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Nunca votarei Cavaco Silva ou Manuel Alegre, o primeiro porque o considero incompetente e, depois do que sucedeu com as falsas escutas a Belém, alguém que participou ou permitiu essa conspiração de baixo nível a partir de Belém, se houvesse vergonha nem se recandidatava; o segundo porque não lhe reconheço qualidades para presidente da minha junta de freguesia e também porque nunca votaria num candidato do Bloco de Esquerda.
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Muitos acreditam que a ciência descobriu que a "lei da selva" é a lei do mais forte, a lei da competição e da luta pela sobrevivência. Mais ainda, pensam que Darwin descobriu essa lei a partir de rigorosos estudos da natureza. Os incomensuráveis avanços na investigação científica no último século têm revelado, contudo, que a verdadeira "lei da selva" é a integração holística dos sistemas vivos e que todos os organismos supostamente em competição constituem, na verdade, partes interagentes de um sistema complexo numa perfeita sintonia que já dura cerca de 4 biliões de anos. Quem estuda a ciência de maneira rigorosa sabe que a estabilidade de uma célula e de organismos multicelulares depende da integração sistémica das suas partes. O mesmo acontece com os ecossistemas e o ciclo vital que sustenta o planeta, do qual fazem parte inclusive os minerais. Uma guerra de todos contra todos resultaria exactamente no contrário da estabilidade: a desintegração dos sistemas e a desestruturação da complexidade, sustentáculos do fenómeno a que chamamos vida. A "selva" é um ambiente de equilíbrio e integração, que envolve desde micro-organismos invisíveis, como bactérias e vírus, até grandes mamíferos e plantas. As leis não são escritas e não há sistema penal, mas há uma punição máxima para aqueles que desrespeitam a regra do equilíbrio: a perda de sintonia com o ambiente e, consequentemente, a extinção.O sistema capitalista teve sua origem no que Marx chamou de "acumulação originária", caracterizado pelo comércio competitivo, expropriação arbitrária e violenta de pequenas propriedades, escravidão e pilhagem de recursos de continentes invadidos e colonizados. Na Inglaterra, que teve especial destaque na alavanca desse sistema, surgiram diversas teorias justificando esse tipo de atividade predatória.No auge do imperialismo britânico do século XIX, Malthus defendeu que a vida em sociedade era uma luta pela sobrevivência, dada a escassez de recursos em relação ao crescimento populacional. Spencer, em consonância com Malthus, pontificou que os vencedores dessa luta eram os mais aptos, que superavam, pelas suas qualidades intrínsecas, as raças, classes e indivíduos inferiores e menos competentes. Se as pessoas que celebram o bicentenário de Darwin se dessem ao trabalho de ler "A Origem das Espécies" veriam que o autor dá o crédito aos seus mestres e diz que sua ideia "é a ideia do sr. Malthus aplicada à totalidade dos reinos animal e vegetal". Spencer é citado cinco vezes na tão celebrada e pouco estudada obra.A partir daí as nossas mentes foram treinadas a ver a competição do leão (predador) com as zebras ou gnus (presas), mas não para se atentar para o facto de que ambos, predador e presa, convivem a milhões de anos no mesmo espaço, em situação de equilíbrio harmónico, sem consequências ecológicas negativas. Aceitamos ideias como "egoísmo" de genes, sem nos perguntarmos como tal sentimento humano pode ser propriedade de um pedaço de matéria que nem sequer está viva – os genes são apenas moléculas que só possuem função numa célula e em interação com outras centenas de moléculas. Portanto, o capitalismo não é selvagem. É o oposto do que ocorre na natureza, uma violação da regra básica do equilíbrio, integração e cooperação que vigora no mundo natural. Por isso a sua manutenção nos está a conduzir à pena máxima aplicada aos que não seguem a verdadeira lei da selva: a extinção
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Lisboa ocupa o 45º lugar no ranking da qualidade de vida, à frente de cidades como Roma, Madrid ou Nova Iorque. Viena, por outro lado, lidera o ranking anual pelo segundo ano consecutivo, revela estudo sobre qualidade de vida realizado pela consultora Mercer.
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Confisco, bancarrota, violência, extorsão, situação explosiva, são palavras agora usadas por políticos e banqueiros, para que haja, estabilidade, governabilidade, reeleição, mas desde que as crianças não sofram na sua alimentação com os pais desempregados. Vale-nos que Mourinho é bicampeão, enquanto Ronaldo lá veio do além, em helicóptero, mas não salvou os que se afogaram, porque ainda não chegámos à época balnear nem à dos incêndios, onde não convém que voltemos a ser gregos.
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Brincando com o fogo, No editorial do Diário de Notícias, hoje. Excerto:«[...] o Parlamento está a brincar com o fogo, politizando a justiça, em clara violação do princípio axial de um Estado de direito, a separação de poderes. Felizmente, o presidente da Comissão de Inquérito, Mota Amaral, que é também deputado do PSD, fez ontem uma clara escolha pela responsabilidade contra a demagogia e o populismo encenado por Pacheco Pereira e proibiu as referências ao conteúdo das escutas telefónicas na comissão e no relatório, considerando que isso é inconstitucional. Seria com certeza. E também uma inaceitável violação do segredo de justiça.»
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A partir daqui uma verdadeira notícia do mundo da cultura.
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Qual Marx, qual coiso, o comunismo português é de origem medieval, segundo informam os próprios. Mas, óbvio, Jerónimo está a ser moderado. Porque não passa pela cabeça de ninguém que a revolta de Viriato não tenha sido um combate contra o caminho de estagnação, retrocesso e desastre nacional que nos estava a ser imposto a partir de Roma. Tal como as gravuras em Foz Côa: se observadas a certa hora crepuscular, a partir de um certo ângulo só conhecido pelo Comité Central, revelam símbolos da luta popular contra forças invasoras e imperialistas, especialmente mamíferos de grande porte.'
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Miguel Sousa Tavares, Imperdoável, no Expresso
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«Invocar a crise como pretexto para não vetar politicamente um diploma que contraria todas as suas convicções (inclusive religiosas) não é mais do que um acto de falta de coragem política e calculismo eleitoral. Na verdade, a oito meses das próximas eleições presidenciais, Cavaco tentou a quadratura do círculo: não perder votos na sua base social de apoio e ganhar capacidade de penetração à esquerda, não abrindo brechas que pudessem vir a ser ocupadas por Manuel Alegre. Caso se recandidate, o tiro pode, no entanto, vir a sair-lhe pela culatra. A avaliar pelas reacções que se seguiram às suas palavras, não só não conquistou qualquer apoio à esquerda como fez disparar a desilusão entre os seus apoiantes. O Presidente alienou, assim, as suas convicções para não ser obrigado a promulgar a lei em segundas núpcias.» [DN]
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FESTA EM MILÃO
tuguês à frente da equipe italiana. Na entrevista coletiva, após levantar a taça, o técnico revelou a saída e a nova ambição de conquistar a Champions League por outro clube."Quero tornar-me o primeiro técnico a vencer a Liga dos Campeões por três clubes diferentes. O meu trabalho aqui está feito e não quero dizer mais nada, para não chorar. E, se eu chorar, não vou ser lúcido", explicou. Mourinho aproveitou para elogiar a equipe: "sou o homem mais feliz do mundo. Foi uma Champions fantástica. Vencemos o Chelsea, o Barcelona, o Bayern", completou o técnico. José Mourinho é o nome mais cotado para assumir o comando do Real Madrid na próxima temporada substituindo o chileno Manuel Pellegrini. O treinador português faturou sua segunda Champions League. A primeira havia sido em 2004, com o Porto.
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A crer no Conselho Pedagógico da Faculdade de Direito os gays podem ser comparados com animais. Este conselho nem sequer questionou este princípio limitando-se a verificar se ele ofendia os alunos. Marcelo está de parabéns, o seu conselho repôs a "normalidade" e a ordem natural das coisas. Será que vai comentar este parecer no seu novo programa da TVI?
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Dá vontade de chorar - mais raiva do que tristeza - ouvir dizer isto àqueles mesmos que durante anos massacraram os portugueses com campanhas intensivas no sentido contrário àquilo que hoje apregoam em tom dramático senão provocatório. Lembro-me de um dia ter sido eu a massacrar um mensageiro qualquer, coitado, sediado algures num call-center, dando-lhe recado para transmitir ao chefe que não queria mais cartão de crédito nenhum, que estava farto de receber telefonemas com as mais incríveis ofertas, que não me telefonassem mais àquela hora, que as vantagens que me ofereciam eram impossíveis de cumprir, blá blá blá … há que tempos que o telefone não toca (!) mas os mandantes, hoje, não mostram arrependimento (nem se suicidam!), antes pelo contrário, escondem de forma agressiva, e grosseira, as suas responsabilidades como se os cidadãos, clientes … consumidores … tivessem nascido ontem. Honra seja feita aqueles poucos banqueiros que, certamente, por pudor, se mantêm em recato.
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