E O RABINHO LAVADO COM ÁGUA DE MALVAS?...
In O JUMENTO
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| clique na imagem para ampliar este pedaço do Reino Maravilhoso de Torga... |
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Ao Pote, ao pote, pela terra e pelo mar
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Não é exactamente país do qual saibamos muito, mas tem uma das pinturas que mais depressa reconhecemos: O Grito, de Edvard Munch, a expressão violenta da angústia. A Noruega é hoje tão rica (petróleo) que se permite recusar a União Europeia, só tem países amigos à volta e aparentemente não devíamos relacioná-la com o seu mais famoso quadro. Ontem ainda, durante a tragédia de uma bomba no centro de Oslo e um tiroteio num acampamento de jovens, vimos chegar as imagens e não reconhecemos nelas a ideia que temos de angústia. Ideia que, dou-me conta agora ao escrevê-lo, nada traduz melhor do que o desespero daquela figura num cais de Oslo, mãos levadas à cara, olhos e boca grotescamente abertos - mas isso é O Grito, não as imagens de ontem. As janelas rebentadas por vários andares, mas as pessoas não reagiam com o desespero a que já nos habituaram os momentos após bomba nos souks de Bagdad e Carachi. Num dos vídeos de ontem, um casal pisa com cuidado os vidros espalhados no passeio e cruza um banco em que um homem continua a ler o jornal. Homem e banco eram esculturas, mas a sua placidez não contrastava com o que se passava à volta. À hora em que escrevo, não sei ainda se o ataque terrorista é de grupo internacional islâmico ou de radicais noruegueses. A ser o primeiro, a resposta norueguesa foi admirável. A ser o segundo, duvido que os noruegueses consigam sufocar por muito mais tempo o grito.
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Noruega: novo balanço dos dois atentados
aponta para 92 mortos...
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| Perspectiva da cidade vista da Graça-Srª.do Monte |
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Há uns dias que andava para publicar este boneco, mas precisava de confirmar uma informação que tinha sabido. A de que o Isaltino Morais, que há muito devia estar a cumprir a pena de prisão a que foi condenado, transferiu o dinheiro que estava destinado à construção do Novo Centro de Saúde de Algés, (a maior ambição dos seus moradores há já dezenas de anos), para concluir a segunda fase do Parque dos poetas. O atual Centro de Saúde é um velho edifício de habitação, com escadarias e sem o mínimo de condições, situado já em Lisboa e que é frequentado por uma envelhecida população. De todas as formas possíveis os habitantes chamaram a atenção da Câmara de Oeiras para a necessidade de novas instalações, quer nas ruas, em intervenções nas Assembleia Municipais, que em Baixo-assinados com muitas milhares de assinaturas. Desde sempre a promessa de que no próximo mandato é que era o Centro foi sendo adiado de ano para ano. Nas últimas eleições, para além da promessa, deitaram abaixo uma velha garagem dos bombeiros, fizeram lá um grande buraco, colocaram uma cerca de metal e vários cartazes com a imagem do futuro edifício do noco Centro de Saúde de Algés. Agora é que é, mas pelos vistos continua a não ser. O dinheiro que lhe estava destinado foi transferido para acabar a segunda fase do Parque dos poetas, a obra emblemática do Isaltino. Dá-se prioridade a pessoas de pedra e não às pessoas verdadeiras. Haja vergonha... Mas talvez os eleitores de Algés mereçam isso e muito mais atendendo à fidelidade canina a um sem-vergonha que foram elegendo de eleição em eleição sem o minimo sentido crítico sobre os lamentáveis actos do cavalheiro em questão. Longe dessa minha linda terra do coração, estremeço de vergonha todas as vezes que o dito tem o beneplácito das gentes de Algés.
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| Jogadora que faz a diferença |
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Quando VEXA referiu a derrama para justificar a razão de não incluir os do IRC nesta "necessidade de prudência" explicando que eles, coitados, já tinham tido uma sobrecarga fiscal, esqueceu-se que muitos trabalhadores do Estado (funcionários públicos e outros servidores do Estado como SEXA, o Presidente da República, gosta de lhes chamar) já tinham perdido este ano o subsídio de férias e mais uns trocados (14x10% mensais).
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