24 novembro 2011

O POTE

GASPAR
CUJO EXCESSO DE ZELO
O LEVA A SER MAIS TROIKO QUE OS DA
TROIKA
DEVIA PRESTARMAIS ATENÇÃO

AO SECTOR QUE É A NOSSA MAIOR DESGRAÇA:
O POTE  



23 novembro 2011

DESPREZO E UM CERTO REVANCHISMO SOCIAL

Desprezo e um certo revanchismo social




Pacheco Pereira, hoje na revista Sábado, que saiu um dia mais cedo devido à greve geral:
    '(...) Passos Coelho retirou 25% do poder de compra a centenas de milhares de portugueses, que estão longe de ser mais do que remediados, na melhor das hipóteses, e não teve para com eles uma palavra sequer. Bem pelo contrário, apontou-os no dia seguinte como privilegiados, e como alvo para todos os trabalhadores do sector privado. Nem o ministro das Finanças e nem o ministro da Economia são capazes de incorporar no seu discurso algo que revele qualquer preocupação social pelos efeitos das medidas que tomam. Bem pelo contrário, aparece desprezo e um certo revanchismo social, seja por ignorância do que é o País, seja por razões ideológicas. O modo como se trata da questão do desemprego, é pelo menos, chocante na sua abstracção. Para eles, estar desempregado é urna pura abstracção, um número, uma estatística, infeliz por certo, mas nada mais. (...)'

CRÓNICA DE UM DESASTRE ANUNCIADO

Os resultados eleitorais confirmam as piores previsões para o PSOE, que perde mais de 50% da sua bancada parlamentar. Como expressão de que o caráter mais importante do voto foi contra o PSOE e, como consequência, a favor do PP, este conseguiu a maioria absoluta de maneira folgada, mas só aumentou em 20 parlamentares sua bancada. A Izquierda Unida voltou a seu nível anterior às ultimas eleições, passando de 2 a 11 deputados, cortando sua tendência eleitoralmente decrescente.
Desde que Zapatero, depois de resistir, acabou impondo o pacote recessivo, sob forte pressão dos governos da União Europeia e de Obama –que constrangeu publicamente a Zapatero, anunciando à imprensa que o havia pressionado por telefone na noite anterior ao pacotaço - o roteiro da tragédia estava traçado: recessão, desemprego, aumento acelerado do risco espanhol e derrota eleitoral algo humilhante. Não. Foi lo resultado...
O PSOE cumpriu à risca o roteiro, cujo teor trágico estava escondido atrás de uma armadilha da unificação europeia. A própria consulta sobre a unificação europeia confessava o seu segredo: perguntava se estavam a favor da moeda única. Era uma unificação antes de tudo monetária e não uma unificação politica, que se dava a reboque daquela. Mais importante que o Parlamento Europeu passou a ser o Banco Central Europeu.
Depois da lua-de-mel da unificação e do lançamento do euro, o processo de unificação teria, na crise iniciada em 2008, sua primeira grande prova de fogo e o resultado não poderia ser pior. Ao invés de surgir como moeda alternativa ao dólar na hora da crise do dólar, o euro reproduziu, de forma ainda mais negativa, os mesmos mecanismos da crise norte americana. O euro se revelou ser uma armadilha tal, que os países do centro do capitalismo que ainda tem moedas nacionais e portanto podem desenvolver suas políticas monetárias – como os EUA, a Inglaterra, o Japão, a Suécia e os demais países escandinavos – se defendem melhor da crise. Entrando os países do euro estão prisioneiros da moeda única e submetidos aos ditames do Banco Central Europeu, sob a égide da Alemanha... que cuida dos seus negócios, publicamente amancebada com a França mas sem darem mostras que do concubinato possa resultar reprodução. 

 




Vejamos o que disse Passos Coelho no Twitter antes das eleições:
"Como é possível manter um governo em que o primeiro-ministro mente?"

Lá se vai mantendo, lá se vai mantendo... Provavelmente é porque como o próprio Passos Coelho se auto-designou, agora temos um homem de palavra à frente do Governo

E ... A ESPANHA AQUI TÃO PERTO


Espanha com a economia à beira de um ataque de nervos

Parafraseando Lenine, muitos economistas espanhóis se perguntam: o que fazer? A tentação, pelo menos entre as filas dos economistas vinculados ao partido ganhador neste domingo, é produzir um choque de desvalorização sem desvalorizar. Ou seja: baixar custos trabalhistas, eliminar direitos, aliviar empresas de impostos, derrubar os juros corporativos que podem entorpecer o caminho, etc. Uma solução que foi tentada com catastróficas consequências na Argentina, em 2001. O artigo é de Óscar Guisoni.

A economia espanhola está à beira do colapso? A situação é tão grave como as manchetes dos jornais deixam transcender a cada dia? Ou se trata de um pânico generalizado, alimentado por um punhado de especuladores ansiosos, com pouco fundamento na realidade? Que tipo de crise sacode o país há três anos? E, sobretudo, que soluções existem à vista? Todas estas questões foram debatidas com força, embora sem chegar à profundidade do problema, durante a campanha eleitoral, sem que a maioria da população tenha formado uma ideia muito clara da situação real.
Diante da dúvida, não há nada melhor que os números para descrever o estado do paciente. O primeiro número que causa impacto é o de desocupados. Com cinco milhões de desempregados - 21,3 por cento da população activa - era óbvio que o assunto ia se transformar no epicentro da campanha eleitoral. Mas os candidatos do PSOE e do PP se emaranharam em mais de uma batalha dialéctica sem explicar à população que os desempregados são um sintoma da crise e não a sua causa principal. Sobre as causas do desemprego não houve grandes debates, ambos aceitaram o fato de que tudo se deve ao estouro da bolha imobiliária de 2008, que deteve de repente um dos grandes motores da economia. E então?
Se o problema foi o estouro, sustentam algumas vozes económicas com forte peso dentro do Partido Popular que se apresenta a ocupar o governo após o forte triunfo de domingo, a solução será sair com outra bolha como já foi feito outras vezes. Está claro que o PP continua pensando que se pode recorrer a outra bolha como fez com a imobiliária, em seu momento, o primeiro governo de José María Aznar em 1996. Mas o problema não é tão simples, porque a economia espanhola tem um problema sério de competitividade que está relacionado muito mais com a força desmedida do euro, sua moeda obrigatória. Ao longo dos últimos 35 anos a Espanha sempre resolveu suas crises crónicas de emprego recorrendo à desvalorização, um instrumento que agora só pode estar disponível se abandonar a moeda comum europeia, um horizonte que está no cardápio dos economistas conservadores próximos a Rajoy. (ler mais aqui)
de Oscar Guisoni- in Carta Maior
Apontamento:
Por Emir Sader
O resultado não poderia ser pior para o PSOE. Como em Portugal e na Grecia, a social democracia aplica um duro ajuste fiscal, perde apoio popular e entrega de volta o governo à direita. Sem que apareça ainda o horizonte de superação da dicotomia direita-social democracia, que tem levado a política europeia ao beco sem saída.
Leia o post na íntegra >>

"AS ROSAS - DE MACHADO ASSIS


AS ROSAS
Rosas que desabrochais,
Como os primeiros amores,
Aos suaves resplendoresMatinais;
Em vão ostentais, em vão,
A vossa graça suprema;
De pouco vale; é o diadema
Da ilusão.
Em vão encheis de aroma o ar da tarde;
Em vão abris o seio húmido e fresco
Do sol nascente aos beijos amorosos;
Em vão ornais a fronte à meiga virgem;
Em vão, como penhor de puro afecto,
Como um elo das almas,
Passais do seio amante ao seio amante;
Lá bate a hora infausta
Em que é força morrer; as folhas lindas
Perdem o viço da manhã primeira,
As graças e o perfume.
Rosas que sois então? – Restos perdidos,
Folhas mortas que o tempo esquece, e espalha
Brisa do inverno ou mão indiferente.
Tal é o vosso destino,
Ó filhas da natureza;
Em que vos pese à beleza,
Pereceis;
Mas, não... Se a mão de um poeta
Vos cultiva agora, ó rosas,
Mais vivas, mais jubilosas,
Floresceis.

Machado de Assis, in 'Crisálidas'

          

POESIA DE FLORBELA


Languidez

Fecho as pálpebras roxas, quase pretas,
Que poisam sobre duas violetas,
Asas leves cansadas de voar...


E a minha boca tem uns beijos mudos...
E as minhas mãos, uns pálidos veludos,
Traçam gestos de sonho pelo ar...






Fanatismo


Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida.
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és sequer razão do meu viver
Pois que tu és já toda a minha vida!
...


E, olhos postos em ti, digo de rastros:
«Ah! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus: Princípio e Fim!...»






Fumo


Longe de ti são ermos os caminhos,
Longe de ti não há luar nem rosas;
Longe de ti há noites silenciosas,
Há dias sem calor, beirais sem ninhos!






O nosso mundo


Que importa o mundo e as ilusões defuntas?...
Que importa o mundo seus orgulhos vãos?...
O mundo, Amor?... As nossas bocas juntas!...





22 novembro 2011

IMORTAIS

© Lionsgate

Um filme a 3D, dos mesmos produtores de 300 com uma caraterização especial, que promete surpreender os mais curiosos. ”Imortais” é um drama que coloca Deuses do Olimpo numa luta contra um mortal, Theseus, homem escolhido por Zeus para salvar a humanidade da sua destruição.
O MSN cinema não perdeu tempo e colocou online uma serie de vídeos exclusivos que contém importantes visões sobre o realizador Tarsem Singh, direção de arte do filme, vídeo sobre os personagens, desafios de produção, entre outros que contêm curiosidades importantes sobre o tão esperado filme “Imortais”. Revelações sinceras da equipa de produção e design de cenários, personagens, entre outros aspetos do filme são parte integrante nos vídeos exclusivos do MSN.
Não perca aqui os vídeos exclusivos de “Imortais” que certamente vão surpreendê-lo.





GASPAR TRANSLÚCIDO



 
Gaspar translúcido... em transe
na quinta dimensão
Vai à A.R. e os deputados
pensam que estão a falar para o boneco

COM O PASSISMO OS BOYS REPRODUZEM-SE COMO RATOS

 

 

MARAJÁS


Não me impressiono com adjuntos e assessores de gabinete. Trabalhei com vários nos ominosos tempos de Guterres (1995-2002) e sei o que casa gasta. Naquele tempo, a maioria dos adjuntos e assessores era recrutada na alta administração pública, auferindo “no gabinete” o vencimento do lugar de origem. Em regra, tratava-se de gente tecnicamente bem preparada. Muitos tinham sido directores-gerais, ou equiparados, e a sua experiência era aproveitada nos andares de cima. Ponto. O delírio chegou com a presidência portuguesa do Conselho Europeu, entre Janeiro e Junho de 2000. Guterres tinha perdido o pé.
O governo de Passos Coelho conseguiu fazer pior: foi buscar a maioria desse pessoal sabe Deus onde.
Isto, depois de sustentar a sua ascenção à liderança do PSD, o chumbo do PEC IV e uma campanha eleitoral peronista... no discurso da pré-falência do Estado. Ao arrepio desses princípios, o governo de Passos Coelho nomeou, nos primeiros 40 dias, perto de 600 colaboradores, entre adjuntos, assessores e “especialistas”. Os seus nomes estão disponíveis no Diário da República e no Portal do Governo. E circulam em listas, divulgadas sob diversas formas, a partir dos sítios mais inesperados. Por exemplo, a comunidade portuguesa do Canadá tem sido muito activa: nomes, links de família, currículos, etc. Começa a ser vexatório. E não me refiro à filiação partidária. Esse é o lado para que durmo melhor.
A imprensa, outrora tão interessada em questionar a marca das cuecas dos boys da PT (uma empresa privada), está caladinha a ver se pinga. Se uma repórter do DN de quem nunca ninguém fixou o nome, consegue chegar a assessora de imprensa do ministro da Economia, auferindo por mês 5900 euros (mais ajudas de custo e subsídios de alimentação, Natal e férias), o melhor é não fazer ruído... Vem a talhe de foice recordar que a referida repórter, Maria de Lurdes Vale de sua graça,
acaba de ser nomeada para a administração do Turismo de Portugal, lugar menos volátil que o gabinete do ministro Santos Pereira. Nunca se sabe o que pode acontecer nas próximas semanas...
Depois admirem-se que haja cem polícias a fazer manifs espontâneas à porta do ministério da Administração Interna a 48 horas de uma greve geral...
[Imagem: ministro Santos Pereira e assessora, foto do Correio da Manhã.]

in da Literatura


Mtº.Juiz Carlos Alexandre
Há sempre alguém de plantão e microfone à porta do Tribunal Central de Instrução Criminal, há sempre uma câmara para apanhar as saídas do juiz Carlos Alexandre, apressado e que varre conversas com um gesto de mão, há sempre uma informação de última hora sobre o interrogatório "que prossegue amanhã"... Seja, parece que suspiramos por isso. Mas já aviso: doses massivas dessas cenas gagas vão fazer-nos perder o gosto pelo fio do discurso. Isto é, a coisa, o substantivo, as pessoas e os actos. Não a espuma do nada. O terreno do IPO, sim. O terreno do IPO. Amanhã, tanta dose de jornalistas de plantão e de câmaras e microfones como baratas tontas - tudo atrapalhado pelas palavras dos homens das leis, tão só deles, embora haja quem insista em torná-las comuns e nossas - vão fazer-nos esquecer o que há interesse em tirarmos a limpo: factos. Os 40 milhões. Emprestados por quem. Porquê. E àqueles. O negócio do terreno. Para o IPO. IPO: Instituto Português de Oncologia. Oncologia: cancro. Aquelas crianças que os futebolistas visitam e nos marejam os olhos. Aqueles homens que o vencem, ou não. Aquelas mulheres que se apalpam e tremem ao diagnóstico. Aquelas bocas secas e cabeças sem cabelo. IPO, pois. O terrenplantão me torne indiferente.o era para ele? O negócio era esse? Espero vir a conhecer os factos - sim ou não - antes que o circo de antes que o circo de plantão me torne indiferente.f.fernandesDN

Terça-feira, Novembro 22, 2011

Milu, a nova administradora do Turismo de Portugal, explana a sua visão [1]



[Maria de Lurdes Vale [ex-membro da secção laranja do DN, ex-super-assessora de imprensa do Álvaro e recém-administradora do Turismo de Portugal (instituto público)], Contra os que sempre passaram à frente [em 20 de Fevereiro de 2011]:
    ‘-Terá de haver uma mudança de vida profunda, e já ninguém terá paciência para ser cúmplice de um regime que premeia os amigos e os conhecidos em detrimento dos que tiveram de fazer o caminho à sua própria custa. Ao contrário do que muitos pensam, esta revolta dos jovens de hoje talvez seja a primeira depois do 25 de Abril que tem pés e cabeça

A economia vai sofrer uma contracção real de 3% a 4% no último trimestre deste ano face a igual período de 2010, naquele que será o empobrecimento mais rápido e violento de que há memória para os portugueses. Cortes no rendimento das famílias contribuem para queda. Serão as famílias, por via de cortes a fundo

no consumo, motivados pela nova taxa sobre os subsídios de Natal deste ano e pela falta de crédito bancário, que vão pagar a maior parte do ajustamento. O consumo das famílias vale cerca de 60% da riqueza total da economia. in DN

»»»»»Ler mais na edição e-

MARISA MONTE


bebida é agua.
comida é pasto.
você tem sede de quê?
você tem fome de quê
?

Marisa Monte
Comida

APESAR DE NÃO HAVER MULHERES FEIAS...

ESCOLHEMOS A FOTO DE OUTRA POTENCIAL
 MINISTRA DA JUSTIÇA
porque a actual é feia
e
 não faz a síntese das nossas magníficas mulheres
    A Senhora Ministra da Justiça, apesar... dos pesares,  tem o dever republicano de explicar ao país a razão  por que é que nomeou o seu cunhado, dr. João Correia, para tarefas no seu  ministério, bem como cerca de outras 15 pessoas mais, todas da confiança exclusiva dele, nomeadamente, amigos, antigos colaboradores e sócios da sua sociedade de advogados. Isso não é tudo uma questão da vida pessoal e do livre arbítrio de Sua Exª... É também e em especial  uma questão de Estado.
     daqui  

OS GALHOS ONDE CUCA A BOYADA PSD


 OS CUCOS LARANJA

 

 

Turismo de Portugal confiado à secção laranja do DN

                                                                       http://2.bp.blogspot.com/-PWH518oODfc/TsroA8x97XI/AAAAAAAADi0/miU9BkVVqV0/s1600/girl_laranja.jpg

                                                                                                                           


1. O turismo é um dos sectores que têm revelado maior dinamismo na economia portuguesa. Mas a instituição que superintende no sector, o Turismo de Portugal, tinha até hoje um problema complicado que o Álvaro acabou de resolver: o presidente, Luís Patrão, foi, em tempos que já lá vão, chefe de gabinete de Sócrates. Imperdoável. Hoje, recebeu guia de marcha.

2. Como Passos Coelho mandou o pobre do Álvaro substituir a assessora de imprensa, Maria de Lurdes Vale, era preciso arranjar um poiso para a ex-jornalista da secção laranja do DN. É uma regra de ouro: no circo, nunca se deixam cair os seus artistas. A Milu do DN é alçada à administração do Turismo de Portugal.

3. É claro que a situação protagonizada por Maria de Lurdes Vale está longe, muito longe, de ser caso único. Mas a graça está na circunstância de, entre assuntos frívolos com que anestesiava os leitores do DN, a super-assessora de imprensa tomava posições curiosas sobre temas da actualidade, sempre em consonância com a agenda dos estarolas da São Caetano. Que tal, por isso, recordar alguns textos de Maria de Lurdes Vale? É de chorar a rir. Fica prometido para amanhã, pode ser?
in camara corporativa 

MEDICAMENTOS MAIS BARATOS NOS HIPERMECADOS

Medicamentos são 20% mais baratos nos hipermercados
Fotografia © Global Imagens
Os hipermercados vendem os medicamentos sem receita médica 20 por cento mais baratos do que as farmácias e desde 2005 até hoje baixaram os preços de alguns fármacos, revela um estudo da DECO. Contrariamente às grandes superfícies, as farmácias e outros locais de venda autorizada mantêm a tendência geral de subida de preços.
Nos pontos de venda dos hipermercados, a factura total dos 19 medicamentos analisados pela DECO fica 20% mais barata do que nas farmácias e 19% relativamente a outros locais de venda.
"Em Junho de 2011, pagaríamos por aqueles 19 medicamentos, em média, 96,95 euros na farmácia, 96,03 euros noutro local autorizado (parafarmácia, por exemplo). No hipermercado, custariam 80,74 euros, de acordo com a nossa amostra", indica a associação de defesa do consumidor.
O maior aumento de preços nos últimos cinco anos coube às farmácias no grupo de medicamentos estudados (21%), seguido de outros estabelecimentos autorizados (17%), enquanto nas grandes superfícies o aumento não foi além de 1%.
Os pontos de venda nos hipermercados foram os únicos a reduzir os preços médios em 11 medicamentos.

O PASTOREIO E O PASTOR DOS SENHORES DEPUTADOS

assembleia

 “Eu não vou permitir que este espectáculo continue”. A frase é da autoria de Luís Campos Ferreira, presidente da comissão parlamentar de Economia, e o “espectáculo” foi dado pelos deputados que protestavam com o ministro Álvaro Santos Pereira por ter deixado em casa o Plano Estratégico de Transportes.
A deputada Ana Paula Vitorino preferiu chamar-lhe “uma fantochada”, mas este foi apenas um dos episódios, no início desta legislatura, que não abona a favor da fraca imagem que a opinião pública tem dos seus representantes na Assembleia da República.
Umas semanas depois, o deputado social-democrata Pedro Saraiva agarrou em centenas de post-it e deixou um em cada mesa do plenário. A seguir subiu ao palanque e mostrou-se convicto de que “mais de 230 passos serão dados no longo caminho do sucesso a percorrer”.

AJUDAS AOS INDIGENTES E CALÕES

dinheiro notas 3

 Graças ao Acordo de Ajuda ao Espaço Económico Europeu (EEE), estabelecido pela Noruega, pela Islândia e pelo Liechtenstein, destinado a 500 milhões de europeus, Portugal é o sexto país que mais apoio financeiro recebe de um total de 15 abrangidos do Centro e Sul da Europa. Para o programa 2009-2014, a Noruega decidiu atribuir 58 milhões de euros a Portugal, mais 31,3 milhões que no anterior programa, para serem utilizados em áreas-chave, que vão da protecção ambiental às energias renováveis, à saúde, à cultura e principalmente às pescas e às actividades marítimas.
Cinco meses depois de tomar posse, o governo de Lisboa ainda não informou Oslo sobre que entidades ministeriais vão rubricar o memorando de entendimento para o país receber esses fundos...(do i)

(Os nossos responsáveis não têm tempo...)

Jardim vai gastar 8,6 milhões em fogo e luzes de Natal

A Madeira deverá gastar cerca de 8,6 milhões de euros entre 2011 e 2014 em iluminações decorativas de Natal e Fim de Ano, Festas de Carnaval e Festas do Vinho da Madeira.