05 maio 2011

ERMELINDA FREITAS - UMA PAIXÃO

Leonor Freitas
Leonor Freitas
Quatro gerações de mulheres fazem da Casa Ermelinda Freitas uma referência no mundo dos vinhos nacionais. Leonor Freitas, directora-geral, herdou a paixão que revela o segredo do sucesso da marca produzida em Terras do Sado.

"Durante muito tempo, estive longe de imaginar que seria este o meu destino. Até às décadas de 70/80 a relação com o mundo rural era algo ‘contraditória’. Se, por um lado, a relação com a terra era de amor, o futuro das famílias passava sempre pela cidade, mais que fosse para escapar às flutuações inerentes às estações. Assim, formei-me em Serviço Social e durante muitos anos estive ligada à Segurança Social e à Saúde. Com a morte do meu pai, era necessário optar: por parar, vender, continuar a produção ou vender uvas a outros produtores. Primeiro continuei, depois comecei a produzir vinhos próprios, depois qualifiquei a produção… E se pensei, a princípio, que poderia conciliar a vida profissional que tinha com a nova, depressa percebi que o corpo até poderia estar na cidade mas a mente, o coração e a força, esses ficavam sempre na terra, adivinhando a chuva, sentindo a saúde das vinhas, antecipando e sofrendo com a sorte do ano. Descobri assim que o meu destino passou a estar traçado no momento em que tomei a primeira decisão, insignificante que foi, sobre a vinha e o vinho.

As mulheres da minha família tiveram sempre, e por razões diversas, um papel preponderante. Primeiro, a minha bisavó que, depois de enviuvar, manteve a exploração agrícola em conjunto com os filhos. Novamente a morte, ainda mais precoce, do meu avô, deixou a minha avó, com 38 anos de idade e cinco filhos pequenos, a comandar o barco. Sendo o meu pai o filho mais velho, com uns verdes 14 anos, foi sempre o seu braço direito. Mais tarde, construíram uma adega e começaram a saga da produção de vinho na propriedade. Hoje, tudo o que fazemos não é mais que o mesmo que eles começaram. A minha avó casou-se, sem segundas núpcias, com a terra, casamento esse que a minha mãe continuou, juntando-se ao dueto.
Numa empresa, ainda familiar, existem várias formas de descrever o meu papel. Desde aquele que, muito prosaicamente, poderemos chamar de ‘apaga-fogos’ até ao de Directora-Geral, passando pelas vendas. Sou a líder de uma grande, competente e dedicada equipa, da qual fazem parte os meus filhos. Ele, mais velho e formado em engenharia informática. Ela, mais nova, com formação em gestão. Podemos dizer que, por contingências do destino ou dos modelos, a continuidade da trisavó, da bisavó, da avó e da mãe está assegurada.
Os meus dias variam consoante o momento. Alturas há em que estou dependente do pulsar da terra, como nas vindimas, onde todos os momentos são dedicados a coordenar a apanha, o transporte e processamento mas, cada vez mais, são as reuniões que tomam a maior fatia do meu tempo. De futuro só penso em consolidar, consolidar, consolidar, fazendo da Casa uma marca forte na sustentabilidade social e ambiental. Produzir algo que ajuda a ampliar a felicidade dos outros é, de longe, o melhor neste trabalho."
Em 2008, Leonor Freitas conquistou o Prémio de Inovação e Empreendorismo, concedido pelo Ministro da Agricultura. No ano seguinte, foi-lhe atribuída a Comenda de Ordem de Mérito Agrícola, pelo Presidente da República. E, em 2010, foi distinguida com a medalha municipal de Mérito Grau de Ouro pelo Munícipio de Palmela.
Uma homenagem a uma grande mulher e aos excelentes vinhos da marca "DONA ERMELINDA"da zona de Palmela.

A MULHER -

Rosie Huntington-Whiteley é a mais sexy para a "Maxim"

AS MÁS NOTÍCIAS DO PEC

As más podem resumir-se assim:
Vencimentos da Função Pública e salários do sector empresarial do Estado congelados até 2013. Necessidade de despedir (até Dezembro de 2013) 1% dos funcionários da administração central e 2% da administração local e regional. Por junto, cerca de 23 mil pessoas. Redução de cargos de chefia na Função Pública. Subsídios de maternidade e desemprego sujeitos a imposto. Redução das comparticipações da ADSE. Duração do subsídio de desemprego desce de 36 para 18 meses. Valor máximo do subsídio de desemprego desce de 1200 para 1040 euros. Liberalização das rendas antigas. Aumento dos transportes, gás e electricidade. Equiparação da carga fiscal dos pensionistas aos trabalhadores do activo. Fim da dedução dos juros das hipotecas em sede de IRS. Redução do tecto com as despesas de educação e saúde em sede de IRS. Agravamento dos impostos sobre a habitação, automóveis, álcool e tabaco. Taxas de justiça mais caras. Redução dos apoios e subsídios ao ensino privado. Redução das transferências do OE para as autaquias. Subida do IVA na Madeira e nos Açores (mantendo-se, mesmo assim, inferior ao do continente). Redução drástica de concelhos e freguesias. Grandes obras públicas congeladas: TGV, aeroporto de Lisboa, etc. Parcerias público-privadas em stand by. Obrigação de vender o BPN até Julho próximo. Privatização da ANA, TAP, GALP, REFER, CP, CTT, REN, etc. Venda da quota de 19% que o Estado ainda detém na EDP. Fim da Golden Share na PT.
O BPN tem de ser vendido nos próximos 90 dias. Duas privatizações têm de estar feitas até ao fim do ano. Mas a generalidade das medidas entra em vigor no dia 1 de Janeiro de

2012


OS DERROTADOS DA TROIKA

Os derrotados da troika - PSD O MAIOR (5)

 
Nas "baixas" da troika inclui-se também o movimenrto das escolas privadas em luta contra a redução dos pingues subsídios públicos, que até foi queixar-se à troika, e que sai totalmente derrotado, pois o programa de ajuda externa não só não lhes dá razão como apoia totalmente a redução desses subsídios.
Os derrotados da troika (4)
[Publicado por Vital Moreira] [Permanent Link]
Entre os derrotados da troika conta-se o sector das farmácias, que vêm as suas confortáveis margens de comercialização sensivelmente reduzidas, em proveito dos utentes e do SNS.
A poderosa ANF, que até agora vergou todos os governos, não conseguiu impressionar a UE e o FMI. Certos poderes só são gigantes à escala doméstica...
Os derrotados da troika (3)
[Publicado por Vital Moreira] [Permanent Link]
Derrotados são também os governos regionais, que até agora tentaram manter-se no essencial à margem das exigências da austeridade orçamental do País, incluindo os seus privilégios fiscais, e que agora se vêem obrigados não só a compartilhar inteiramente dos objectivos da consolidação orçamntal e da redução da despesa pública, mas também a reduzir as saus regalias fiscais e a sua dependência em relação ao orçamento da República.
Os derrotados da troika (2)
Os segundos grandes derrotados do programa da UE e do FMI são os partidos da extrema esquerda, que em nome da rejeição da austeridade se juntaram à direita para rejeitar o PEC IV, assim derrubando o Governo e tornando inevitável o pedido de ajuda externa, e que agora levam cima com um programa de austeridade bem mais exigente, bem como com uma liberalização bem mais funda das relações laborais.
É evidente que não podiam ignorar que o resultado só podia ser esse. Mas está-lhes na massa do sangue: quanto pior, melhor para eles...

Os derrotados da troika (1)

Quem sofre uma derrota em toda a linha com o programa de ajuda externa é o PSD.
Desde há meses que contava com a intervenção externa para um programa de disciplina orçamental que justificasse uma ofensiva neoliberal em forma contra o SNS, o sistema público de pensões e a escola pública. Contudo, o programa ontem conhecido respeita inteiramente esses três pilares do Estado social (embora não sejam poupados à redução dos gastos), sem ennhuma referência à famosa liberdade de opção pelo sector privado.
O PSD queria um programa de disciplina orçamental exclusivamente baseado no corte da despesa, de modo a pôr o Esatdo a pão e água, só admitindo aumento do IVA para reduzir no mesmo momtante as contribuições patronais para a segurança social. Mas programa da UE e do FMI tem uma forte componente de aumento da receita fiscal do Estado e das regiões autónomas como meio de reduação do défice orçamental.
O PSD opunha-se visceralemente a um corte adicional nas deduções e benefícios fiscais. O programa, porém, pede muito mais.
O PSD sugeria a privatização parcial da CGD (banco). O programa não só não inclui a Caixa no plano de privatizações (salvo os seguros, como já estava previsto) como assume plenamente a propriedade pública da mesma.
Depois desta amostra, ver o PSD a reivindidar uma vitória sua no programa de ajuda externa, só por masoquismo...


«Necessitamos de recentrar a nossa agenda de prioridades, colocando de novo as pessoas no fulcro das preocupações colectivas. Muitos dos nossos agentes políticos não conhecem o país real, só conhecem um país virtual e mediático. Precisamos de uma política humana, orientada para as pessoas concretas, para famílias inteiras que enfrentam privações absolutamente inadmissíveis num país europeu do século XXI. Precisamos de um combate firme às desigualdades e à pobreza que corroem a nossa unidade como povo. Há limites para os sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos.» [no discurso de posse de posse 

ACORDO GOVERNO TROIKA

Acordo entre Governo e 'troika' prevê metas suavizadas para redução do défice
Primeiro Ministro louvou a acção de Teixeira dos Santos

Acordo entre Governo e 'troika' prevê metas     suavizadas para redução do défice

                             clicar aqui para ouvir a cantiga

Segundo o memorando de entendimento entre o Governo e a 'troika', a que a Lusa teve acesso, o novo compromisso de Portugal é que atinja um défice de 5,9 por cento em 2011 (contra os 4,6 por cento anteriores), 4,5 por cento em 2012 (contra os 3 por cento previstos no chamado PEC IV) e os 3 por cento em 2013, quando a meta anterior era de 2 por cento.

O memorando indica que estas metas "irão estabilizar a dívida pública por volta de 2013", acrescentando que tal "reflete um apropriado equilíbrio entre o que as ações necessárias para restaurar a confiança dos mercados e assegurar que este ajustamento não prejudique excessivamente o desenvolvimento da economia e do emprego".

04 maio 2011

A CATERVA DE OPINADEIROS QUE DEVIAM SER POSTOS A PÃO E AZEITONAS

Durante semanas, os jornais disputaram entre si a primazia da cacha hard. Restrições, cortes, supressões. Especialistas filiados deram o seu aval: Atribuir o subsídio de férias aos pensionistas é uma aberração. Tem de ser cortado! Bagão Félix, por acaso, discordou. A débâcle é o afrodisíaco dos cantigueiros encrespados. Súbito, o governo fecha negociações com a troika. Ninguém mexe nos subsídios de férias e de Natal. Os vencimentos da Função Pública e os salários do sector empresarial do Estado mantêm-se como estão (ou seja, cortes para o somatório das remunerações de valor igual ou superior a 1550 euros). O salário mínimo permanece intocado. As pensões idem, sendo as mais baixas actualizadas. Conforme consta do PEC IV. A idade legal da reforma não é alterada.
Um murro no estômago da caterva de opinadeiros que, tendo ficado sem narrativa, aposta numa política de terra queimada. Veja-se o desastrado sermão da montanha de Catroga, chamando a si os louros de uma negociação para a qual não foi tido nem achado (como demonstra o incontido desejo de mudança do mix...). Declaração aventureira, lhe chamou Medeiros Ferreira, que tem educação suficiente para não lhe ter chamado aldrabão.
Sejamos claros. As pessoas estão a borrifar-se para a revisão em alta do défice. As pessoas querem lá saber se algumas empresas do sector público vão ser privatizadas. As pessoas querem saber se têm dinheiro para pôr comida na mesa, pagar a hipoteca da casa, a escola dos filhos e a prestação do carro. A revisão em alta do défice é o tipo de assunto que interessa a trinta bloggers que passam fins-de-semana em Bruxelas, a convite do PPE, ou na Comporta, a convite dos patrões. As pessoas querem saber se têm subsídio de férias para pagar dívidas acumuladas no primeiro semestre do ano. E depois subsídio de Natal para poder oferecer aos filhos o aparelho fixo (dentário) que se tornou a imagem de marca da geração sub-15.
Não perceber isto é não perceber o país que somos. Por isso foi importante que o primeiro-ministro tivesse vindo dizer, preto no branco, como vai ser. Ontem, milhões de portugueses puderam respirar de alívio. Verdade que, não obstante os 78 mil milhões do resgate (coisa diferente dos propalados cem mil milhões), os desempregados continuam desempregados. Um drama a que não podemos fechar os olhos. Mas o aperto geral goza um ano de dilação. Pagar juros de 4% ou mesmo 5% não é o mesmo que pagar 11% ou mais. E assim sucessivamente. Se dúvidas houvesse, fica claro que a situação de Portugal não é comparável às da Grécia e Irlanda. Chega de truques.
Já agora, se mal pergunto: quem votar no PSD, vota Catroga ou Passos Coelho?in Da Literatura

[Foto: Público.]


RUI VELOSO - DISCO DE DUETOS








O novo trabalho do cantor de ‘Chico Fininho’ é o primeiro de originais em seis anos de carreira
destaque
Rui Veloso: Disco de duetos
30-04-2011
O músico Rui Veloso está a gravar um disco de duetos com alguns dos mais importantes nomes da música portuguesa da actualidade, entre os quais se contam Pedro Abrunhosa, Sara Tavares e o fadista Camané.
Ao que a Vidas apurou, o novo trabalho deverá chegar ao mercado em versão de ‘disco duplo’ e será totalmente preenchido por temas originais, alguns dos quais da autoria de Carlos Tê, o ‘velho’ companheiro de escrita do cantor de ‘Chico Fininho’.
O novo álbum, ainda sem data prevista de edição e que está a ser gravado nos estúdios do próprio Rui Veloso, em Vale de Lobos, Sintra, conta ainda com a participação do músico londrino Todd Sharpville, ele que no passado ganhou o prémio de ‘Best UK Guitarist’, batendo nomes como Eric Clapton e Gary Moore. Recorde-se que, nos passados dias 15 e 16, Rui Veloso foi o convidado especial de Todd Sharpville nos ‘showcases’ que o músico britânico deu em Portugal de apresentação do seu último disco, ‘Porchlight’.
Depois de ter lançado uma edição comemorativa do 20º aniversário de ‘Mingos e Os Samurais’ (um dos mais importantes discos da história da música portuguesa), Rui Veloso prepara assim o sucessor de ‘A Espuma das Canções’, lançado em 2005, o último disco de originais.
Recorde-se que o ano de 2010 foi particularmente especial para Rui Veloso já que se assinalaram os seus 30 anos de carreira, facto comemorado com dois concertos memoráveis nos Coliseus do Porto e Lisboa. O novo registo de Rui Veloso, ainda sem título definido, marca, por isso, o início de uma nova década na carreira do cantor.
Miguel Azevedo


PASSOS COELHO ANDA NAS FARÓFIAS? NINGUEM O VÊ...

Passos Coelho conseguiu chumbar o PEC IV e certamente vai aprovar o acordo com as instituições internacionais sem que tenha apresentado uma única proposta, sem ter defendido uma única alternativa e sem ter manifestado a mais pequena preocupação com o que estaria a ser negociado, nunca disse nem o que queria nem o que não queria. A sua espera pelo acordo nada tinha que ver com o impacto no país mas sim nas sondagens eleitorais que diariamente recebe.
A comunicação de Sócrates ao país foi a maior humilhação que Pedro Passos Coelho poderia ter sofrido, a troika autorizou José Sócrates a fazer uma comunicação antes de um acordo com o PSD e em que o primeiro-ministro em vez de comunicar o conteúdo do acordo informou e tranquilizou o país afastando o cenário negro que estava a ser criado pela comunicação social. Foi uma comunicação inédita nestes processos negociais, antes da divulgação do acordo e quando se sabe que se está a meio de um processo eleitoral, um governo é autorizado a dizer aos concidadãos o que não fará parte do acordo. Pior do que isso, deixou no ar que o acordo com as organizações internacionais é o PEC IV e mais algumas medidas.
A não ser que existam grandes surpresas ficaremos com a impressão de que a troika veio a Portugal para fazer aprovar o PEC IV, os mesmo que foi rejeitado por Passos Coelho, que num dia o rejeitou por ser austeridade a mais e no dia seguinte por ter austeridade a menos. Passos Coelho apostou tudo no FMI e arrisca-se a ser a sua principal vítima.

REVISTA PARA SOPEIRAS?






D. JOSÉ POLICARPO

Cardeal-Patriarca de Lisboa foi eleito à terceira volta. O vice será o bispo do Porto
Cardeal-Patriarca de Lisboa foi eleito à terceira volta. O vice será o bispo do Porto
O cardeal-patriarca de Lisboa é, desde ontem, o novo presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP). D. José Policarpo foi eleito à terceira volta, ontem de manhã, durante a 177.a assembleia plenária da CEP - substituindo o arcebispo de Braga, D. José Ortiga, que esteve à frente do organismo em que têm assento os bispos portugueses nos últimos dois mandatos. Para vice-presidente, a escola dos prelados recaiu em D. Manuel Clemente, o bispo do Porto, que passa a ocupar o cargo até agora desempenhado pelo bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto. Quem se mantém no mesmo lugar é o padre Manuel Morujão, secretário e porta- -voz da CEP.

O cargo de chefia dos bispos portugueses não é novidade para D. José Policarpo, que foi eleito presidente da Conferência Episcopal em 1999 e reconduzido no cargo em 2002. O cardeal-patriarca só foi escolhido, soube o i junto de um dos bispos presentes na assembleia, à terceira volta, apesar de ter ganho nas primeiras duas votações. À terceira foi a votos só com D. Manuel Clemente. 

Primeiro recado Ontem, D. José Policarpo falou aos jornalistas e admitiu que Portugal "está a viver um momento muito próprio". Por isso, continuou, a Igreja "não pode cair na tentação" de fazer intervenções "no campo estritamente político ou partidário, dado que não é nossa função em nome da natureza e do nosso ministério".  



BRETH








Marie Brethenoux: "Sou muito safada na intimidade" (com fotogalerias)
03-05-2011
Ficou conhecida há três anos por ter vencido o concurso da Sloggi, que elege o melhor rabo de Portugal, e continua a dar que falar. Desta vez, Marie Brethenouxaceitou posar em nu integral para a revista ‘Penthouse' e adorou a experiência.
"Sinto-me completamente à vontade com o meu corpo, por isso não tenho problemas em fotografar sem roupa. Além disso, a produção aconteceu numa biblioteca, num ambiente em que me sinto muito bem" revela a manequim, de 21 anos, que está no terceiro ano do curso de Comunicação Aplicada.

MESTRE CATROGA É A MAIOR ABÉCULA





Quando vejo o sr Catroga naTV, num afã  meio deslocado naquele 
seu tremeliqueiro ar senil, a tentar recolher  louros   das negociações com a TRÓICA sem nelas ter exercido qualquer influência (ainda bem!),  não consigo libertar-me da imagem do velho escuteiro do  Miguel Esteves Cardoso...
É triste quando um velho simpático perde a noção do ridículo e sem um neto que o chame à razão...oh avô,  por amor de Deus, toda a gente sabe que és o maior mas não te fica bem seres tu a dizê-lo. Deixa isso para o tio Cavaco que até será capaz de te erigir uma estátua para te ver feliz! Recato  avô! Olha que a reacção  já anda a dizer que não passas de um verbo de encher e que o tio Cavaco te meteu nessa coisa para te contentar...



Catroga dixit, voto PSD fugit... Diz Ana Gomes sobre o assunto:

 Foi surpendente e penoso ver e ouvir o Dr. Catroga*, esta noite, a reagir na peugada do PM, em malabarismo incipiente a por o PSD em bicos dos pés, concorrendo com o Governo que o acordo será bom, mas procurando chamar a si o mérito de alcançar essa bondade.
Foi um acordo que o PSD não ajudou realmente a negociar (e podia e devia te-lo feito), antes tratando de publicar carta atrás de carta a por em causa a negociação, questionando os números sobre as quais ela se foi fazendo.
O PEC IV era mau porque não era suficiente, Dr. Catroga dixit, repetindo o argumento que já o lider do PSD usara junto do Wall Street Journal, pouco depois de precipitar a crise política e lançar o pais nesta fossa de descrédito internacional.
O PEC IV era mau porque cortava reformas de 200 euros, dixit o Dr. Catroga, desonestamente, porque sabe bem que o PEC IV que o governo submeteu a AR já tinha essa medida revista. E muito mais poderia ser reformulado se o PSD então tivesse querido negociar, em vez de preferir precipitar-nos na crise política e destruir a imagem de Portugal perante o mundo.
Se mais não houvesse, bastava esta patética exibição do máximo expoente económico do PSD para dissuadir muito boa gente de dar o seu voto ao PSD.



*Professor Catedrático a 0% de tempo


THE MUSIC AND LIFEESTYLE HOTEL BERLIN

The Music and Lifestyle Hotel Berlin
Abriu em Novembro e é o primeiro hotel musical da Europa. E o que é um hotel musical? É um hotel que, para além das infra-estruturas e serviços habituais, tem estúdios de música com qualidade profissional e onde, ao ligar para o room service, o hóspede pode acrescentar o pedido de uma guitarra Gibson aos dos ovos Bennedict.
Localizado no epicentro da cena mais vanguardista de Berlim, The Music and Lifestyle Hotel Berlin (www.nhow-hotels.com) conta com 304 quartos com áreas que podem oscilar entre os 48 e os 258 metros quadrados e vistas privilegiadas para o rio Spree. Ou seja, funciona como retiro perfeito, mas também como fonte de inspiração.












03 maio 2011

SOCRATES - FMI

VÍDEO DA INTERVENÇÃO DE SÓCRATES
SOBRE AS MEDIDAS DO
FMI



Socrates
clicar no link supra ver o vídeo da intervenção de Sócrates

PROGRAMA ELEITORAL DO PSD








ESTÁ NA HORA DE MUDAR PASSOS COELHO





COMO VÊ O PSD OS BENEFICIÁRIOS DA SEGURANÇA SOCIAL






VERGONHA




José Pacheco Pereira, Vergonha, hoje no Público. Excertos finais, sublinhados meus:
«[...] Por isso, senti vergonha e humilhação quando li o comunicado do Ecofin, uma enorme bofetada a todos nós, que deveria ser dada nos destinatários certos [...] Depois vem uma bofetada em Passos Coelho: segundo Katainen, que certamente fez sempre os seus trabalhos de casa porque é considerado o melhor ministro das Finanças da Europa e é vice-presidente do PPE, o partido a que pertence o PSD, o pacote de medidas “terá de ser mais duro e mais abrangente do que aquele que foi rejeitado pelo Parlamento”. O mesmo PEC IV é sempre referido como sendo o “ponto de partida” para todas as exigências que nos são impostas. E o facto de isso ser insistentemente referido é tudo menos inocente: não quiseram o PEC IV, vão ver como o PEC V ainda vai doer muito mais. Há um sentimento de irritação e até de vingança nestas palavras.

Vamos pagar a politiquice de Sócrates [...] mas também a falta de prudência de Passos Coelho que pensa que aquilo com que anda a lidar se concentra em sair bem nas manchetes dos jornais ou nas sondagens, e (talvez) o excesso de passividade do Presidente da República. Mas, que raio!, será que não estão informados, por vias directas ou travessas, do que se passa e dependem dos artigos do Financial Times? [...] Só pensaram em si mesmos, no seu êxito político e dos seus partidos. [...]»
Da Literatura


[Foto: revista Caras.]

O VELHO ESCUTEIRO DO PSD


FALTA DE VERGONHA !!!


Num exercício canhestro e obsceno, Catroga comentou, em nome do PSD, o statement do primeiro-ministro. O homem que esteve 48 horas de prevenção à espera de ser chamado pela troika (esperou em vão), veio dizer aos portugueses que o pacote de resgate foi feito à medida das exigências do PSD com a garantia de mudar o mix (sic) quando chegar ao governo. Isto tem um nome: falta de vergonha. Depois não se queixem do resultado das eleições

A TROIKA EM ACÇÃO


1. Enquanto a troika vai estudando a situação portuguesa, de alto a baixo, sem que nada de concreto transpareça e os resultados e as exigências que nos vão fazer sejam conhecidos, os dirigentes dos diversos Partidos procuram, afanosamente, preparar as próximas eleições, como se nada viesse a passar-se. Mas a verdade é que as ditas exigências, ao que parece, vão mudar tudo e, porventura, condicionar as eleições. Será que não pensam nisso?

Muitos portugueses sensatos têm procurado pressionar os Partidos, para que provisoriamente se entendam, pondo o interesse nacional acima dos interesses partidários. Nesse sentido, o trigésimo sétimo aniversário do 25 de Abril, celebrado em Belém, pela primeira vez, dada a circunstância de a Assembleia da República ter sido dissolvida, para provocar novas eleições legislativas, apaziguou, sem dúvida, muitos portugueses e constituiu um contributo importante para a última semana ter sido um pouco mais calma.

A partir de hoje, a situação irá de novo acelerar-se. Há quem diga que a troika vai dar a conhecer as "receitas" que nos quer impor, para nos emprestar dinheiro.

Sublinhe-se que a troika não nos dá nada: empresta-nos e com juros muito elevados. E, porventura, acrescentando exigências que nos poderão ser muito prejudiciais, se só forem tomadas em conta a redução do deficit e dos endividamentos, privados e públicos, sem que haja dinheiro para investir, evitando a recessão, diminuindo o desemprego, as desigualdades e a pobreza, que começam a ser altamente perturbadoras para a sociedade portuguesa.

Note-se, como já escrevi nesta mesma coluna, que o FMI, nesse ponto concreto, parece ter posições mais razoáveis do que as instituições europeias (o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia), que não conseguem libertar-se do economicismo neoliberal e só pensam nos equilíbrios financeiros e não nas pessoas - e nos Estados - que, em princípio, deviam ajudar.

Mário Soares



PAULO PORTAS É UM VALOR SEGURO PARA A DIREITA


 Mais uma farpa ao PSD: Paulo Portas criticou   ontem a atitude dos  sociais-democratas nesta fase de  negociações de   ajuda   financeira externa. "Acham normal  esta troca de cartas do PSD dizendo que passava por cima do  Governo e falava directamente com a missão?"(a tal falta de sentido de Estado),  questionou ontem o líder do CDS, numa entrevista à RTP1.
Portas: o CDS merece subir              
E mais uma farpa ao PSD: Paulo Portas criticou ontem a atitude dos sociais-democratas nesta fase de negociações de ajuda financeira externa. "Acha normal esta troca de cartas do PSD dizendo que passava por cima do Governo e falava directamente com a missão?"...
O PSD está a fiar-se muito num eleitorado fidelizado e acritico mas que actualmente tenderá a ser muito diferente. O tempo do rebanho e dos respectivos pastores já lá vai e  Paulo Portas sabe disso e estará a entrar nesse eleitorado como faca em manteiga, especialmente no eleitorado urbano da direita civilizada que não se revê numa certa boçalidade de um líder sem carisma, pouco rigoroso no discurso a usar  com facilidade na mentirola (o caso da reunião de duas horas em São Bento com Sócrates sobre o famigerado PEC que negou ter existido, é algo que arrasa a credibilidade de um líder que mente sem escrúpulos e sem sentido de Estado.  Um partido de poder como o PSD não pode manter um líder deste calibre que, normalmente, têm a sua côrte frequentada por gente do mesmo nível. Aliás... tudo isso parece bastante  evidente e o PSD está mesmo a passar a imagem de  uma espécie de fungágá da bicharada...

AGORA É A TOIKA QUE NÃO SE ENTENDE

A Troika não se entende? Mas tem lá algum português
Uma forte divergência entre os membros da troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e FMI) sobre o montante total da ajuda externa a Portugal está em risco de rebentar com o calendário de conclusão e anúncio do programa de assistência e provocar um sério problema ao país.
 De acordo com os planos das três instituições que estão há três semanas a negociar os termos do pacote de ajuda, o processo deveria ter sido concluído o mais tardar hoje, de forma a poder ser tornado público, como previsto, amanhã.         
Mas, de acordo com o que o PÚBLICO apurou, o acordo continua por concluir e, pior, o processo está todo atrasado. O que significa que “não vai haver conferência de imprensa amanhã em Lisboa” para o anúncio do acordo, afirmou uma fonte europeia. “Há um desentendimento sobre o montante” do pacote de ajuda que “está a atrasar o acordo”, explicou.
De um lado, a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu (BCE) defendem que a ajuda deverá ascender “no mínimo” a 80 mil milhões de euros. Do outro, o FMI, que vai financiar um terço do total da ajuda externa a Portugal, não quer ir além dos 60 mil milhões.
Esta divergência resulta da recusa do FMI de financiar os empréstimos de curto prazo portugueses (em bilhetes do tesouro) alegando que constitui uma prática contrária às suas regras internas, o que constitui um problema porque a dívida de curto prazo em Portugal é bastante alta.

NEGOCIAR COM QUEM? COM UM ANÃO POLÍTICO MENTIROSO?

O boquinhas de aldrabão... - este fulano não presta!
P.P.COELHO - O MENTIROSO
Quando as sondagens atribuíam ao PSD uma maioria tal que o próprio Alberto chegou a pedir aos eleitores uma maioria constitucional não se falava de negociações, quando o PSD caiu nas sondagens e deixou de ser previsível uma maioria absoluta mesmo se coligado com o PS alguém concluiu que se teria de negociar com o PS, foi então que o PSD passou a sugerir que nunca negociaria com Sócrates. Agora que o PSD desce continuamente nas sondagens e se arrisca a perder as eleições faz todo o sentido questionar se o PS pode negociar com o Coelho.
A não ser que mais uma vez Cavaco Silva mande Eduardo Catroga substituir Pedro Passos Coelho muito dificilmente o PS poderá negociar com este líder do PSD. É difícil negociar com alguém que discutiu durante horas o PEC, que mandou os deputados não se manifestarem para não prejudicar as negociações que decorriam em Bruxelas e quando o PEC IV foi aprovado e elogiado pelos parceiros europeus lançou a mais grave crise política da democracia portuguesa usando uma mentirola que o desqualifica até à eternidade... 
É difícil tratar com alguém que negociou de má fé e esperou que a Europa aprovasse um programa económico de ajustamento para lançar o país num beco sem saída que o conduziu a um pedido de ajuda externa.
Se já é difícil negociar com alguém que está de má fé e para quem os objectivos pessoais estão acima dos do país, mais difícil ainda é negociar com quem não tem a coragem de apresentar as suas propostas e em vez de negociar com propostas alternativas opta por truques e malabarismos
É difícil negociar com alguém que quando era para assumir publicamente as negociações que fez optou por as omitir  lançando  uma mentira e quando era suposto negociar com descrição fá-lo recorrendo à comunicação social com sucessivas cartas com listas de perguntas maldosas e que apenas visam prejudicar ainda mais o país. Este rapazola não presta e com a sua veia de demagogo está em ponto de rebuçado para ser emprateleirado no sector dos refugos.  Talvez tenha futuro a fazer farófias

02 maio 2011

DEVERAS PREOCUPADO


Estou deveras preocupado. Soube-se agora que, em 2010, os salários dos gestores do PSI 20 tiveram (em média) uma quebra de 33%. Vejamos o top 10:
Zeinal Bava, da PT / 1,4 milhões de euros. Mais 47,6% que em 2009.
Ferreira de Oliveira, da GALP / 1,3 milhões. Menos 15% que em 2009.
Ricardo Salgado, do BES / 1,2 milhões. Mais 16%.
Paulo Azevedo, da Sonae SGPS / 1,1 milhões. Mais 0,1%.
António Mexia, da EDP / 1,05 milhões. Menos 66%.
Ângelo Paupério, da Sonaecom / 1 milhão. Mais 1,4%.
Rodrigo Costa, da ZON / 995 mil euros. O mesmo que em 2009.
Pedro Queirós Pereira, da Semapa / 983 mil. Menos 23,6%.
Pedro Soares dos Santos, do Jerónimo Martins / 769 mil. Mais 16,2%
Fernando Ulrich, do BPI / 730 mil. Mais 0,5%.
Na imagem, Zeinal Bava, 45 anos, presidente executivo da P.T.

O POTE

JÁ A CUIDAREM DO POTE COM MESTRIA LARANJA

www.SMS.mu


Eduardo Catroga deve estar cansado do seu trabalho
 na Universidade
Essa coisa de ser professor catedrático
a tempo parcial e...
a 0%
deve ser muito cansativo.

ESTÁTUA DE ÉBANO de Serena Williams





          BOM PETISCO
Sem roupa, mas com muito estilo

João Paulo II - Peregrino do amor

A MORTE DE BIN LADEN




O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou no domingo à noite (hora local) que o chefe da Al-Qaida, Osama bin Laden, foi morto no Paquistão por serviços especiais norte-americanos.
A morte de Osama Bin Laden é um marco simbólico na luta contra o terrorismo, sendo espectáveis retaliações com atentados terroristas no mundo ocidental, disse hoje à Lusa o presidente do Observatório de Segurança e Criminalidade Organizada (OSCOT).
A morte de Bin Laden é um "marco simbólico, mas não significa o fim do terrorismo", sendo "espectável retaliações dos 'franchisados' de Bin Laden" no mundo ocidental, alertou o responsável do observatório José Manuel Anes.
A eliminação do terrorista mais procurado internacionalmente "representa o coroar de um conjunto de esforços, desde há muitos anos a esta parte", mas desta vez o "presidente [Barack] Obama teve uma estrelinha da sorte com a morte do líder terrorista", adiantou o presidente do OSCOT.





MANUEL ALEGRE AO D.N.

ENTREVISTA DE MANUEL ALEGRE EM VÍDEO
clicar no link para ver o vídeo



01 maio 2011

O BEIJO





A espontaneidade de Grace roubou o momento a William e Kate
A espontaneidade de Grace roubou o momento a William e Kate
Chama-se Grace Van Cutsem e é afilhada do príncipe William. Aos três anos, a pequena dama de honor tornou-se estrela mundial quando, no momento em que Kate e William deram o tão aguardado beijo na varanda do Palácio de Buckingham, não disfarçou o mal-estar por causa do barulho. Franziu a cara, tapou os ouvidos de cotovelos vincados no parapeito roubou o momento aos noivos.
Grace é filha de Lady Rose Astor e Hugh van Cutsem e neta do milionário William Waldorf Astor, fundador da cadeia de hotéis de luxo Waldorf-Astoria.
Registamos aqui este momento, não porque o privilegiado casal nos mereça qualquer simpatia, mas porque nos merece respeito quem aprecia estas futilidades e gosta também de nos visitar uma vez por outra...  Mas não deixamos de lhes desejar felicidades e que tenham muitos meninos todos saudavelmente amamentados pela mamã...
A valia da foto está  na pequena Van Cutsen 

JOÃO PAULO II BEATIFICADO


João Paulo II é beato seis anos após a sua morte         

Cerimónia na Praça de São Pedro, Vaticano, foi presidida pelo papa Bento XVI. É a penúltima etapa para o reconhecimento como santo. (Vídeos SIC no fim do texto)

                 
2 minutos
O gesto foi sublinhado por palmas e gritos da multidão presente
O gesto foi sublinhado por palmas e gritos da multidão presente
Stefano Rellandini/Reuters

CASÓRIO REAL



 mundo parou para ver William e Kate tornarem-se marido e mulher. Veja as fotogalerias e textos e continue a acompanhar aqui as notícias do casamento real. Clique para visitar o dossiê Casamento Real       


CATROGA


Não se percebe muito bem que interesses defende Eduardo
Catroga nas negociações com a troika, se os do PSD, se os do país ou os de Cavaco Silva. Os do país não é certamente, um negociador que usa essas negociações para fazer luta política na comunicação social dá uma péssima imagem do país descredibilizando-o perante os negociadores, quando em vez de se defenderem os interesses do país se faz chacota política perante uma situação mais grave perde-se credibilidade. Os do PSD também não são, Eduardo Catroga é um mau político e não é a sua relação com Cavaco Silva que lhe deve credibilidade. Quem estará então interessado nos resultados dos golpes baixos de Eduardo Catroga.
  «"As gerações mais jovens deviam pôr este governo em tribunal", afirmou Eduardo Catroga ao Expresso de hoje, sábado.

   Se alguém souber interpretar este despacho para exercício de funções a tempo "ZERO"... agradecia... uma ajudinha para eu perceber...

Pedro Passos Coelho "é um farsola"


o coelho caracol

Passos Coelho em Contradições I

SERÁ SÓ FARÓFIAS?...

Portugueses exigem que PSD apresente as suas propostas - Sócrates

Portugueses exigem que PSD apresente as suas propostas - Sócrates
 O secretário-geral do PS, José Sócrates, afirmou hoje no Porto que os portugueses exigem que o PSD apresente as suas propostas e não se esconda num "jogo pueril" de "concurso de ideias".
"Se alguém provocou eleições num momento dificílimo para o nosso país, o mínimo que os portugueses têm o direito de fazer é exigir que esse partido apresente as suas propostas e não se esconda", afirmou o líder socialista, no lançamento da "Plataforma de Voluntários Sócrates 2001".
Sócrates recordou que o PSD fez há um ano uma proposta de revisão constitucional de que agora já não fala, lançando a dúvida sobre quais serão as reais propostas do partido para o país e não deixe vingar a ideia de que as seus projectos se esgotam em questões de lana caprina e no final nos queira brindar com alguma pratalhada de   farófias...






 
 

A NOSSA SINA - O NOSSO FADO

                                        

 

O melhor comentário

A simples crítica sensata é quanto basta no nosso País para ser realista.

Sim, descolonizar impunha-se, mas o modo  foi criminoso.

Sim, democratizar é anseio de séculos, ora alegria, ora decepção.

Sim, desenvolver tem sido sonho sem fim sustentado.

Sim, objectivo  nacional tem sido o bom governo, mas raras vezes consensual e quase

sempre mau governo.

O nosso grande problema é que não  nos lembramos  que não nascemos em 1974.

Não foram três, mas muitas vezes mais, as ajudas externas, que têm mantido maioria dos Portugueses a viver em Portugal.”

por alfredo mano