11 maio 2011

PS ACUSA PSD DE ESCONDER PROGRAMA DE AUMENTO DE IMPOSTOS

 


Fernando Medina
                                                                               
- O PS acusou hoje o PSD de tentar encobrir que irá aumentar "significativamente" os impostos, acabando com a taxa intermédia de IVA e passando a aplicar a estes produtos a taxa de 23 por cento.
 A posição foi transmitida pelo porta-voz socialista, Fernando Medina, em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa, depois de na terça-feira à noite o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, ter negado que os sociais-democratas preparem, se forem Governo, o fim da taxa intermédia do IVA, de 13 por cento, passando a aplicar a estes produtos a taxa de 23 por cento.
 Na conferência de imprensa, Fernando Medina citou várias posições assumidas desde segunda-feira até hoje pelo ex-ministro das Finanças, Eduardo Catroga, também coordenador do programa eleitoral do PSD, em que a possibilidade do fim da taxa intermédia é admitida.
 "Três dias depois da apresentação do programa eleitoral do PSD torna-se claro para todos aquilo que foi uma tentativa - feita até com insulto aos adversários políticos - de esconder um elemento absolutamente essencial desse programa: o significativo aumento de impostos, para além daquilo que consta no programa da 'troika'", acusou o porta-voz do PS.
Segundo Fernando Medina, a ideia do PSD de acabar com a taxa intermédia do IVA "colocará problemas sérios a um setor essencial da nossa competitividade externa, que o do turismo por via da restauração".
"É fácil fazer propostas simpáticas aparentemente mágicas de resolução dos problemas, mas muito mais difícil é falar verdade, com clareza, sobre como essas propostas se executam. É tempo de o PSD parar o disfarce, a ilusão e falar verdade sobre o que consta no seu programa eleitoral, que é um significativo aumento de impostos para além daquilo que está acordado" com as instituições internacionais, declarou o membro do Secretariado Nacional do PS.
PMF

ALEMANHA - AJUDA FINANCEIRA A PORTUGAL

                                                                                                     Berlim deverá viabilizar o pacote de ajuda financeira a Portugal, mas continua a insistir que, para isso, o mesmo deverá contar com o apoio das principais formações políticas portuguesas. Uma boa oportunidade para varrer algumas de cena 
Clique para aceder ao índice do dossiê O resgate de Portugal
"Penso que o programa para Portugal vai ser aprovado", afirmou hoje na capital alemã Wolfgang Schäuble, ministro das Finanças germânico, perante um grupo de jornalistas estrangeiros.
Para este responsável alemão, o programa de consolidação negociado pela troika é "ambicioso e realizável", mas agora cabe a Portugal "fazer o seu trabalho de casa" e garantir o compromisso das principais forças políticas em relação à implementação do programa após as eleições de 5 de junho, pois caso contrário não será possível obter o indispensável apoio do Eurogrupo: "A questão decisiva é que Portugal inteiro tem de perceber que é uma obrigação haver um compromisso das principais forças políticas, sem isso não será possível ter uma decisão nesse sentido".
Questão é de "interesse nacional"
Em relação ao ambiente pré-eleitoral em que se desenrola este debate, Schäuble faz questão de frisar que "Portugal tem que saber que esta questão é do seu interesse nacional e que só podemos deixar estes desenvolvimentos dependentes dos resultados eleitorais até um grau limitado. Por isso é importante que todas as forças políticas relevantes se comprometam".
Quanto ao conteúdo do programa, o ministro das Finanças alemão considera que as reformas estruturais que o mesmo contém para relançar a competitividade são "um ponto central" para responder ao principal "problema" português, a saber, "um crescimento económico insuficiente" durante anos a fio.
A comissão dos orçamentos da câmara baixa do Parlamento federal alemão deverá dar esta quarta-feira o seu parecer não vinculativo sobre o resgate financeiro a Portugal, mas que o Governo de Angela Merkel deverá seguir.

OS NOSSOS FEITOS E DEFEITOS... OU A NOSSA PERDIÇÃO PELAS LOIRAS

                                                                             pés e mãos

Sacando do patrioteirismo em forma de YouTube atirou-se para o país das loiras com uma compilação de factos que colocaram o Portugal dos feitos passados nos píncaros do orgulho de forma a manter a dignidade lusitana no patamar do "pobrezinhos mas asseados".
Desde o salazarento "orgulhosamente sós" que não nos apresentávamos à esmola com um escanhoado tão prefeito.
Do lado gélido de lá a coisa foi recebida como um sopro de calor que não chegou para derreter e, enquanto no rectângulo se enchia o peito e se exacerbavam os feitos do povo nas redes sociais e nas televisões, na terra das frígidas permanecia a indiferença sobre a tradição do chá na coroa britânica e sobre a informação de que a Via Verde não é o pasto de raças leiteiras autóctones.
Foi-lhes fácil ripostar com um vídeo a relatar outras tantas façanhas e patranhas de heroicidades contra o Zé dos Bigodes ou contra o Adolfo do triste bigodinho.
Na deles, fartos de frio e de mau tempo e de verem os sistemas sociais a encolherem, habituados às suas bolhas individuais e horrorizados com o meter-de-conversa, indiferentes às questões passionais que levam os latinos a amar e a assassinar enquanto que eles, para o fazerem ou para se suicidarem, não precisam de emoção ou paixão, tanto lhes deu.
Tivéssemos enviado um documentário com o Zézé Camarinha e os desempenhos que o Sol provoca em vez de lhes falar das artes do bacalhau ou da implantação mundial da língua falada, que eles não falam e, oh sócio, era ver chegar charters e charters com investidore(a)s nas indústrias da libido e do vinho.
LNTda Barbearia do Senhor Luis  O título a destoar é nosso

ATAQUES VERGONHOSOS

                                                  

Cabeça de lista do PS por Lisboa, Ferro Rodrigues, acusa a oposição de protagonizar “ataques vergonhosos” contra José Sócrates, que assumem “uma natureza antidemocrática”. Ferro Rodrigues critica ainda “os constantes ataques de carácter” de uma oposição que "não se empenha na concertação política”.
Ferro Rodrigues, que participava na apresentação da lista de candidatos do Partido Socialista por Lisboa, acusou a oposição de optar por um caminho “antidemocrático”, ao imiscuir-se nas lideranças do PS e por negar o diálogo com Sócrates.
“De um lado estamos nós, apostando, como os três ex-Presidentes da República que falaram no 25 de abril, no diálogo e na concertação política. Do outro os ataques de carácter”, disse Ferro Rodrigues, que continuou no mesmo registo.
“Do nosso lado, está o respeito pelas opções de liderança dos outros partidos. Do lado de lá, estão ataques vergonhosos, a José Sócrates e ao PS, que assumem uma natureza antidemocrática”, acrescentou.
O ex-líder socialista sente “as dificuldades do País”, mas sente orgulho no trabalho que o PS tem feito: “Sabemos que há problemas, sobretudo relacionados com o desemprego, mas temos muitos motivos para sentir orgulho naquilo que foi feito pelo Governo
Na realidade a gente que em Portugal se dedica e ganha a vida na politica porca devia suscitar nos portugueses um gesto de revolta e penalizar todos quantos  transformam a luta política num chiqueiro mal-cheiroso, recusando-lhes o voto. Escapavam poucos? Ainda bem... era acabar-lhes com a raça!!!e com o mamanço

10 maio 2011

O PROFESSOR CATEDRÁTICO A TEMPO PARCIAL 0%

Eduardo Catroga, professor catedrático a tempo parcial 0%


                  
Tanto quanto se sabe Eduardo Catroga para além da cansativa tarefa de ser professor a tempo parcial 0% não faz mais nada e nem me recordo de no último congresso do PSD ter sido eleito para qualquer cargo ou constar de qualquer lista. Por isso não se entende com que estatuto pode menorizar e tutelar o líder do PSD, ainda por cima dizendo disparates por tudo quanto é sítio. Infelizmente não é um caso único, as fragilidades intelectuais e políticas do PSD são tantas que um dia destes até o presidente da secção das Berlengas aparece a dar uma entrevista na RTP.
Mas o pior de tudo, o melhor na perspectiva dos que desejam uma derrota do PSD como é o nosso caso, é que o incansável catedrático só diz disparates, revela ignorância sobre as coisas do Estado e exibe incompetência. As asneiras são tantas que  chego a pensar se não seria melhor o  João Duque sugerir a Catroga que se reforme da cátedra recorrendo a uma junta médica.in O Jumento

OS JORNAIS E A SUA FALTA DE INDEPENDÊNCIA






 
Não me incomoda que os jornais estejam alinhados ideologicamente. Isso acontece com quase todos os títulos de referência da imprensa internacional. Mas nenhum desses jornais confunde orientação ideológica com notícias. A orientação manifesta-se no Editorial, cujo, por essa razão, não deve ser assinado. O que se passa em Portugal é diferente: quatro dos cinco matutinos (a excepção é o i...) tornaram-se, com maior ou menor grau de sofisticação, extensões do Povo Livre. Hoje, a primeira página do Diário de Notícias chega a ser embaraçosa. Com uma tal barragem de apoios, a qual inclui colunistas que (no Público) comparam Sócrates a Hitler, o PSD está obrigado a obter nunca menos de 50% dos votos expressos. A ver vamos o resultado.

COELHO - O PAU DE CABELEIRA?

                                                  
Mas então qual é o papel de Passos Coelho? Há várias expressões portuguesas que o caracterizam a sua situação: marioneta, pau-mandado, peão de brega, etc.. Temos, portanto, um candidato a primeiro-ministro de Portugal com pouca capacidade de decisão e que está mais condicionado pelas ordens de Cavaco Silva do que o jardineiro do Palácio de Belém. E por onde anda o engº. Angelo Correia, o mentor de Coelho? Se calhar  retirou-se  considerando que a rapaz já estaria bem encaminhado...  Será o pau de cabeleira, ora de um, ora de Cavaco, ora de Catroga ora de outro...

RESENHA HISTÓRICA DE UM PROMITENTE CANDIDATO A P.M.

                                                          

Passos Coelho era detestado em Belém e acarinhado por Ângelo Correia, outro proscrito do cavaquismo. Hoje é apoiado em Belém e acarinhado por Eduardo Catroga, um braço direito de Cavaco Silva. O que se passou no período em que ocorreu esta transformação? O país foi atirado deliberadamente para uma crise política que o forçou a ajoelhar-se perante o FMI e os novos tigres da União Europeia, Cavaco assobiou para o ar mostrando que a magistratura activa deu lugar à magistratura do canário mudo e Passos Coelho ficou a saber que a mentira tem perna curta. Ficamos a pensar que falhado o golpe de Estado das escutas a Belém alguém decidiu ser mais afoito não hesitando colocar o país em risco, obrigando os portugueses a engolir uma dose dupla de austeridade só para,  finalmente, se ver livre de Sócrates. Pensar que tudo isto foi estratégia de Passos Coelho é ilusão, o líder do PSD pode ser palerma mas não é canalha,  pode ser mentiroso mas não domina a arte da conspiração, pode não ter ideias próprias e por isso mesmo toda esta manobra é demais para a sua escassa inteligência estratégica.  
                                                     

A FEBRE DO AMARELO


A cor luminosa que dá vida ao dia de qualquer uma de nós.

                                                                                                                                 
© Steve Granitz / WireImages.com

PIRATAS DAS CARAÍBAS:POR ESTRANHAS MAFRÉS

Johnny Depp e Penélope Cruz brilham na passadeira vermelha

Mais de 25 mil fãs acamparam na Disneylândia, em Anaheim (Califórnia), para ver passar as estrelas de "Piratas das Caraíbas: Por Estranhas Marés", o quarto filme da popular saga. Johnny Depp e Penélope Cruz brilharam na passadeira vermelha e juntaram-se ao restante elenco na apresentação das novas aventuras de Jack Sparrow e companhia.
Além das estrelas do filme, estiveram também na antestreia Teri Hatcher, Eva Longoria, Emma Roberts,

O PIQUENO AINDA NÃO O CONVIDOU..:

Catroga não recebeu nenhum convite para ser o ministro das Finanças de Passos Coelho
Será este o PAU DE CABELEIRA do P.M. Cavaco?
E mandam o rapaz fazer saraus de cantigas
                                                                            


Eduardo Catroga garantiu ao Económico que Passos Coelho não o  convidou para assumir a pasta das Finanças.   
Sobre o facto de ser apontado como o futuro ministro das Finanças de Passos Coelho, caso o PSD vença as eleições do dia 5 de Junho, Eduardo Catroga garantiu ao Económico que não recebeu nenhum convite para ocupar esse cargo.
"Não fui convidado para ministro das Finanças pelo Dr. Passos Coelho", disse o coordenador do programa eleitoral dos social-democratas, em reacção à notícia publicada hoje no jornal "i" que dava como certo que Catroga será ministro das Finanças se o PSD vencer as eleições.
De qualquer forma, caso Passos Coelho seja eleito, o nome de Catroga reúne o consenso necessário dentro do partido para ser o titular da pasta das Finanças. "De há um mês a esta parte costumo dizer que não raciocino sobre cenários hipotéticos", sublinhou o antigo ministro das Finanças de Cavaco Silva. (Uma boa razão adicional para não colocar a cruzinha no Coelho)

MEGALOMANIAS DO BLOCO DE...ESQUERDA

                                                         
Jerónimo de Sousa disse,ontem, que oBloco de Esquerda tem um problema: não se liberta da mania das grandezas. A frase é certeira. Francisco Louçã repetiu este fim-de-semana, no congresso, a ambição que o persegue desde 2005, quando os bloquistas cresceram de 2% para 6%: ser a "principal alternativa de esquerda" em Portugal. Num primeiro momento, para alcançar este objectivo, Francisco Louçã apostou forte na conquista de parte do eleitorado socialista, por um lado, e numa cisão do PS, por outro. Manuel Alegre serviu-lhe, na altura, as intenções. Foi o tempo em que o dirigente socialista foi cabeça-de-cartaz em acções políticas do BE, no Teatro da Trindade e na Aula Magna, enquanto ameaçava, dia sim, dia não, formar um novo partido. Foi também o momento em que o Bloco cultivou uma imagem moderada, "socialista e democrática", procurando fazer esquecer as suas origens e a sua cultura política radical. Este caminho parecia estar a dar frutos: em Setembro de 2009, o BE cresceu quase 200 mil votos, sobretudo à custa do eleitorado socialista descontente com o governo PS, e duplicou o número de deputados. Faltava o passo seguinte, o "golpe de mestre": apresentar Manuel Alegre como o candidato presidencial do Bloco. Sabemos que a "estratégia" de Francisco Louçã terminou em desastre eleitoral. Nem Manuel Alegre fundou um novo partido, nem o eleitorado socialista se deixou enredar na teia montada por Francisco Louçã.
 Esgotada esta "estratégia" na noite das eleições presidenciais, o BE virou a agulha. Radicalizou o discurso e a acção política, invadiu o território natural da sua sombra - o PCP, mas sem possuir o potencial sindical dos comunistas. Esta nova estratégia, consagrada neste congresso, passa por acabar com os "paninhos quentes" em relação ao PS. Talvez, quem sabe, Francisco Louçã se tenha lembrado dos anos de 1983-85, quando um governo dirigido por Mário Soares solicitou a intervenção do FMI. Nas eleições seguintes, o PS registou o resultado mais baixo da sua história eleitoral, 20%, tendo perdido metade do seu eleitorado para um novo partido - o PRD -, que obteve 18%.
 O líder bloquista "descobriu", aqui, um novo "sonho" à altura da sua megalomania.Ler mais no i 

O ROBIM DOS BOSQUES DOS RICOS FISGANDO



O JUMENTO

OS CAMARADA...PÁ






É hoje: Homens da Luta vão à conquista da Europa
É hoje. É nesta terça-feira que os Homens da Luta levam a sua canção ao palco do Festival da Eurovisão para tentar um lugar na final. Neto, Falâncio e companhia vão cantar o seu "A Luta É Alegria" e representar Portugal, depois de terem dado nas vistas em Dusseldorf.Pois que tenham sucesso porque se trata de portugueses, mau grado o estilo comuna que cultivam... e o aspecto ranhoso de quem não se lava


QUIZAS...

clicar no link para ouvir esta relíquia

A GERONTOCRACIA DO CAVAQUIOSMO

É ISTO O PSD?



Repito o que disse há dois meses: a gerontocracia do cavaquismo reloaded capturou o PSD. Catroga, que em Novembro próximo completa 70 anos, é candidato a ministro das Finanças de um futuro governo do PSD. Verdade que, para tanto, é preciso que o PSD ganhe as eleições com maioria absoluta. Se as ganhar com maioria relativa terá de negociar com um parceiro. E Catroga está longe de ser consensual. Não é um problema de idade, é uma questão de credibilidade. Vai uma aposta em como o CDS-PP veta o nome? Mais uma vez, Belém põe em risco o resultado eleitoral do PSD. Em 2009, o Belémgate liquidou Manuela Ferreira Leite. Neste momento, a cada nova aparição de Catroga, milhares de potenciais eleitores do PSD arrepiam caminho. Foi penoso assistir ontem ao Prós &camp; Contras: Catroga perdeu o decoro, exaltou-se, meteu os pés pelas mãos, engasgou-se, levou um raspanete de António Pires de Lima, foi desmentido por Silva Pereira (em matéria de privatização da CGD) e por economistas presentes na sala (em matéria de impostos), ouviu Carlos Coelho dizer que não tinha percecebido patavina da charla... e António Esteves Martins sublinhar o eco indecoroso do debate. Pior não era possível. Como é que uma direcção que apostou na mudança se deixa enredar na teia deste populismo serôdio? Sabemos hoje que o famoso episódio do Blackberry é uma marca de carácter

MARCELO CRITICA CATROGA


Marcelo Rebelo de Sousa criticou as declarações feitas por Eduardo Catroga, depois do ex-ministro das Finanças ter afirmado que “as gerações mais jovens deviam pôr este governo em tribunal”.
No seu habitual comentário na TVI, o ex-líder do PSD defendeu que “um potencial futuro ministro das Finanças” não pode “dizer aquilo que nem o PCP, nem o Bloco de Esquerda dizem”. “São precipitações desnecessárias”, acrescentou Marcelo Rebelo de Sousa, lembrando que aqueles que Catroga critica são os mesmos com “quem tirou uma fotografia” no acordo para a viabilização do Orçamento do Estado para 2011.
Marcelo criticou também o líder dos social-democratas, que rejeitou “uma espécie de União Nacional” no dia em que Cavaco Silva apelou a um entendimento entre os partidos. “Não foi feliz”, disse o comentador político, defendendo também que quem ganha com as divergências entre o PS e o PSD, que alimentaram a semana, é Paulo Portas que aparece como “defensor do interesse nacional”.
no i

FESTEJOU-SE ONTEM O DIA DA EUROPA


Festejou-se ontem o Dia da Europa, com a União a entrar numa decadência profunda, dificilmente disfarçável. Os grandes valores europeus - como a unidade e a solidariedade - estão, como dizemos, pelas ruas da amargura. Os egoísmos nacionalistas reaparecem em força - e perigosamente - e os populismos, demagógicos e sem princípios, contaminam países que se consideravam sensatos, como a Finlândia, a Eslováquia e o Reino Unido. Vamos, alegremente, a caminho de novos e perigosos conflitos que põem em causa a paz e em que uma faúlha se pode transformar em guerra aberta. Os povos europeus já se esqueceram do que foram os anos trágicos de 1939-45?
É certo que não temos hoje um Hitler nem sequer um Mussolini. Nem passámos ainda por uma guerra preparatória, como foi a tão cruel guerra civil espanhola! Mas, como se viu no passado, uma simples fogueira pode gerar um grande incêndio, sem quase nos apercebermos, como sucedeu no ano fatídico de 1939. Precisamos pois de evitar, sem perda de tempo, que um ou vários conflitos aparentemente menores, nos voltem a empurrar nesse caminho.
É caso para se alertarem os Povos da Europa. Não deixemos morrer um projecto de paz, de liberdade, de justiça social e de bem-estar para todos - único no mundo - como é a União Europeia. Atenção: não temos hoje líderes à altura, nos grandes países europeus, tenho-o escrito repetidamente. Merkel, Sarkozy, Berlusconi, Cameron, para só citar os maiores, são políticos de vistas curtas, sem alma nem valores, que não vêem sequer a médio prazo... Só os seus interesses politiqueiros imediatos os movem.
Pondere-se a notícia, logo desmentida, publicada na revista alemã Der Spiegel, a propósito da ameaça grega de sair da Zona Euro e talvez mesmo da União. Causou o pânico entre os Grandes Estados europeus que se reuniram em petit comité, sem nada transparecer, como de costume, para o eleitorado. Foi, aliás, desmentida, no dia seguinte, pelo primeiro-ministro grego, Papandreou. Mas o pânico espalhou-se, o que demonstra as fragilidades e os receios da União Europeia que hoje temos...

SE EU FOSSE DO PSD...

Eu se fosse do PSD estaria muito inquieto...


É óbvio que o PSD decidiu rejeitar o PEC IV e derrubar o Governo (com a prestimosa ajuda da extrema-esquerda) apenas porque tinha como certo que nas presentes condições o PS estaria eleitoralmente fora de combate e que o PSD ganharia folgadamente as eleições antecipadas, quiçá com maioria absoluta sozinho, mantendo de reserva o CDS, com quem já tinha cuidado de assegurar um acordo de governo. Era "trigo limpo"!
Apesar do evidente descomando da estratégia política do PSD desde então, o seu lider, embora sem nenhuma convicção, tem continuado a falar como se já estivesse no Governo e a maioria absoluta estivesse ao seu alcance. Lamentavelmente para eles, as sondagens de opinião mostram que a própria vitória pode estar em causa, pois já há várias a colocar à frente... o PS!
Se este for o resultado eleitoral, o máximo que o PSD e Passos Coelho poderão vir a aspirar é partilhar o poder com o PS e com... Sócrates, que queriam "varrer" do Governo. Ou me engano muito, ou no PSD há neste momento cada vez mais gente a duvidar da oportunidade do derrube do Governo (não faltaram avisos lá dentro...) e da competência da liderança do partido...
De que se queixam?

Por sua vez o PCP diz com razão que o programa UE/FMI é «uma versão agravada do PEC IV», o BE faz eco e repete que ele é «o PEC IV com alguns gravamentos».
Mas de que se queixam, se não de si mesmos? Quando se juntaram à Direita para rejeitar o PEC e derrubar o Governo do PS, não sabiam que isso só poderia precipitar o pedido de ajuda externa e que o programa de austeridade só poderia ser mais, e não menos, duro do que aquele que friamente rejeitaram? Não foi isso exactamente o que no fundo pretenderam, para assim terem mais capital de queixa na campanha eleitoral e na oposição ao próximo governo, qualquer que ele seja?!

Update Advanced SystemCare - IObit

Update Advanced SystemCare - IObit

09 maio 2011

A AVALIAÇÃO EXTERNA NA EDUCAÇÃO

Ministra da Educação contesta ideia de avaliação externa defendida pelo PSD

Ministra da Educação contesta ideia de avaliação externa defendida pelo PSD. A avaliação na Educação deve ser feita por quem conhece o contexto e está dentro da instituição, defendeu hoje a ministra Isabel Alçada, contestando a proposta do PSD sobre uma avaliação externa. Reconhecendo que essa é uma questão que tem sido colocada, Isabel Alçada defendeu que, "para analisar o trabalho do profissional, esse trabalho tem que ser analisado tendo em conta a realidade em que se insere"

"Temos uma avaliação de docentes em que os professores mais experientes são designados para avaliar os professores que estão em situação de avaliação", acrescentou.Este é um modelo que está a funcionar no primeiro ciclo e está previsto que seja analisado por um conselho científico de avaliação que recolhe elementos, para que sejam "introduzidos ajustamentos no final do ciclo em dezembro de 2011", referiu a ministra, que falava à margem da assinatura de um protocolo com a Provedoria de Justiça, em Lisboa.

MARILIN MONROI







MARILIN MONROI - A MULHER!!!...de sonho!!!
A artista medíocre
A mulher icon da minha juventude...

 
 

PLANO DE AJUDA FINANCEURA

 


      Portugal já tem plano de ajuda financeira





      © Mário Cruz EPA()
      O plano de ajuda a Portugal realizado pelo trio FMI, Banco Central Europeu e Comissão Europeia está concluído e foi entregue ao Governo 21 dias após a chegada da missão técnica a Lisboa. Este plano supera os 80 mil milhões de euros inicialmente previstos.
      Com uma duração estimada de três anos, o pacote de ajuda ao Estado português irá ultrapassar os 100 mil milhões de euros. Portugal assume-se, assim, como o segundo país a receber a maior ajuda financeira - atrás da Grécia (110 mil milhões), e seguido da Irlanda (85 mil milhões de euros).
      Ainda assim, nem tudo se afigura positivo para Portugal. A ajuda externa terá inúmeras consequências como, por exemplo, para as autarquias que irão receber menos 350 milhões de euros até 2013.
      A administração central, por sua vez, também será alvo de medidas de austeridade. Até Julho do próximo ano, o Governo deverá ter um plano que lhe permita "reorganizar e reduzir significativamente" o número de municípios e freguesias. Os 308 municípios e 4.259 freguesias terão então de ser reduzidos, sendo que as mudanças deverão entrar em vigor antes das próximas eleições autárquicas, em 2013.
      Paralelamente, prevê-se uma redução de dois por cento no número de trabalhadores anualmente, entre 2012 e 2014.
      Artigos relacionados:
      PSD e CDS vão dizer que acordo com a 'troika' tem "coisas más, mas tem que ser assim" - L




      PARÓDIA AO DISCURSO DE MOURINHO... A CAIR EM DESGRAÇA

      Afinal o problema de Mourinho é com os Sugus de ananás

        
      Afinal o problema de Mourinho é com os S

      José Mourinho não percebe porque é azul o papel que envolve os Sugus de ananás, e isso revolta-o... Pelo menos na paródia em vídeo que Victor Calzada García fez e que já é um sucesso no YouTube. O espanhol, que já trabalhou em rádio, pegou na conferência de imprensa depois do jogo em que o Real Madrid foi eliminado da Liga dos Campeões pelo Barcelona e inventou todo um novo discurso do português.No centro do novo discurso estão, claro, os caramelos Sugus e a parvoíce que é terem papel azul, melhor seria que fossem castanhos, pois o ananás é castanho, diz Mourinho na versão de García. O sucesso que o vídeo está a ter deve-se, além do discurso adaptado, à perfeição com que Victor imita o sotaque de Mourinho e à forma com que aproveita os tiques e as expressões do português.No YouTube já carregaram no play mais de 813 mil vezes. Ainda não foi responsável por nenhuma delas? Então pode ver o vídeo aqui.
      _____________________________________pt.starlounge.com
      por AS | STARLOUNGE PORTUGAL
      Fotos: © YOUTUBE
      mais:

      BARDAMERDA

      Esta semana, saiu o relatório do Senado e lá se diz que a Moody's e a Standard & Poor's foram "o gatilho que espoletou a crise financeira." E diz também que a aldrabice não era ingénua pois dera às agências de rating isto: "Aumentaram a sua facturação e aumentaram a compensação paga aos seus executivos." Foram estes opinadores que decretaram a falência de Portugal e lançaram o País numa autoflagelação danada. Esta semana, Passos Coelho encontrou um turista finlandês num restaurante. E, para ilustrar a situação em que estamos, contou aos jornalistas que o turista lhe lançou: "Espero não ser obrigado a pagar-lhe o jantar..." Fiquei espantado por nenhum jornalista ter perguntado a Passos: "E o senhor para onde mandou o finlandês?" » [DN]
      É evidente que o "doce" do PSD não tem estaleca para estas andanças e os portugueses deveriam mandá-lo também para o mesmo sítio  a fazer companhia  ao filandês: bardamerda!!!

      EDUARDO LOURENÇO MUITO PESSIMISTA

      Eduardo Lourenço não tem dúvidas que os portugueses vão conhecer uma “fase difícil” da sua vida
      “Embora se fale nisso continuamente, a verdade é que o país nem sequer está em estado de choque, como normalmente devia estar”, disse Eduardo Lourenço à agência Lusa, em declarações à margem do congresso “A Europa das nacionalidades”, em que participou.
      O também professor universitário constata que, por enquanto, ainda não se vê a preocupação da sociedade em geral, sobretudo no comportamento, mas acredita que este “estado de inocência” não se vai manter.
      Eduardo Lourenço não tem dúvidas que os portugueses vão conhecer uma “fase difícil” da sua vida, passando de “um período de euforia” para “um período de restrições”.
      “Vamos entrar num período de vacas magras, em que teremos não só de apertar o cinto, mas de modificar o nosso comportamento, particularmente económico e de consumidores”, afirmou.
      Sobre as medidas negociadas com a 'troika' internacional pelo Governo português no âmbito da ajuda externa, Eduardo Lourenço disse que “era inevitável qualquer coisa como um plano deste género”, para solucionar o problema do país estar endividado “além do que era admissível”.
      “O problema é saber como é que Portugal vai responder a esta nova situação em que se encontra”, sublinhou o ensaísta, acrescentando: “Estamos não só a ser julgados aos olhares dos outros, mas com a responsabilidade de dar uma resposta que nos tire deste atoleiro em que nos metemos e em que a conjuntura internacional nos pôs”.
      O congresso internacional "A Europa das Nacionalidades - Mitos de Origem: discursos modernos e pós-modernos", decorre na UA, entre hoje e quarta-feira, reunindo cerca de 300 investigadores de todos os continentes.
      Entre os oradores estão o historiador norte-americano Patrick Geary, o sociólogo polaco Zygmunt Bauman ou o especialista britânico Tom Fleming, reconhecido internacionalmente pelos seus estudos e trabalhos sobre as indústrias criativas.
      A iniciativa é promovida pelo Departamento de Línguas e Culturas da UA, pelo Centro de Línguas e Literaturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da UL (CLEPUL) e pela Associação Internacional de Estudos Ibero-Eslavos.
      Portugal vai receber um empréstimo de 78 mil milhões de euros nos próximos três anos ao abrigo de um acordo de ajuda financeira negociado com a ‘troika’, composta pelo Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia

      MUSEU DIAS LOUREIRO

      Museu Dias Loureiro                                                                          


      Talvez porque Eduardo Catroga faz lembrar o ministro da informação de Sadam Hussein poucos ligaram ao que disse o embaixador de Belém junto de Pedro Passos Coelho, mas no meio do chorrilho de disparates o ex-ministro das Finanças que mandou penhorar o WC do estádio das Antas fez uma proposta interessante, o museu da dívida externa.
      *
      Concordo com a ideia e até proponho que o museu tenha o nome de Dias Loureiro em homenagem ao homem cujo nome ficará na história de Portugal ao lado do de Alves dos Reis, o primeiro foi o maior burlão do século XX português, o segundo ficará associado à maior fraude do século XXI.
      Quanto à localização sugiro o Centro Cultural de Belém, o mesmo onde nos tempos de primeiro-ministro Cavaco Silva fazia cerimónias de exibição das resmas de novos militantes do PSD, em geral gente que se tinha inscrito no partido a troco de uma chefia no Estado ou de outros favores. Além disso, porque o próprio centro foi construído num tempo de défices volumosos e, portanto, com dinheiro emprestado.
      *
      Desta vez acho que o governo não deve deixar Cavaco Silva de fora das inaugurações, ele que costumava dedicar os últimos meses de governo a fazer inaugurações, uma prática que Alberto João tão bem soube manter. Aliás, Alberto João deve ser um convidado de honra na inauguração pelo “pai do monstro”, como uma vez Miguel Cadilhe apelidou Cavaco Silva.
      *
      O próprio Cavaco Silva poderia oferecer o seu espólio ao museu, assim os portugueses poderiam ver as famosas acções na SNL cujos lucros vão ser pagos pelos portugueses ao FMI. O contributo do espólio de Cavaco para este museu seria tão grande que quase faz sombra à colecção de arte moderna do Joe Berardo, que ficaria ali ao lado. Teríamos os acordos de concertação conseguidos à custa de benesses nos regimes de reformas e aposentações, a decisão de autorizar os funcionários públicos a comprarem anos de serviço para efeitos de aposentação, os projectos da Expo, da ponte Vasco da Gama e muitos outros que acabaram por ser realizados nos governos de António Guterres e que também serão pagos ao FMI.
      De O Jumento

      FINLÂNDIA DEVE APROVAR AJUDA










      Finlândia vai aprovar na quarta-feira apoio à ajuda a Portugal

      A Finlândia deverá dar os seu apoio ao plano de ajuda financeira a Portugal nas próximas 48 horas, apesar da oposição dos nacionalistas eurocépticos, segundo uma fonte governamental finlandesa citada pela agência AFP.
      (Lehtikuva/Pekka Sakki7 Reuters
      Segundo a mesma fonte, os partidos finlandeses favoráveis à ratificação por Helsínquia do plano de ajuda a Portugal estão em condições de obter um mandato nesse sentido da comissão do Parlamento finlandês encarregada das questões relacionadas com a UE, que vai analisar o assunto na quarta-feira.

      PSD - O PINGO DOCE



                                                              
                                                         
                                          

      O PSD diz que as eleições devem ser um "plebisctio à responsabilidade de Sócrates".
      Segundo fontes vem informadas, o PSD vai provar que Sócrates foi o responsável pela crise bancária nos Estados Unidos em 2008, pela crise bancária e económica na Europa em 2009, pela crise orçamental na Grécia e na Irlanda no ano passado e pela persistente crise social em Espanha!...Decididamente, o PSD não aprende nada. Depois de ter travado a campanha de 2009 em torno da "asfixia democrática", com o resultado que se viu, quer agora insistir de novo num fantasma.  Na verdade Sócrates é um politico gigante ao pé do Farófias do PSD que parece demonstrar ter pouco carácter para candidato a Primeiro Ministro  E... como se concluía há pouco tempo de uma sondagem de opinião, uma grande maioria dos portugueses sabe que, nestas circunstâncias, a crise teria existido qualquer que fosse o governo e que nenhum faria melhor. Ao contrário do que supõe o PSD, os portugueses não estão muito interessados em saber como se chegou aqui, mas sim em saber como se sai daqui., sem aproveitar a crise para transformar o País num laboratório de teste de uma agenda ideológica de cariz neoliberal a favor dos grandes  merceeiros do PSD e correlativos.

      OS JORNAIS E O ALINHAMENTO IDEOLÓGICO

      Segunda-feira, Maio 09, 2011


      O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO

      Não me incomoda que os jornais estejam alinhados ideologicamente. Isso acontece com quase todos os títulos de referência da imprensa internacional. Mas nenhum desses jornais confunde orientação ideológica com notícias. A orientação manifesta-se no Editorial, cujo, por essa razão, não deve ser assinado. O que se passa em Portugal é diferente: quatro dos cinco matutinos (a excepção é o i...) tornaram-se, com maior ou menor grau de sofisticação, extensões do Povo Livre. Hoje, a primeira página do Diário de Notícias chega a ser embaraçosa. Com uma tal barragem de apoios, a qual inclui colunistas que (no Público) comparam Sócrates a Hitler, o PSD está obrigado a obter nunca menos de 50% dos votos expressos. A ver vamos o resultado.

      SE FOSSE DO PSD ESTARIA MUITO INQUIETO

                                                                                                                                        

                                                                                                                                              
      Programa do PSD (2)
       O PSD garante que «não vai aumentar impostos«.
      Mas, como se sabe, só o cumprimento do acordo de ajuda financeira com a UE e o FMI vai implicar aumentos em quase todos os impostos. E a proposta do PSD de reduzir a contribuição patronal para a segurança social, a compensar com uma subida no IVA, implicará um agravamento global deste em mais 2-3%!
      Só podem estar a mangar connosco! O PSD começa muito mal a sua campanha eleitoral.
      Programa do PSD (1)
      Já se temia, mas a obsessão neoliberal do programa do PSD vai além do que se poderia prever.
      Tudo se reduz em desmantelar o Estado, asfixiando o seu funcionamento (entrada de 1 funcionário por cada cinco que saem!), privatizando a propriedade ou a gestão de serviços públicos (desde a RTP aos centros de saúde), substituindo a prestação de serviços públicos pelo financimento público de serviços privados (escolas). Onde não desaparece, o Estado passa a simples pagador de serviços privados.
      É óbvio que o PSD decidiu rejeitar o PEC IV e derrubar o Governo (com a prestimosa ajuda da extrema-esquerda) apenas porque tinha como certo que nas presentes condições o PS estaria eleitoralmente fora de combate e que o PSD ganharia folgadamente as eleições antecipadas, quiçá com maioria absoluta sozinho, mantendo de reserva o CDS, com quem já tinha cuidado de assegurar um acordo de governo. Era "trigo limpo"!
      Apesar do evidente descomando da estratégia política do PSD desde então, o seu lider, embora sem nenhuma convicção, tem continuado a falar como se já estivesse no Governo e a maioria absoluta estivesse ao seu alcance. Lamentavelmente para eles, as sondagens de opinião mostram que a própria vitória pode estar em causa, pois já há várias a colocar à frente... o PS!
      Se este for o resultado eleitoral, o máximo que o PSD e Passos Coelho poderão vir a aspirar é partilhar o poder com o PS e com... Sócrates, que queriam "varrer" do Governo. Ou me engano muito, ou no PSD há neste momento cada vez mais gente a duvidar da oportunidade do derrube do Governo (não faltaram avisos lá dentro...) e da competência da liderança do partido
      Publicado por Vital Moreira] [Permanent Link]





      A quatro semanas das eleições o PSD apresenta hoje ao fim da tarde o seu programa eleitoral. Prioridades: 1. Reduzir o número de deputados de 230 para 181. Como se fosse coisa que pudesse ser feita por decreto do governo... (É necessário o acordo de quatro quintos dos deputados em efectividade de funções.) 2. Um futuro governo do PSD terá 10 ministros e 25 secretários de Estado. 3. O projecto do TGV vai ser reanalisado, significando que, o mais tardar no fim do ano, a ligação Lisboa-Madrid volta a ser prioritária. 4. Redução da taxa social única. 5. Extinção dos governos civis. 6. Pacto fiscal inter-partidos. 7. Desacelerar os ingressos na Função Pública, de modo a permitir apenas um ingresso por cada cinco saídas. (A quota actual é um para três.) Mas as seis ou sete luminárias que falam em nome do PSD dizem que a Função Pública está sobredimensionada! O PSD não assinou o memorando da troika? Se estão lembrados, a troika exige o despedimento (até 2013) de 23 mil funcionários. Em que ficamos?

      08 maio 2011

      REDUZIR SALÁRIOS?


      «DOS NOSSOS AMIGOS DA ISLÂNDIA»
      Portugal tem de reduzir salários "o mais rapidamente possível" para voltar a crescer - Gylfi Zoega
      Portugal tem de reduzir salários "o mais rapidamente possível" para voltar a crescer - Gylfi Zoega
      *** Serviço Áudio e Video disponível em www.lusa.ptIslândia      O economista, que também participou no documentário premiado com um Óscar "Inside Job - A verdade sobre a crise", esteve em Portugal a participar nas conferências do Estoril, e diz, em entrevista à Agência Lusa que para Portugal voltar a crescer terá necessariamente de atuar a nível salarial.
      "Claramente para Portugal, o que precisam de fazer, o que o programa aponta para terem crescimento e competitividade é através de salários mais baixos. Os salários precisam de ser reduzidos, o mais rapidamente possível", afirmou o economista.
      Para que isso possa acontecer, o responsável considera que o Governo e os sindicatos têm de se unir e debater a questão e que este deve ser uma espécie de "imperativo nacional", porque terá de existir essa redução.
      "Tem de ser uma espécie de imperativo nacional. Porque vai acontecer mais cedo ou mais tarde. É só uma questão de demorar cinco ou dez anos, ou fazê-lo mais cedo. [...] O perigo é não fazerem nada. Continuarem a não serem competitivos, endividados e sem crescimento por um longo período de tempo", diz.
      O responsável do Banco Central da Islândia aponta ainda a redução da segurança salarial dos trabalhadores mais antigos como uma necessidade para estimular o emprego dos jovens e evitar uma vaga de emigração dos mais jovens.
      "É por isso que precisam de um esforço coletivo para fazer isto. Porque a alternativa é os jovens mudarem de país e a economia não crescer", concluiu.
      NM.

      EMPRÉSTIMO - MELHOR DO QUE SE ESPERAVA

       



      Acordo é "razoável" e "um pouco melhor" do que esperado - Mário Soares
       O antigo Presidente da República e antigo primeiro-ministro Mário Soares afirmou hoje que o acordo conseguido pelo Governo para o empréstimo a Portugal parece-lhe "razoável", "melhor do que se esperava" e do que o concedido à Grécia.
      "Parece-me razoável, talvez um pouco melhor do que se esperava", disse Mário Soares aos jornalistas, após a apresentação do livro "No centro do furacão", que reúne textos seus, no Museu do Oriente, em Lisboa.
       Ressalvando ter ainda feito uma leitura na "diagonal" dos documentos, Mário Soares afirmou que Portugal terá alcançado um acordo mais vantajoso do que a Grécia, o primeiro país a pedir ajuda externa.
       "Acho que tivemos um período muito difícil, agora tivemos um acordo, fomos talvez melhor tratados que a Grécia, o que já não é nada mau, mas talvez poderíamos ter sido melhor", afirmou.
       Contudo, para o antigo Chefe de Estado e de Governo, "o período quer na Europa quer em Portugal não é para grandes otimismos.
       "A França está mal, a Itália está com grandes problemas, não somos exceção", disse.
      ACL.
      Lusa/Fim.

      O TRABALHLO DAS TROIKAS

                                                             
      Achei graça ler e ouvir em alguma bloga e na comunicação social que o trabalho das troikas estava feito e terminado, como se agora eles tivessem feito as malas e zarpado.
      Fazem crer que se tratou de uma brigada de cientistas forenses que se limitaram a vir cá tirar os esqueletos dos armários, para gáudio dos detractores do poder, e que agora, com as exumações feitas e as autópsias realizadas, nos tivessem deixado um cheque para pagar o incómodo que produziram e para agradecer a diversão que lhes proporcionámos.
      Nada mais falso. Os troikas vieram cá fazer uma auditoria para saberem se havia condições para realizar um negócio que lhes garanta o pão e, verificando que essas condições existem para imporem as condições que lhes garantam o retorno do investimento e o arrecadar do valor acrescido. Não estão a brincar em serviço. Não se trata daquelas auditorias de treta que algumas organizações estabelecem só para dizer que têm sistemas de controlo e de qualidade implementados.
      Eles não se foram embora, nem irão, enquanto o negócio não lhes traga a vantagem que cá os trouxe. Irão activar as metodologias e estabelecer os inspectores/auditores que verificarão a implementação das acções correctivas e que farão aplicar a correcção das não conformidades que apurarem. Só farão as malas quando estiverem ressarcidos e compensados, prontos para voltar mais tarde com novo negócio.
      Trata-se da fidelização dos clientes. E estes são daqueles clientes que interessam. Resta-nos tratar-lhes do pacote.

      Portugal deve investigar quem do Governo e banca está na origem do alto endividamento - Gylfi Zoega*** Serviço Áudio e Video disponível em www.lusa.pt ***Lisboa, 08 mai (Lusa) .

      Portugal deve investigar quem do Governo e banca está na origem do alto endividamento - Gylfi Zoega

      Lisboa, 08 mai (Lusa) - O membro do Banco Central da Islândia Gylfi Zoega considera que Portugal deve investigar quem está na origem do elevado endividamento do Estado e bancos, e porque o fez, e que "foi uma bênção" Portugal estar no euro.
      "Temos de ir aos incentivos. Quem ganhou com isto? No meu país eu sei quem puxou os cordelinhos, porque o fizeram e o que fizeram, e Portugal precisa de fazer o mesmo. De analisar porque alguém teve esse incentivo, no Governo e nos bancos, para pedirem tanto emprestado e como se pode solucionar esse problema no futuro", diz o responsável.
      O economista, que também participou no documentário premiado com um Óscar "Inside Job - A verdade sobre a crise", disse em entrevista à Agência Lusa que Portugal beneficiou muito de estar no euro nesta altura, porque para além do apoio dos seus parceiros da união monetária, terá de resolver os seus problemas estruturais ao invés de recorrer, como muitas vezes no passado, à desvalorização da moeda.
      "Talvez para Portugal estar no euro nesta altura seja uma bênção, porque apesar de não conseguir sair do problema de forma tão fácil como antes, através da depreciação [da moeda], vocês têm de lidar com os problemas estruturais que têm", disse.
      A Islândia, na sequência da grave crise económica que sofre desde 2008, derivada do colapso do seu sistema financeiro (que chegou a ser 10 vezes maior que a economia islandesa), também teve de recorrer ao Fundo Monetário Internacional para resolver os seus problemas de financiamento, mas neste caso a experiência não é nada mal vista.
      "Penso que o FMI é útil neste sentido, porque é uma instituição que pode ajudar a coordenar as ações. Existem coisas impopulares que têm de ser feitas, e pode ser utilizada como um bode expiatório para essas medidas impopulares, que teriam de ser aplicadas de qualquer forma. Ajuda os políticos locais a justificar aquilo que podiam não conseguir fazer por eles próprios", diz.
      O responsável diz mesmo que a experiência do seu país tem sido "muito boa" e que a instituição tem feito um grande esforço de coordenação para garantir que as medidas têm os efeitos desejados.
      "A experiência com o FMI acabou por ser muito boa, porque atualmente têm uma tendência para serem muito pragmáticos, para encontrar soluções que funcionem. Tiveram algumas medidas pouco ortodoxas, como os controlos de capital e outras para reduzir o défice, e ajudaram a garantir que o programa estava no caminho certo, visitando todos os ministérios, o banco central. Tem sido um esforço em grande cooperação", explica.
       No entanto, recorrer a ajuda externa tem as suas consequências
      daqui 

      ANTÓNIO BARRETO - EMPREGADO DO HIPER-MERCEEIRO


      Há muito que António Barreto me  desiludiu intelectualmente, quando usou informações reconhecidamente falsas para fazer acusações num artigo do Público deixou de merecer-me qualquer consideração. Quando passou a empregado do hiper-merceeiro ainda esperei que mantivesse uma imagem de independência preservando um estatuto intelectual que cultivava e era incompatível com o de uma voz do dono. Mas com a aproximação ao cavaquismo e o discurson sincronizado com o do hiper-merceeiro deixei de ter grandes ilusões.
      O que não aceito é que seja desonesto ao ponto de justificar o voto de mais de 30% dos portugueses em Sócrates com os empregos do Estado. Isto é um argumento rasca que até ofende os militantes do PSD que há muito ocupam uma boa parte dos cargos de chefia do Estado. É tratar os funcionários públicos e muitos outros portugueses como vendidos, isso eu não admito aos Antónios Barretos.
      O António Barreto que fique a saber que em Portugal há muita gente mais intelegente, melhor formada e mais honesta do que ele, que nem todos os portugueses estão dispostos a venderem-se a Sócrates, a hiper-merceeiros ou seja a quem for.
      «É possível que um partido que desempenhou funções de governo durante tantos anos - apesar dos disparates, da demagogia e dos erros - tenha uma parte da população que lhe seja afecta, porque são os seus empregos, são os seus interesses, são as suas colocações.» [i]
      E,  dizemos nós,  são tambem fidelidades ideológicas e de coerência, coisa que António B. há muito abandonou, quando se separou do Partido Comunista e aderiu ao P.S. depois do 25 de Abril, nessa altura destacado para os Açores onde passou uma temporada com a missão de ali dar assistência ao processo de implantação do  mesmo P.S.. E com sucesso pela mestria da palavra e a convicção que transmitia ao auditório que o ouvia... Trasmontano, não dava a ideia de ser o salta-pocinhas que veio a revelar-se, designadamente muleta de um vendedor de feijão chicharo endinheirado que resolveu concorrer também, com a sua participação na tarefa,  para o desprestígio dos comentadores políticos da praça.  Realmente uma desilusão...