O DOCE CHILREIO DOS PASSARINHOS DE BELÉM

isto é recorrente
Envolvente


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A. A. Barroso
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Umdos Um dos mitos contemporâneos diz que a globalização torna o Estado social insustentável, sobretudo nos países pequenos. A direita regozija e a esquerda protesta, mas ambas aceitam a sua inevitabilidade.O mito, porém, não sobrevive à análise: as economias mais integradas no comércio internacional são as dos pequenos países - os mesmos que construíram os Estados sociais mais generosos. Parte da explicação é esta: a vulnerabilidade do mercado interno a choques exógenos incentiva à coordenação entre Governo, capital e trabalho, e favorece a construção de compromissos de classe e de instituições que protegem contra os humores do mercado.A discussão é particularmente actual no momento em que o PS propõe ao país um duplo pacto: para o reforço da internacionalização da economia e para a expansão do Estado social. Os pactos complementam-se porque permitem aumentar a coerência entre os regimes de produção de bens transaccionáveis e de protecção das pessoas. Claro que é impossível copiar as instituições ou a trajectória dos países europeus pós-1945: em Portugal, a representação do capital e do trabalho é menos unificada; a taxa de sindicalização no privado é muito reduzida; grande parte dos empregadores e trabalhadores é pouco qualificada; o tecido económico tem bolsas de baixíssima produtividade. Sabemos, porém, que as instituições condicionam a acção dos parceiros, mas não a determinam. A escolha da estratégia é, por isso, decisiva.A estratégia do duplo pacto, aposta na definição dos ‘clusters' que merecem a aposta prioritária dos sistemas público e privado de inovação. Aposta em medidas de apoio à capacidade organizacional das firmas e à sua inserção em redes internacionais. Aposta na qualificação de pessoas ao nível do ensino superior e do secundário. Aposta em níveis elevados de contratação colectiva e moderada segurança laboral. Aposta em trabalhadores mais bem pagos; num país onde o salário mediano ronda os 700 euros e cerca de 500.000 ganham o salário mínimo, é preciso prosseguir o aumento deste, medindo o impacto no emprego. É possível, porém, aumentar o rendimento do trabalhador se o Estado fornecer um complemento ao salário; a medida, que existe em inúmeros países, consta do programa do PS.Os pactos não se complementam por acção da mão invisível do mercado, mas da mão visível do compromisso. O duplo pacto incentiva ao aprofundamento da coordenação cooperativa da economia, essa dinâmica negocial entre Governo, empresas e sindicatos, assente na concertação, na persuasão, e no incentivo - numa palavra, na política. Se alguns reduzem isto a "negociatas", é porque lhe têm horror.» [Diário de Notícias]Parecer:Por Hugo Mendes, Autor do http://www.simplex.blogs.sapo.pt/, um ‘blog' feito por apoiantes do Partido Socialista.Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Afixe-se.»
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http://www.youtube.com/watch?v=KOWmcmbGp18
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gatos de pelagem laranja
essores de Belém
caras).A explicação para tão grave caso está, como se pode ler na notícia, numa informação prestada por dirigentes do PS e que só podia ter sido obtida em circunstâncias extraordinárias..., quando tomaram conhecimento das declarações, ao Público do sábado passado (dia 15 de Agosto), de José Junqueiro e Vitalino Canas, “denunciando” que “havia assessores de Cavaco Silva a participarem na elaboração do programa do PSD”.O mesmo membro da Casa Civil da Presidência da República questiona-se sobre estas declarações e afirma: “Como é que os dirigentes do PS sabem o que fazem ou não fazem os assessores do Presidente? Será que estão a ser observados, vigiados? Estamos sob escuta ou há alguém na Presidência a passar informações? Será que Belém está sob vigilância?“.Admitindo de pronto que essa seria uma hipótese e quiçá mesmo uma solução, penso que não seria necessário recorrer a tão pesados e arriscados meios.Bastaria ler jornais. A informação de que “assessores de Belém” estavam a “apoiar” a elaboração do programa do PSD fora publicada uma semana antes. Na página 10, com chamada de capa que diz: BELÉM MUITO ATENTO AO PSD E ÀS SONDAGENS E SARMENTO CRITICA FALTA DE AUTONOMIA PROGRAMÁTICA – FERREIRA LEITE FAZ O PROGRAMA DO PSD COM CATROGA E ASSESSORES DE BELÉM.Leia-se o Semanário onde foi publicada...
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os empataf.também foram todos mobilizados, incluindo o Itunhas
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Alexandre Relvas, emérito cavaleiro
««««CARLOS SANTOS, COM O SABER E A PACIÊNCIA QUE O CARACTERIZA, ESCLARECE O SENHOR Dr RELVAS DO INSTITUTO SÁ CARNEIRO E LÍDER DOS MOURINHOS DO PSD,
CARLOS SANTOS, Professor de Economia e Econometria;
Analista do ciclo eleitoral de 2009
enquanto coordenador do PNETPolítica;
Coordena também o PNETEconomia;
DIZ CARLOS SANTOS
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Emprego: Panorama mundial
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OLHA O GESSO!!!
tags: António preto, listas, Manuela Ferreira leite, política, PSD
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Os conjurados antes da acção
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encaixar a sua especialidade (Mexeriqueira esclarecemos nós), as coisas complicaram-se irremediavelmente.De facto, a cada um a sua especialidade. E a do Monge Louçã está bem à vista qual é. Porém a bela Joana, que se prestou a colaborar com o Mefistófeles para levar a cabo aquela manhosa manobra de diversão junto do ingénuo Campos, permitindo a Louçã causticar o P.S. no seu jeito de linguareiro encartado, ficou agora sozinha no mato sem cachorro, marginalizada pelo monge do BE e sem credibilidade para refazer a vida política na sua área ideológica(que não será a nebulosa do trotsekismo-marxismo-leninismo,etc e tal, que enforma esse saco de lacraus onde ela se meteu. Porventura condenada, por alguma irresistível atracção (intelectual a não passar de moça-de-recados do monge.Mas sempre terá disponível o ombro compreensivo de Medeiros Ferreira para se reconfortar nas horas amargas. Para já deixou de encaixar nos esquisitos que, estratégicamente, suspenderam a especialidade do mexerico. Politicamente que valia tem hoje a bela Joana? A imagem de pessoa séria e de confiança esfumou-se... Lamento, até porque sou dos que acham que mulheres bonitas não são necessáriamente burras.
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A. A. Barroso
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A. A. Barroso
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