18 maio 2011

SIM SENHOR MINISTRO DA AGRICULTURA

O COELHO DA CARTOLA

Passos Coelho é incapaz de reconhecer que Sócrates fez uma única coisa bem feita e quando está perante obra feita recorre ao velho truque de dizer que a ideia é boa mas foi mal aplicada. Foi o que agora fez com as novas oportunidades mas teve azar com o oportunismo ao informar que se fosse primeiro-ministro procederia a uma auditoria externa. Teve azar, o programa contempla essa auditoria externa, é feita por uma universidade que Passos não pode questionar, a Universidade Católica, sendo conduzida por Roberto Carneiro, precisamente um ex-ministro da Educação do PSD.
É aquilo a que se chama ir à lã e sair tosquiado. (embora o tio Balsemão apareça, pressuroso, com as suas SIC´s... em peso a metralhar qualquer oposição que surja às manobras colhistas do bota-a-baixo...)

ELES ANDAM POR AÍ

CONSELHEIRO DE PASSOS COELHO



Não é uma anedota de mau gosto: Manuel Dias Loureiro, o senhor BPN, está a aconselhar Pedro Passos Coelho. Já se sabia que Miguel Relvas tinha ido a Miami encontrar-se com o antigo ministro e Conselheiro de Estado, mas uma coisa é um encontro discreto em South Beach (no bar do Ritz-Carlton, por exemplo), outra bem diferente ser recebido na sede da São Caetano. Sabia-se que ele andava por aí, mas tão perto é uma novidade absoluta. Comentários para quê?

BCE-BOM ACOLHIMENTO AO PROGRAMA DE RESGATE



O Banco Central Europeu (BCE) afirmou  que "acolhe favoravelmente" o programa de resgate a Portugal, defendendo que vai contribuir para estabilizar a economia portuguesa e que deve merecer um "amplo" apoio político.
"O Conselho do BCE acolhe favoravelmente o programa de ajustamento económico e financeiro acordado pelo Governo português no seguimento da conclusão com êxito das negociações com a Comissão Europeia, em colaboração com o BCE, e com o Fundo Monetário Internacional", lê-se no editorial do Boletim Mensal da instituição do mês de maio, divulgado hoje.
O BCE afirma que o programa, no valor de 78 mil milhões de euros, "contém os elementos necessários para conduzir a uma estabilização sustentável da economia" portuguesa, "aborda de forma decidida as causas económicas e financeiras subjacentes às atuais preocupações do mercado, contribuindo, por conseguinte, para restabelecer a confiança e salvaguardar a estabilidade financeira na área do euro". DN
(Que sorte não ser um Catroga %0 a tratar do assunto)

A CANDURA DO HOMEM DAS FARÓFIAS

André Macedo

O apagão de Passos

por André Macedo
Há uma candura em Passos Coelho que balança entre a ingenuidade mais tocante e a inconsciência política mais assustadora. O País sofre muito com este candidato do PSD. Honesta e honradamente, ele avança uma proposta, mas depois de explicar tudo, subitamente faz meia volta e diz que é apenas uma ideia. Ontem atirou dinamite para a mesa: o aumento do IVA na electricidade para ajudar a compensar a redução da taxa social única. Como? Haverá ideia mais difícil de vender aos portugueses? Não é uma ideia, é uma ameaça. Calma, diz Passos, é só um exemplo. Não é um exemplo, é um apagão político que, se o candidato do PSD evitar nas próximas semanas, talvez as sondagens o iluminem em vez de o continuarem a castigar. Até Jerónimo, o mais suave adversário televisivo, soube tirar partido de tantas facilidades.DN

LÍDER DO PSD ULTRAPASSA LIMITES DO BOM SENSO?

 



Passos Coelho "ultrapassou os limites" e insultou 500 mil portugueses  - José Sócrates
Passos Coelho "ultrapassou os limites" e insultou 500 mil portugueses - José Sócrates
FunchalO secretário-geral do PS afirmou hoje que o líder do PSD ultrapassou todos os limites" ao dizer que o programa das Novas Oportunidades pretende "certificar a ignorância", insultando 500 mil portugueses que o utilizaram.
José Sócrates falava no Funchal num almoço-comício integrado na pré-campanha das eleições de 05 de junho que encheu o cais capital madeirense, espaço que ficou vedado à população.
O secretário-geral do PS considerou que Pedro Passos Coelho revelou "ignorância" ao atacar esse programa e defender uma auditoria externa, porque essa análise já é efetuada e, "para além disso, referiu-se a esse programa dizendo que pretende certificar a ignorância, e aí passou todos os limites".
"Não se trata apenas de insultar o Governo e a mim próprio, coisa que faz muitas vezes, mas trata-se de insultar os 500 mil portugueses que obtiveram com o seu esforço e coragem uma melhoria das suas habilitações", sustentou.
Para José Sócrates, a crítica de Pedro Passos Coelho "ao exprimir o preconceito social, mostrou que ele não sabe do que fala", sendo "revelador da impreparação, da falta de conhecimento", pois "não hesita perante nada para atacar tudo, dizer mal de tudo, numa política de terra queimada que em nada contribui para afirmar a defesa dos interesses superiores do país".
O secretário-geral socialista salientou que "o PS e o Governo socialista se orgulham de nunca ter faltado à Madeira nos momentos difíceis e sempre ter estado ao lado dos madeirenses quando precisaram de solidariedade nacional", apontando a Lei de Meios como "uma expressão dessa vontade de estar ao lado das autoridades regionais para os ajudar na reconstrução da Madeira" depois do temporal.
Sublinhou que a Lei de Meios "foi um símbolo que foi protegida nesta negociação nacional", não tendo sido posta em causa no memorando de entendimento com a 'troika' internacional que definiu o montante da ajuda externa a Portugal.
"A reconstrução da Madeira está garantida pelos mesmos meios financeiros que foram aprovados há tempos atrás", realçou.
Apelou ao empenho de todos para participarem numa campanha eleitoral "de nobreza, de elevação, que discute ideias e não recorra nem ao insulto, nem ao ataque pessoal e muito menos às brejeirices políticas que têm sido utilizadas nestes últimos tempos".
Por seu turno, o líder do PS-Madeira, Jacinto Serrão, criticou o facto de Pedro Passos Coelho não ter mostrado disponibilidade para se deslocar em campanha a esta região, indicando que "a direita nunca conviveu bem com o processo autonómico" e "não quer ser confrontado com as politicas de regabofe de Alberto João Jardim, nem com a situação de falta de democracia e desrespeito pelas regras elementares do Estado de direito".
"Se quer ser primeiro-ministro não pode excluir uma parcela do território português", concluiu.
AMB/EC
Lusa

O BOCA DEMENTIROSO

Pedro Pasos Coelho - 1 (© Estela Silva   Lusa)A minha Avó, quando vê o Coelho na televisão dispara de imediato:
- Lá está outra vez o "boca de mentiroso... " E a minha avó é uma sábia...
Do neto Luis

O POLVO JARDINISTA E A COBARDIA DO PSD



«Acabado de chegar da Madeira, depois de participar num debate sobre a liberdade de imprensa na região, trago, como sempre acontece quando lá vou, um conjunto de histórias extraordinárias. Histórias que o resto do País vai ignorando, enquanto sorri com as palermices do senhor Jardim.

Antes de mais, a história do "Jornal da Madeira". Um pasquim detido numa ínfima parte pela diocese do Funchal mas que é, na realidade, propriedade do Governo Regional da Madeira. Apesar de ninguém querer ler aquilo, já custou quase cinquenta milhões aos contribuintes. Tem o preço de capa de dez cêntimos mas é, na realidade, distribuído gratuitamente por toda a Madeira. Dizer que é um jornal de propaganda ao regime jardinista seria injusto para aquela coisa. Um recente relatório da ERC fez o levantamento de 15 edições. A esmagadora maioria das notícias era elogiosa para o presidente, secretários regionais e presidentes de câmara (todos do PSD). Uma pequena parte era neutra. Em nenhuma notícia (de centenas) havia uma qualquer informação que lhes fosse negativa. Todos os colunistas são da área do partido do poder, começando pela coluna diária "escrita" por Alberto João. A promoção do jornal é clara: "se quer conflitos inúteis, leia os outros". Ali não há conflitos, úteis ou inúteis. Todos falam a voz do dono.

Já não se critica o facto do governo regional pagar um órgão de propaganda descarada, onde nem sequer se simula o pluralismo. Já nem se critica que um jornal pago pelos contribuintes seja mero porta-voz de um partido político. Aliás, num relatório recente da Assembleia Legislativa da Madeira, o papel de divulgar o ponto de vista do governo é assumido, considerando-se que os problemas da liberdade de imprensa na região resultam da existências dos outros órgãos de comunicação social que, veja-se o desplante, também dão voz à oposição. O que se critica, veja-se ao ponto mínimo que se teve de chegar na exigência democrática, é que o Estado pague para ele ser distribuído gratuitamente enquanto os restantes, para sobreviver - apesar de terem muito mais leitores - têm de ser vendidos. O que se critica já é apenas a concorrência desleal promovida com o único objetivo de levar à falência a imprensa regional independente. Com especial atenção para o "Diário de Notícias" do Funchal, que, tendo muito mais leitores, não desiste de fazer jornalismo e de ser pago por isso.

Já veio uma decisão da ERC. Já veio uma decisão da Autoridade para a Concorrência. Aquilo tem de acabar. Mas, já se sabe, as leis da República não atravessam o Atlântico. Alberto João Jardim não cumpre a decisão. Porque não quer. E quando Alberto João Jardim não quer não se fala mais nisso. Se, quando foi à Madeira, o Presidente da República teve de se encontrar com os partidos da oposição clandestinamente, num hotel, já que foi proibido de ir à Assembleia Legislativa, como pode alguém acreditar que alguma vez alguém obrigará o senhor Jardim a acatar a Constituição? Se todos se vergam ao ditador, como podemos esperar que a lei chegue à Região Autónoma?

Os relatos sobre os atropelos à liberdade de imprensa e de expressão estão longe de acabar aqui. Jornalistas expulsos, com recurso à força, de conferências de imprensa, agressões, ameaças, insultos, tudo é banal no regime de Jardim. O presidente diz o que quer, nos termos que quer. Ameaça publicamente os seus opositores. Insulta. Recorre à calúnia. Está protegido pela imunidade, que ele confunde com impunidade. Mas se alguém lhe responde o processo é mais do que certo. Alberto João Jardim é recordista nacional de processos contra jornalistas, colunistas e políticos por abuso de liberdade de imprensa. Processos onde o governo regional envolve recursos públicos. Se os opositores também têm, como ele, imunidade, a coisa resolve-se sem problemas: o parlamento regional, onde o PSD domina, retira-lhes a imunidade. Ou seja, Jardim diz o que quer sem nunca ter de responder perante a lei. Essa, aplica-se a quem lhe responda. E os tribunais vão colaborando com a cobardia, condenando dezenas de pessoas por responderem ao inimputável Jardim.

Poderia falar do resto, para além da liberdade de imprensa. Da inexistência do regime de incompatibilidades (que vigora no resto do País) para os titulares de cargos públicos, que permite, como é aliás comum acontecer, que os beneficiários de uma medida participem na decisão que os envolve. Ainda recentemente um importante político do PSD foi brindado com a concessão, por mais de trinta anos, do Casino de Porto Santo. Jaime Ramos, um dos principais homens do jardinismo, é dono de meia Madeira. Se em todo o País se pode falar de promiscuidade entre política e economia, entre interesse público e interesses privados, seria absurdo falar nestes termos daMadeira. Ali, não há sequer qualquer tipo de distinção entre PSD, Estado e empresas. São uma e a mesma coisa. E o polvo jardinista está em todo o lado, manda em tudo e não se lhe pode fugir. Quem tem a coragem de se lhe opor ou tem rendimentos próprios que não dependam de negócios locais ou é bom preparar-se para a Visto tudo isto, e tanto mais que havia para contar, não deixa de ser curioso ver o PSD encher a boca com concorrência, menos Estado e liberdade de iniciativa no continente enquanto na Madeira institui um regime autoritário, onde o Estado está em tudo menos naquilo em que é necessário. Pedro Passos Coelho, os que o antecederam e os que lhe sucederão bem podem pregar sobre as suas convicções liberais. Onde o PSD está no poder há 35 anos não há nem social-democracia, nem liberalismo democrático. Há um regime que não respeita a liberdade, há um Estado clientelar, há a utilização dos recursos públicos para pôr a economia ao serviço do cacique local e dos seus amigos. Enquanto o PSD não afastar este homem das suas fileiras não tem qualquer credibilidade para criticar o que, de forma tão tímida quando comparada com o comportamento do senhor Jardim, se faz no continente. Não gostam os senhores do PSD de falar da sua coragem para tomar decisões difíceis? Provem-no. Comecem na sua sua própria casa.

Ainda não tinha aterrado em Lisboa e já tinha mais um processo de Alberto João Jardim. E vão quatro. Uma gota nas centenas de processos por difamação, atentado ao bom nome ou abuso de liberdade de imprensa com que Alberto João Jardim inunda o tribunal do Funchal. Um automatismo que é fácil para Jardim: não põe os pés no tribunal (um privilégio que os juízes lhe garantem sempre ) e quem paga o advogado e as custas são os contribuintes. »
[
Expresso]
Por Daniel Oliveira



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17 maio 2011

Passos Coelho "ultrapassou os limites" e insultou 500 mil portugueses - José Sócrates


*** Serviço áudio e vídeo disponível em www.lusa.pt ***Funchal, 17 mai (Lusa) - O secretário-geral do PS afirmou hoje que o líder do PSD ultrapassou t...


Passos Coelho "ultrapassou os limites" e insultou 500 mil portugueses  - José Sócrates
Passos Coelho "ultrapassou os limites" e insultou 500 mil portugueses - José Sócrates
*** Serviço áudio e vídeo disponível em www.lusa.pt ***
Funchal - O secretário-geral do PS afirmou hoje que o líder do PSD ultrapassou todos os limites" ao dizer que o programa das Novas Oportunidades pretende "certificar a ignorância", insultando 500 mil portugueses que o utilizaram.
José Sócrates falava no Funchal num almoço-comício integrado na pré-campanha das eleições de 05 de junho que encheu o cais capital madeirense, espaço que ficou vedado à população.
O secretário-geral do PS considerou que Pedro Passos Coelho revelou "ignorância" ao atacar esse programa e defender uma auditoria externa, porque essa análise já é efetuada e, "para além disso, referiu-se a esse programa dizendo que pretende certificar a ignorância, e aí passou todos os limites".
"Não se trata apenas de insultar o Governo e a mim próprio, coisa que faz muitas vezes, mas trata-se de insultar os 500 mil portugueses que obtiveram com o seu esforço e coragem uma melhoria das suas habilitações", sustentou.
Para José Sócrates, a crítica de Pedro Passos Coelho "ao exprimir o preconceito social, mostrou que ele não sabe do que fala", sendo "revelador da impreparação, da falta de conhecimento", pois "não hesita perante nada para atacar tudo, dizer mal de tudo, numa política de terra queimada que em nada contribui para afirmar a defesa dos interesses superiores do país".
O secretário-geral socialista salientou que "o PS e o Governo socialista se orgulham de nunca ter faltado à Madeira nos momentos difíceis e sempre ter estado ao lado dos madeirenses quando precisaram de solidariedade nacional", apontando a Lei de Meios como "uma expressão dessa vontade de estar ao lado das autoridades regionais para os ajudar na reconstrução da Madeira" depois do temporal.
Sublinhou que a Lei de Meios "foi um símbolo que foi protegida nesta negociação nacional", não tendo sido posta em causa no memorando de entendimento com a 'troika' internacional que definiu o montante da ajuda externa a Portugal.

LÁGRIMAS DE CROCODILO

Quando leio bloggers e outros comentadores, gente de direita a quem o PS sempre provocou «comichão», fosse com Mário Soares, António Guterres ou José Sócrates, citando apenas os que foram primeiros-ministros, a derramarem as suas «preocupações» sobre o «estado» do PS e da «submissão» a Sócrates, eu penso: - que falta de vergonha têm estes senhores.
Por Tomás Vasques
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FILHADAPUTICES...

                                            
                                                
Li no DN a habitual notícia sobre as reformas douradas acompanhada pela fotografia de Sócrates. Como as regras que permitiram estas reformas são da autoria de Cavaco Silva receei que a escolha da fotografia para documentar a notícia significava que o primeiro-ministro se tinha reformado com uma reforma dourada. Mas não, a imagem foi escolhida para sugerir que a culpa das reformas douradas concedidas pelo   cavaquismo era do Sócrates.  São as tais filhadaputices...
  

OS NOSSOS COMENTADORES INSTITUCIONAIS



Os nossos comentadores televisivos institucionais exercitam em cada debate, habituados à refrega futebolista, a retórica da vitória do A sobre o B fazendo crer que só interessa saber quem marcou mais golos no entretém da lengalenga.
É ouvi-los, como aos treinadores de bancada na "bola", a acotovelarem-se para mostrarem o que só eles viram. A diferença reside no facto das régies não os confrontarem com a câmara lenta dos lances, o que lhes dá descanso para a charlatanice.
Confesso preferir o espectáculo do debate ao das telenovelas em que as empregadas de quarto ganham glória e fortuna ao armadilhar um poderoso excitado aproveitando-se para o transformar, a partir da virilidade e da cabeça maluca, num bandido enfiado numa camisa de onze varas.
Dito isto passo a apelidar de frente-a-frente o debate inútil entre Jerónimo e José.
Um frente-a-frente onde Jerónimo reafirmou acreditar que nascem nos cofres do Estado notas bastantes para realizarem a utopia e onde nunca se perguntou a José qual é o destino a dar aos setenta e oito mil milhões agora pedinchados.
Escapa-lhes a todos, contendores, entrevistadores e opinantes que, para além dos seus círculos de vizinhos e amigos estão também a observá-los pessoas aflitas que vivem no mundo real e que precisam de saber, para poder escolher, quem lhes assegura que as suas aflições terão fim. Isso não passa nem pelos demagogos que tudo prometem sem terem meios de concretizar o que prometem, nem sobre os outros que chamam "atitudes de coragem" aquelas que decretam mais aflição para a aflição sem que com isso demonstrem uma vida melhor no futuro.
LNT

PCP / BE - MOSTREM QUE SERVEM PARA ALGUMA COISA

Eu concordo com o BE e PCP quando exigem que as medidas de ajustamento económico incluam uma taxa sobre as transações
financeiras, incluindo as bolsistas. E a taxação dos lucros das empresas sedeadas no off-shore da Madeira. E ainda a taxação de todas as transferências de capitais para quaisquer off-shores.
Indesculpável é que se tenham eximido a ir dizê-lo, de viva voz, à Troika. Que interessa que tratem o tema no discurso político, se a eficácia continua a ser nula?
Mostrem que servem para alguma coisa.
Ana Gomes

O CATROICA

Parece que nos vimos livres do chato Catróica 

Mais do que as suas pen...udências, incomodavam sobretudo  as grotescas comparações hitlerianas e a verborreia destrambelhada a propósito de tudo e de nada - o programa do PSD que redigiu, corrigiu e reviu em moto-contínuo, as "porcarias" que acha que nos foram legadas pela sua geração, o apoio ao líder do seu partido que mal conhecia, porque antes teria escolhido Rangel na últimas directas, disse ao I...
À conta de tanta incontinência mental, verbal e epistolar, esperamos que nos tenha definitivamente desamparado um futuro governo, quaisquer que sejam os resultados eleitorais.  O ambiente ficou mais respirável...

SÓCRATES REFORMOU-SE?

SÓCRATES REFORMOU-SE?


Lemos no DN a habitual notícia sobre as reformas douradas acompanhada pela fotografia de Sócrates... Como as regras que permitiram estas reformas são da autoria de Cavaco Silva receei que a escolha da fotografia para documentar a notícia significava que o primeiro-ministro se tinha reformado com uma reforma dourada. Mas não, a imagem foi escolhida para sugerir que a culpa das benesses do cavaquismo era do Sócrates. É aquilo a que se chama uma filhadaputice típica dos vendidos da comunicação socialNo caso o D.N. que virou extensão do Povo Livre... Não fora o facto de por lá ainda restarem algumas colunas... vertebrais direitas... já não valeria a pena compra-lo

PORTUGAL EM DESTAQUE NA ÁREA DO eHALTH

Um estudo publicado pela Comissão Europeia coloca Portugal acima da média europeia em cinco indicadores sobre a utilização de tecnologias de eHealth (saúde electrónica) por parte dos hospitais
A conclusão surge no eHealth Benchmarking (Phase III), um relatório publicado pelo executivo comunitário onde é analisada a utilização de tecnologias na área da saúde em 30 países.
Neste documento Portugal surge em destaque num total de cinco indicadores, onde se encontra acima da média europeia: a existência de um sistema de registo electrónico de paciente partilhado por todos os departamentos, uso de sistemas de arquivo e comunicação de imagens, prescrição electrónica, sistema integrado de eAprovisionamento e troca de informações sobre cuidados clínicos com fornecedores externos.
No que se refere aos indicadores de conectividade externa e de telemonitorização os hospitais portugueses estão próximos da média da União Europeia.
O estudo realça o trabalho que tem vindo a ser feito desde 2004, nomeadamente na área da implementação de aplicações de suporte clínico. Entre as iniciativas referidas está o agendamento remoto de actividades de ambulatório, o registo de resultados de análises clínicas produzidas por outras aplicações hospitalares e a prescrição electrónica.
Apesar dos bons resultados alcançados naqueles indicadores, há alguns onde Portugal está abaixo da média, nomeadamente no que diz respeito às ligações de banda larga de alta velocidade.
Contudo o estudo realça que as ligações dos hospitais estão em consonância com a média de velocidade registada no país.
Em termos europeus, o estudo mostra que 92 por cento dos hospitais têm ligações de banda larga, mas com 52 por cento a ter uma velocidade abaixo dos 50 Mbps.
No que toca a redes sem fios, 54 por cento das unidades estudadas têm essa opção.
A videoconferência é comum, assim como o registo electrónico de pacientes e os sistemas de arquivo e comunicação de imagens.

OS VISITANTES E O ANFITREÃO DE BELÉM

Não sabemos quantos sindicatos há em Portugal, mas há muitos e alguns representam muitos milhares de trabalhadores, depois há uns quantos sindicatos que na verdade são uma espécie de sindicatos...  São estruturas que,  ao abrigo da lei sindical,  servem para defender interesses corporativos. É o caso do sindicato dos magistrados do Ministério Público, uma aberração sindical de cujos líderes nunca ouvi uma intervenção que se relacionasse com reivindicações dos seus trabalhadores, pronunciam-se sobre processos, principalmente se, de forma indirecta ou indirecta,  atingirem José Sócrates,  ocupando-se ainda de jogos políticos.
Sou visitante regular do site da Presidência da República e não tenho memória de por lá terem passado sindicatos na verdadeira acepção do conceito, mas em contrapartida o sindicato dos Magistrados do Ministério Público volta não volta lá está, umas vezes para apresentar cumprimentos, outras para debater com o Presidente da República questões relacionadas com processos que estão a ser investigados investigadas, como sucedeu
, por exemplo, com as famosas pressões sobre o caso Freeport, outras, como agora sucedeu, para discutirem a organização do Estado.
O Presidente da República tem o direito de receber quem quiser e todos já vimos que prefere receber aqueles com quem partilha as suas ideias, foi o caso de muitas personalidades amigas, como João Salgueiro e outros, que lá iam só para fazerem comícios anti-Sócrates à saída da audiência. de O Jumento

DETENÇÃO DO DIRECTOR DO FMI

Detenção do director do FMI
Dominique Strauss-Kahn em tribunal

Strauss-Kahn na mesma prisão de Renato Seabra

O director do FMI viu esta segunda-feira ser-lhe negado o pedido de caução e vai esperar julgamento na prisão de Rikers Island, a mesma em que está detido Renato Seabra, o modelo acusado de assassinar...

 *
Ministra austríaca sugere demissão de director-geral do FMI

MERKEL E AS DÍVIDAS SOBERANAS DA ZONA EURO


Angela Merkel contra reestruturação de dívida na Zona Euro
A chanceler alemã, Angela Merkel, declarou-se publicamente contra a reestruturação de dívida soberana de qualquer país da Zona Euro perante uma plateia de estudantes em Berlim. A chanceler alemã afirmou, esta terça-feira, estar contra a reestruturação da dívida de qualquer Estado-membro da zona euro devido aos efeitos negativos que tal teria para toda a Eurolândia.
Em Berlim, Angela Merkel considerou que reestruturar a dívida grega antes de 2013, quando entra em funcionamento o Mecanismo Europeu de Estabilidade, iria penalizar toda a zona euro: «Se, a meio do primeiro programa, alterássemos as regras, a nossa credibilidade ficaria em causa».

Recorde-se que ontem, os ministros das Finanças da zona euro aprovaram o pacote de ajuda externa a Portugal e pressionaram a Grécia a acelerar o seu programa de privatizações.

CATROGA DE FÉRIAS FORÇADAS

O PSD “demitiu” o Dr. Catroga e enviou-o para férias forçadas. A “demissão” foi anunciada pelo próprio. Reconheço em Eduardo Catroga um simpático companheiro de geração, com uma vida empresarial de grande sucesso, confortáveis reformas, acumulando experiência pública e privada.Foi Ministro das Finanças do último governo de Cavaco Silva tendo cumprido sem relevo, mas também sem grandes críticas. Era em geral respeitado, até à trágica decisão do PSD de rejeitar o PEC 4, à qual se terá oposto inicialmente. Em poucas semanas, Eduardo Catroga passou para o centro da cena. O seu Programa não conseguiu disfarçar a deriva ultra conservadora contra o Estado. Desdobrou-se em intervenções públicas e caiu em todas as armadilhas que lhe estendeu uma comunicação social impiedosa.
Se o PS pode registar mais um argumento de peso sobre a falta de preparação do PSD, a eliminação política do Dr. Catroga empobrece os recursos que serão contados após 5 de Junho e abre a porta a soluções piores. O facto de este episódio prejudicar os meus adversários políticos não me faz rejubilar, antes reflectir.
Embora as negociações do OE 2011 tivessem sido muito difíceis, com Catroga foi possível chegar a um resultado. E as duas declarações de Portas e Passos Coelho sobre a indisponibilidade de cada um deles para um acordo pós eleitoral, com Sócrates são altamente preocupantes. Pode bem acontecer PSD e CDS não lograrem maioria absoluta e ser o PS o partido mais votado, inibido de formar governo sem um deles ou ambos. Ou ser o PSD o mais votado e não formar maioria absoluta com o CDS. E não se vê como é que o líder do partido eventual vencedor possa ser recusado por outros sem poder para tal, apenas pelo prazer do bloqueio. A Democracia não costuma ceder nem a caprichos nem a temores de derrotados.
Daí que cada vez mais confirmo a visão de que tudo será diferente após o 5 de Junho e as negativas de Coelho e Portas, de tão radicais e absurdas, serem apenas para consumo pré-eleitoral. Elas não podem, todavia deixar de ser qualificadas como uma forma de agressão aos valores democráticos. A direita, na primeira ocasião em que vislumbra ser poder, deixa escorregar o pé para a chinela. Não são bons augúrios.
____DE
António Correia de Campos, Deputado do PS ao Parlamento Europeu

BALSEMÃO APELA A PACTO DE REGIME

Balsemão reitera apelo a pacto de regime para aplicação de medidas a longo prazo
                                                                                                                                    
                                                                                                                           
*** Serviços vídeo e áudio disponíveis em www.lusa.pt
 - O fundador do PSD Francisco Pinto Balsemão voltou hoje a apelar a um pacto de regime multipartidário em áreas centrais do Estado, com vista à aplicação de medidas a longo prazo, num período de pelo menos duas legislaturas.
"Tenho defendido sempre que é preciso um pacto do regime entre os principais partidos para que um conjunto de medidas (...) possa ser aplicado a longo prazo", disse o fundador do PSD e presidente do grupo Impresa à margem da apresentação do estudo 'Países Como Nós', organizado pelo jornal Expresso e pela consultora PricewaterhouseCoopers.
Pinto Balsemão destacou a Justiça, a Educação e a "organização da máquina do Estado" como áreas que deveriam ser alvo de uma intervenção concertada entre os principais partidos.
Questionado sobre uma eventual disponibilidade dos partidos para tal cenário, o militante número um do PSD assinalou "que depois da campanha [eleitoral] vem sempre um momento de maior acalmia" onde "haverá mais ponderação para refletir sobre a necessidade de um acordo deste tipo".
O Presidente da República, Cavaco Silva, "poderá e deverá", para Pinto Balsemão, ter um "papel determinante" em todo o processo.
Os ministros das Finanças europeus deram hoje, em Bruxelas, 'luz verde' ao programa de assistência financeira a Portugal de 78 mil milhões de euros, acordado entre o Governo e a 'troika', constituída pelo Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu.

16 maio 2011

LADY GAGA

A GERINGONÇA


                                                          Santana Castilho publicou um livro em que verbera, forte e feio, o programa do PSD para a Educação. Isto não seria notícia não se desse o caso de Pedro Passos Coelho ser o autor do prefácio desse livro. Mais: o líder do PSD foi ao lançamento, ouvindo da boca do testa-de-ferro da Fenprof o que Maomé nunca disse sobre o toucinho: Aquilo que está no   programa é
só  a continuidade   do  modelo
que  os  professores rejeitaram.
Passos parece que diz em privado o que o  programa   desmente.
Mas o que sucedeu com o programa eleitoral do PSD para a educação é inaceitável, Passos Coelho deu cobertura a todas as reivindicações corporativas do sector, insinuou que todos os relatórios que apresentavam indicadores positivos ou eram manipulados ou encomendados, criticou cinicamente tudo o que se fez, já emplena campanha insinuou tabem que o investimento nas escolas é um luxo. Depois de uma oposição sistemática à política governamental para a educação seria de esperar que tivesse uma alternativa, que sabia o que queria, que tinha ideias sólidas, mas não, de um minuto para o outro disse que o
programa para a Educação era para melhorar, isto é, estava mal.
Este PSD de Coelho não é uma alternativa a coisa nenhuma! É um precipício ao qual o país será lançado se os eleitores não se derem conta da ratoeira que lhe pretendem armar. E os antigos governantes do PSD que, perante o descalabro começam a aparecer na campanha, fazendo uma pausa no seu dolce farniente para apoiar o indigente líder, são meras bandeiras arreadas há muito tempo e só
aparecem para fazer o frete habitual ao partido que lhes deu o bem-bom... Em quem os eleitores vão votar é na rapaziada de Passos Coelho constituida por muitos refugos de outras andanças políticas, alguns vira-casacas que nestas oportunidades se agregam mostrando-se disponíveis e... sempre mais papistas que o Papa. É na pobreza da equipa de Passos Coelho que mais parece uma geringonça mal amanhada a ameaçar desconjuntar-se, que votará quem fizer essa opção.

COISAS DO ANACLETO

             
Dizer que os programas do PS, PSD e CDS são iguais é gozar com os portugueses, é a mesma coisa que dizer que os programas do PCP e do BE são também iguais.
«"Um programa igualzinho, sem tirar nem por, o que significa que se estes partidos - PS, PSD e CDS-PP - forem eleitos, e com as políticas do FMI, Portugal vai continuar em recessão e, em 2012, vai continuar a afundar-se e ser o único país do mundo em recessão", afirmou Francisco Louçã, perante cerca de 200 pessoas.» [DN]

PATAMAR ZOMBIE


                

Faltava Fernando Nogueira para o PSD atingir o patamar zombie. Depois de Catroga e Nobre, só nos faltava que o PSD fosse desenterrar à sinecura angolana do Millennium-BCP mais um antigo ministro de Cavaco. A aparição deu-se perto de Sintra onde, em vez de apoiar as virtudes do PSD, Nogueira vituperou Paulo Portas: «Era preciso haver um cataclismo para o líder do CDS-PP aspirar ser primeiro-ministro.»
Este homem, que Cavaco destratou publicamente em 1995, não aprendeu nada. A esquerda agradece. Ninguém acreditou ser possível reeditar a temporada 2004 do circo Santana. Mas está a ser.

QUEM NÃO QUER SER LOBO NÃO LHE VESTE A PELE

Nos Açores, onde fez uma viagem por quatro ilhas, Passos Coelho alertou os eleitores contra a estratégia "do medo" seguida por Sócrates. O líder do PSD acusou os socialistas de "assustar" os portugueses com "mentiras" sobre o programa eleitoral social-democrata. "Estão apostados numa estratégia de medo, dizendo aos portugueses que, se votarem PSD, vão perder a saúde, a escola e a segurança social públicas e que ainda vão ter de pagar por isso". » [CM]É evidente que todos os portugueses sabem a quem devem as conquistas do ESTADO SOCIAL vigente: aos governos do Partido Socialista. E em face de projectos de privatização de sectores estratégicos do estado social que aberta ou veladamente, o PSD e o seu potencial parceiro,  vão referindo,   o receio instala-se... E,   como agravante,  o facto de nunca o PSD ter apresentado um líder tão frágil e permissivo às influencias do sector dos negócios, começando por  quem o lançou nesta aventura.  Diria que, neste assunto,  o actual  PSD adicionado ao PP, metem medo ao susto...

15 maio 2011

CARAVANA POLÍTICA NA ESTRADA





A "caravana" política na estrada
Foto@Lusa/Estela Silva
Uma apoiante do PS segura um panfleto com o retrato, do secretário-geral do Partido Socialista, José Sócrates, durante uma ação de pré-campanha para as eleições legislativas 2011, 15 maio 2011, em Vizela.

NA IRLANDA

Até o empregado do peixeiro tinha casa de férias ´na Turquia
clicar no link supra para ver o vídeo

Os emigrantes portugueses na República da Irlanda e os irlandeses sabem como é que aconteceu a crise que deitou abaixo o "Tigre Celta", depois de anos de prosperidade. Culpam os bancos, os políticos e os excessos dos tempos de "boom" económico, que afinal não era sustentado. A recuperação está a ser lenta e difícil

O GRANDE PARTIDO DO POVO





Sócrates critica "as propostas levianas" do PSD

O líder socialista condenou os ataques pessoais dos seus adversários
O secretário-geral do PS, José Sócrates, afirmou hoje, domingo, em Vizela
Puseram os interesses partidários acima dos interesses do país. Vão pagar o preço de não terem olhado a meios para atingirem os objectivos", afirmou o dirigente socialista, referindo-se ao PSD, durante uma acção de pré-campanha em Vizela.
Segundo Sócrates, só fica surpreendido com a capacidade de mobilização do PS "quem ainda não percebeu que este é o grande partido do povo" português.
O secretário-geral socialista foi recebido em Vizela por algumas centenas de apoiantes que se concentravam na praça principal da cidade. Aos apoiantes insistiu que o PSD não tem um programa alternativo, criticando "as propostas levianas" dos social democratas que "seriam uma aventura para o país".
O líder socialista condenou os ataques pessoais dos seus adversários e prometeu empenhar-se na defesa do estado social, nomeadamente a escola pública e uma saúde para todos os portugueses.











 




O FMI FORA DAS SUAS CAUSAS

                                                                                

Ontem fomos   surpreendidos com o alegado abuso de Strauss-Kahn. Hoje começam a conhecer-se os detalhes sórdidos. Afinal, a imprensa marron é igual em toda a parte. Segundo o New York Post, um tablóide de Times Square, «The French political [...] was arrested for allegedly sodomizing a Manhattan hotel maid yesterday...» E com isso, Ângela Merkel, com quem Strauss-Kahn tinha hoje um encontro, ficou com o domingo livre.
Isto aconteceu ao homem que se preparava para concorrer com Sarkozy ao Eliseu, o socialista Dominique Strauss-Kahn, professor de Economia no Institut d'Études Politiques de Paris, na École Nationale d'Administration e em Stanford; director-geral do FMI desde Novembro de 2007; várias vezes deputado entre 1986 e 2007; autarca no Val-d'Oise (1995-97); ministro da Indústria e Comércio Exterior (1991-93) e da Economia e Finanças (1997-99); três vezes Secretário Nacional do PS francês: em 1986-89, 2002-03 e 2005-07. Os advogados, William Taylor e Benjamin Brafman, declaram Strauss-Kahn não culpado.Daqui

PAULO E PASSOS, DOIS LÚDICOS PERIGOSOS!!!






                                                                                   
Unidos contra um adversário comum na teoria, mas na prática a saberem que disputam o mesmo eleitorado. O CDS só pode ganhar votos nos eleitores do PSD e este a saber que para ganhar as eleições não os pode perder para o CDS. De um lado um político sem experiência, com uma avidez de poder e que partiu para estas eleições com todas as vantagens possíveis e do outro um rato da política, inteligente, populista, experiente e com a mesma avidez de poder.
O resultado não podia deixar de ser um debate em que o Portas marcasse os ritmos, criticando e atacando o Coelho que acabou refugiado no seu canto a falar de maiorias absolutas que já todos sabemos não não irão acontecer. As sondagens mostram-no e o CDS vai subindo, o PSD descendo e em algumas até já aparece ultrapassado pelo PS.  De qualquer forma... que Nosso Senhor nos livre desta gente!...

O CABEÇA DE ALHO CHÔCHO

O rapazinho que o PSD arranjou para candidato a primeiro ministro, tem a educação esmerada de um carroceiro e faz gala de usar termos e de fazer referências desprimorosas, reles,  sobre  ao seu adversário politico absolutamente indignas e provocatórias.  Na terra dele (o rapazinho) e minha, Trás-os-Montes,  esse comportamento era resolvido de maneira camiliana, à paulada e à estalada. É o que merecia esse incontinente galã da Timpeira mal educado,  pateta e cabeça de alho chocho...  

O PROFESSOR E O ALUNO

Uma curta frase serve para comentar o debate de hoje entre Passos Coelho e Paulo Portas: Paulo Portas foi demolidor. Passos Coelho esteve ainda mais atabalhoado e sem convicção do que é habitual. Desde dizer que Passos Coelho foi a «muleta do PS» até «prestar vassalagem» aos autarcas e caciques do PSD, Paulo Portas foi implacável. Foi um debate entre um professor e um aluno.

O INTELECTUAL LARANJA

                                
2521541.jpg                                                                                                                                               INTELECTUAL LARANJA, ENVOLTO EM AMBIENTE
DE PAIXÃO QUARESMAL
 VEIO REFORÇAR
A EQUIPA
DE PENTELHOS DE EDUARDO CATROGA...

O QUE OS ATRAI?...  O ESTRO DO LÍDER COELHO
E AS FORÓFIAS DA PRIMEIRA DAMA
       
        












PENTELHOS CATROGA

GENTE QUE CONTA

Em entrevista ao Gente que Conta, programa conduzido por João Marcelino, director do DN, Manuel Pinho acusou  o PSD de recusar alianças e usar no seu programa eleitoral uma linguagem de uma "agressividade sem paralelo".
O economista, que já trabalhou para o Fundo Monetário Internacional, defende que a unidade política é condição essencial para o sucesso do plano de resgate acordado com o FMI, União Europeia e Banco Central Europeu, e diz esperar que seja escutado o apelo à união feito pelos ex-presidentes da República e pelo actual presidente que, na sua opinião, está a fazer "o melhor que pode".
Para Manuel Pinho, a origem dos problemas de competitividade de Portugal está na entrada para a moeda única e a forma como foi concretizada a própria adesão ao euro. Em relação à economia portuguesa, defende que a redução da taxa social única tal como foi proposta pelo PSD não terá um impacto significativo no sector exportador e que as privatizações podem desmembrar empresas estratégicas para o Estado, que são "bandeiras nacionais" no estrangeiro. DN