O QUE ESTÃO OS ANACLETOS E QUEJANDOS A FAZER?
Commerzbank recomenda investir na dívida portuguesa
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A linha ia da Régua a Chaves, passando por Vila Real, Vila Pouca de Aguiar, Pedras Salgadas e Vidago. Foi ficando obsoleta. Deixou de ser rentável. Cada vez mais abandonada. Fecharam o troço de Vila Real a Chaves. Nos últimos anos, à espera que feche definitivamente, sobrou apenas este bocado, da Régua a Vila Real. . Que de vez em quando é fechado “para obras”. Um dia, já sabemos, não reabrirá. Como no Vale do Tâmega, no Tua, no Sabor e no Douro (de Pocinho a Barca d’Alva). Nestas linhas de comboio, os interesses de alguns grupos, a estupidez, a incúria, os patos bravos e a “modernidade” dos novos-ricos cometeram crimes sem perdão. (António Barreto)
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A primeira vez que ouvi alguém falar do PEC com uma linha raciocínio clara foi ontem, quando Paulo Portas respondia a Ana Lourenço. Não se trata de concordar ou deixar de concordar. Trata-se de ouvir uma exposição clara sobre o documento. (Portas, como Louçã, tem o mérito de ser assertivo.) Neste caso, a clareza permitiu o curioso deslize de ouvir Portas lamentar a ausência de medidas sobre o crédito... Para quem defende «menos Estado», não está mal!Até aqui, a demagogia tem dado para tudo. No Plano Encrespado, Medina Carreira insistiu na tese das «nove páginas». Silva Lopes bem tentou clarificar, explicando que aquelas nove páginas eram um memorando, nada mais que um memorando, mas Medina Carreira insistia: Ninguém pode levar a sério nove páginas. OK. O documento, como é sabido, tem 110 páginas.Eduardo Catroga, antigo ministro das Finanças (1993-95), apontado em vários círculos como o desejado para presidir a um governo de iniciativa presidencial, foi capaz de dizer, sem se rir, que a taxa de 45% do IRS sobre rendimentos anuais superiores a 150 mil euros... afastará de Portugal os melhores quadros.Por seu lado, a generalidade dos media descobriu um novo brinquedo: os salários dos gestores da PT. Em vez de se preocuparem com os milhões de Zeinal & Granadeiro, gostava de ver os media preocupados com as condições de vida das pessoas que têm de sobreviver com 200 euros por mês. Ou a tentar explicar por que razão um pensionista ou um aposentado, com rendimento mensal igual ou superior a 632 euros (seiscentos e trinta e dois), fica excluído dos apoios da rede de cuidados continuados integrados de saúde. Isto é que era interessante perceber. Os salários dos gestores de topo não resolvem nada.Há, nisto tudo, uma omissão grave. O ministro das Finanças devia ter vindo explicar ao país a razão das medidas contidas no PEC. Não interessa uma conferência de imprensa. Falo de uma comunicação formal. Vinte minutos chegam, mas é preciso fazer esse esclarecimento. Até ver, o PEC foi bem recebido na Europa. A Grécia teve de fazer três versões do seu, o nosso mereceu elogio público de Durão Barroso e Jean-Claude Juncker, o presidente do Eurogrupo. Sob artilharia dos media e outros grupos corporativos, a maioria dos contribuintes não sabe o que pensar. E tem o direito de saber.O governo decidiu levar o PEC a plenário da Assembleia da República. Nada o obriga a isso, mas faz bem em fazê-lo. Tudo indica que o CDS-PP, o PCP, o BE e os Verdes votem contra. O PSD fará o que Cavaco mandar fazer. Se, por hipótese, o documento for chumbado, como é? O governo desiste de o enviar para Bruxelas? Redige nova versão? Demite-se?
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Marcelo, um mentiroso compulsivo, teve o delírio do dia ao considerar que o PSD andou a reboque do PS ao adoptar a lei da rolha, considerando que a norma é idêntica a uma do PS. Este fulano, com tiques de inimputável e com a lata que o caracteriza, lança o labéu com o maior dos desplantes, indiferente às consequências de difundir mais uma das suas criativas mentirolas... Sabe o verrinoso linguareiro de mão na anca que foi o seu aliado PCP que o PSD copiou! Aliás a norma do PSD é ainda mais dura do que a do PCP pois enquanto este partido suspende até um ano ou expulsa o militante, o PSD suspende até dois anos ou expulsa quem critique a direcção. No lavadouro público das badalhoquices que o douto senhor frequentará dirão muita barbaridade, mas nenhuma lavadeira levará a palma a este douto lavador.
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La notte del Number One.
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A raposa anda há meses disfarçada de guarda do galinheiro, a defender a liberdade de expressão perdida pela Lusitânia, a segurar o "Estado de Direito ameaçado" por Sócrates (ou mesmo perdido, na versão europeia de Paulo Rangel) e agora, num momento de pura leviandade, à "menino guerreiro", vai a raposa alça o rabo lampeira e revela que o guarda do galinheiro, não é guarda, mas raposa esfomeada.Há dias em que não se pode ir para congressos." (Raimundo Narciso - Puxa Palavra)
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Orçamento da ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA para 2010
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Para além das muitas considerações e comentários sobre a aprovação da LEI DA ROLHA no interior do PSD, arrisco que se tratará de uma ideia do maoista-estalinista de Pacheco Pereira, ideólogo ao serviço da senhora Manuela Ferreira Leite, essa coitada a quem entregaram o Partido de Sá Carneiro e o devolve aos três tristes tigres em verdadeiro estado comatoso, envolto em profunda asfixia democrática Tudo com a superior condescedência do tabelião Marcelo visto que é sempre dele a última palavra sobre o PSD. (como é que aquilo pode ter ponta por onde se lhe pgue... ). Mas a famigerada regra que proibe criticas internas aos dirigentes do partido foi aprovada pela maioria do Congresso mafrense... e ostres tristes tigres só mais tarde se pronunciaram, de forma oportunista, contra essa regra. Para democratas tal disposição deveria ter sido condenada logo à partida, impedindo mesmo que ela fosse submetida a votação. Isto é um sintoma de que o sentido da ética anda muito arredado da vida do PSD, onde têm a pretensão de serem juizes da ética alheia, Partido que neste aspecto nos parece muito afectado por problemas freudianos. E não têm o direito de infectar com essas maleitas para a sociedade. Curem-se, reapareçam os sãos e escorreitos e internem para tratamento os casos mais problemáticos para impedirem tristes figuras... Aprecie-se, entretanto, o resultado:
-O congresso do PSD aprovou uma alteração estatutária de vulto: nos 60 dias anteriores a um acto eleitoral, os militantes que falem contra o partido ou contra o seu presidente são suspensos ou expulsos. Santana Lopes fez a proposta, a saudosa Dr.ª Manuela bateu palmas freneticamente e o congresso votou (352 votos a favor, 76 contra e 102 abstenções). Dando de barato que nestas "missas" partidárias todos os fiéis batem com a mão no peito quando toca a campainha para o efeito, a verdade é que de 530 almas só 76 deram pro
va de civilidade. Um dia destes aprovam a pena de morte de quem não render homenagem ás sacrossantas setas viradas para o Céu. Isto e a proposta da suspensão da democracia por seis meses é o património de asfixia democrática deixado pela imperatriz Manuela e seu indefectível monge, conselheiro da Marmeleira, autor da teoria da dita asfixia... maleita que o PSD exibe em todo o seu esplendor. E Sá Carneiro a dar cambalhotas na cova...
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Ricardo Costa na SIC-Notícias:
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de uma cultura tecnológica, e em termos do futuro do país".Frisou ainda que o Magalhães "gerou competências próprias em empresas portuguesas, permitiu a criação de 400 postos de trabalho e projectou o nome do país no estrangeiro, dando-lhe uma imagem de desenvolvimento e progresso".
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O país político vive há muitos meses, anos mesmo, nas nuvens, perdido nos labirintos das inutilidades em que se concentra, distanciando-se cada vez mais do país real (aquele que numa sondagem, hoje divulgada, da Universidade Católica, dá 41% de intenções de voto no Partido Socialista). Há meses que o país político concentra a sua atenção num negócio entre empresas privadas, como se o destino dos portugueses daí dependesse: a compra pela PT de 35% do capital da TVI à Prisa. O Parlamento esgota-se em Comissões de Ética e em Comissões de Inquérito à procura do "pecado original". Até Presidente da República, na entrevista de ontem, disse, com ar cândido: "numa sociedade democrática a compra de uma televisão não pode deixar de ser transparente. Não só não pode acontecer sem o conhecimento do governo, como sem o conhecimento da opinião pública. Deve ser uma operação muito transparente". Enquanto o país político se entretinha com as tretas do costume, na sexta-feira passada, um fundo norte-americano, o Liberty Acquisition, adquiriu a maioria do capital da Prisa e, em consequência, da TVI. Para tal, não foi necessário o "conhecimento do governo", nem o "conhecimento da opinião pública". As regras de mercado não se compadecem com a hipocrisia política reinante. E Cavaco Silva, pessoa que está tão talhada para o exercício do cargo que ocupa como um caracol para vencer uma maratona, ainda ontem naquele arremedo de entrevista no seu serão com a mulher do presidente da Câmara de Sintra, verteu peçonha bastante para dar fôlego à operação que os seus sequazes levam a cabo para destruírem a figura do Primeiro Ministro do Governo de Portugal. Dificilmente se encontrará na nossa história alguém que tenha exercido a mais alta magistratura da Nação com tão baixo substrato intelectual e falta de grandeza humana. Reeleger este homem será mesmo um acto anti-patriótico.
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través da sua participada Glan Agua, ganhou dois contratos na Irlanda para a concepção, construção e operação a 20 anos de 25 estações de tratamento de águas, no valor de 55,2 milhões de euros. Em comunicado à CMVM, o grupo adianta que dos 55,2 milhões de euros, cerca de 21 milhões correspondem à concepção e construção, que será assegurada pelo grupo."A obtenção destes contratos tem um especial significado, por integrarem um novo formato de projectos na Irlanda, em DBO (design, built and operate) e por serem os dois maiores concursos lançados na Irlanda em 2009", adianta.A Glan Agua, empresa participada em 70% pela Mota-Engil Ambiente e Serviços, foi constituída em 2008 e opera nas áreas de projecto e desenvolvimento.Jornal de Negócios. Que tem isto de extraordinário?
Absolutamenhte nada! Apenas nos recorda que o homem forte desta empresa, um quadro valioso do P.S., abandonou a actividade política farto das mais baixas calúnias que sobre ele lançavam os zeladores dos tachos que viam nele um obstáculo para alcançarem o reino da tacharia. Era duro de roer... Ainda subsiste o Sócrates, embora o tenham quase vindimado. Quando o PSD chegar. enfim, ao poleiro, a ruidosa vara deixará de roncar e regressará o silêncio ao chiqueiro.
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Contaminação
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ITALIANOS NÃO CONSEGUEM DIGERIR O SUCESSO DE MOURINHO E A SUA ARROGÂNCIA DE VENCEDOR INDISCUTÍVEL. DAÍ ATÉ TENTAREM ACHINCALHÁ-LO FOI UM PEQUENO PASSO. PEDEM AGORA A BEATIFICAÇÃO DA ESPOSA DO
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As virgens ofendidas:por Pedro Adão e Silva
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Nascida em 1857, Clara Zetkin foi uma socialista alemã que dedicou a sua vida à luta pelos direitos das mulheres. É graças a ela que, desde 1911, se celebra o Dia Internacional da Mulher.
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O Bloco de Esquerda vai tentar um acordo com a oposição da maioria social democrata para viabilizar a constituição de uma comissão de inquérito para determinar culpados pelos últimos temporais e, de caminho, a eventuais responsabilidades pelos danos supervenientes. Parece que São Pedro está em maus lençóis com os eufémios B.E. e afins do PSD à perna...
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Como tanta coisa em acelerada mudança a técnica do golpe de estado também está em franca evolução. Com exceção de alguns estados falhados, os golpes à Pinochet passaram de moda. Já não é preciso meter tanques e soldados na rua para tomar de assalto o poder. Já não é preciso derramar sangue, assassinar e torturar. Hoje, no mundo desenvolvido, existem outros meios bem mais poderosos para usurpar o que foi conquistado por via legítima e democrática. Os golpes "civilizados" são muitas das vezes de tipo palaciano. Sucedem no interior das elites dirigentes e raramente chegam ao domínio público. Dos casos recentes e conhecidos temos a forma como Yeltsin cedeu o poder a Putin por via de uma inusitada declaração televisiva. Há também os casos de pura fraude. É hoje evidente que Al Gore ganhou as eleições americanas de 2000, só que através da impostura na contagem de votos na Florida e sucessivas intervenções judiciais o poder foi entregue a Bush. Trata-se de casos pontuais. A técnica do golpe de estado em democracia tem evoluído com recurso à manipulação dos chamados contrapoderes. Sobretudo da justiça e dos media. No primeiro caso, temos um exemplo na tentativa de "impeachment" - destituição de um eleito por via de um processo formal -, do Presidente Clinton a propósito do seu caso com Monica Lewinsky. Através do equivalente a uma "comissão de inquérito" o procurador Kenneth Starr, numa saga digna de Hollywood, tentou por todos os meios, lícitos e ilícitos, derrubar o Presidente.Mas, numa sociedade crescentemente dominada pelos media, são estes que vão jogando um papel determinante nos processos de conquista ilegítima do poder. De tal modo que se fala hoje de um novo conceito, precisamente, o de golpe de estado mediático.Militar ou civil, fraudulenta ou formal, judicial ou mediática, a metodologia é sempre a mesma. Cria-se desordem e insegurança sob qualquer pretexto, para depois, os mesmos que estão na origem da instabilidade se apresentarem como salvadores da Pátria.Em Portugal estamos a viver o mecanismo. A tentativa de golpe de estado em curso tem seguido a cartilha com denodo. Tudo tem servido para descredibilizar o primeiro-ministro e gerar uma sensação de grande instabilidade política. Desde coisas claramente insignificantes, como a licenciatura de José Sócrates, até insinuações graves de corrupção, abuso de poder e até essa pérola que é o atentado ao Estado de Direito por via telefónica. Os meios são também conhecidos. Cirúrgicas fugas de informação; quebra constante do segredo de justiça; devassa da vida privada; agentes da justiça prontos a infringirem a lei que deviam defender; jornalistas dispostos a ampliarem a mais irrisória intriga ou mesmo a se tornarem agentes diretos da manipulação; intensa promiscuidade entre políticos, jornalistas, polícia e magistratura. É igualmente clara a origem do golpe. A direção do PSD não se conformou, nem conforma, com o resultado das últimas eleições e procura, por todos os meios, subverter o voto popular. Mesmo se nesse processo se provoca a demolição sistemática do edifício constitucional - veja-se a exigência descarada da demissão do Procurador e do Presidente do Supremo -, e um prejuízo efetivo, social e económico, do país.Acresce que numa fase de disputa interna, vai imperando no PSD a tendência de radicalização das posições mais extremistas. Quando ontem se falava da necessidade de garantir a estabilidade governativa, hoje fala-se já abertamente de derrube do Governo. Aliás, circula a ideia de que vencerá as eleições internas aquele que for capaz de garantir o "impeachment" de Sócrates, verdadeiro e único objetivo de tanta intriga, para o que o PSD possa finalmente regressar ao poder.Portugal é neste momento um tubo de ensaio do golpe de estado em democracia. O desfecho desta operação terá significativas consequências. Se o golpe vencer, a democracia vai ter de se adaptar a estes ataques, o que só pode acontecer com a diminuição das liberdades cívicas e individuais e crescente perda de transparência da ação política. Neste sentido, não é Sócrates ou o PS que estão em causa. É a liberdade individual e a capacidade de decisão coletiva que estão em risco. Por isso mais uma vez há que ter a coragem de dizer: no pasarán! E só é pena que muitos dos que se dizem liberais e de esquerda sejam coniventes com um tão evidente ataque à liberdade e à democracia.
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Como sempre sucede quando o povo se desnorteia (alô Santa Comba!...), apareceu um lente a pôr os pontos nos iis:- A ASAE é inconstitucional! – proclamou, do alto de tanto saber.Por duas vezes, o Tribunal da Relação de Lisboa foi na conversa.Mas como o tribunal competente para decidir sobre inconstitucionalidades é oTribunal Constitucional, acabaram-se as dúvidas: A ASAE é constitucional!
Moral: O que não nos faltam são legalistas que só respeitam a lei quando os obrigam…
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Manola é moçoila de trejeito, habla o espanhuel prefeito, tal como o saudoso Anhuca. As muitas palhaçadas em que se especializou fazem dela uma espécie de bobo da corte e, como Portugal é uma república, gosta de evocar a realeza vizinha na esperança de que a deixem brilhar em empresa castelhana que lhe dê guarida.Big Lips, seu petit nom, deve-se a características que a distinguem das outras colaboradoras e que a catapultam para o altar da ética onde gosta de satisfazer a clientela com os mais variados solfejos e fífias.Trás grande lucro, prazer e alegria a este estabelecimento o que justifica a afixação do seu retrato no quadro de honra da semana que termina.
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