25 abril 2011

O PENSADOR DA PENA

na serra que temos a capacidade de olhar os outros,
para
 na intimidade
 pensarmos sobre nós mesmos"
de 
os inspirados pensamentos
de
Fernando Seabra
na senda de ilustres
pensadores
e
frequentadores de Sintra
na senda
de
Eça e Ramalho

O BEIJO DA PAZ

9ffju9ha
O BEIJO DE TIMES SQUARE QUE SIMBOLIZA
   O  FIM DA GRANDE GUERRA EM 1945

ATENÇÃO ÀS CILADAS AO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

 





Os utentes da saúde em Portugal têm que estar vigilantes para as "ciladas" que a crise pode provocar ao Serviço Nacional de Saúde, que deve ser "intocável" aos cortes impostos pela ajuda externa, defendeu o seu fundador, António Arnaut.
Utentes têm que estar "vigilantes" às "ciladas" que podem ameaçar SNS
António Arnaut, fundador do SNS
Em declarações à Agência Lusa a propósito do Dia Nacional do Utente de Saúde, que se assinala terça-feira, Arntónio Arnaut afirmou esperar que "haja o bom senso de o Serviço Nacional de Saúde [SNS] ficar intocável nas medidas que vão ser tomadas".
Os responsáveis pela ajuda externa "não podem impor condições que nos levem a nossa dignidade e soberania", defendeu, argumentando que o Estado português deve proteger os sectores a serem cortados.
"Há muito por onde cortar", alertou, exemplificando com "as despesas desnecessárias, as mordomias dadas aos gestores públicos, os salários e reformas indecorosas", mesmo dentro do próprio SNS, sem que seja posta em causa a sua qualidade.
António Arnaut, arquitecto da lei do SNS e fundador do Partido Socialista, afirmou que "os cidadãos portugueses, como potenciais utentes, devem exigir que o SNS seja "objecto de uma gestão rigorosa, de garantias de melhor qualidade e acesso mais rápido".
Os utentes do SNS beneficiam de "uma das grandes conquistas do 25 de Abril  da saúde em Portugal têm que estar vigilantes para as "ciladas" que a crise pode provocar ao Serviço Nacional de Saúde, que deve ser "intocável" aos cortes impostos pela ajuda externa, defendeu o seu fundador, António Arnaut.

A CRISE E AS ELEIÇÕES ANTECIPADAS

 




© Andre Kosters   EPA()
No passado mês de Fevereiro o primeiro-ministro José Sócrates deslocou-se a Berlim para se reunir com a chanceler alemã Angela Merkel. Este encontro teve como objectivo delinear estratégias para combater a crise financeira portuguesa. Duramente criticado pela oposição e apelidado, inclusive, de subserviente do Governo alemão, José Sócrates iniciou, então, um caminho que havia de culminar na sua demissão.
A 14 de Março, na conferência sobre o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), o primeiro-ministro português afirmou que a decisão de implementar este programa tinha sido tomada com confiança. Perante esta posição de força do Governo começaram a surgir duras críticas por parte dos partidos da oposição.
Passados nove dias, o polémico PEC 4 foi a votação na Assembleia da República. Apesar dos constantes avisos de José Sócrates de que se demitiria caso o PEC fosse chumbado, a oposição não teve qualquer dúvida em relação ao sentido do seu voto: o PEC foi categoricamente chumbado.
Ainda no mesmo dia, o ainda primeiro-ministro José Sócrates reuniu-se com o Presidente da República Cavaco Silva e apresentou a sua demissão. Inconformado com o chumbo do PEC e com a situação em que se via envolvido, Sócrates afirmou que a oposição "retirou todas as condições para o Governo continuar".
Rapidamente começou a ganhar força o cenário de eleições antecipadas. Foi neste clima de incerteza quanto ao futuro da política portuguesa que, no dia seguinte, o engenheiro José Sócrates marcou presença na cimeira de Bruxelas. O primeiro-ministro demissionário procurou explicar a situação portuguesa aos líderes europeus, justificando o porquê de não serem aplicadas as polémicas medidas de combate à crise. Nesta cimeira esteve também presente o líder do PSD, e principal líder da oposição, Pedro Passos Coelho.
No dia seguinte, 25 de Março, o Presidente da República Cavaco Silva reuniu-se ao longo do dia com os líderes dos partidos com assento parlamentar. No final do dia, a possibilidade de eleições antecipadas era cada vez mais uma certeza, com o Partido Comunista Português (PCP), o Bloco de Esquerda (BE) e o partido dos Verdes a indicarem o dia 5 de Junho como melhor data para as eleições. O Partido Social Democrata (PSD) manifestou a sua preferência pelo dia 29 de Maio, enquanto o CDS escusou-se a indicar uma data.

SAUDEMOS SEMPRE O VINTE E CINCO DE ABRIL



Incomodou-me ler, esta semana, declarações de Otelo Saraiva de Carvalho dizendo que não voltaria a fazer o 25 de Abril se soubesse que o País estaria como está. Otelo há muito perdeu o lado romântico que o levou a colocar o País à frente dos interesses pessoais e quase todos nós, ao vê-lo, só por carinho conservamos a imagem de um homem de ar tímido mas decidido que comandou a revolução que libertou um povo de 48 anos de opressão, esquecendo muito do que de mau fez e deixou fazer no chamado Verão Quente, para não falarmos nas ditas FP-25, de má memória.
De uma maneira ou de outra, perdeu-se a inocência e a beleza daquele dia de há 37 anos. Mas ficou muita coisa. Ficou a liberdade. Ficou o desenvolvimento do Portugal profundo, ainda que muito desigual, é certo, e ficou uma maneira de viver melhor. Hoje, apesar de muita gente passar por dificuldades, vive-se melhor, escolhemos quem nos dirige e não há guerra, que sacrificava os nossos jovens e tolhia o futuro de povos que queriam ter o destino nas suas mãos.
Sabe-se o que não correu bem. Mas o saldo é positivo e é por isso que o 25 de Abril continua a merecer um Viva!, mesmo daqueles que nos lançaram medos e que tiveram a ilusão de que as grandes conquistas eram irreversíveis.
É por isso que se saúda a iniciativa que Cavaco Silva teve de juntar ex-Presidentes da República para falarem amanhã. Eanes, Soares e Sampaio, os nossos presidentes eleitos, juntam a sua voz à de Cavaco numa ocasião em que o País atravessa uma das suas maiores crises, em que está a hipotecar o seu futuro para pagar erros de um passado recente. Todos estes homens viveram momentos de grande dificuldade à frente do País e o seu testemunho é por isso importante, porque é credível. Não cobrindo todo o espectro partidário, eles representa(ra)m uma larguíssima maioria da vontade expressa pelos portugueses, e seguramente farão ouvir a sua voz não para cavar cisões mas para unir em torno do que é essencial.
Dificilmente PCP e Bloco de Esquerda conseguirão ultrapassar as barreiras que levantaram ao longo dos anos para se juntar aos restantes partidos. No mínimo, é essencial que a base de apoio que os sustenta se aproxime de soluções maioritárias e que seja possível estabelecer consensos amplos, abrangendo partidos, mas também associações de trabalhadores e de patrões. Mas há também divisões que urgentemente devem ser ultrapassadas entre personalidades que pertencem a partidos cujo entendimento está na calha, nomeadamente entre José Sócrates e Passos Coelho. A uns e outros, os apelos do Presidente da República e dos ex-presidentes se deve dirigir amanhã com a certeza de que esta é certamente uma última oportunidade: os eleitores julgarão se vale a pena esperar pelos que nunca estão disponíveis para um consenso, do mesmo modo que não vale a pena contar com os que querem formar um consenso sob a condição de a liderança lhes pertencer.
PS - Em vésperas do 25 de Abril, numa altura de crise, vale a pena recordar homens que já nos deixaram e cujo contributo poderia ajudar o país. Recordo um militar - Ernesto Melo Antunes - e três civis - Adelino Amaro da Costa, Sá Carneiro e Salgado Zenha a quem Portugal muito deve e que muito úteis seriam numa altura em que é preciso unirmo-nos em torno de valores essenciais.   J.N.
Saudemos o 25 de Abril...apesar   disto
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 "Sem Limites"


© Relativity Media


© Relativity Media
SEM LIMITES
Bradley Cooper e Robert De Niro são as estrelas de "Sem Limites", um paranóico thriller de acção sobre um escritor sem sucesso cuja vida se vê transformada por uma “droga inteligente” ultra-secreta, que lhe permite utilizar 100% do seu cérebro e tornar-se a versão perfeita de si próprio. As suas melhoradas capacidades vão atrair de imediato forças obscuras que irão ameaçar a sua nova vida, neste filme provocador e cheio de suspense.
O aspirante a autor Eddie Morra (Cooper) sofre do crónico bloqueio do escritor, mas a sua vida muda de um dia para o outro quando o amigo o introduz no NZT, um novo e revolucionário fármaco que exponência o potencial de quem o toma. Com todo o sistema nervoso a funcionar, Eddie consegue lembrar de tudo o que leu, viu ou ouviu, aprender uma nova língua num único dia, resolver complexas equações e enganar qualquer pessoa que conheça – desde que continua a tomar a droga ainda por testar.
Rapidamente, Eddie toma conta de Wall Street, transformando uma pequena quantia em milhões. Os seus feitos chamam a atenção do mega-magnata Carl Van Loon (De Niro), que o convida a ajudar a desfazer a maior fusão da história das corporações. Mas também colocam Eddie na mira de pessoas dispostas a tudo para deitar a mão à sua dose de NZT. Com a sua vida em risco e os brutais efeitos secundários da droga a darem conta de si, Eddie tem de se esquivar de misteriosos perseguidores

ITÁLIA NÃO É UM BORDEL




Para "defender o valor da dignidade das mulheres", milhares de italianas contestaram, em manifestações por todo o país, a imagem de uma Itália onde reinam as prostitutas e as orgias que têm pululado na vida do primeiro-ministro Silvio Berlusconi. O escândalo mais recente envolveu uma menor de idade.
"Basta!", exclamaram também os homens que aderiram ao protesto.


www.maxima.pt

24 abril 2011

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Livre circulação na UE deve incluir controlo de fronteiras exteriores - Governo


Paris, 24 abr (Lusa) - O conselheiro especial do Presidente francês Henri Guaino justificou hoje a iniciativa de suspender em casos excecionais os aco...


Livre circulação na UE deve incluir controlo de fronteiras exteriores - Governo
Livre circulação na UE deve incluir controlo de fronteiras exteriores - Governo
Paris, 24 abr (Lusa) - O conselheiro especial do Presidente francês Henri Guaino justificou hoje a iniciativa de suspender em casos excecionais os acordos de livre circulação de Schengen com a necessidade de um maior controlo das fronteiras exteriores da União Europeia.
"O princípio da livre circulação não quer dizer que a Europa renuncie a controlar as suas fronteiras", afirmou Guaino, numa entrevista à cadeia de televisão "iTélé" e à rádio "France Inter".
A livre circulação nos 25 estados que estão no espaço Schengen "aplica-se no interior das fronteiras de forma absoluta", mas implica que cada país tenha que impedir as entradas irregulares do exterior da Europa, afirmou.
O conselheiro esclareceu que a França não vai suspender o tratado de Schengen, mas pretende que sejam revistas as cláusulas que preveem a sua suspensão.
"O que a França pede é que essas cláusulas sejam revistas" para que possa recorrer a elas "em situações excecionais", disse, acrescentando que essa revisão exige "um acordo europeu".
Apesar de admitir que o facto de Itália ter permitido a entrada de mais de 20.000 tunisinos que chegaram a Lampedusa e que lhes tenha dado autorizações que lhes permitem deslocar-se no espaço europeu, o conselheiro afirmou que a questão será discutida na terça-feira entre o Presidente Nicolas Sarkozy e o chefe do Governo italiano, Silvio Berlusconi.
"Vamos discutir serenamente essa questão e no final tudo vai acabar por resolver-se com uma solução que satisfaça os dois países", referiu Guaino.
A tensão nas relações franco-italianas agravou-se no passado dia 17 quando a França encerrou durante umas horas a via ferroviária entre o posto fronteiriço de Ventimiglia e Menton pelo qual deviam passar comboios com centenas de imigrantes tunisinos.
O ministro dos Assuntos Europeus, Laurent Wauquiez, defendeu a possibilidade de Paris poder suspender os acordos de Schengen em casos de crise grave, mas insistiu que a solução para a imigração clandestina é uma maior integração europeia.
"A solução está numa maior integração. Mas, ao mesmo tempo, também nos faz falta uma garantia de segurança em caso de crise grave", afirmou o ministro numa entrevista publicada hoje no "Le Journal du Dimanche".
Wauquiez acrescentou que "A França quer estudar a possibilidade de restabelecer os controlos das fronteiras em caso de grande fluxo (de imigrantes) às portas da União".
VM.
Lusa/Fim

OS ABBA




ABBA   grupo sueco de música pop. Formado em 1972 pelos músicos e compositores Björn Ulvaeus e Benny Andersson, e as vocalistas Agnetha Fältskog e Anni-Frid Lyngstad (também chamada Frida), foi o grupo musical sueco de maior sucesso mundial, dominando as principais paradas ao redor do globo entre a segunda metade da década de 1970 e o início dos anos 1980. O grupo ficou muito conhecido por seu visual moderno e divertido e por suas músicas que sempre se mantinham nas primeiras posições, tendo seus números nas paradas Top Ten superados apenas pelos Beatles. Mantiveram seus singles por 160 semanas nas paradas no Reino Unido, até o fim de 1979. Em Janeiro de 2010, na abertura do ABBAWorld em Londres, o ABBA foi mostrado como tendo aproximadamente 375 milhões de álbuns vendidos no mundo inteiro, segundo a Polar Music e Universal Records. E o musical com músicas do grupo "Mamma Mia!" já foi visto por mais de 35 milhões de espectadores em todo o mundo e atualmente encontra-se em exibição permanente em mais de dez cidades; entre elas Las Vegas, Tóquio, Hamburgo, Londres, Dublin, Nova Iorque, Toronto, Bucareste e Seul. ABBA se tornou a banda pop que mais discos vendeu na indústria fonográfica, e mesmo sendo inativa desde 1983 vendem mais de 3 milhões de discos por ano.O nome da banda é um acrónimo formado pelas primeiras letras do nome de cada um dos integrantes (apesar de ser também uma marca de arenque enlatado que existia na Suécia). De 1976 em diante, o primeiro B no logo da banda passou a ser escrito invertido em todos os materiais promocionais relacionados.
canção dos ABBA vencedora do festival da Erovisão de 1974««clique para ouvir

Sem ironia: não percebo o milando com a ausência de Teixeira dos Santos nas listas do PS. Teixeira dos Santos não é um profissional da política. É professor da Faculdade de Economia do Porto, onde dá aulas desde 1973. Foi professor do Instituto Superior de Estudos Financeiros e Fiscais, onde deu aulas entre 1993-95. No tempo de Guterres, foi secretário de Estado do Tesouro e Finanças (1995-99). A seguir, durante cinco anos (2000-05), foi presidente do Conselho Directivo da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. de A LITERATURA . Foi aliás à CMVM que Sócrates o fui buscar para fazer dele ministro de Estado e das Finanças-.

VAIDOSOS

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23 abril 2011

A ROLETA PORTUGUESA

«Aterro em Lisboa, onde nunca estive, a 43 dias das legislativas de 5 de Junho. É sexta-feira, início do fim-de-semana de Páscoa, este ano a colar com o feriado comemorativo da revolução que em 1974 derrubou um regime ditatorial de meio século e permitiu a implantação da democracia. Quatro dias de férias aos quais o Executivo demissionário, embrenhado a negociar com FMI e Europa um empréstimo de muitos mil milhões para evitar a bancarrota do País, acrescentou um para funcionários públicos, isentando-os de trabalhar ontem à tarde. Gesto que o presidente do respectivo sindicato classifica de "populista" e "injustificado" mas, vá-se saber porquê, não apela à manutenção de todos nos seus postos. A poucos dias do anúncio das medidas, expectavelmente muito duras, que serão aplicadas como condição da ajuda externa, os hotéis do Sul estão, segundo as notícias, lotados. As habituais comemorações parlamentares da revolução, caracterizadas por discursos cerimoniais e pela distinção entre quem ostenta ou não o seu símbolo, o cravo, na lapela, foram canceladas devido à dissolução da Assembleia. E um dos seus "heróis" desdobra-se em declarações de arrependido, elogiando até a "inteligência" e "honestidade" do ditador Salazar ("Faz falta um político assim"). Qualquer passageiro de táxi reconhece o discurso, mas um recente estudo de opinião atribuía-o à maioria dos portugueses, que considerariam os tempos pré-revolução, apesar de todas as aparatosas (a maior fatia da dívida portuguesa deve-se ao consumo privado) evidências em contrário, como "melhores para viver".
 Não, não é fácil perceber os portugueses. No início desta semana, 65% dos inquiridos numa sondagem consideravam o Executivo o grande responsável "pelo estado a que o País chegou", e 85% achavam que "devia ter reagido mais cedo à pressão dos mercados" (fazendo o quê, não dizem). Ontem, a mesma empresa divulgou outra sondagem em que, pela primeira vez no último ano, o partido do Governo ultrapassa a principal força da oposição - que cai 11 pontos no espaço de oito dias. E o PR, eleito em Janeiro e cujo discurso de posse, em Março, desencadeou a crise política que levou à marcação de eleições antecipadas, está com popularidade negativa.
  Com 39% (e a subir) de indecisos na sondagem citada, está tudo em aberto. Tudo menos o programa do próximo governo, em grande parte definido nas condições do empréstimo externo. Não por acaso, os dois principais partidos entretêm-se com acusações mútuas de ausência de ideias e de responsabilidade pela crise, apostando nos casos e sentimentos e tardando nas propostas políticas. Sem nada de concreto a que se ater, o eleitorado é uma montanha-russa. E a roleta do mesmo nome: é que por mais que tente não consigo entender por que raio há-de alguém querer vencer estas eleições.
  Fora isto, Lisboa é uma cidade muito bonita. Recomendo.» [DN]
Autor:Fernanda Câncio.

NÃO HÁ MILAGRES...

Vasco Pulido Valente, Não há milagres (hoje no Público):
    (…) Fora o caso da candidatura de Fernando Nobre e do “telefonema-encontro”, em que não vale a pena insistir, Pedro Passos Coelho passeia pelo país, deixando cair (presumo que por acaso) inconveniências, promessas, declarações programáticas, qualquer tralha que naquela altura lhe passa pela cabeça. O efeito geral é claramente o de um homem inseguro e fora de pé, ou seja, da espécie de indivíduo que os portugueses não querem agora a mandar...

O PESO E AS MEDIDAS DE COELHO

Já no Carnaval, o Governo de Jardim tinha prolongado a tolerância de ponto                                   
Os funcionários públicos da Madeira tiveram hoje a segunda tolerância de ponto para a quadra pascal. Quem esteve hoje a trabalhar, poderá tirar um dia de folga noutra altura.  Aguarda-se a respectiva censura do rapaz de Vila Real... que faz de líder do PSD... em regime  representação. De referir que se trata de dois dias de tolerância, o dobro do verificado no contenente e  que
deveria merecer, pelo menos, a mesma censura.  Mas temos de ser
compreensivos porque o rapaz só de pensar no assunto é capaz de
de ficar com tremideira compulsiva...

OS LÍDERES DO NOSSO DESCONTENTAMENTO

Crise Política em Portugal
*Tenho o Governo na minha cabeça' - P. Coelho

*PS deixou Teixeira dos Santos de fora das listas
*Governo considera anti-patrióticas dúvidas sobre transparência das contas nacionais
*Pinto Balsemão propõe acordo de regime multi-partidário em áreas 'fundamentais'
*Tribunais cada vez mais lentos
*"Um estudo de uma consultora internacional, coloca Portugal em muitos sectores como País mais atractivo do que a Espanha, a Grécia e a Irlanda. Isto foi afirmado no discurso de Diogo Freitas do Amaral, a quem coube, em nome do Governo(quando o Sócrates era o maior para DFA), encerrar o debate na generalidade da Proposta de Orçamento do Estado para 2006. "E até - para grande surpresa de muitos - há vários clusters em que Portugal aparece à frente dos campeões Alemanha, França e Inglaterra. Daí se pode concluir que o pessimismo dos portugueses, de que fala constantemente a comunicação social, não tem fundamentos objectivos. Sendo portanto subjectivo, pode evoluir com melhor informação ao público, maior debate político, e mais activa e coordenada diplomacia económica. (...) Não devemos ser demasiado optimistas, mas o pessimismo por sistema, por
princípio, ou por vício, deve ser combatido no que tem de doentio e, portanto, susceptível de cura."

***


O CARTÃO DO POBRE

 



Os crânios do PSD cujas ideias fazem tal chispalhada que ameaçam electrocutar quem deles se aproxima, parece que, se os eleitores lhes derem oportunidade para as suas malfeitorias, pretendem criar um cartão de débitos para uso dos pobres com vista à obtenção de serviços sociais,  substituindo as actuais prestações  em dinheiro   (se os eleitores lhes derem oportunidade para levarem a cabo as suas malfeitorias) para pagar bens e serviços essenciais cuja designação passará a ser, ainda que pretendam dourar a ideia, O CARTÃO DO POBRE...
Sabemos que há pobres e pobres e não se pode meter no mesmo saco os gandulos, os desempregados, os velhotes com a pensão mínima e os pobres que muito simplesmente nasceram pobres, são pobres e hão-de morrer pobres. É por isso que não é justo que haja um cartão  para todos os pobres, nem confundir o desempregado com o gandulo ou o pobre que é mesmo pobre com o pobre que teve o azar de ficar pobre. Para todos já basta o ferrete de serem mesmo pobres. 
A ideia nem é nova e os bancos já emitem cartões de crédito de cor diferente em função da riqueza dos clientes: platina para os mais ricos, dourados para os que têm a mania de que são mais ricos dos que os outros e os indiferenciados para os tesos. Assim sendo o Cartão do Pobre também poderia ser diferenciado em função das cores, de platina para os desempregados pois recebem apoios sociais parcialmente financiados por descontos que fizeram no passado, dourado para os que são pobres apesar de terem trabalhado toda a vida e da cor de burro quando foge para os diversos tipos de gandulos, gente que é pobre porque não quer trabalhar.
A cores diferentes do cartão de pobre devem corresponder não só os montantes creditados como também o tipo de consumos para que podem ser utilizados. No cartão dos mais tesos não é aceitável que possa ser usado para comprar bebidas alcoólicas, deverá ter um chip que possa conter uma lista de produtos de forma a não aceitar o pagamento de bens de luxo. Por exemplo, se um portador de um destes cartões pretendesse comprar vinho o cartão só funcionaria se fosse um pacote de vinho para utilização culinária, se o produto for queijo só poderia ser usado naquele queijo de barra que sabe a sabão e o produto for papel higiénico é impensável que o cartão permita comprar rolos de quatro folhas perfumadas.
Já o cartão dourado permitiria comprar mais umas coisinhas, por exemplo, já poderia permitir comprar uma grade de cervejas engarrafada por mês, no peixe a escolha não se ficaria pelas sardinhas congeladas e permitira comprar uns carapaus frescos, até porque serviria de homenagem ao Presidente Cavaco Silva que, como se sabe, é um apreciador de carapaus alimados. Mas seria impensável, por exemplo, que permitisse o pagamento das prestações de uma máquina de lavar pois se não têm nada para fazer podem muito bem lavar a roupa à mão.
O cartão platina, destinado aos pobres temporários, já permitira um padrão mais elevado de consumo, ainda que com restrições pois as pessoas são como o país, não podem consumir mais do que ganham. Mas tal como o país também poderiam ter alguma margem no acesso ao crédito e os bancos poderiam conceder a estes cartões um pequeno plafond de crédito, ainda que condicionando o tipo de consumo admitido. Por exemplo, o crédito poderia ser usado para comprar umas calças nas Zara mas na Lewi’s nem pensar.
A ideia dos cartões é tão boa que deveria ser generalizada a todos os portugueses, bem vistas as coisas até se poderia dispensar o cartão de pobre e seria o cartão do cidadão a desempenhar essa função. O cartão do cidadão dos gandulos teria uma cor, o dos tesos outra, o dos desempregados outra e por aí adiante. Assim poderia decidir-se, por exemplo, que quem não trabalha numa empresa que exporta e, portanto, não contribui directamente para a balança comercial só poderia comprar carros em segunda mão.ler mais  aqui

PRESIDENTE RUSSO BAILARINO


Presidente russo a dançar faz sucesso no Youtube

2011-04-20

Os passos de dança do presidente da Rússia, Dimitry Medvedev, ao ritmo de "American boy", um sucesso musical dos anos 90, tornaram-se um sucesso na Internet. Esta quarta-feira, poucas horas após terem sido colocadas no Youtube, as imagens são já notícia em todo o Mundo. Veja o vídeo
Envergando um fato cinzento e sem gravata, Medvedev mexe as ancas e as pernas de forma pouco elegante juntamente com outros participantes numa festa, cuja gravação de menos de um minuto foi disponibilizada esta quarta-feira.
As reacções visíveis nos comentários são variadas e, ao fim de poucas horas, o vídeo original já tinha mais de 300 comentários. "Parece que Medvedev engoliu um pau", diz um desses comentários.
Conhecido como utilizador frequente do Twitter, Medvedev é visto como mais liberal e virado para o Ocidente do que o seu antecessor, o actual primeiro-ministro Vladimir Putin, o ex- oficial do KGB que o colocou na liderança da Rússia, em 2008.
> Mais Mun

Presidente russo a dançar faz sucesso no Youtube - JN

Presidente russo a dançar faz sucesso no Youtube - JN

SEM LIMITES


© Relativity Media
Bradley Cooper e Robert De Niro são as estrelas de "Sem Limites", um paranóico thriller de acção sobre um escritor sem sucesso cuja vida se vê transformada por uma “droga inteligente” ultra-secreta, que lhe permite utilizar 100% do seu cérebro e tornar-se a versão perfeita de si próprio. As suas melhoradas capacidades vão atrair de imediato forças obscuras que irão ameaçar a sua nova vida, neste filme provocador e cheio de suspense.
O aspirante a autor Eddie Morra (Cooper) sofre do crónico bloqueio do escritor, mas a sua vida muda de um dia para o outro quando o amigo o introduz no NZT, um novo e revolucionário fármaco que exponência o potencial de quem o toma. Com todo o sistema nervoso a funcionar, Eddie consegue lembrar de tudo o que leu, viu ou ouviu, aprender uma nova língua num único dia, resolver complexas equações e enganar qualquer pessoa que conheça – desde que continua a tomar a droga ainda por testar.
Rapidamente, Eddie toma conta de Wall Street, transformando uma pequena quantia em milhões. Os seus feitos chamam a atenção do mega-magnata Carl Van Loon (De Niro), que o convida a ajudar a desfazer a maior fusão da história das corporações. Mas também colocam Eddie na mira de pessoas dispostas a tudo para deitar a mão à sua dose de NZT. Com a sua vida em risco e os brutais efeitos secundários da droga a darem conta de si, Eddie tem de se esquivar de misteriosos perseguidores, um gangster vicioso e uma intensa investigação policial, ao mesmo tempo que tenta ir tomando a sua dose o tempo necessário para derrotar os seus inimigos

BRITNEY SPEARS EM BOAS ACÇÕES

De Marta Rocha, Actualizar: terça-feira, 19 de Abril de 2011

Britney Spears leiloa fato pelo Japão

Fato usado em anúncio a doces japoneses


Sony
É LINDA
Britney Spears revelou que vai leiloar um dos seus fatos para angariar dinheiro para ajudar os esforços de reconstrução do Japão.
A cantora vai vender um fato que usou num anúncio de doces japoneses em 1999, gravado durante a primeira visita da cantora ao Japão e o fato será leiloado no “j-Grab” no dia 24 de Abril.
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