18 maio 2011
O COELHO DA CARTOLA
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ELES ANDAM POR AÍ
CONSELHEIRO DE PASSOS COELHO
Não é uma anedota de mau gosto: Manuel Dias Loureiro, o senhor BPN, está a aconselhar Pedro Passos Coelho. Já se sabia que Miguel Relvas tinha ido a Miami encontrar-se com o antigo ministro e Conselheiro de Estado, mas uma coisa é um encontro discreto em South Beach (no bar do Ritz-Carlton, por exemplo), outra bem diferente ser recebido na sede da São Caetano. Sabia-se que ele andava por aí, mas tão perto é uma novidade absoluta. Comentários para quê?
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BCE-BOM ACOLHIMENTO AO PROGRAMA DE RESGATE
O Banco Central Europeu (BCE) afirmou que "acolhe favoravelmente" o programa de resgate a Portugal, defendendo que vai contribuir para estabilizar a economia portuguesa e que deve merecer um "amplo" apoio político.
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A CANDURA DO HOMEM DAS FARÓFIAS
O apagão de Passos
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LÍDER DO PSD ULTRAPASSA LIMITES DO BOM SENSO?

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O BOCA DEMENTIROSO
A minha Avó, quando vê o Coelho na televisão dispara de imediato:
- Lá está outra vez o "boca de mentiroso... " E a minha avó é uma sábia...
Do neto Luis
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O POLVO JARDINISTA E A COBARDIA DO PSD
«Acabado de chegar da Madeira, depois de participar num debate sobre a liberdade de imprensa na região, trago, como sempre acontece quando lá vou, um conjunto de histórias extraordinárias. Histórias que o resto do País vai ignorando, enquanto sorri com as palermices do senhor Jardim. Antes de mais, a história do "Jornal da Madeira". Um pasquim detido numa ínfima parte pela diocese do Funchal mas que é, na realidade, propriedade do Governo Regional da Madeira. Apesar de ninguém querer ler aquilo, já custou quase cinquenta milhões aos contribuintes. Tem o preço de capa de dez cêntimos mas é, na realidade, distribuído gratuitamente por toda a Madeira. Dizer que é um jornal de propaganda ao regime jardinista seria injusto para aquela coisa. Um recente relatório da ERC fez o levantamento de 15 edições. A esmagadora maioria das notícias era elogiosa para o presidente, secretários regionais e presidentes de câmara (todos do PSD). Uma pequena parte era neutra. Em nenhuma notícia (de centenas) havia uma qualquer informação que lhes fosse negativa. Todos os colunistas são da área do partido do poder, começando pela coluna diária "escrita" por Alberto João. A promoção do jornal é clara: "se quer conflitos inúteis, leia os outros". Ali não há conflitos, úteis ou inúteis. Todos falam a voz do dono.
Já não se critica o facto do governo regional pagar um órgão de propaganda descarada, onde nem sequer se simula o pluralismo. Já nem se critica que um jornal pago pelos contribuintes seja mero porta-voz de um partido político. Aliás, num relatório recente da Assembleia Legislativa da Madeira, o papel de divulgar o ponto de vista do governo é assumido, considerando-se que os problemas da liberdade de imprensa na região resultam da existências dos outros órgãos de comunicação social que, veja-se o desplante, também dão voz à oposição. O que se critica, veja-se ao ponto mínimo que se teve de chegar na exigência democrática, é que o Estado pague para ele ser distribuído gratuitamente enquanto os restantes, para sobreviver - apesar de terem muito mais leitores - têm de ser vendidos. O que se critica já é apenas a concorrência desleal promovida com o único objetivo de levar à falência a imprensa regional independente. Com especial atenção para o "Diário de Notícias" do Funchal, que, tendo muito mais leitores, não desiste de fazer jornalismo e de ser pago por isso.
Já veio uma decisão da ERC. Já veio uma decisão da Autoridade para a Concorrência. Aquilo tem de acabar. Mas, já se sabe, as leis da República não atravessam o Atlântico. Alberto João Jardim não cumpre a decisão. Porque não quer. E quando Alberto João Jardim não quer não se fala mais nisso. Se, quando foi à Madeira, o Presidente da República teve de se encontrar com os partidos da oposição clandestinamente, num hotel, já que foi proibido de ir à Assembleia Legislativa, como pode alguém acreditar que alguma vez alguém obrigará o senhor Jardim a acatar a Constituição? Se todos se vergam ao ditador, como podemos esperar que a lei chegue à Região Autónoma?
Os relatos sobre os atropelos à liberdade de imprensa e de expressão estão longe de acabar aqui. Jornalistas expulsos, com recurso à força, de conferências de imprensa, agressões, ameaças, insultos, tudo é banal no regime de Jardim. O presidente diz o que quer, nos termos que quer. Ameaça publicamente os seus opositores. Insulta. Recorre à calúnia. Está protegido pela imunidade, que ele confunde com impunidade. Mas se alguém lhe responde o processo é mais do que certo. Alberto João Jardim é recordista nacional de processos contra jornalistas, colunistas e políticos por abuso de liberdade de imprensa. Processos onde o governo regional envolve recursos públicos. Se os opositores também têm, como ele, imunidade, a coisa resolve-se sem problemas: o parlamento regional, onde o PSD domina, retira-lhes a imunidade. Ou seja, Jardim diz o que quer sem nunca ter de responder perante a lei. Essa, aplica-se a quem lhe responda. E os tribunais vão colaborando com a cobardia, condenando dezenas de pessoas por responderem ao inimputável Jardim.
Poderia falar do resto, para além da liberdade de imprensa. Da inexistência do regime de incompatibilidades (que vigora no resto do País) para os titulares de cargos públicos, que permite, como é aliás comum acontecer, que os beneficiários de uma medida participem na decisão que os envolve. Ainda recentemente um importante político do PSD foi brindado com a concessão, por mais de trinta anos, do Casino de Porto Santo. Jaime Ramos, um dos principais homens do jardinismo, é dono de meia Madeira. Se em todo o País se pode falar de promiscuidade entre política e economia, entre interesse público e interesses privados, seria absurdo falar nestes termos daMadeira. Ali, não há sequer qualquer tipo de distinção entre PSD, Estado e empresas. São uma e a mesma coisa. E o polvo jardinista está em todo o lado, manda em tudo e não se lhe pode fugir. Quem tem a coragem de se lhe opor ou tem rendimentos próprios que não dependam de negócios locais ou é bom preparar-se para a Visto tudo isto, e tanto mais que havia para contar, não deixa de ser curioso ver o PSD encher a boca com concorrência, menos Estado e liberdade de iniciativa no continente enquanto na Madeira institui um regime autoritário, onde o Estado está em tudo menos naquilo em que é necessário. Pedro Passos Coelho, os que o antecederam e os que lhe sucederão bem podem pregar sobre as suas convicções liberais. Onde o PSD está no poder há 35 anos não há nem social-democracia, nem liberalismo democrático. Há um regime que não respeita a liberdade, há um Estado clientelar, há a utilização dos recursos públicos para pôr a economia ao serviço do cacique local e dos seus amigos. Enquanto o PSD não afastar este homem das suas fileiras não tem qualquer credibilidade para criticar o que, de forma tão tímida quando comparada com o comportamento do senhor Jardim, se faz no continente. Não gostam os senhores do PSD de falar da sua coragem para tomar decisões difíceis? Provem-no. Comecem na sua sua própria casa.
Ainda não tinha aterrado em Lisboa e já tinha mais um processo de Alberto João Jardim. E vão quatro. Uma gota nas centenas de processos por difamação, atentado ao bom nome ou abuso de liberdade de imprensa com que Alberto João Jardim inunda o tribunal do Funchal. Um automatismo que é fácil para Jardim: não põe os pés no tribunal (um privilégio que os juízes lhe garantem sempre ) e quem paga o advogado e as custas são os contribuintes. » [Expresso]
Por Daniel Oliveira
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17 maio 2011
Passos Coelho "ultrapassou os limites" e insultou 500 mil portugueses - José Sócrates

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LÁGRIMAS DE CROCODILO
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FILHADAPUTICES...

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OS NOSSOS COMENTADORES INSTITUCIONAIS

Os nossos comentadores televisivos institucionais exercitam em cada debate, habituados à refrega futebolista, a retórica da vitória do A sobre o B fazendo crer que só interessa saber quem marcou mais golos no entretém da lengalenga.
É ouvi-los, como aos treinadores de bancada na "bola", a acotovelarem-se para mostrarem o que só eles viram. A diferença reside no facto das régies não os confrontarem com a câmara lenta dos lances, o que lhes dá descanso para a charlatanice.
Confesso preferir o espectáculo do debate ao das telenovelas em que as empregadas de quarto ganham glória e fortuna ao armadilhar um poderoso excitado aproveitando-se para o transformar, a partir da virilidade e da cabeça maluca, num bandido enfiado numa camisa de onze varas.
Dito isto passo a apelidar de frente-a-frente o debate inútil entre Jerónimo e José.
Um frente-a-frente onde Jerónimo reafirmou acreditar que nascem nos cofres do Estado notas bastantes para realizarem a utopia e onde nunca se perguntou a José qual é o destino a dar aos setenta e oito mil milhões agora pedinchados.
Escapa-lhes a todos, contendores, entrevistadores e opinantes que, para além dos seus círculos de vizinhos e amigos estão também a observá-los pessoas aflitas que vivem no mundo real e que precisam de saber, para poder escolher, quem lhes assegura que as suas aflições terão fim. Isso não passa nem pelos demagogos que tudo prometem sem terem meios de concretizar o que prometem, nem sobre os outros que chamam "atitudes de coragem" aquelas que decretam mais aflição para a aflição sem que com isso demonstrem uma vida melhor no futuro.
LNT
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PCP / BE - MOSTREM QUE SERVEM PARA ALGUMA COISA
Indesculpável é que se tenham eximido a ir dizê-lo, de viva voz, à Troika. Que interessa que tratem o tema no discurso político, se a eficácia continua a ser nula?
Mostrem que servem para alguma coisa.
Ana Gomes
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O CATROICA
Parece que nos vimos livres do chato Catróica
Mais do que as suas pen...udências, incomodavam sobretudo as grotescas comparações hitlerianas e a verborreia destrambelhada a propósito de tudo e de nada - o programa do PSD que redigiu, corrigiu e reviu em moto-contínuo, as "porcarias" que acha que nos foram legadas pela sua geração, o apoio ao líder do seu partido que mal conhecia, porque antes teria escolhido Rangel na últimas directas, disse ao I... À conta de tanta incontinência mental, verbal e epistolar, esperamos que nos tenha definitivamente desamparado um futuro governo, quaisquer que sejam os resultados eleitorais. O ambiente ficou mais respirável...
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SÓCRATES REFORMOU-SE?
SÓCRATES REFORMOU-SE?

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PORTUGAL EM DESTAQUE NA ÁREA DO eHALTH

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OS VISITANTES E O ANFITREÃO DE BELÉM
Sou visitante regular do site da Presidência da República e não tenho memória de por lá terem passado sindicatos na verdadeira acepção do conceito, mas em contrapartida o sindicato dos Magistrados do Ministério Público volta não volta lá está, umas vezes para apresentar cumprimentos, outras para debater com o Presidente da República questões relacionadas com processos que estão a ser investigados investigadas, como sucedeu, por exemplo, com as famosas pressões sobre o caso Freeport, outras, como agora sucedeu, para discutirem a organização do Estado.
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DETENÇÃO DO DIRECTOR DO FMI
Detenção do director do FMI
Strauss-Kahn na mesma prisão de Renato Seabra
Consulte aqui o Especial sobre o caso de Dominique Strauss-Kahn
Ferreira Fernandes: "As inocências dele e dela"
Pedro Tadeu: "O crime sexual também é um abuso de poder"
Bernardo Pires de Lima: "Declínio sobre Karris"Ministra austríaca sugere demissão de director-geral do FMI
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MERKEL E AS DÍVIDAS SOBERANAS DA ZONA EURO
A chanceler alemã, Angela Merkel, declarou-se publicamente contra a reestruturação de dívida soberana de qualquer país da Zona Euro perante uma plateia de estudantes em Berlim. A chanceler alemã afirmou, esta terça-feira, estar contra a reestruturação da dívida de qualquer Estado-membro da zona euro devido aos efeitos negativos que tal teria para toda a Eurolândia.
Em Berlim, Angela Merkel considerou que reestruturar a dívida grega antes de 2013, quando entra em funcionamento o Mecanismo Europeu de Estabilidade, iria penalizar toda a zona euro: «Se, a meio do primeiro programa, alterássemos as regras, a nossa credibilidade ficaria em causa».
Recorde-se que ontem, os ministros das Finanças da zona euro aprovaram o pacote de ajuda externa a Portugal e pressionaram a Grécia a acelerar o seu programa de privatizações.
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CATROGA DE FÉRIAS FORÇADAS
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BALSEMÃO APELA A PACTO DE REGIME
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16 maio 2011
A GERINGONÇA
só a continuidade do modelo
que os professores rejeitaram.
Passos parece que diz em privado o que o programa desmente.
Mas o que sucedeu com o programa eleitoral do PSD para a educação é inaceitável, Passos Coelho deu cobertura a todas as reivindicações corporativas do sector, insinuou que todos os relatórios que apresentavam indicadores positivos ou eram manipulados ou encomendados, criticou cinicamente tudo o que se fez, já emplena campanha insinuou tabem que o investimento nas escolas é um luxo. Depois de uma oposição sistemática à política governamental para a educação seria de esperar que tivesse uma alternativa, que sabia o que queria, que tinha ideias sólidas, mas não, de um minuto para o outro disse que o programa para a Educação era para melhorar, isto é, estava mal.
Este PSD de Coelho não é uma alternativa a coisa nenhuma! É um precipício ao qual o país será lançado se os eleitores não se derem conta da ratoeira que lhe pretendem armar. E os antigos governantes do PSD que, perante o descalabro começam a aparecer na campanha, fazendo uma pausa no seu dolce farniente para apoiar o indigente líder, são meras bandeiras arreadas há muito tempo e só aparecem para fazer o frete habitual ao partido que lhes deu o bem-bom... Em quem os eleitores vão votar é na rapaziada de Passos Coelho constituida por muitos refugos de outras andanças políticas, alguns vira-casacas que nestas oportunidades se agregam mostrando-se disponíveis e... sempre mais papistas que o Papa. É na pobreza da equipa de Passos Coelho que mais parece uma geringonça mal amanhada a ameaçar desconjuntar-se, que votará quem fizer essa opção.
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COISAS DO ANACLETO
«"Um programa igualzinho, sem tirar nem por, o que significa que se estes partidos - PS, PSD e CDS-PP - forem eleitos, e com as políticas do FMI, Portugal vai continuar em recessão e, em 2012, vai continuar a afundar-se e ser o único país do mundo em recessão", afirmou Francisco Louçã, perante cerca de 200 pessoas.» [DN]
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PATAMAR ZOMBIE
Faltava Fernando Nogueira para o PSD atingir o patamar zombie. Depois de Catroga e Nobre, só nos faltava que o PSD fosse desenterrar à sinecura angolana do Millennium-BCP mais um antigo ministro de Cavaco. A aparição deu-se perto de Sintra onde, em vez de apoiar as virtudes do PSD, Nogueira vituperou Paulo Portas: «Era preciso haver um cataclismo para o líder do CDS-PP aspirar ser primeiro-ministro.»
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QUEM NÃO QUER SER LOBO NÃO LHE VESTE A PELE

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15 maio 2011
CARAVANA POLÍTICA NA ESTRADA
Uma apoiante do PS segura um panfleto com o retrato, do secretário-geral do Partido Socialista, José Sócrates, durante uma ação de pré-campanha para as eleições legislativas 2011, 15 maio 2011, em Vizela.
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NA IRLANDA
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Os emigrantes portugueses na República da Irlanda e os irlandeses sabem como é que aconteceu a crise que deitou abaixo o "Tigre Celta", depois de anos de prosperidade. Culpam os bancos, os políticos e os excessos dos tempos de "boom" económico, que afinal não era sustentado. A recuperação está a ser lenta e difícil
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O GRANDE PARTIDO DO POVO
Sócrates critica "as propostas levianas" do PSD

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O FMI FORA DAS SUAS CAUSAS
Ontem fomos surpreendidos com o alegado abuso de Strauss-Kahn. Hoje começam a conhecer-se os detalhes sórdidos. Afinal, a imprensa marron é igual em toda a parte. Segundo o New York Post, um tablóide de Times Square, «The French political [...] was arrested for allegedly sodomizing a Manhattan hotel maid yesterday...» E com isso, Ângela Merkel, com quem Strauss-Kahn tinha hoje um encontro, ficou com o domingo livre.Isto aconteceu ao homem que se preparava para concorrer com Sarkozy ao Eliseu, o socialista Dominique Strauss-Kahn, professor de Economia no Institut d'Études Politiques de Paris, na École Nationale d'Administration e em Stanford; director-geral do FMI desde Novembro de 2007; várias vezes deputado entre 1986 e 2007; autarca no Val-d'Oise (1995-97); ministro da Indústria e Comércio Exterior (1991-93) e da Economia e Finanças (1997-99); três vezes Secretário Nacional do PS francês: em 1986-89, 2002-03 e 2005-07. Os advogados, William Taylor e Benjamin Brafman, declaram Strauss-Kahn não culpado.Daqui
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PAULO E PASSOS, DOIS LÚDICOS PERIGOSOS!!!

Unidos contra um adversário comum na teoria, mas na prática a saberem que disputam o mesmo eleitorado. O CDS só pode ganhar votos nos eleitores do PSD e este a saber que para ganhar as eleições não os pode perder para o CDS. De um lado um político sem experiência, com uma avidez de poder e que partiu para estas eleições com todas as vantagens possíveis e do outro um rato da política, inteligente, populista, experiente e com a mesma avidez de poder.
O resultado não podia deixar de ser um debate em que o Portas marcasse os ritmos, criticando e atacando o Coelho que acabou refugiado no seu canto a falar de maiorias absolutas que já todos sabemos não não irão acontecer. As sondagens mostram-no e o CDS vai subindo, o PSD descendo e em algumas até já aparece ultrapassado pelo PS. De qualquer forma... que Nosso Senhor nos livre desta gente!...
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O CABEÇA DE ALHO CHÔCHO
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O PROFESSOR E O ALUNO

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O INTELECTUAL LARANJA

INTELECTUAL LARANJA, ENVOLTO EM AMBIENTE DE PAIXÃO QUARESMAL
VEIO REFORÇAR A EQUIPA
DE PENTELHOS DE EDUARDO CATROGA...
O QUE OS ATRAI?... O ESTRO DO LÍDER COELHO
E AS FORÓFIAS DA PRIMEIRA DAMA
PENTELHOS CATROGA
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GENTE QUE CONTA
Em entrevista ao Gente que Conta, programa conduzido por João Marcelino, director do DN, Manuel Pinho acusou o PSD de recusar alianças e usar no seu programa eleitoral uma linguagem de uma "agressividade sem paralelo".
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