11 março 2011

ESTE NÃO É O MEU PRESIDENTE

ESTE NÃO É O MEU PRESIDENTE
UM HOMEM RANCOROSO

10 março 2011

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

A Declaração Universal dos Direitos Humanos

1948 Sentido histórico

Durante a sessão de 16 de fevereiro de 1946 do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, ficou assentado que a Comissão de Direitos Humanos, a ser criada, deveria desenvolver seus trabalhos em três etapas. Na primeira, incumbir-lhe-ia elaborar uma declaração de direitos humanos, de acordo com o disposto no artigo 55 da Carta das Nações Unidas. Em seguida, dever-se-ia produzir, no dizer de um dos delegados presentes àquela reunião, “um documento juridicamente mais vinculante do que uma mera declaração”, documento esse que haveria de ser, obviamente, um tratado ou convenção internacional. Finalmente, ainda nas palavras do mesmo delegado, seria preciso criar “uma maquinaria adequada para
assegurar o respeito aos direitos humanos e tratar os casos de violação”.
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A primeira etapa foi concluída pela Comissão de Direitos Humanos em 18 de junho de 1948, com um projeto de Declaração Universal de Direitos Humanos, aprovado pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro do mesmo ano. A Segunda etapa somente se completou em 1966, com a aprovação de dois pactos, um sobre direitos civis e políticos, e outro sobre direitos econômico, sociais e culturais. Antes disso, porém, a Assembléia Geral das Nações Unidas aprovou várias convenções sobre direitos humanos, referidas mais abaixo. A terceira etapa, consistente na criação de mecanismos capazes de assegurar a universal observância desses direitos, ainda não foi completada. Por enquanto, o que se conseguiu foi instituir um processo de reclamações junto à Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas, objeto de um protocolo facultativo, anexo ao Pacto sobre direitos civis e políticos.
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A Declaração Universal dos Direitos Humanos, como se percebe da leitura de seu preâmbulo, foi redigida sob o impacto das atrocidades cometidas durante a 2ª Guerra Mundial, e cuja revelação só começou a ser feita – e de forma muito parcial, ou seja, com omissão de tudo o que se referia à União Soviética e de vários abusos cometidos pelas potências ocidentais – após o encerramento das hostilidades. Além disso, nem todos os membros das Nações Unidas, à época, partilhavam por inteiro as convicções expressas no documento: embora aprovado por unanimidade, os países comunistas (União Soviética, Ucrânia e Rússia Branca, Tchecoslováquia, Polônia e Iugoslávia), a Arábia Saudita e África do Sul abstiveram-se de votar.
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Seja como for, a Declaração, retomando os ideais da Revolução Francesa, representou a manifestação histórica de que se formara, enfim, em âmbito universal, o reconhecimento dos valores supremos da igualdade, da liberdade e da fraternidade entre os homens, como ficou consignado em seu artigo I. A cristalização desses ideais em direitos efetivos, como se disse com sabedoria na disposição introdutória da Declaração, far-se-á progressivamente, no plano nacional, como fruto de um esforço sistemático de educação em direitos humanos.

A força jurídica do documento
Tecnicamente, a Declaração Universal dos Direitos do Homem é uma recomendação, que a Assembléia Geral das Nações Unidas faz aos seus membros (Carta das Nações Unidas, artigo 10). Nesta condição, costuma-se sustentar que o documento não tem força vinculante. Foi por essa razão, aliás, que a Comissão de Direitos Humanos concebeu-a, originalmente, como etapa preliminar à adoção ulterina de um pacto ou tratado internacional sobre o assunto, como lembrado acima.
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Esse entendimento, porém, peca por excesso de formalismo. Reconhece-se hoje, em toda parte, que a vigência dos direito humanos independe de sua declaração em constituições, leis e tratados internacional, exatamente porque se está diante de exigências de respeito à dignidade humana, exercidas contra todos os poderes estabelecidos, oficiais ou não. A doutrina jurídica contemporânea, de resto, como tem sido reiteradamente assinalado nesta obra, distingue os direitos humanos fundamentais, na medida em que estes últimos são justamente os direitos humanos consagrados pelo Estado como regras constitucionais escritas. É óbvio que a mesma distinção há de ser admitida no âmbito do direito internacional.
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Já se reconhece aliás, de há muito, que a par dos tratados ou convenções, o direito internacional é também constituído pelos costumes e os princípios gerais de direito, como declara o Estatuto da Corte internacional de Justiça (art. 38). Ora, os direitos definidos na Declaração de 1948 correspondem, integralmente, ao que o costume e os princípios jurídicos internacionais reconhecem, hoje, como exigências básicas de respeito à dignidade humana. A própria Corte Internacional de Justiça assim tem entendido. Ao julgar, em 24 de maio de 1980, o caso de retenção, como reféns, dos funcionários que trabalhavam na embaixada norte-americana em Teerã, a Corte declarou que “privar indevidamente seres humanos de sua liberdade, e sujeitá-los a sofrer constrangimentos físicos é, em si mesmo, incompatível com os princípios da Carta das Nações Unidas e com os princípios fundamentais enunciados na Declaração Universal dos Direitos Humanos”.
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Inegavelmente, a Declaração Universal de 1948 representa a culminância de um processo ético que, iniciado com a Declaração dos direito do Homem e do Cidadão, da Revolução Francesa, levou ao reconhecimento da igualdade essencial de todo ser humano em sua dignidade de pessoa, isto é, como fonte de todos os valores, independentemente das diferenças de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição, como se diz em seu artigo II. E esse reconhecimento universal da igualdade humana só foi possível quando, ao término da mais desumanizadora guerra de toda a História, percebeu-se que a idéia de superioridade de uma raça, de uma classe social , de uma cultura ou de uma religião, sobre todas as demais, põe em risco a própria sobrevivência da humanidade.

O teor do documento
A Declaração abre-se com a proclamação dos três princípios axiológicos fundamentais em matéria de direitos humanos: a liberdade, a igualdade e a fraternidade.
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A formação histórica dessa tríade sagrada remonta a Revolução Francesa. Mas a sua consagração oficial em textos jurídicos só se fez tardiamente. A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789, tal como o Bill of Rights de Virgínia de 1776, só se referem à liberdade e à igualdade. A fraternidade veio a ser mencionada, pela primeira vez – e, ainda assim, não como princípio jurídico, mas como virtude cívica -, na constituição francesa de 1791. Foi somente no texto constitucional da Segunda república francesa, em 1848, que o tríptico veio a ser oficialmente declarado.
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O princípio da igualdade essencial do ser humano, não obstante as múltiplas diferenças de ordem biológica e cultural que os distinguem entre si, é afirmado no artigo II. O pecado capital contra a dignidade humana consiste, justamente, em considerar e tratar o outro – um indivíduo, uma classe social, um povo – como um ser inferior sob pretexto da diferença de etnia, gênero, costumes ou fortuna patrimonial. Algumas diferenças humanas, aliás, não são deficiências, mas bem ao contrário, fontes de valores positivos e, como tal, devem ser protegidas e estimuladas. Como conseqüências dessa igualdade de essência, o artigo VII reafirma a regra fundamental da isonomia, proclamada desde as revoluções americana e francesa do século XVIII.
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Na Declaração Universal dos Direitos do Homem, o princípio da liberdade compreende tanto a dimensão política, quanto a individual. A primeira vem declarada no artigo XXI e a Segunda nos artigos VII e XVI a XX. Reconhece-se, com isto, que ambas essas dimensões da liberdade são complementares e independentes. A liberdade política, sem as liberdades individuais, não passa de engodo demagógico de Estados autoritários ou totalitários. E o reconhecimento das liberdades individuais, sem efetiva participação política do povo no governo, mal esconde a dominação oligárquica dos mais ricos.
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O princípio da solidariedade está na base dos direitos econômicos e sociais, que a Declaração afirma nos artigos XXII a XXVI. Trata-se de exigências elementares de proteção às classes ou grupos sociais mais fracos ou necessitados, a saber:

a) o direito à seguridade social (arts. XXII e XXV
b) o direito ao trabalho e à proteção contra o desemprego (art. XXIII, 1);

c) os principais direitos ligados ao contrato de trabalho, como a remuneração igual por trabalho igual (art. XXIII, 2), o salário mínimo (art. XXIII, 3); o repouso e o lazer, a limitação horária da jornada de trabalho, as férias remuneradas (art. XXIV);

d) a livre sindicalização dos trabalhadores (art. XXIII, 4);

e) o direito à educação: ensino elementar obrigatório e gratuito, a generalização da instrução técnico-profissional, a igualdade de acesso ao ensino superior (art. XXVI).
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A Organização Internacional do Trabalho, em particular, tem desenvolvido por meio de convenções os vários direitos do trabalhador declarados no artigo XXIII./p>
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Após enunciar, nos três primeiros artigos, os valores fundamentais da liberdade, da dignidade e da fraternidade, e proclamar que todos os seres humanos têm direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal, a Declaração assenta a proibição da escravidão e do tráfico de escravos (art. IV). Teria sido sem dúvida mais lógico fazer preceder esse dispositivo da declaração de princípios consignada no artigo VI: “todo homem tem direito de ser, em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei”. Este o princípio capital em matéria de direitos humanos. Na verdade, os escravos não são os únicos seres humanos aos quais se denegam todos os direitos: o mesmo ocorreu com os apátridas durante a 2ª Guerra Mundial, como será lembrado mais abaixo.
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Em aplicação ao dispositivo no artigo IV da Declaração, uma conferência de plenipotenciários, convocada pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, aprovou em 7 de setembro de 1956 uma Convenção Suplementar sobre a abolição da escravatura e de situações similares à escravidão, bem como do tráfico de escravos.
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Com base nos dispositivos da Declaração que consagram as liberdades individuais clássicas e reconhecem os direitos políticos (art. XXI), as Nações Unidas adotaram, subseqüentemente, três convenções internacionais. A primeira em 20 de dezembro de 1952, destinada a regular os direitos políticos das mulheres, segundo o princípio básico da igualdade entre os sexos. A Segunda, em 7 de novembro de 1962, sobre o consentimento para o casamento, a idade mínima para o casamento e o registro de casamentos (art. XVI da Declaração). A terceira, em 21 de dezembro de 1965, sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial.
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A par desses direitos e liberdades tradicionais, a Declaração estende o sistema de proteção universal da pessoa humana a novos setores.
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A 2ª Guerra Mundial engendrou uma multidão de refugiados, em toda a Europa. Além disso, o Estado nazista aplicou, sistematicamente, a política de supressão da nacionalidade alemã judaica. Logo após a guerra, Hannah Arendt chamou a atenção para a novidade perversa desse abuso, mostrando como a privação de nacionalidade fazia vítimas pessoais excluídas de toda proteção jurídica no mundo. Ao contrário do que se supunha no século XVIII, mostrou ela, os direitos humanos não são protegidos independentemente da nacionalidade ou cidadania. O asilado político deixa um quadro de proteção nacional para encontrar outro. Mas aquele que foi despojado de sua nacionalidade, sem ser opositor político, pode não encontrar nenhum Estado disposto a recebê-lo: ele simplesmente deixa de ser considerado uma pessoa humana. Numa fórmula tornada célebre, Hannah Arendt concluiu que a essência dos direitos humanos é o direito a ter direitos.
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Tendo em vista esse precedente, a Declaração, além de reconhecer o direito de asilo a todas as vítimas de perseguição (art. XIV), firma o direito de todos a uma nacionalidade (art. XV). As Nações Unidas ocuparam-se sucessivamente dessa questão, em três ocasiões. Em 28 de junho de 1951, em obediência à Resolução 429 (Você) da Assembléia Geral, datada de 14 de dezembro de 1950, uma conferência de plenipotenciários sobre o status dos refugiados apátridas aprovou uma primeira Convenção sobre a matéria. Em 28 de setembro de 1954, outra Convenção internacional, invocando a Declaração Universal de Direitos Humanos, regulou a situação dos apátridas não refugiados. Finalmente, em 30 de agosto de 1961, uma terceira Convenção, tendo por objeto reduzir o número de apátridas, foi adotada por uma conferência de plenipotenciários, convocada por uma resolução da Assembléia Geral de 4 de dezembro de 1954.
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Outro traço saliente da Declaração Universal de 1948 é a afirmação da democracia como único regime político compatível com o pleno respeito aos direitos humanos (arts. XXI e XXIX, alínea 2). O regime democrático já não é, pois, uma opção política entre muitas outras, mas a única solução legítima para a organização do Estado.
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É de se assinalar, finalmente, o reconhecimento, no artigo XXVIII, do primeiro e mais fundamental dos chamados direitos da humanidade, aquele que tem por objetivo a constituição de uma ordem internacional respeitadora da dignidade humana.

09 março 2011

ANGELA MERKEL






Angela Merkel convida o primeiro-ministro português a ir até Berlim.

A convite da chanceler alemã Angela Merkel, José Sócrates esteve no passado dia 4 em Berlim para a reunião preparatória da cimeira europeia a decorrer nos dias 24 e 25 deste mês e também para debater a questão do Fundo Europeu de Estabilização Financeira.Na conferência de imprensa que sucedeu a reunião, Merkel garantiu que não foi discutida a necessidade de Portugal pedir apoio financeiro internacional. A chefe do Governo alemão elogiou as reformas do governo português com vista à consolidação orçamental. No entanto, afirmou que há necessidade de assegurar a sua implementação.
José Sócrates reforçou que não é necessária ajuda externa, apesar de na semana passada a taxa de remuneração da dívida soberana ter chegado a um máximo histórico de 7,72%. O primeiro-ministro, receando que a sua ida a Berlim fosse encarada como um acto servil, afirmou que "o meu país tem oito séculos de história, o meu país não é subserviente com ninguém, só é subserviente com o seu povo e com aquilo que o povo tem a dizer".



O ISLÃO É O PROBLEMA OU A SOLUÇÃO?





A Irmandade Muçulmana tem usado muitas vezes o slogan "A solução é o islão". No Ocidente tira-se quase sempre a conclusão oposta: "O problema é o islão"

CAIRO - Um extraterrestre perspicaz que tivesse vindo parar à Terra há um milénio teria partido do princípio de que as Américas acabariam por ser colonizadas, não por europeus primitivos, mas pela civilização árabe, mais avançada - e que em resultado disso hoje todos nós falaríamos árabe.
No entanto, depois de 1200, mais ou ou menos, o Médio Oriente estagnou economicamente e hoje o que o distingue são os níveis elevados de analfabetismo e os poderes autocráticos. Assim, os recentes movimentos pró-democracia conduzem-nos a uma questão básica: porque demorou tanto? E também a uma outra, politicamente incorrecta: a razão do atraso do Médio Oriente poderá ser o islão?
O sociólogo Max Weber, entre outros, argumentou que o islão é por natureza um mau fundamento para o capitalismo, e alguns apontaram em particular os pruridos do islamismo em relação ao pagamento de juros sobre empréstimos.No entanto, esta ideia não me parece correcta. Já houve outros especialistas que observaram que em muitos sentidos o islão favorece mais o comércio que as outras grandes religiões. O profeta Maomet foi um comerciante bem-sucedido e com uma simpatia pelos ricos que Jesus não teve. Além disso, se pensarmos, por exemplo, no século xii, o Médio Oriente é um centro de cultura e comércio de importância global. Se o islão hoje é um travão da actividade económica, porque não o foi então?
No que diz respeito à hostilidade aos juros e ao sistema de empréstimos, encontramos ensinamentos semelhantes em textos judaicos e cristãos, além de que aquilo que o Alcorão proíbe não são os juros enquanto tais, mas a "riba", uma forma extrema de usura que podia conduzir à escravização dos que não conseguiam pagar as dívidas. Até ao fim do século xviii, houve tantos árabes como cristãos ou judeus a emprestar dinheiro no Médio Oriente. Ainda hoje, mesmo nos países muçulmanos mais conservadores, os empréstimos a juros são correntes.Muitos árabes têm uma explicação alternativa do atraso da região, que é o colonialismo ocidental. Parece-me igualmente falaciosa, além de que a cronologia não bate certo. "Apesar de todos os motivos de descontentamento, o período colonial operou uma transformação fundamental da região, e não a estagnação. Os níveis de alfabetização e de escolarização melhoraram, e não os de analfabetismo, e o mesmo aconteceu com o bem-estar económico", escreve Timur Kuran, historiador da economia da Duke University, num livro meticulosamente documentado, "The Long Divergence: How Islamic Law Held Back the Middle East". Ler mais aqui






BELEZAS DE PORTUGAL





PASSEIO DE BARCO PELO RIO DOURO
Nas vésperas da Primavera, em que o sol espreita por mais algumas horas e o clima convida a aproveitar os dias, nada melhor do que um passeio de barco pelo rio Douro para relaxar!
Envolta pela magnífica paisagem natural, a realização de um cruzeiro surge como a oportunidade ideal para conhecer a panorâmica das margens do rio Douro, podendo optar pelos serviços de diversas empresas com actividade neste sector. Sugere-se então a opção ‘Douro Vintage’ oferecida pela BarcaDouro, cujo percurso Porto-Régua-Porto possibilita, além do almoço servido a bordo, uma visita às caves vinícolas e a degustação de um cálice de vinho do Porto.
Vista roupa confortável, rodeie-se de amigos e aprecie o melhor que o Douro tem para oferecer, ladeado pela Ribeira de fachadas tradicionais e restaurantes de comida típica que convidam ao convívio e observe a arquitectura monumental da Ponte Dom Luís, que serve como interface de ligação entre Vila Nova de Gaia e a cidade Invicta.

A MULHER - O SER MAIS MARAVILHOSO DA CRIAÇÃO

MAIS MIL MILHÕES!!!






Portugal coloca 1.000 ME na linha com maturidade em setembro de 2013
Lisboa, 09 mar (Lusa) - O Estado colocou hoje mil milhões de euros na linha de Obrigações do Tesouro que vence em setembro de 2013, a uma taxa de juro média de 5,993 por cento, superior à última operação com maturidade semelhante.
O leilão de hoje tinha um montante indicativo entre 750 e mil milhões de euros, com o Estado a decidir colocar o limite máximo deste intervalo, tendo a procura sido 1,6 vezes a oferta, ou seja, foram oferecidos 1.598 milhões de euros mas colocados foram apenas mil milhões.
A taxa de corte deste leilão (última taxa a que o Estado aceitou vender dívida) fixou-se nos 6,046 por cento.
Com este leilão, a linha de OT com cupão de 5,45 por cento e que vence em setembro de 2013 fica com um saldo vivo (valor amortizar até ao final da maturidade) de 9.737 milhões de euros.
A taxa média do leilão de hoje foi superior à última operação com semelhante maturidade, quando a taxa média se ficou nos 4,086 por cento, e a procura foi 1,9 vezes a oferta.
Lusa/fim

08 março 2011

Astor Piazzolla - Libertango

A MULHER NO MUNDO ÁRABE

A mulher na actual "Revolução Egípcia
 Estiveram na fila da frente ao lado dos homens nas manifestações da Tunísia ou do Egipto. No Bahrein formaram uma massa negra no meio da multidão, vestidas nas tradicionais abayas. Na Arábia Saudita não podem sequer conduzir, são obrigadas entrar por portas específicas nos restaurantes e são condenadas com açoites quando são apanhadas a conversar com um homem que não seja familiar.
Que fosso é este no mundo árabe, em que um país como a Tunísia dá o dobro da liberdade às mulheres do que outro país como a Arábia Saudita? Ângelo Correio, presidente da Câmara de Comércio Luso-Árabe, resume a resposta em três pontos: laicidade, cristandade e escolas jurídicas explicam as diferenças entre as mulheres do mundo árabe.Marrocos, Argélia, Tunísia, Egipto e Síria são exemplos de que "quanto maior a laicidade, maior o poderdas mulheres no país", explica Ângelo Correia. Zonas como o Egipto, Síria, Líbano e Norte do Iraque mostram que "quanto maiores os segmentos de cristandade, mais livres as mulheres são". E, pelo contrário, acrescenta Correia, "quanto maior a influência de algumas escolas jurídicas - como é o caso da escola hanbalita - menos estatuto é dado à mulher, como acontece na Arábia Saudita".
Movimentos feministas juntaram-se às recentes mobilizações populares contra os regimes dos países árabes. E até na Arábia Saudita - país em que as mulheres têm 1,44 de liberdade numa escala de 1 a 5, de acordo com a Freedom House - começam a aparecer, na Internet, expressões no feminino contra o regime. Podem as mulheres contribuir para o renascimento do mundo árabe? Dias Farinha, director do Instituto de Estudos Árabes e Islâmicos, alerta para o perigo de as imagens captadas pelas câmaras de televisão não representarem, de facto, uma sociedade livre e igualitária: "Ter mulheres na luta política de rua é sempre sugestivo. Há aqui o risco de poderem ser usadas como símbolo de uma sociedade mais frágil."
Para o especialista em assuntos árabes, o elevado acesso das mulheres à educação nesses países - os Emirados Árabes Unidos, por exemplo, têm a taxa mundial mais elevada de mulheres no ensino superior -, a abertura de lugares para a entrada de mulheres nos cargos políticos e a maior influência do Ocidente, veiculada através dos media, podem ser os factores decisivos na alteração de mentalidades: "Vão mostrar a esses meios mais conservadores que existem outros padrões de existência e que essa é a via para progredir."
O problema, concordam os especialistas, não é o Islão. "A doutrina não faz nenhuma perseguição à mulher", confirma Ângelo Correia. O problema tem outros nomes: tradições, organização social e até homens. "O problema das mulheres árabes é um problema de homens, que transformaram o Islão numa coisa à sua maneira", resume Manuel Pechirra, presidente do conselho directivo do Instituto Luso-Árabe para a Cooperação. "
No mundo árabe, a passagem da vida nómada à sedentária levou as mulheres para casas fechadas ao exterior", recorda Dias Farinha. E as mulheres nem sempre acompanharam as mudanças nas leis. "Na Tunísia, por exemplo, foram precisas décadas de luta pela libertação da mulher de formas devida arcaicas. Eram fechadas em caves antes do casamento para ficarem mais brancas e mais obesas."




07 março 2011

OXALÁ CONSIGAM DAR UM CHUTO NOS MANIPULADORES






Concordo que, em vez de chorarem pelos cantos embalados pelo faducho do "já não posso mais", vão para a rua gritar que é tempo de mudar, antes que os mandem embalar a trouxa e zarpar.
De resto considero que é muito mau caminho virarem-se contra os vossos pais para lhes dizer que a geração deles é a geração dos direitos adquiridos depois deles terem lutado para que esses direitos vos tenham permitido adquirir a tal preparação que agora fazem finca-pé em lhes atirar à cara. É muito mau caminho fazerem o jogo da guerrilha geracional contra aqueles que penaram toda a vida para vos dar habilitações (isso da preparação é outra coisa e não se deixem enganar, ainda vão ter de fuçar muito para atingirem a preparação dos vossos pais) que vos permitem ir além. É muito mau caminho considerarem o estudo como bagagem de viagem para primeira classe porque o que ele é, é um bem em si mesmo. É muito mau caminho deixarem-se escravizar. Foi exactamente para o evitar que os vossos pais prescindiram do muito que vocês agora têm.
Dito isto, deixem-se de chorinhos e vão à luta. Oxalá consigam dar um chuto nos manipuladores que se querem colar ao vosso descontentamento para continuar a chular-vos.

HÁ VIDA FORA DA TERRA?






A existência de vida no cosmos está outra vez em cima da mesa. Quem traz agora o tema é um cientista da NASA que garante ter encontrado pequenos fósseis de insectos extraterrestres em meteoritos que aterraram no nosso planeta. Para Richard Hoover, um astrobiólogo que trabalha na estação espacial norte-americana Marshall, no Alabama, os filamentos e outras estruturas encontrados aparentam ser fósseis microscópicos de seres extraterrestres, semelhantes a cianobactérias (vulgarmente designados por algas azuis ou cianófitas).
Num artigo publicado na "Journal of Cosmology", Hoover argumenta que a ausência de nitrogénio, elemento essencial à vida na Terra, indica que "os restos de formas de vida extraterrestre cresceram nos corpos dos meteoritos quando estava presente água líquida, muito antes de os meteoritos terem entrado na atmosfera da Terra". Para o astrobiólogo, os testes realizados em laboratório provam que os organismos não pertencem à Terra. Não foi esta a primeira vez que o especialista em vida em condições extremas encontrou estruturas semelhantes em meteoritos. Até agora nenhuma das descobertas confirmou a existência de vida fora do planeta azul, mas, se tal hipótese se vier a comprovar, a história da humanidade pode sofrer uma reviravolta. Quem o diz é Rudy Schild, cientista do Harvard-Smithsonian Centre for Astrophysics e editora da revista acima mencionada. "As implicações são que a vida está em todo o lado, e a vida na Terra pode ter vindo de outros planetas", explicou Schild, questionado sobre a importância da descoberta. O relatório da investigação foi entregue a 100 cientistas para avaliação. Os seus comentários vão ser publicados hoje no site da publicação científica.
Hoover não é o único cientista a dizer que descobriu vida extraterrestre em meteoritos. Em 1996, o investigador da NASA David McKay afirmou ter encontrado aquilo que pareciam ser vestígios de vida em Marte dentro de um meteorito encontrado em Allan Hills, no Antárctico, em 1984. S. S. P. no i






O FESTIVAL DA CONÇONETA COMUNISTA

José Fragoso, director de programas da RTP, contesta a ideia de que a vitória do grupo de Gel-Falâncio traga algo de extraordinário ou de diferente relativamente a edições anteriores do festival. Viu os apupos e o abandono de espectadores no Teatro Camões no final como "uma reacção normal dos perdedores", dos partidários dos outros concorrentes, mais do que qualquer manifestação de outra ordem. Fragoso lembra que metade da plateia era formada por familiares e amigos dos intérpretes das 12 canções concorrentes
Sobre o espectáculo e as reacções no Teatro Camões,
Cintra Torres diz que ele seguiu o figurino habitual, mas que os Homens da Luta o fizeram "implodir por dentro".
Diriamos nós que a apresentação, modos e linguagem do grupo revelaram bem a presença indelével do PCP, com tanta evidência que até parecia que andava por ali o Avô Cantigas a comandar os camaradas...



















06 março 2011

CONCEIÇÃO

ANA MONTANA E AS TRES PRINCESAS

Minhas lindastrês  netas
 
Ana Montana, o ídolo da Constança

INSTABILIDADE PERMANENTE






Diz o camarada Jerónimo:
Será que quis dizer o que disse? Para mim, a frase não faz sentido. Aquele “e muito menos” altera todo o sentido e é uma aberração, porque não o tenho por arruaceiro. Leia a frase sem aquela expressão. Então a estabilidade da sua própria casa não deve ser um valor absoluto e um fim em si? Pelo menos na minha é, aquilo que menos quero é que haja desatinos em casa. Quando eu desatinar e colocar a família em perigo, eles próprios sabem quando devem romper os equilíbrios para por o barco a navegar. Ou será que com as pressas em que anda, queria dizer: constância, duração etc. Não sei, talvez. Imagine-se no poleiro, o que me vai pedir é que lhe dê estabilidade, não é? Como posso eu botá-lo fora se não souber o que sabe fazer? Se tiver que estar lá pouco tempo estará, mas enquanto estiver tem que ter sossego para me provar que é bom ou é uma nódoa. Resumindo: não quero instabilidade por instabilidade. A Revolução, é outra conversa.
Pois é camarada (salvo seja), da classe nem vê-la e trabalhadores, cada vez há menos. Assim não espanta. Os tempos estão outra vez a mudar, para mim e para si. Ofereço-lhe esta para meditação.
daqui


DECADÊNCIA DA AMÉRICA?







A diplomacia dos E.U.A. dedica-se agora à psicanálise?  E a fazer dos países onde instala as suas embaixadas autênticos hospícios de alienados mentais?  E essa coisa designada por "WIKILEKS é um novo instrumento da acção diplomática do Tio Sam?  E isso tem algo a ver com o escurinho que elegeram para presidente da coisa?  Nós,  que tinhamos verdadeira adoração pelas "ambergas", donetes e o chili com feijão devemos desconfiar da sua bondade e sabores e recear se não estarão armadilhados com drogas alienantes?  Por outro lado que monstruosa cabala se terá montado para desacreditar a grande nação americana, agora que já não existe a URSS e os PC's são mesmo isso: Puras Cagadeiras?...
Ler o último Expresso é um susto. Antes citar VPV que diz ser Portugal o lugar mais desinteressante e desinteressado do universo, onde não se passa nada nem com a boa vontade da wiki que nos arranjou à pressa um desconhecido agente da Al-Qaeda mas sem qualquer missão para cumprir, ficando-se a admirável embaixada da América pela bisbilhotice política de terceira ordem.  Este mundo está roto e nem na América parece haver já algo que se aproveite. 

05 março 2011

NORONHA ESCLARECE



clicar na imagem para ampliar e ficarem legiveis
as bacoradas do troglodita ferreira


COLIGAÇÃO FÉLIX



A DIREITA RENDIDA AO PCP? OH!
Bagão  Félix ao i: "Há uma solução...  que é um governo PSD, CDS e PCP"... E se este caramelo fosse brincar com a coisinha?!... do papagaio... 
Imagem do I

SPIELBERG E ...WIKILEAHS

O realizador norte-americano Steven Spielberg prepara-se para levar ao grande ecrã toda a história do conhecido site Wikileaks. A sua produtora Dreamworks conseguiu os direitos de dois livros sobre o portal de informação e o seu fundador, Julian Assange.
Trata-se de Dentro de Wikileaks: Os meus dias com Julian Assange e o site mais perigoso do mundo, de Daniel Domschei-Berg, um dos antigos responsáveis do conhecido site, e de Wikileaks: dentro da guerra de Julian Assange contra o sigilo, de David Leigh e Luke Harding, jornalistas do The Guardian que tiveram contacto ditrecto com Assange.
Para além do projecto de Spielberg, existem já outros candidatos a adaptações cinematográficas do tema. É o caso do realizador Paul Greengrass (Green Zone) e Mark Boal (Estado de Guerra), bem como do canal de televisão inglês BBC que, em parceria com a HBO, está a preparar um documentário baseado num artigo da revista New Yorker.

A VIAGEM DO CAMINHEIRO

'As Crónicas de Nárnia: A Viagem do Caminheiro da Alvorada HD' 

Lucy e Edmund Pevensie regressam a Nárnia com seu primo Eustace, para se encontrarem com o príncipe Caspian para uma viagem maritima a bordo do navio real "O Peregrino da Alvorada". Durante a viagem, eles encontrarão dragões, anões, tritões, e um grupo de guerreiros perdidos antes de atingirem o outro lado do mundo. Data: 14-10-10 Visualizações: 13665 Vídeo de: Cinefilos Hiperligações Relacionadas:


clique no link abaixo


Veja este vídeo fantástico do MSN: 'As Crónicas de Nárnia: A Viagem do Caminheiro da Alvorada HD' (trailer 2)

04 março 2011

O BAILINHO DA TERCEIRA IDADE DA AGUALVA E OS COISOS


Nesta Ilha Terceira, diz o Pe.Francisco Dolores nas suas "Reflexões", de longe a mais-valia das danças e bailinhos de Carnaval, ultrapassam em muito o imaginário da tradição das cantigas de escárnio e maldizer, com acentuado cunho vicentino da tradição portuguesa, num saudável convívio de gerações em que todos se empenham.
Esta tradição de criatividade popular e de liberdade de expressão que atravessou incólume regimes os mais diversos que nunca ousaram impor limitações a esse escape popular, seria inaceitável que, no actual regime de liberdade plena, pequenos títeres guindados à esfera do poder, (usando, sabe-se lá de que oportunistas opções e disfarces), dessem largas à sua  má formação e revelassem que não sabem conviver com a crítica, agindo em conformidade com a sua minúscula visão do mundo e das coisas. Neste contexto seria importante que se esclarecesse o que de facto aconteceu no Juncal com o "Bailinho da Terceira Idade da Agualva" que glosava aspectos da política da CMPV relativamente à distribuição de Cabazes de  Natal... ao fim e ao cabo coisas de lana caprina que o excesso de zelo de eventuais apaniguados transformaram num escândalo que apenas lesa a imagem  do Presidente da Câmara da Praia que talvez           nem seja merecedor dessa desfeita, mas parece que convive bem com esses "coisos"... sem se aperceber dos estragos que essa gentinha faz.
Por outro lado (e isto será ainda mais sério),  consta-nos  que gente desta qualidade se encontra colocada e  opera em serviços oficiais instalados no concelho, com semelhantes comportamentos e  o  mesmo respaldo político-hierárquico, situação que não será ainda de  ambiente kafkiano mas tenderá para tal com esses boys em roda livre... Dizem-nos que o PSD está muito atento a estas situações e que a lista dessa espécie de garimpeiros da politica é muito exaustiva... 

02 março 2011

O MAU CAMINHO DA GUERRILHA GERACIONAL





Concordo que, em vez de chorarem pelos cantos embalados pelo faducho do "já não posso mais", vão para a rua gritar que é tempo de mudar, antes que os mandem embalar a trouxa e zarpar.
De resto considero que é muito mau caminho virarem-se contra os vossos pais para lhes dizer que a geração deles é a geração dos direitos adquiridos depois deles terem lutado para que esses direitos vos tenham permitido adquirir a tal preparação que agora fazem finca-pé em lhes atirar à cara. É muito mau caminho fazerem o jogo da guerrilha geracional contra aqueles que penaram toda a vida para vos dar habilitações (isso da preparação é outra coisa e não se deixem enganar, ainda vão ter de fuçar muito para atingirem a preparação dos vossos pais) que vos permitem ir além. É muito mau caminho considerarem o estudo como bagagem de viagem para primeira classe porque o que ele é, é um bem em si mesmo. É muito mau caminho deixarem-se escravizar. Foi exactamente para o evitar que os vossos pais prescindiram do muito que vocês agora têm.Dito isto, deixem-se de chorinhos e vão à luta. Oxalá consigam dar um chuto nos manipuladores que se querem colar ao vosso descontentamento para continuar a chular-vos.

O QUE DÁ GOZO AOS ALARVES...

O meu "spread"
Ao notar, por estes dias, o gozo alarve de alguns blogueiros e afins, que se deliciam com qualquer sinal que indicie a necessidade de Portugal vir a ter de recorrer a ajuda externa, sem cuidar minimamente das profundas consequências negativas que decorreriam para o nosso país de um tal cenário, apenas degustando, por antecipação e com total irresponsabilidade, as decorrências políticas que pudessem satisfazer os seus ódios mesquinhos de estimação, sou levado a constatar que, entre mim e essa gente, existe, na bolsa de valores nacionais, (e para usar, em sentido figurado, um termo que excita esses figurões) um imenso e insanável "spread". seixas da Costa 

TEMOS OUTRA VEZ ARMAS SECRETAS?

Tudo indica que o caos líbio esteja para lavar e durar. Ao contrário do Egipto, onde um exército politizado, bem treinado e disciplinado tomou conta do poder, a Líbia é um foco de contrários. A UE observa o problema à distância. David Cameron, querendo imitar Blair, mandou investigar a existência de armas químicas de destruição maciça, pondo em alerta os efectivos do SAS contra a opinião de Obama. A Casa Branca preocupa-se com o Suez, sem grande vontade de perder tempo com Tripoli. A todas estas, o coronel tem rédea solta para sabotar refinarias e massacrar populações esfomeadas e indefesas. Dinheiro para pagar mercenários, como o da foto ao alto, não deve faltar
Da Literatura

QUERO UM SPORTING AMORAL








Não temos por hábito ler ou dar atenção a entrevistas de banqueiros; é como com os arrumadores de carros, dou a moedinha e andor. Mas, como sportinguista, resolvi ler com muita atenção a entrevista que o dr. Ricardo Salgado, o dono do Sporting, deu ao "Expresso". Sim, eu dou mais importância ao Sporting do que ao país dos 6 milhões. O dr. Salgado, como presidente do BES, afirmou: "Na situação actual é muito complicado ir para eleições." Sendo a situação do país igual à do Sporting, a conclusão é que, para o dr. Salgado, dono do Sporting, também é complicado haver eleições no clube. É que, para se ser candidato a presidente do Sporting, é preciso ter o ok da banca. Imagine-se o tempo que o dr. Salgado já deve ter perdido a reunir-se com candidatos. Uma maçada. No caso de Godinho Lopes, não é bem reunir, é dar-lhe instruções. E, como já é a banca que manda no país, desconfio que, à semelhança do Sporting, Passos Coelho só ainda não derrubou o governo para se candidatar a primeiro -ministro porque ainda não teve o ok dos bancos. Mas o melhor foi quando o dr. Salgado, como justificação para a antecipação de lucros para fugir aos impostos, disse: "O sistema capitalista é amoral, tem de produzir resultados." Eis a solução para salvar o Sporting! Transformar o clube numa empresa capitalista amoral que para pôr o Sporting a produzir resultados se deixe dessa moral pequeno- -burguesa de pagar dívidas. Sendo o dr. Salgado líder de uma organização amoral, não acredito que vá recorrer à moralidade de chamar a polícia e tribunais. Eu quero um Sporting amoral.



















OS DESMANDOS DOS DITADORES DO TERCEIRO MUNDO





«Teodoro Nguema Obiang Mangue, conocido como Teodorín, hijo del presidente de Guinea Ecuatorial, encargó el diseño de un lujoso yate, valorado en 288 millones de euros, según denuncia la ONG británica Global Witness, dedicada a denunciar casos de corrupción, violaciones de derechos humanos y saqueo de recursos naturales. El Gobierno ecuatoguineano ha admitido que Obiang, de 41 años, ministro de Agricultura y Bosques, "solicitó un esbozo de diseño de un yate" hace unos tres o cuatro años, "y después desestimó su compra".» [El Pais]

01 março 2011

SPORTINGUIZANDO





 Nesta democracia de notáveis em que nos vamos sportinguizando, apenas temos que reconhecer a desorientação que reina entre alguns segmentos da sociedade de corte capitaleira que, graças a agências de comunicação e claques, faz uma competição sobre o mais capaz de pedinchar à banca. Apesar de tanta hiper-informação opinativa da futebolítica, quem manda é o circuito fechado da chamada engenharia financeira.
Por cá, mesmo que coisas destas aconteçam, faz-se um doutoramento numa universidade espanhola, que o registo para efeitos nacionais é automático, encena-se uma historieta de faca e alguidar e sempre se arranja uma universidade qualquer onde se passa logo a director, bem como um lugar que o camarada ministro lhe ofereça numa dessas empresas públicas de economia mística...
Pobre pátria, que já não espera por D. Sebastião, mas pelos sinais de fumo que sejam emitidos depois de uma reunião entre o nosso chefe do governo e a liderança em figura humana da potência hegemónica desta regressada hierarquia das potências...
A profunda doença lusitana é a falta de vergonha com que se enfeitam os sucessivos trastes que vão engalanando os lugares do estadão, ou por este nomeados, que deveriam primar pela exemplo, de poderem viver como dizem pensar, mesmo quando não pensam. E não estou apenas a pensar em corrupção ou em incompetência.
O exagero da imagem fabricada pelos guionistas da presente teatrocracia, bem como o uso e abuso da técnica da sacanagem para a conquista dos poderes, transformaram muitas das vozes do mesmo estadão numa sucessão de nominalismos conceituais, onde os nomes já não correspondem à coisa nomeada. Daí que não seja de estranhar a releitura do tratado da "arte de furtar".
Logo, figuras que se pautem pela coragem cívica das velhas virtudes que aprenderam de seus pais possam ser considerados malucas ou inconvenientes radicais. E se não se comportarem com o come e cala do respeitinho face aos donos do poder, até podem levar da grossa, para que outros possam mais facilmente dobrar-se aos meneios feudais desta decadência moral onde nos acabrunhamos.
O apodrecimento generalizado deriva da introdução da hobbesiana lógica do homem de sucesso nos domínios da política, do ter razão quem vence, com mais razão de força do que pela força da razão, pelo que muitas actividades dolosas da violência pré-política instrumentalizam uma floresta de idiotas úteis e carreiristas cobardes. E a decadência já não tem cura pelos habituais sermões das boas intenções, até porque muitos dos púlpitos foram usurpados.
Quando os patifes são sucessivamente condecorados pelo aparelhismo que nos inundou, corremos o risco do desespero. E muitos já não acreditam em reformas que venham de dentro de tal monstruosidade, começando a desejar um estrondo qualquer que provoque o urgente sobressalto cívico.Ainda não entrei em tal desespero. Porque sei que há uma legião de ocupantes dos lugares do estadão que bem gostaria de remover esses falsos servidores da coisa pública que, por trás das cortinas vão apodrecendo o nosso regime, não deixando que se voltem a hierarquizar as virtudes que podem domar esta decadência. E não convinha que o apodrecimento fosse um dia domado pelo acaso que as manobras dos inimigos da democracia vão semeando. O problema está na nação, na república ou na comunidade. Só mudando-a, pela regeneração, é que pode haver alterações no principado, aparelho de poder ou Estado, sobretudo nos veículos de estatização que temos disponíveis, como os partidos, que, neste momento, assumem o monopólio da representação política.
Os de cima apenas reflectem o que está em baixo, ou melhor, o crivo que nos faz passar de baixo para cima, mesmo quando apenas serve para moldar, a partir de cima, o que está em baixo, neste sarilho perpétuo da decadência.

Pousada histórica com estilo moderno vai nascer no Terreiro do Paço daqui a três anos - Local - PUBLICO.PT



Pousada histórica com estilo moderno vai nascer no Terreiro do Paço daqui a três anos - Local - PUBLICO.PT

PACHECO PEREIRA - O ZELADOR...





Pacheco Pereira acha que o governo, se for capaz de continuar a execução orçamental sem descalabro total, deve cumprir a legislatura toda até 2013. “As democracias têm procedimentos” e “não devemos interromper, traumaticamente, esses procedimentos”, declarou em entrevista hoje publicada no Diário de Notícias da Madeira .
“Se este governo conseguir manter a execução orçamental, é preferível que continue até ao fim da legislatura”, defendeu Pereira.
“Uma queda de governo é sempre algo de traumático na vida democrática, é uma medida forte, tipo bomba atómica”, acrescentou o conhecido dirigente do PSD e o comentador da SIC. “Se este governo conseguir manter a execução orçamental, acho preferível que continue até ao fim da legislatura”, defendeu Pereira, acrescentando que isso evitaria que “o primeiro-ministro se vitimizasse” dizendo que “estava a fazer o que era fundamental, a pôr as contas em ordem e os malvados da oposição deitaram a baixo”.
A partir do momento que o PSD permitiu a passagem desde Orçamento e aprovou o PEC I e II, “tem, quer queira quer não, um contrato implícito com o governo para ele executar essas medidas”, e não pode “colocar os interesses do seu aparelho acima dos interesses nacionais”. “Por muito que haja pessoas no PSD que estão mortinhas para ir para eleições, umas porque não gostam do primeiro-ministro, outras porque querem de novo a dança dos deputados, outras porque querem chegar ao poder e já estão a distribuir cargos de ministros e de secretários de Estado, por muito que queiram isso, tem de haver uma razão fortíssima para o PSD participar em qualquer processo que implique a queda do governo”, diz, frisando que “o PSD tem de ser visto como um partido responsável”.

AS VACUIDADES DA ALTERNATIVA A SÓCRATES

A instabilidade endémica
As exportações dão sinais positivos, o comportamento da receita é favorável e a Europa moveu-se ligeiramente, dando assim contornos distintos ao possível resgate financeiro dos países da periferia (ainda que criando novos problemas de legitimidade). Mas enquanto a realidade se vai transformando, há algo que regressa à superfície: a instabilidade política endémica que nos acompanha desde as últimas legislativas.
Revelando que a perturbação não tem necessariamente de ser imposta de fora, o tiro de partida foi dado a semana passada pelo Governo, que se entreteve numa assinalável trapalhada com a maioria parlamentar em torno da redução do número de deputados. Embalada pela onda inusitada, lançada por Jorge Lacão, a oposição não hesitou.
Primeiro foi o PCP, que, dando o dito por não dito, aventou a possibilidade de apresentar uma moção de censura. O objetivo tático era inequívoco: por um lado, condicionava o BE, obrigado a dizer se viabilizava ou não o "governo de direita" do PS; por outro, colocava PSD e CDS entre a espada (apoiar Sócrates) e a parede (derrubar o executivo, só que em nome de "outra política"). Pelo caminho, o PCP ia apalpando o terreno da contestação social, mobilizando a 'rua' e consolidando a sua hegemonia no movimento sindical. Entretanto, o BE, com medo de perder a corrida ao sprint, respondeu, aprazando já a sua própria moção para daqui a um mês.
Sem saber se devia dizer sim ou não, o PSD deu um passo em frente, regressando à rota ziguezagueante. Enquanto Passos Coelho se revela desgastado com a "esquizofrenia política" em torno da instabilidade e quer tempo para construir uma alternativa - que, do que se percebe, passa por fechar as empresas públicas que dão prejuízo (por exemplo as de transportes públicos) -, mas não quer ficar com "os dedos queimados" por andar com o "Governo ao colo", Nogueira Leite afirma que não convém "perpetuar o executivo no poder", mas avisa que "o PSD não tem muito a ganhar com uma moção de censura já". No fim, as palavras sábias de Miguel Relvas: "estamos à espera do momento político". O tal momento político que Paulo Portas vislumbrou sozinho no rescaldo das presidenciais e que acabou por não chegar.
A corrida para ver quem censura primeiro dá um retrato fiel do país político: os partidos envolvidos num jogo tático confrangedor, em que, de um lado, temos um Governo com um programa que não é o seu e, de outro, uma oposição que escolheu o caminho da fulanização anti-Sócrates como forma de esconder as suas vacuidades programáticas.
Ora, em lugar desta tensão tática primária, com o espectro de ingovernabilidade sempre a pairar, o que o conjunto dos partidos nos poderia oferecer era capacidade negocial de facto, institucionalizando uma prática de diálogo que teimamos em não ter. Os ajustamentos que necessariamente teremos de fazer só são exequíveis com um pacto social alargado, que dê sustentabilidade e previsibilidade às opções - à imagem do que aconteceu em Espanha. O que temos é um jogo de póquer, desfasado da realidade, no qual nem Governo, nem oposições se mostram disponíveis para abandonar a rigidez das suas posições de partida.
No fundo, torna-se claro que, se as dificuldades não forem suficientes, temos sempre uma garantia: o sistema político cá estará para somar problemas. Talvez assim se perceba a especificidade do mal português e o crescente desajustamento entre partidos e país.
Expresso P.A.S.

1.Áustria congela bens de Kadhafi
A Áustria decidiu congelar os bens do dirigente líbio Muammar Kadhafi e pessoas próximas visadas pelas sanções da União Europeia, anunciou hoje o banco central austríaco, em comunicado.
2.Tropas de Kadhafi falharam reconquista de cidade estratégica
Forças leais a Muammar Kadhafi tentaram reconquistar o bastião rebelde de Zawiya, a cidade mais próxima da capital da Líbia, Tripoli, mas falharam, segundo testemunhas citadas pela agência AP.
3.Regime de Kadhafi tentou levantar dinheiro no Canadá
O regime líbio de Muammar Kadhafi tentou retirar recentemente dinheiro depositado em instituições financeiras do Canadá, informou hoje fonte partidária, sem adiantar mais detalhes.
4.Enfermeira ucraniana de Kadhafi regressou a Kiev
A ucraniana Galina Kolotnitskaia, enfermeira do líder líbio Muammar Kadhafi referida nos telegramas revelados pelo Wikileaks, regressou ontem a casa, informa o canal televisivo ucraniano Canal 5.
5.Primeiro-ministro britânico: "é tempo de Kadhafi partir"
O Primeiro-ministro David Cameron declarou domingo que é "tempo de partir" para o dirigente líbio Muammar Kadhafi, acrescentando que o líder da Líbia não tem um papel a desempenhar no futuro do seu país.
6.Instabilidade na Líbia mantém barril de Brent acima dos 100 dólares
Em comparação com o Egipto, cujo principal preocupação se relacionava com a eventual supressão da circulação de petroleiros no Canal do Suez, a situação na Líbia provoca muito mais preocupação.
7.Escalada de violência na Líbia ameaça oferta de petróleo
A escalada de violência na Líbia pode representar a maior ameaça para a oferta global de petróleo desde a invasão no Iraque, há oito anos, segundo os analistas contactados pela agência de informação financeira Bloomberg.
8."Tripoli não está tão segura como o Cairo"
Paulo Peres, que pilotou o C-130 da Força Aérea Portuguesa que chegou hoje de madrugada a Lisboa, transportando 64 portugueses e 11 estrangeiros, considera que "Tripoli não está tão segura como o Cairo9.C-130 com portugueses aterra no aeroporto de Figo Maduro
Um C-130 aterrou esta madrugada, pouco antes das 04:00, no aeroporto militar de Figo Maduro, em Lisboa, transportando portugueses que estavam na Líbia, país que tem sido palco de protestos antigovernamentais...
10.Líbia: mais de 560 mortos e 1400 feridos
A ONU, entretanto, convocou para hoje uma reunião de urgência do Conselho de Segurança para impedir a continuação do massacre na Líbia.

MEDINICES E CARREIRADAS




O que as pessoas realmente querem não é conhecimento mas certeza e, certamente por isso, comentadores ilustres, seguindo, literalmente, o pensamento de Bertrand Russell e imaginando-se como ele matemáticos geniais, divertem-se (e divertem-nos) a dar opiniões com a firmeza de axiomas(Olha quem fala!!!). Não precisam de apresentar premissas nem sequer de estabelecer uma argumentação básica. Como Medina Carreira no i de ontem, ao proclamar (afirmar é pouco) que "a regionalização é uma forma de gastar dinheiro". O antigo ministro das Finanças (de má memória-acrescentamos nós) assume, neste como noutros assuntos, uma posição dogmática, filiada no facto de, segundo ele, em Portugal haver "uma cambada de burocratas a quem a regionalização serviria muito bem". Mas, na sua fúria fundamentalista, o notável observador acaba por indicar o caminho: tirar os burocratas da capital, por ser aí que a esmagadora maioria está sedeada, graças a um centralismo que sangra e mirra o país. Gostaria de ver brilhantes analistas a fazer proclamações, de Bragança ou Portalegre, Melgaço ou Lagos, contra as duas faces da mesma moeda que são o PS e o PSD, os quais, desde Francisco Sá-Carneiro, têm andado a desenterrar e enterrar a regionalização e outras coisas, ciosos de uma prioridade: manter o poder segurando bem a gamela. Não importa que, conforme dá jeito, se distorçam os PIDDAC e os QREN, se consolide a desertificação, se opte por um TGV para a Europa que conta. Este Portugal cada vez conta menos e os portugueses que o sentem já não precisam de ir a salto como antigamente. Nem necessitam de um comboio de alta velocidade. Vão, e deixam os centralistas a acabar de destruir a terra lusitana.no i...

 


28 fevereiro 2011

PSD MOBILIZA A BRIGADA DO REUMÁTICO

O PSD parece estar em dificuldades para se afirmar como alternativa,   receando que o jovem Coelho não esteja à altura do confronto com "terrível" José Socrates. Ele diz que não tem medo do homem mas a tremideira é grande!  Não tendo o PSD na primeira linha do combate político  gente com peso para se bater com  o líder do PS, é ve-los numa roda viva a convocarem a brigada do reumático na tentativa de consolidarem uma alternativa que parece escapar-se-lhes das mãos pela incapacidade notória de o líder oficial se revelar ser  um flop sem  traquejo para afrontar o líder do PS  que tem   escapado  incólume a todas as operações levadas a cabo para o abater,  incluindo processos judiciais com todos os contornos de uma descabelada caça ao homem. Até um jornal que parece ter sido criado para as operações da matança, um,tal Sol,  já consta que  não tardará a cair nas mãos de gente amiga de Sócrates como indemnização compensatória,  julgamos que  também por coisa lesada no âmbito desse processo de bota-a-baixo
Mete dó ver,   nesta emergência, por exemplo,  o reaparecimento do retirado o chorão de Gaia a grasnar esganiçado em socorro do jovem Coelho que é um  verdadeiro erro de casting e que quando aparece fica-se com a impressão de que está sempre   chegando  da última passagem de modelos do Corte Inglês...

QUESTÃO DE MORAL



‘Governar nas atuais circunstâncias não é fácil nem aparenta que traga grandes dividendos eleitorais. Não acredito, por isso, que haja muita gente a querer fazê-lo em consequência dos trâmites normais da democracia. A crise exige competência e determinação e, pelos discursos que por aí vão aparecendo, parece que são qualidades que não abundarão. Talvez seja a razão pela qual todos os dias há contribuições para uma pretensa diluição da estabilidade política, como se vivêssemos em ditadura, profetizando o caos, ignorando a realidade e distorcendo os muitos índices positivos que visivelmente têm sido atingidos. Se não pretendem antecipar eleições, e esse gesto não é um gesto de cobardia, então que contribuam para políticas de consenso que permitam uma melhor e mais rápida saída da crise. Não se trata de dormir com o inimigo mas apenas de cuidar do país. É uma exigência simples, democraticamente justificada e que, com certeza, não prejudicará legítimas ambições eleitorais. E não procurem instrumentalizar o FMI só para satisfazer e dar largas às "ambições do partido Pingo Doce...
A propósito,  porque será que o tal senhor merceeiro gosta tanto do FMI? Será que essa coisa favorece o negócio de mercearias?  Não conseguimos entender!  Mistério...

27 fevereiro 2011

QUE NOS TRARÁ O ENCONTRO DE SÓCRATES E MERKEL?



José Sócrates vai encontrar-se com Angela Merkel no próximo dia 2, em Berlim. O primeiro-ministro parte para este encontro bastante fragilizado pelo aumento da inflação, a recente escalada dos juros da dívida pública, que esta semana ultrapassou novos recordes nas emissões a cinco anos, com juros acima dos 7,4%, a escalada do preço do petróleo e a subida das matérias-primas. Mas é bastante provável que o encontro possa traduzir-se num terceiro fôlego para o primeiro-ministro português, já que a chanceler alemã nunca tornaria público um encontro que pudesse culminar num puxão de orelhas a outro chefe de governo de um estado-membro.
Fontes em Bruxelas contactadas pelo i consideram que Portugal vai ter de recorrer a ajuda externa mais cedo ou mais tarde, mas quanto mais tarde melhor, uma vez que a solução encontrada para a Grécia e para a Irlanda não foi suficiente para acalmar os mercados e por isso não serve a Portugal.
As mesmas fontes referem que a ajuda externa de que o país vai precisar terá de ser obtida num contexto diferente, já com mudanças significativas no Fundo de Estabilidade Financeira da União Europeia que permitam a obtenção de juros mais baixos; e que a própria dívida possa ser reestruturada se houver necessidade.



OS BRINQUEDOS CAROS DA NOSSA DESGRAÇA

Militares portugueses promovem a compra de "brinquedos caros" para alimentar a "CAGANÇA" muito peculiar do sector e que alguém mal informado traduziu isso ( mal) para "orgulho" segundo palavras do  embaixador norte-americano, Thomas Stephenson, num telegrama enviado para a Casa Branca e divulgado agora pelo "Expresso", através de documentos da Wikileaks.
 Neste retrato deve também estar representado o nosso indómito guerreiro Paulo Portas a quem deveria ser atribuido o título de "O Grande Desbaratador de Orçamentos"