A IDEIA DE CÂNDIDA ALMEIDA PARECE JUSTA E REVELA ISENÇÂO




UMA FORMA DE LIMPAR UM POUCO A IMAGEM DA JUSTIÇA. MAIS DESCREDIBILIZADA NÃO FICARIA! A NÃO SER QUE A CABRITA TIVESSE ACESSO A ELAS E AS ENTREGASSE AO ARQUITECTO PARA ESTE AS MANDAR PARA ANGOLAA tese foi ontem defendida, em entrevista ao Jornal de Negócios, por Cândida Almeida, a procuradora-geral adjunta (PGA), presidente do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP). Mas as suas palavras terão sido pouco aplaudidas, havendo mesmo quem as considere um "disparate". O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), apurou o DN, deverá hoje pronunciar-se sobre o assunto de forma crítica.
"A proposta pressupõe a admissão que os magistrados do MP violam o segredo de justiça. O que é absurdo", disse ao DN um procurador que pediu o anonimato, lembrando que algumas peças processuais do caso "Face Oculta" foram marcadas para evitar a fuga do segredo. "Um advogado passou uma dessas peças para um jornal e agora está a ser alvo de um inquérito-crime", acrescentou.
Na entrevista, Cândida Almeida defende um aumento das penas de forma a que o crime entre no catálogo daqueles que podem ser investigados com o recurso a escutas. Ou seja, que a pena prevista passe a ser superior a cinco anos de prisão. Questionada sobre como resolveria o problema de violação do segredo, a PGA respondeu: "Aumentando as penas para permitir outros meios de investigação, isso sim. E essas penas eram aplicadas a todos, desde o magistrado ao funcionário.






























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