiz foi buscar um deputado ao Parlamento porque tinha indícios terríveis: o deputado tinha dito "querida" ao seu interlocutor telefónico de voz masculina, logo aquilo cheirava a maricagem e, como se investigava pedofilia, logo o deputado era suspeito. E todos os indícios eram desse quilate. Ora, o deputado falara com a mulher, de voz grossa, de um amigo. Como o juiz nem se deu ao trabalho de relacionar o telefone com o seu proprietário, que era uma proprietária, como os jornalistas fizeram eco ao vazio, como os portugueses viraram baratas tontas, chegámos, quase dez anos depois, ao caso Casa Pia sabendo o mesmo que no início. Nada, embora presumindo muito. Ontem, comprei o Sol. Li as quatro páginas sobre as escutas que me prometiam relatar o polvo governamental sobre jornais e televisão. Mas não estava lá nada sobre o assunto. Não quero dizer que Sócrates não quis dominar a Imprensa. Não digo que o Governo não coma microfones ao pequeno-almoço. Digo é isto: naquela edição do Sol não estava lá nada sobre o assunto. Então, do que falamos?» [Diário de Notícias]
Ferreira fernandes

13 fevereiro 2010

CONCORDO!!!


Para os que discordam do Crespo, da Moura Guedes, do marido da Moura Guedes, da Clara, da Judite, da outra Judite, do Medina, do Neto, do Correio da Manhã, do Telejornal da RTP, do Jornal da Noite da SIC, do Jornal Nacional da TVI, do Prós-e-Contras, e... dos outros 1001 comentadores que cultivam a prosápia, desdenham a ética e enfardam os rendimentos. A culpa é do Sócrates, com certeza

O GOLPISMO COMEÇOU EM BELÉM

Numa altura em que muitos já não confiam no Sr. Silva como sendo um Presidente isento, (as pessoas acreditam em cada coisa) e outros já questionam o que anda ele a fazer numa altura em que as altas instâncias da justiça são “chacota” dos jornais, o silêncio do P.R. é insurdecedor! Por mais fragilizado que esteja pela história das escutas falsas, o homem tem de fazer alguma coisa embora nunca se esperem grandes rasgos de S.Exª, por ele ou da lavra das suas engajadas acessorias... Mas poderia pelo menos dar-nos a ideia de que está a fazer algo. Assim, lá teve de ir o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça fazer uma visitinha a Belém para só declarar no fim que tinham estado a falar sobre o “sistema de justiça”. Acreditamos, afinal nenhum de nós imagina que a conversa possa ter sido sobre plantio de rabanetes ou para trocarem receitas de bolos. É nestas alturas que fazem falta umas boas escutas no Palácio... Ou, em última instância, personalidades com a estaleca de qualquer dos inquilinos da agora conhecida casa das escutas que por ali passaram depois do 25 de Abril. O que se passa agora não seria possível com qualquer dessas personalidades ao leme.
A grande fragilidade que o regime está a viver tem muito a ver com o espectro de um certo golpismo galopante instalado a todos os níveis, o primeiro das quais saiu da intimidade do Palácio de Belém e que estará a "dar cobertura" à situação presente. Por consequência a montagem de esquemas golpistas contra o Primeiro Ministro ficou à mercê de qualquer mafarrico. Queira ou não queira, esta é uma realidade criada no seio do PSD, do qual Cavaco Silva é o estandarte, e é o próprio PSD que está a cavalgar a criatura a toda a brida... Tudo porque este País está entregue à bicharada...
Nesta emergência de crise econónica e social, os nossos parceiros, partindo do princípio da máxima do antigo romano que esteve na Lusitânia, ainda nos vão decretar a insolvência e impôr a integração com Espanha para não nos deixarem morrer à fome. Talvez fosse a nossa salvação mas duvidamos que os vizinhos aceitem estes leprosos mentais.

AINDA TEMOS PRESIDENTE DA REPÚBLICA EM EXERCÍCIO?

E há quanto tempo o Presidente da República já deveria ter vindo falar ao país e pôr ordem nesta pouca vergonha. Será que só temos candidatos a Presidentes da República? Se um não fala que avance Manuel Alegre e aproveite para dizer como é que se deveria fazer... É uma boa oportunidade para recuperar votos do PS e também para separar águas.
Mas a verdadeira tragédia deste desgraçado país, que não sabe caminhar sem próceres armados de chicote, facilmente se entrega a uma desbocada Guedes (feia que mete medo ao susto), ao marido Moniz dos Arrifes (antigo carregador de malas do PS e de Jaime Gama, mas que virou rico com uns milhões da indemnização que a PRISA despendeu para se ver livre dele e.... por via disso (de o considerarem rico) passou a ser respeitado e posto, hierarquicamente, no protocolo mental portuga, ao nível do Papa.
Mas neste malfadado país de invejosos onde tudo que não tem grande validade medra como erva daninha, como é o caso de um arquitecto que nunca terá sido capaz de rabiscar um projecto e a quem o sr Balsemão, por certo para provar que o EXPRESSO tinha vida própria e não precisava de direcção, nomeou-o virtual director, o qual teve de ser neutralizado quando ousou escrever editoriais que alimentavam a galhofa nacional e ia desgraçando a credibilidade do prestigiado semanário. Actualmente está a mostrar a sua verdadeira natureza num pasquim de nome SOL (um jornal obscuro ironicamente com o nome do Astro Rei).

ALGUMAS VERDADES

Na foto, Daniel Proença de Carvalho, Ex-ministro da Comunicação Social de um governo do PSD de outras eras -sem canalhinha)

É muito crítico com o jornalismo feito em Portugal. Acha que é é assim tão mau?
-Acho. Primeiro, porque os jornais não são identificáveis com determinadas correntes de pensamento Ao contrário que sucede noutros países...
Como em Espanha?
-Exacto, e isso é perturbador para o leitor. Segundo, porque os jornalistas e os comentadores não revelam os eventuais registos de interesses, de toda a ordem, posições políticas, por exemplo. Depois, acho que são postos em igualdade de circunstâncias as ideias partilhadas pela maioria dos cidadãos e dos leitores e as ideias que são muito minoritárias e que são de tal modo marginais que em qualquer outro país democrático não teriam a expressão que em Portugal têm.

Por exemplo?
-O Bloco de Esquerda tem na comunicação social uma expressão que qualquer partido comparável em qualquer país democrático não tem comparação. Há um pluralismo pouco adequado à vida democrática. E acho que há excesso de combinação e de confusão entre facto (notícia) e opinião. É uma distinção básica de jornalismo. Vemos aí jornalismo puramente militante.

12 fevereiro 2010

COMEÇA A SER ASSUSTADOR


A Sofia Loureiro dos Santos fez um belo resumo do que está em causa na providência cautelar contra o Sol. Reproduz-se, com a devida vénia:"(...)
. Um jornal viola a lei, publicando o que está em segredo de justiça;. Um cidadão visado e julgado na praça pública, que não é arguido em qualquer processo judicial, para proteger o seu direito constitucional ao seu bom nome, tenta que uma decisão judicial interponha uma providência cautelar para impedir que o jornal viole de novo a lei;. Isso é entendido como uma interferência do governo na liberdade de imprensa e rotulado como censura;. Esse jornal recusa-se a receber a notificação judicial;. Há um jornalista que incita à desobediência civil;. Há uma manifestação que usa o pressuposto de que não há liberdade de expressão em Portugal;. Os telejornais abrem com directos em que se discute a censura decretada por um juiz;. Há um bloguer que faz uma lista de blogues que não aderiram à manifestação.A espiral de loucura não pára, está em roda livre.Começa a ser assustador."


E a propósito...

O que faz o senhor Presidente da República, o garante do regular funcionamento das instituições democráticas?. Nada! assobia para o ar porque esta situação parece interessar-lhe para os seus projectos políticos. Está tudo inquinado pela "porca" da política. Parece que o menos culpado é Socrates... mas tem o azar de ocupar o lugar pelo qual os PSD's estarão dispostos a tudo fazer, mesmo a negar a Cristo, ao pai e a mãe para o conquistar. Ainda por cima, com todas as operações de bota-a-baixo... as sondagens teimam em dar vitórias a Sócrates!!! Na falta de credibilidade para lá chegarem civilizadamente... não olham a meios. Espera-se que não radicalizem mais a coisa e cheguem mesmo à matança. Parecem feras esfaimadas a babarem-se perante a presa. Nunca pensei assistir a uma coisa destas!

POIS!... NÃOHÁ LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Sócrates aponta a dedo a razão das frustrações dos seus criticos
Não há liberdade de expressão, concordo
Para os que discordam do Crespo, da Moura Guedes, do marido da Moura Guedes, da Clara, da Judite, da outra Judite, do Medina, do Neto, do Correio da Manhã, do Telejornal da RTP, do Jornal da Noite da SIC, do Jornal Nacional da TVI, do Prós-e-Contras, e dos outros 1001 comentadores que cultivam a prosápia, desdenham a ética e enfardam os rendimentos. A culpa é do Sócrates, com certeza...

PARA LER COM ATENÇÃO!!!!!!


Acho que a consequência imediata desta campanha para descredibilizar o PM na sequência de outras (ainda se lembram do caso Freeport?) e de outras, que antecederam estas (lembram-se de Ferro Rodrigues – o secretário geral do PS que antecedeu Sócrates?), se destinam a aveludar o caminho por onde a direita espera fazer entrar triunfalmente um “salvador da pátria”. Mas a coisa, desta vez, começa a assemelhar-se ao ensaio geral de uma operação de demolição do próprio regime democrático. Neste caso não há brigadas vermelhas com raptos físicos de primeiros-ministros, à maneira italiana, nem golpes de mão (armada) ao parlamento, com atentados bombistas, à maneira espanhola, mas um sequestro mediático das mais altas figuras do estado incluindo as que ocupam o topo das instituições da justiça. Além da aliança dos extremos, que não constitui especial novidade pois já em França, em tempos, o eleitorado comunista desertou do seu campo em apoio da extrema-direita de Le Pen, há uma faceta nova da campanha doméstica em curso: atar num só molho todas as mais altas figuras do estado democrático, desfazer a imagem de probidade de todas e de cada uma, fazendo-as surgir aos olhos da opinião pública como fracas, titubeantes e coniventes com negócios obscuros sugerindo o seu mútuo encobrimento. Uma coisa é certa que deve ser do conhecimento dos homens de estado: quando a justiça se acobarda, ou se mostra inútil, credibiliza as derivas totalitárias. Os extremos sentem-se estimulados e os democratas de todas as tendências políticas desmoralizam e descrêem na ordem em que acreditam. É preciso que os cidadãos de boa vontade encontrem caminhos para fazer sentir a necessidade, e urgência, de que todos os

responsáveis públicos, não só os políticos, façam um esforço extra de bom senso e equilibrio

no exercício de todas as suas responsabilidades e funções.
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11 fevereiro 2010

UMFILME DE TERROR

filme "Actividade paranormal" está a pôr os italianos em pânico. Taquicardia, falta de ar, sensação de mal-estar, medo de desmaiar e ansiedade são alguns dos sintomas que se instalaram nas salas de cinema. O governo italiano vai intervir.
Segundo avança o Globo online, o governo italiano está a estudar a possibilidade de impor restrições etárias ao filme de terror "Actividade paranormal", Oren Peli, depois de vários espectadores terem sofrido ataques de pânico durante a sua projecção, desde que estreou em Itália no passado fim-de-semana.
A polémica causada pelo filme, que está a ser exibido em 385 salas de cinema em Itália, levou já o ministro da Cultura, Sandro Bondi, a afirmar que o seu gabinete está a estudar a adopção de "medidas necessárias" para evitar que crianças o vejam, adianta o mesmo site.
O "Corriere della Sera" informa que no passado sábado, só em Nápoles, os serviços de emergência receberam inúmeros pedidos de ajuda de pessoas que estiveram a assistir ao filme. Os espectadores apresentaram como sintomas taquicardia, falta de ar, sensação de mal-estar, medo de desmaiar, ansiedade e pânico. O caso mais grave terá sido o de uma rapariga de 14 anos que necessitou de oxigénio quando abandonou a sala de cinema
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QUANDO É QUE SE FARTAM DE ATURAR OS MONIZES

Casal Moniz fantaziado para o carnaval

QUEM é que ainda tem pachorra para perder tempo com este casal de deslumbrados que têm a pretensão de pôr todos os os portugueses a sofrer pelas suas frustrações? Arre que é de mais!
Manuela Moura Guedes, acusou o socialista António Vitorino como o homem que fez pressão junto à PRISA (grupo espanhol proprietário da TVI) para acabar com o Jornal de Sexta, apresentado por ela. Manuela Moura Guedes diz que António Vitorino foi escolhido por José Sócrates para exercer pressões junto do grupo espanhol, nas audições ao caso junto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC).A jornalista disse no seu depoimento que tinha sido

actual CEO da Media Capital, Bernardo Bairrão, a contar-lhe as pressões de Vitorino, avança a revista Sábado.A revista avança que António Vitorino, enquanto advogado, terá falado várias vezes com os espanhóis da Prisa sobre a venda da estação. O comentador da RTP e ex-comissário europeu não quis comentar “questões da actividade profissional” mas quis deixar claro á revista que com esta resposta não pretende “confirmar nem desmentir” uma relação como jurista com o grupo Prisa. Vitorino é sócio do maior escritório de advogados da Península Ibérica o Cuatrecasas Gonçalves Pereira.O socialista não quis comentar as declarações de Manuela Moura Guedes: “Não vou dizer nada, nem sei se é verdade. Não comento mexericos”. Posição idêntica teve o administrador da Media Capital, Bernardo Bairrão que classificou a conversa com Manuela Moura Guedes como “conversa de corredor.”Além das declarações de Manuela Moura Guedes, também José Eduardo Moniz acusou os socialistas de pressões. O antigo director da estação, nas declarações na ERC, apontou o dedo ao antigo ministro da Economia, Manuel Pinho. Disse Moniz que Pinho tinha deliberadamente prejudicado a TVI ao nível da publicidade. Ouvido pela revista, Manuel Pinho apenas disse que “um ministro não se mete na escolha dos meios publicitários.”Ainda no caso das escutas, a revista apurou que Mário Lino, então ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações manteve reuniões a sós no ministério com Rui Pedro Soares, o administrador da PT que fala nas escutas divulgadas este fim de semana pelo jornal Sol.
Sobre o negócio da compra da TVI pela PT, José Sócrates reafirmou ontem no Parlamento que "do ponto de vista formal, o governo nunca foi informado". Ao
Público, o chairman da PT, Henrique Granadeiro, disse ter comunicado ao primeiro-ministro que tinha existido negociações entre os grupos mas que o negócio não iria realizar-se, num jantar na casa de Manuel Pinho, a 25 de Junho, um dia antes de José Sócrates ter declarado no Parlamento não ter tido conhecimento do negócio.

OS MADEIREIROS

A LEI DAS FINANÇAS REGIONAIS, que a oposição aprovou, é um golpe baixo para um governo que acabou de fazer 1361 nomeações. Não se faz! Mas o "problema Madeira" nasce num Carnaval de há 14 anos quando uma foto de A. João Jardim, em cuecas, aparece na capa do "Tal & Qual". A partir desse dia, o líder madeirense, como vingança freudiana, catártica, jurou que haveria de pôr os continentais todos de cuecas, ou melhor, de tanga! E é isso mesmo que está a acontecer. Cada vez se vêem mais pessoas só com as calças na mão, e não me estou a referir às escutas da PJ ou às dos amigos do Crespo. Resolvi fazer umas contas ao estilo Medina Carreira e cheguei à conclusão de que, se a Madeira se tornar independente, o défice português fica logo abaixo dos 3%. Outra hipótese interessante seria vender a golden share que o Estado central tem na Madeira à filha de Eduardo dos Santos. Mas duvido que Isabel dos Santos comprasse a ilha; ela é inteligente, não se mete em barretes, só em negócios lucrativos como a banca, a energia e os media. Mas nem tudo é mau neste novo psicodrama madeirense: ficámos a saber que afinal não existe défice democrático na Madeira; o que existe sim é um défice de IVA! Na pérola do Atlântico é 14% e no continente é 20%. Mas a principal conclusão é que o PCP tinha menos medo de Salazar do que tem de A. João Jardim. Resta agora esperar pela decisão do senhor Silva de vetar ou não a Lei das Finanças Regionais. Eu falo em senhor Silva porque é assim que se designa o Presidente da República quando se trata de assuntos da Madeira.
Notinha:
-Os comunistas ficaram mesmo acagaçados com a ameaça de João Jardim de ilegalização do PCP. Trataram de passar a mão pelo lombo do homem logo que tiveram oportunidade propícia. Será que o PCP, muito cauteloso e prevenido, augura que Jardim possa vir a ter poder para o ilegalizar?

BATRÁQUIOS


Depois do comício* na segunda-feira no Parlamento de Estrasburgo, para uma plateia de meia dúzia atónita, onde denegriu Portugal no dia em que precisamente o seu risco de crédito subiu ao máximo histórico, Paulo Rangel veio de cegonha para aterrar num hotel em Lisboa e apresentar a sua candidatura à presidência do PSD. Diriamos que se tal criatura vingar será o velho PPD/PSD entregue à bicharada...A vitória final dos sapos, rãs, salamandras e outros batráquios. É o PSD a levar a cabo a sua lenta metamorfose iniciada com a vitoriosa ocupação feita pelo ortinorrinco da Marmeleira. E Sá Carneiro a espernear na cova.
*Um verdadeiro acto anti-patriótico de um indivíduo sem escrúpulos!

10 fevereiro 2010

O QUE FAZ JARDIM COM O NOSSO DINHEIRO


Do CÂMARA DOS COMUNS


O que faz Jardim com o nosso dinheiro?"
Uma grande reportagem de José Teles:
Arrastadeiras




Trutas














SAUDADES DO TIO ANTÓNIO


Os blogues associados na manifestação “pela liberdade” têm em comum a relação difícil com ao 25 de Abril.O que eles pretendem é o regresso da liberdade que perderam naquele dia…No fundo essa manifestação mais não é que uma calhandrice de uns quantos meninos dos papás e das mamãs a quem ouviram contar, ao som do crepitar da lareira em noites frias de Inverno, histórias de encantar sobre as delícias daquele saudoso regime que punha a canalha no seu lugar e distinguia e protegia como deve ser a gente de bem e de boas famílias. Claro que essa gente de bem e de bons princípios sempre teve os seus basbaques e aduladores que ajudavam a abrilhantar e dar volume às suas garraiadas. E é essa a liberdade do doce imaginário do mundo do saudoso Tio António Botas que a gente da organização ambiciona, contando também, neste caso, com os seus basbaques. Eles já sabem que são homens eficazes como o Sócrates que lhes barram o caminho. PC's e BE's são a idiotice útil e seus potenciais aliados estratégicos.

O ATAQUE DA LARANJA MECÂNICA


Pedro Marques Lopes invoca, neste post, a necessidade de fazer a defesa de direitos pessoais consagrados no art.° 26 da Constituição. Estamos de acordo. Uma coisa não impede a outra. Ou é necessário estarmos sempre com defesas adversativas? [Do género: sim, eu peço isto, mas não posso esquecer o seu contrário...]
É evidente que isso tem um preço, como se sabe. Por exemplo, um ministro que no seu tempo telefonava para a RTP para dar o alinhamento do Telejornal, pode estar agora na primeira (vá lá, na terceira ou quarta) linha a pedir que o governo não interfira «na comunicação social»? Não pode!!! Claro que estamos a referir-nos ao senhor MARQUES MENDES, reconhecido manipulador da informação dos orgãos de comunicação do Estado [RTP-RDP-etc] nos tempos dos governos do Prof. Cavaco Silva, quando o dito exercia o cargo de ministro da respectiva tutela. O homem, por certo integrado numa operação do PSD mais vasta, que terá começado no mui conspícuo SOL, passando pelo 31 da Armada e chegando também ao moralista Marques Mendes que veio agora, com seu ar santarrão, derramar a sua prefunda indignação pelas supostas intervenções de Sócrates na famigerada TV dos monizes. Neste país onde por vezes parece não haver memória, é essa realidade que permite o desenvolvimento de tanta e impune falta de vergonha.

09 fevereiro 2010

RANGEL - O MARRETA HISTÉRICO

A HISTERIA

Parece que Paulo Rangel vai denunciar no Parlamento Europeu a falta de liberdade de expressão que, segundo ele, existe em Portugal. Confesso que me custa a perceber qual é o alcance desta nobre iniciativa: promover uma comissão internacional para averiguar a saúde da nossa democracia? Não faço ideia. Mas este simples facto revela, por si só, a histeria que tomou conta do País, nos últimos dias.
O célebre artigo de Mário Crespo sobre uma conversa ouvida, num restaurante, entre o primeiro-ministro e um "executivo de televisão" já tinha dado um sinal disso mesmo. A indignação generalizada que acompanhou esta nova vítima da "asfixia democrática" só se compreende se deixarmos de compreender tudo o resto: a história é fidedigna? Mário Crespo, com base num mail que lhe foi enviado por alguém que estava numa mesa ao lado, afiança que sim; Nuno Santos, o tal "executivo de televisão" que serviu de interlocutor ao primeiro-ministro, garante que a conversa não decorreu da forma como foi descrita. Supondo que sim – o que é supor muito, diga-se de passagem – é difícil compreender como é que uma conversa privada sobre Mário Crespo se transforma num artigo público do mesmo Mário Crespo.
É evidente que há quem diga que o local era público – o que leva a crer que não pode haver conversas privadas em locais públicos. Curiosamente, os que dizem isso, agora, são os mesmos que, não há muito tempo, consideraram (e bem) que a publicação de um mail privado de um jornalista do ‘Público’, no ‘Diário de Notícias’, era, no mínimo, inaceitável. Uma curiosa evolução que mostra como a opinião, em Portugal, se deixou barricar entre os que são contra o eng. Sócrates (e usam tudo para o atacar) e os que o defendem a todo o custo (e usam tudo para o justificar).
É evidente, como dizem alguns, que sem Sócrates não havia Mários Crespos – basta ver, aliás, a quantidade de Mários Crespos que pululam, por aí, à conta de um primeiro-ministro que nunca soube lidar com a Comunicação Social. Mas se a liberdade de expressão está, de facto, em causa, não se percebe porque é que a Oposição, nomeadamente, o PSD do dr. Rangel, não tira daí as devidas consequências e apresenta uma moção de censura na Assembleia da República. Ou, melhor, percebe-se: porque a Oposição sabe que, por pior que seja o eng. Sócrates, não existe qualquer alternativa ao seu famigerado Governo. Daí que apelar ao Presidente da República para que demita o primeiro-ministro, na situação em que o País se encontra, seja um exercício fútil que dificilmente pode ser levado a sério. Ou seja mais um sinal da histeria que por aí abunda.


B.E. - QUANTO NOS CUSTA ESTA INUTILIDADE?


UM INCONSEQUENTE

O discurso de João Cravinho sobre a corrupção não é intelectualmente equilibrado nem didacticamente eficaz. Vive da confusão dos conceitos, da generalização dos propósitos e da dramatização da crise. Falar de corrupção, ou de qualquer outro crime, nestes termos, é trazer à colação os fantasmas de todas as inquisições.
Diríamos que Cravinho não passa de um ferrabraz inconsequente e que é um ex-governante de quem não se conhece qualquer processo judicial accionado por ele aos corruptos que tenha encontrado no seu caminho, actos que lhe pudessem atribuir, de forma justa, essa aura de lutador contra esses corruptos que só aparentemente parece conhecer . Não passará de mais um incontinente fala-barato a prejudicar companheiros que têm de enfrentar os bichos. Não virá a propósito, mas diga lá à gente como se arranjam boas colocações em Inglaterra? Espero que não seja através do Partido...

08 fevereiro 2010

O CONTEÚDO

CUIDADO QUE ELES ANDAM AÍ

Depois das sevícias, ficava o conteúdo. Depois das arbitrariedades processuais, ficava o conteúdo. Depois das escutas ilegais, ficava o conteúdo. Era em nome do conteúdo que se condenava. É em nome do conteúdo que continuam a cometer-se barbaridades. Numa sociedade em que os fins assumem, em bocas responsáveis, a justificação dos meios, a indignidade tornou-se na ética do conteúdo.

SÓCRATES SOZINHO NO MATO SEM CACHORRO!

José Sócrates, Primeiro-ministro de Portugal, depois de ameaçar interesses poderosos na área da comunicação social (que nem passou da ameaça... mas ficou o perigo latente), resolveu também, no Orçamento do Estado para 2010, retirar benefícios fiscais à banca e criar uma nova taxa de cinquenta por cento sobre os prémios de desempenho a pagar aos respectivos gestores!... E quer ter paz?!... Neste tempo todo ainda não aprendeu nada!!! Mantinha tudo como estava, arranjava mais uma discreta atençãozinha com essa gente, distribuia depois o mal pelas aldeias e estaria agora a viver a paz dos anjos. A caramunha do PCP essa estava garantida e te-la-ia sempre!... Mas muito desvalorizada na comunicação social... Qual SOL, qual Crespo... nem se mexiam! Este, o Crespo, até já antes tinha declarado numa entrevista ao D.E. que votava Sócrates porque, dizia, não haver alternativa melhor... Estes só seguem instruções! Assim, tão desguarnecido e com o verdadeiro poder à perna, está sózinho no mato sem cachorro e nem para o caçador Manuel Alegre tem serventia.
Adenda:
No noticiário da noite de hoje da TVI o habitualmente cordato e simpático banqueiro Fernando Ulrich, apareceu,em manifestação de arruaça, de cenho carregado, a fazer coro com outros sobre o mau carácter de Sócrates e a sua apetência pelo controlo da comunicação social (!?), bandeira que o PSD no momento agita politicamente. Isto quer dizer que o capital encetou também a luta de rua contra o mal comportado Primeiro Ministro que ousa taxar a gente da banca. Não tarda veremos o Avô Cantigas da braço dado com o Sr Ulrich pela Avenida abaixo em defesa do capital.
Se Sócrates se safar desta é realmente o maior...

07 fevereiro 2010

SEM VERGONHA

A semana que termina é para esquecer no que diz respeito à política. Apesar de todos os avisos, apesar dos desafios do Presidente da República no sentido de procurar consenso para que a imagem externa do País não saia ainda mais prejudicada junto dos mercados financeiros, os nossos partidos políticos decidiram vestir os bibes dos meninos birrentos e deram ao País o mais triste espectáculo.O PSD renegou numa semana tudo aquilo que dissera, e com razão, acerca do controlo orçamental. O PS dramatizou em excesso o processo relativo às Finanças regionais e os restantes partidos voltaram-se contra tudo o que têm feito e dito nos últimos anos para aprovar numa aliança ressabiada mais uns milhões para o Dr. João Jardim enriquecer ainda mais uma das regiões mais ricas do País. Compreender-se--ia este aumento extraordinário de despesa se fossem Trás-os-Montes e o Alentejo os destinatários destes milhões de euros. São as regiões mais pobres do País, aquelas que merecem maior investimento e cuidado. Se fosse assim, compreender-se-ia o PCP e o Bloco de Esquerda, que se dizem muito amigos dos pobrezinhos, gritam eles que são os partidos dos explorados. Tiraram a máscara e a esquerda caviar muito smoking e muito gin tónico está no sítio certo. - por Francisco Moita Flores in C.Manhã

A DEMOCRACIA E O TOTALITARISMO LARVAR

Não escrevo sobre estas escutas, nem sobre as supostas que existem e virão a conta gotas escorrendo por aí como baba, porque vivi no fascismo português, tenho memória e ética, e um nojo enorme pelos biltres que se prestam a levantar do outro lado a cavilha. Acreditei um dia que seria uma prática que nunca mais veria em Portugal, enganei-me, e o que é grave é que a mesma Democracia que foi por elas sufocada, não as trate com a impiedade que merecem. Hoje as escutas, amanhã a tortura, haverá em cada momento um herdeiro genético do Pide que não caçamos, com estrutura moral para se servir dos resultados dessa actividade, obtido nas catacumbas do equivalente quartel de uma qualquer Nova Legião. Mesmo que ele seja Juiz, porque juízes também o eram nos sinistros Tribunais Plenários e a Democracia ainda não se soube livrar deles. Tenho medo porque há quem goste. Tenho medo porque há quem não se importe. Tenho medo sobretudo, porque hà crianças na sala e elas sim, a ouvir sem querer e a ser deformadas pela pouca vergonha que vai na cabeça de cada adulto.
(Só quem não viveu os tempos da ditadura que precedeu o 25 de Abril não conseguirá sentir a mensagem deste texto - do ARROIOS)