BELO GOLO DE CHAPÉU


Pode ser que um dia destes nos comecem também a respeitar como País que somos mas que temos tratado tão mal.


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Que misterioso zelo se terá apoderado da PSP da Praia da Vitória que parece ter a sua força empenhada em vigiar, com rigor de estado de sítio, o estacionamento automóvel na Rua Doutor Sousa Júnior, vulgo Rua do Rossio e, em contrapartida, consentindo, quase sem impedimento, o estacionamento na Rua de Jesus (onde o estacionamento é proibido) levando mesmo à situação caricata de um automóvel aí estacionado e mal travado se ter lançado rua abaixo provocando o pânico nos transeuntes. Comenta-se que são situações de maior ou menor zelo dos agentes mas isso não é argumento aceitável porque a PSP é uma força prestigiada e de provas dadas em todo o território nacional(e não só) pela sua eficácia e modernidade e era o que faltava entre nós as coisas serem diferentes. E não acreditamos que, aqui, cada agente tenha a sua policiazinha... Mas alertamos para o facto o respectivo Comando.
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Gráfico demonstrativo da evolução do PIB português através do qual se pode constatar que foi durante e a partir da governança do Prof. Aníbal Cavaco Silva que se verificou a mais dramática quebra do produto nacional, o que revela também, por dedução, o nível da competitividade, factor com o qual o Prof. agora nos atazana o juizo. Em suma no final dos anos oitenta já estávamos de tanga. A roupa não engana!
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"O Presidente da República que nosso senhor nos deu, tão lesto a condenar o putativo negócio da compra da TVI pela PT, mantém agora um silêncio altamente comprometedor.
Em vão se procura nos jornais a posição de Cavaco ou na tão afamada página oficial da Presidência das República na internet, que é, a par da do Vaticano, aquela onde o se anuncia estar “Toda a Verdade”, e nada se encontra." (J.M. Correia Pinto
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Para além das trivialidades dos ataques de carácter aqui está uma questão política a sério. É por este lado, o da política que envolve os interesses da comunidade e orienta a estratégia do Estado, que vale a pena avaliar os políticos, as suas ideas e tomadas de posição. Eis como, de súbito, o longe se faz perto, o fraco se faz forte, o futuro se faz presente. Aconteça o que acontecer. É desta fibra que se fazem os Estadistas.
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A VERGONHOSA CAÇA AO HOMEM NUM PAÍS DE INSTITUIÇÕES MACABRAS QUE NEM NO TERCEIRO MUNDO TERIAM HOJE LUGAR
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Tinha pensado dizer umas coisas sobre as SCUT's, o tema da moda", que acabavam por meter as sondagens, a ambição desmedida e o Passos Coelho ao barulho, mas como disse ontem, não ando com muita disposição para escrever. Fica só a ideia de que para este Coelho é bom que tenha calma, que não se ponha por aí a andar depressa demais por essas scuts, ou ainda acaba como a outra que morreu enforcada no seu próprio cachecol.
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Qualquer que seja a solução, caso haja, os estragos estão por aí: Os cacos em que se transformou uma entente sem consistência, estão bem à vista.
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O Cavaquismo clientelar
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Desde que chegou à Presidência, Cavaco revelou-se, em todo o esplendor, na sua mesquinhez, incapacidade, mediocridade e pequenez de alma. Já nem os amigos o suportam ou defendem. A incrível sucessão de gaffes, figuras tristes, conspirações e inventonas que coleccionou nestes quatro anos tornaram evidente a necessidade de não lhe confiar um segundo mandato. A sua reeleição representará um autêntico retrocesso civilizacional para Portugal. Dificilmente se esquecerão a deprimente viagem de Inverno a Praga, o insolente tratamento a que foi sujeito na Madeira, a vergonhosa inventona das escutas de que o coitado assessor Lima teve de assumir as culpas, ou a miserável atitude na morte de José Saramago. 2010, além de ficar conhecido, como bem disse Zapatero, como o Ano da Morte de Saramago,deveria ficar também assinalado, em Portugal, como o Ano da morte e enterro do Cavaquismo.E aqui uma recordação das parolices de Cavaco
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"Sinto-me sozinho a puxar pela confiança e pelas energias do País", confessou ontem, no Parlamento, o primeiro-ministro, José Sócrates, um dia depois de o Presidente da República ter reafirmado que o País se encontra "numa situação económica insustentável", bastando para tal "ter presente a evolução de três variáveis: o desequilíbrio das contas externas, a dimensão da dívida externa e o pagamento ao exterior de juros e outros rendimentos".
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Esta tarde, reparem nos jogadores mais escuros, de Miguel a Maicon, passando por Liedson e Robinho. Nenhum usa pó-de-arroz! O porquê da exclamação? Eu conto: em 1914, Carlos Alberto, vago moreno, para jogar ao lado dos grã-finos e brancos do Fluminense, clube do Rio, usava aquele artifício para parecer igual aos colegas - e, ainda hoje, esse é o nome, "pó-de-arroz", lançado aos do Fluminense. Mero episódio? Não, era o costume do tempo. Em 1921, o Presidente brasileiro Epitácio Pessoa deu ordens para só haver brancos na equipa brasileira que ia jogar à Argentina. Sabem quando tudo mudou? Em 1922, o Vasco da Gama subiu ao campeonato principal - era o clube dos comerciantes portugueses do Rio de Janeiro. Clube dos Manuéis, vendendo bacalhau e usando tamanco, tá vendo? Pois, mas o primeiro clube a alinhar brancos, negros e mulatos. Já em 1904, o Vasco da Gama tinha eleito para presidente um tal Cândido José de Araújo, mulato: "Nunca tinha acontecido num clube desportivo brasileiro" (Histoire du Football au Brésil, de Michel Raspaud, livro lançado este mês em Paris). Um dia, o clube fez este anúncio: "Clube de Regatas Vasco da Gama - um clube tão preto e branco quanto o Brasil". Portugal há muitos, o meu é este, o do Vasco da Gama e o do Coluna em 66. Sem pó--de-arroz. Por isso, olho antes de o jogo começar e vejo que estou a ganhar.
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A propósito do pedido de levantamento da imunidade do Primeiro-Ministro
Juízes e procuradores, que violam grosseira e ostensivamente a lei, estão a mais na justiça.
Nos últimos tempos, tem sido o pão nosso de cada dia, mas não está provado que seja por ignorância…
Como se diz aqui ao lado, "este caso está na linha daquele em que um advogado britânico requereu a um Tribunal que prendesse o Papa quando este chegasse a Londres."
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O Estado insiste em dar educação sexual aos meus filhos e encomendou o serviço a uma associação qualquer sem me perguntar se quero. Devem achar que não dou conta do recado, que não sei. Cheira- -lhes. Têm um dedinho que advinha, uma pulga atrás da orelha, foi um passarinho que lhes soprou ao ouvido. Qualquer coisa. Pergunto: porquê? Conhecem-me de algum lado? Já agora, podiam fazer uma rusga pelo país para averiguar se os meninos comem a sopa em vez de gomas, ou se lêem os livros correctos, ou se lavam os dentes e as mãos. Podiam mesmo criar o Ministério do Grande Educador. Mas o defeito deve ser meu: esta crença cega na Liberdade e na Democracia condiciona-me o raciocínio. Sendo eu uma perigosa democrata, acho que ninguém tem nada a ver com a educação sexual dos meus filhos, nem com a sua educação religiosa ou política. Muito menos o Estado, que não percebe patavina do assunto.
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Aqueles que já viveram mais tempo lembram-se deles, dos pulhas, que estabeleciam laços de proximidade para explorarem a linguagem descontraída e muitas vezes excessiva que é usada em privado, entre gente próxima e em processo comum. Esses que já viveram o tempo suficiente para terem conhecido os pulhas sabiam, na altura, que tinham de desconfiar de quem se aproximava e não dar largas ao discurso descontraído e despreocupado porque uma palavra excessiva ou uma imagem ou ideia mais acutilante, poderia vir a ser usada, muitas vezes com descontextualização e adulteração, para atirar com quem a proferisse para uma sala de 2x2 e para o interrogatório e sevícia dos esbirros da intolerância e da censura.
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"Mesmo que a rota da minha vida me conduza a uma estrela, nem por isso fui dispensado de percorrer os caminhos. Mesmo os do mundo" Saramagovídeo ««««clicar no link
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O romance de José Saramago Evangelho segundo Jesus Cristo foi cortado da lista dos concorrentes ao Prémio Literário Europeu, pelo Subsecretário de Estado da Cultura, Sousa Lara. Porquê? "Porque não representa Portugal".
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fazerem, com desvelo, o servicinho sujo.
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A direita encostada à Igreja anda em desatino com o casamento. Aliás, a direita evangélica sempre andou em desatino com o casamento. Foi assim com o casamento civil, foi assim com o divórcio e é agora assim com esta nova forma de dar aos cidadãos os mesmos direitos independentemente das suas opções. A direita encostada à Igreja vive em permanente sobressalto com medo que se saiba que nessa mesma direita encostada à Igreja se faz sexo fora do casamento, se usa preservativo dentro e fora do casamento, se fazem divórcios de casados pela Igreja, se registam casamentos fora da Igreja e, para bem do Diabo, até há gente que vive com gente do mesmo sexo. Tudo às escondidas, claro, no segredo do confessionário.
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«A preocupação do PSD é "encontrar mecanismos que sejam extraordinários também, adequados a esta conjuntura difícil, que permitam que aqueles que estão desempregados ou à procura do primeiro emprego tenham uma circunstância mais favorável do ponto de vista contratual para poderem ter uma situação de emprego e que as empresas, aquelas que podem oferecer trabalho, tenham também mecanismos mais flexíveis durante este período extraordinariamente difícil, de modo a dar um contributo líquido para a criação de emprego»
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Felipe González Márquez (Dos Hermanas (Sevilha), 5 de Março de 1942) é um político espanhol. Foi secretário-geral do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) de 1974 a 1997 Foi o terceiro presidente do Governo desde a reinstauração da democracia na Espanha, de 1982 a 1996.
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