03 outubro 2009

AS " SANTANICES DO PEDRO"










CADÊ A OBRA???O arquitecto Frank Gehry cobrou à EPUL – Empresa Pública de Urbanização de Lisboa – 600 dólares à hora (cerca de 649 euros, ao câmbio da altura) pela elaboração do projecto de reabilitação urbana do parque Mayer. O projecto, que foi promovido por Pedro Santana Lopes quando era presidente da Câmara de Lisboa, custou à EPUL um total de 2,9 milhões de euros, dos quais 2,2 milhões foram pagos ao ateliê de Frank Gehry. É necessário muito cuidado, agora que vamos votar para as autarquias,para não abrir, com o voto, as portas dos cofres a estes irresponsáveis. E este SANTANA é de uma pertinácia e tal descaramento que não desarma.SÓ CORRIDO!!!
A 28 de Janeiro de 2003, a Gehry Partners, enviou a Eduarda Napoleão, então vereadora com os pelouros do Licenciamento Urbanístico e Reabilitação Urbana, uma carta com as linhas gerais do projecto, o preço da sua concepção, o tipo de despesas reembolsáveis e os preços praticados pelos arquitectos do ateliê em cada hora de serviço.
O documento, a que o CM teve acesso, deixa claro que Frank Gehry cobrava 600 dólares à hora. Como na altura um dólar valia 1,0818 euros, o arquitecto canadiano, famoso pela arquitectura do Museu Guggenheim em Bilbao, fazia-se pagar à hora por 649 euros.
Já Randy Jefferson, autor da missiva para a vereadora, cobrava em cada hora de serviço quase 347 euros. Em concreto, os 12 arquitectos referidos no documento praticavam, preços à hora entre um mínimo de 70 dólares (75,7 euros) e um máximo de 600 dólares, referente a Frank Gehry.
A carta endereçada a Eduarda Napoleão, nomeada presidente da EPUL por Santana Lopes em 2004, precisava que o projecto iria custar 1,2 milhões de dólares (quase 1,3 milhões de euros). É um valor desta grandeza que aparece referido no contrato celebrado entre a EPUL, a EBAHL (actual EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural).
A autarquia, cujo presidente da altura promoveu a contratação de Frank Gehry, não entrou no contrato. E por uma razão simples: a 1 de Fevereiro de 2005, a Câmara, por proposta de Santana Lopes, atribuiu à EPUL a responsabilidade de reabilitar o Parque Mayer.
Ontem à tarde, o CM contactou o assessor de Pedro Santana Lopes e informou-o do assunto em causa. Até à hora de fecho desta edição, não obtivemos qualquer resposta do candidato à Câmara Municipal de Lisboa.
SÓ ASVIAGENS DE ARQUITECTOS CUSTARAM 28 881 EUROS
Em Maio de 2004, entrou na EPUL uma factura da Gehry Partners sobre duas viagens em nome de Frank Gehry e Keith Mendenhall, com o custo de 33 707 dólares (28 881 euros, como refere o documento). As viagens foram entre Los Angeles, Londres e Lisboa, em Setembro de 2003
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SAIBA MAIS -Correio da Manhã

02 outubro 2009

NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA NÃO HÁ FONTES - HÁ FACTOS!




Numa Presidência da República nunca há 'fontes'. Há factos, comentários ou opiniões, que um Presidente, em certas alturas, quer tornar do domínio público sem se comprometer por via oficial, nem sequer com uma nota. E há colaboradores para executarem a vontade e a estratégia do Presidente. Quando não o fazem, obviamente passam imediatamente a ex-colaboradores. É por isso que o silêncio de Cavaco Silva pesa sobre a actual suspeita de pseudovigilância ilegal às comunicações dos seus assessores por parte de 'alguém' do gabinete de José Sócrates" ("Um silêncio suspeito", escrito a 22 de Agosto)"É absolutamente condenável a estratégia da Presidência da República nesta questão. Ou a notícia é falsa e já deveria ter sido desmentida; ou a notícia corresponde ao que o Presidente pensa e só poderia ter duas consequências: queixa na Procuradoria e demissão do Governo" (Idem)

01 outubro 2009

MÁS NOTÍCIAS PARA OS "BOTA-A-BAIXO"


Portugal alinha pelo tom optimista do FMI, nas previsões inscritas no World Economic Outlook hoje divulgado pela instituição liderada por Dominique Strauss-Kahn. E a melhoria nas previsões inclui também o ano em curso, com o recuo do produto interno bruto (PIB) a ser revisto de -4,1 para -3,0 por cento.No início da semana, o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, tinha igualmente alinhado num discurso mais optimista sobre a evolução da economia, deixando a ideia de que a instituição que dirige vai rever em alta as previsões de crescimento e revelando a expectativa de que o PIB registará uma evolução positiva já no próximo ano. Constâncio acrescentou que os planos de estímulo às economias devem manter-se em 2010 e que seria imprudente regressar a cenários de consolidação orçamental já no próximo ano, sob pena de colocar em risco os esforços tendentes a sustentar a retoma.O FMI avança também novas previsões para a evolução da inflação: -0,6 por cento este ano (0,3 por cento positivos na previsão de Abril); no próximo ano, os preços registarão um aumento global de 1 por cento.

30 setembro 2009

PATÉTICO


A eurodeputada socialista Ana Gomes considerou hoje "patética" a comunicação ao país do Presidente da República, dizendo que, a partir de agora, o Governo terá de ter "muito paciência" com o Palácio de Belém.Ana Gomes, candidata do PS à presidência da Câmara de Sintra, falava aos jornalistas momentos antes da inauguração do troço de auto-estrada que liga o nó da Circular Regional Externa de Lisboa (CREL) ao nó de Alcabideche da A5 -- cerimónia presidida pelo primeiro-ministro, José Sócrates."A intervenção do Presidente da República encavacou todos os portugueses, porque foi patética. A construção que mostrou ter na sua cabeça e que a demonstrou perante todos os portugueses mostra que há um desfasamento com a realidade", considerou a dirigente socialista.Sobre as críticas do Presidente da República ao facto de dirigentes socialistas terem apontando assessores de Belém como estando a colaborar com a elaboração do programa eleitoral do PSD, Ana Gomes referiu que "esses assessores, obviamente, não têm limitações de cidadania"."Mas também acho que há uma crítica política que é legítima por parte de partidos a outros partidos por não terem gente capaz de elaborar um programa e terem de recorrer a assessores do Presidente da República", sustentou Ana Gomes."É patético que o Presidente da República tenha situado tudo quando estava na sua casa de férias a despachar diplomas, quando de facto tudo se passa há mais de um ano. Há um ano atrás quando um seu assessor de imprensa foi plantar no jornal Público a notícia que a Presidência estava cheia de angústias por supostamente estar a ser seguida e espiada", advogou a eurodeputada socialista.Ana Gomes disse concordar com o teor da reacção oficial do PS, "pois o melhor é cortar o mal pela raiz".Sobre as futuras relações entre São Bento e a Presidência da República, Ana Gomes declarou: "todos teremos de ter muita paciência".

SOCORRO - LEVEM-ME PARA A MADEIRA!


29 setembro 2009

AUTÁRQUICAS NO MONTIJO

As gentes do Montijo são um exemplo de participação cívica na vida da sua cidade e Concelho, facto que espelha bem no seu desenvolvimento a todos os níveis, constituindo um exemplo que deveria ser seguido por muitas cidades e municípios do País, do Corvo a Freixo-de-Espada à-Cinta. Causa-nos sempre muita admiração este envolvimento popular nos assunto da comunidade, uma forma de combater a indiferença e de acicatar a acção dos próprios dirigentes e responsáveis a todos os níveis que, desta forma também se sentem gratificados pelo seu esforço e empenhamento pelas causas que lideram.Têm os montijenses o privilégio de ter na presidência da Câmara uma autarca de grande prestígio e obra feita, a Dra Maria Amélia Antunes, a qual se candidata a mais um mandato nas próximas eleições, tendo a propósito e em evento de campanha eleitoral, proferido um importante discurso, do qual destacamos estas muito significativas palavras:
Caros e caros amigos e camaradas,
Na minha intervenção de candidatura em 9 Maio de 1997 afirmei que se o Partido Socialista ganhasse as eleições autárquicas iríamos transformar a face do concelho de Montijo, tornando-o num concelho moderno, desenvolvido, coeso social, ambiental e territorialmente. A obra está à vista a começar por esta magnífica praça da República que em boa hora requalificámos.
O PS mexeu com a cidade e com todas as freguesias do concelho. Nada nem ninguém ficou indiferente à intervenção qualificada do PS. Interviemos nas áreas do Ordenamento do Território e do Urbanismo, do Património, Cultura e Ciência, da Promoção e Desenvolvimento, da Acção Social, do Ambiente e Saneamento Básico, da Educação, na cooperação com as Juntas de Freguesia, na Modernização Administrativa, na Protecção Civil, no Desporto e Tempos Livres, na Saúde e no apoio ao movimento associativo. A ligação com a comunidade educativa (professores, pais, alunos, funcionários) marca também este nosso mandat
o.

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Parabéns aos militantes do P.S. do Montijo por serem um exemplo de participação cívica e pelo empenho que emprestam às causas da sua terra, não podendo nós deixar de salientar a acção do Sr.José Artur Resina Bastos que, para além do resto, ainda se dá ao cuidado de nos ir informando o que de relevante se passa naquela pitoresca cidade ribeirinha. Bem haja esta gente exemplar!

P S A GOVERNAR SOZINHO? HAVIA DE SER BONITO!







Murteira Nabo acredita que PS governará sozinho
29.09.2009 - 15h56 Lusa
O empresário Francisco Murteira Nabo disse ter a convicção de que o Partido Socialista (PS) vai formar um Governo sozinho. “Mas governe sozinho ou não, acho que é fundamental que os partidos na maioria parlamentar assegurem um plano de recuperação financeira e um plano de desenvolvimento económico de longo prazo estável”, afirmou.Para o presidente da Elo, o fundamental é que “independentemente de quem governe, se comprometa que as grandes linhas estratégicas de desenvolvimento do país sejam asseguradas”.

A Elo - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Económico e a Cooperação - é uma Associação Empresarial sem fins lucrativos, que visa promover e desenvolver o intercâmbio económico, social, científico e cultural entre Portugal e os países em vias de desenvolvimento, assim como reforçar os laços económico-empresariais com aqueles países, em particular com os Estados membros da CPLP.

Murteira Nabo sublinhou ainda não ser a primeira vez que Portugal tem um governo minoritário e que o “PS com maioria parlamentar ou sem maioria parlamentar, pode governar o país”. O PS obteve 36,6 por cento dos votos nas eleições legislativas realizadas no domingo e vai governar o país por mais quatro anos, mas sem ter maioria absoluta no parlamento.

Isso aconteceu com o célebre governo de António Guterres em que Murteira Nabo participou e todos se lembrarão do calvário a que esse governo foi submetido pela oposição, particularmente os sôfregos do PSD. E foi com o santo Guterres em Primeiro Ministro o tal que lhe davam numa face e ele oferecia a outra. Mas saiu esbaforido e ninguém mais o viu em Portugal a fazer política. Safa!!! E como os portugueses não aprendem nada esmeraram-se a criar pântanos distribuindo votos por forças políticas inúteis e irresponsáveis como o B.E. e quejandos... e vão sentar-se de bancada a apreciar a obra feita e a ajudarem os eufémios & Cª. no trabalho de lapidação a quem vai ter de se sujeitar a dar corpo à mensagem romana do tal povo rude que não se governa nem se deixa governar...

28 setembro 2009

ANÁLISES DO DIA SEGUINTE

Ferreira Leite
Será que a líder do PSD estará melhor dos seus problemas de falta de ar?
OS OUTROS DERROTADOS
Foi tanta gente a festejar a vitória na noite das eleições que até parece que só Manuela Ferreira Leite teve de guardar o espumante para melhor oportunidade. Além disso ficaram esquecidos muitos pequenos derrotados nestas legislativas, a saber:
Maria José Nogueira Pinto: o seu aparecimento nas listas do PSD causou surpresa e a surpresa teria sido maior se o relatório sobre a sua gestão à frente da Misericórdia de Lisboa entregue a Ferreira Leite sobre a gestão da Santa Casa. A gestão da Misericórdia de Lisboa suscitou algumas dúvidas ao então director-geral.
A agora deputada apostou em todos os tabuleiros, até conseguiu chegar a deputada do PSD sem ter mexido um dedo. E se Manuela Ferreira Leite tivesse ganho é muito provável que tivesse chegado a ministra da Saúde. Mas parece que teve azar e vai ter que se sentar no parlamento a criar hemorróidas e calos no rabo, ao lado da bancada do PP que a lançou nestas andanças.
Manuel Alegre: a ajuda do ex-candidato presidencial de pouco serviu ao BE já que os seus deputados não são em número suficiente para negociarem quaisquer acordos com o PS e ninguém acredita que Jerónimo de Sousa aceite sentar-se com a extrema-esquerda. Se Manuel Alegre contava com um BE como parceiro do PS, chamando a si o protagonismo de pai da maioria de esquerda enganou-se. Ninguém sabe onde está o seu milhão de votos, até é provável que uma boa parte deles tenham ido para o Paulo Portas, isso significa que uma possível candidatura presidencial de Manuel Alegre pode ter morrido ontem à noite.

O POVO PORTUGUÊS TEM AQUILO QUE MERECE



Sócrates tem pela frente dois anos - o prazo de validade deste governo - de extrema dificuldade. Politicamente, tem uma mão cheia de adversários:
-Em Belém, Cavaco ainda não clarificou se tem ou não uma granada para rebentar - embora seja de prever alguma hostilidade.(Cá para nós, uma oportunidade para avaliar o seu patriotismo ou se o Senhor é mesmo intrinsecamente um homem mau e roncoroso.)
-Num Parlamento sem maioria, terá de negociar medida a medida - o que não lhe está no sangue -, a começar pelo Orçamento do Estado, já em Janeiro. E no país real terá de gerir uma situação económica explosiva: o desemprego continuará a aumentar - esperam-se mais cem mil pessoas sem trabalho; o aliado espanhol, principal destino das exportações, permanece nos cuidados intensivos; os juros vão subir; a dívida pública atingiu números pornográficos e o défice está em roda livre. Não bastará dizer que as finanças públicas estão sob controlo, Sócrates terá de o provar. Como? Os apoios extraordinários à economia terão de ser cortados, se não em 2010, pelo menos em 2011. Não há milagres: os cofres públicos estão sujeitos a uma tremenda pressão, empresas e pessoas não aguentam mais impostos. Sócrates terá de conseguir a quadratura do círculo: passar de um ciclo de intervenção do Estado para outro onde a iniciativa privada recupera o pé. Será possível? Com 29 deputados perdidos, quem serão os aliados? Para já, só há adversários. E o Freeport (e a canalha patriota (?!) anda por aí...
Manuela Ferreira Leite está infeliz...
...porque falhou em toda a linha quando as circunstâncias lhe eram favoráveis. Só ganhou sete mil votos face a 2005 e deixa o partido em crise. Fica? Vai-se embora? A sucessão está em aberto. Não vai ser bonito.Santana Lopes deve estar a rir-se. Até Fernando Nogueira foi capaz de ganhar mais votos do que a líder do PSD. A primeira conclusão a tirar é esta: o país chumbou a escolha social-democrata. Manuela tinha quase tudo para ganhar: crise económica evidente, reputação esburacada do adversário, vitória eleitoral nas europeias – só faltava mesmo um líder capaz de dar corpo à mudança. Não era fácil, mas também não era difícil. A verdade é simples: Ferreira Leite foi um erro de casting. Neste sentido, o cavaquismo está moribundo. Sobrevive em Belém, mas também ele está em cheque face às acusações levantadas e, para já, não provadas. A derrota de Manuela não é, contudo, uma derrota individual. Além do cavaquismo, perde o PSD ‘socialite’ que sente algum embaraço na companhia das bases. Perdem Alexandre Relvas e António Borges, símbolos de um partido diletante que encarou as eleições com o ar olímpico e inconsequente. Manuela foi o reflexo desta frágil superioridade moral. Se a campanha foi medíocre, o programa de governo está na génese da catástrofe. O liberalismo foi posto na gaveta: este PSD era, na verdade, um socialismo laranja de conveniência. Manuela não só deixa o PSD estilhaçado como impediu que, no grupo parlamentar, estivesse Passos Coelho, o líder a prazo. Ou será Rui Rio? As hostilidades vão começar.
Paulo Portas está feliz...
...porque tirou a Louçã o brilho do terceiro lugar e cresceu 3,% face a 2005. Num país ainda mais de esquerda, o liberalismo de Portas tornou-se necessário.A fraqueza do PSD foi a força do CDS-PP. Paulo Portas ganhou porque Ferreira Leite perdeu. Além do grande resultado, Portas foi a estrela destas eleições:_o CDS é a terceira força política do país e tirou o pão da boca a Louçã, que já se julgava camisola amarela entre os partidos pequenos. Mais importante: apesar do crescimento da esquerda, é relevante para o país ter um partido não estatizante e liberal com poder de fogo e voz no Parlamento. Mas Portas não ganhou tudo. Feitas as contas, continuará na oposição mais dois anos. O drama de ser líder do CDS é esse mesmo: muleta política é o seu máximo objectivo e, neste sentido, o êxito de Ferreira Leite seria também a chave do seu sucesso. Fica para a próxima. Portas é um pragmático e, até lá, não desprezará acordos pontuais com o PS, se isso favorecer o seu eleitorado e não o implicar demasiado, mas não se espere mais do que isso. A vitória de ontem deve-se a um campanha eleitoral determinada. Os 21 deputados são arma que deve usar com bom-senso.
Francisco Louçã está feliz...
...porque ganhou mais duzentos mil votos face a 2005 e já está longe dos 2,7% de 2002. Este Bloco é outro partido, embora não saiba bem que voz adoptar.O Bloco atingiu ontem a maioridade, apesar de ter ficado ligeiramente aquém das expectativas. Pode continuar a não usar gravata e a ir de autocarro para o trabalho – embora já tenha Plano Poupança reforma e use o carro quando lhe dá jeito. Pode até insistir na nacionalizações, porque ninguém leva a sério e acha que são marcas que ficaram do passado mais radical. Mas agora há uma nova limitação: Francisco Louçã representa a quarta força política do país. O choque com a realidade é inevitável: perante um governo PS minoritário, Louçã será convidado a apoiar o executivo mais vezes do que lhe convinha. Não lhe bastará desafiar o primeiro-ministro no Parlamento: terá de negociar. Negociar não significa ceder, significa mostrar que o Bloco é mais do que um simples partido de protesto. A área social parece a ponte segura para falar com Sócrates sem comprometer a independência. O Bloco não pode ser apenas muleta, mas também já não pode ser só bastão de combate. Ontem isso acabou.
Jerónimo de Sousa está infeliz...
...porque depois de quatro anos de luta nas ruas, protestos e greves, só ficou com as sobras dos votos deixados pelo Bloco. Sabe a pouco e a quase derrota Jerónimo de Sousa fez uma campanha fraca, foi o mais frágil nos debates televisivos e acabou atrás do Bloco de Esquerda. A_CDU é, agora, o grupo parlamentar mais pequeno no Parlamento. O crescimento do Bloco é mais do que uma ameaça, é uma realidade que empurra os comunistas para uma posição de cada vez maior irrelevância política. Claro, o ruído dos sindicatos – designadamente da CGTP – permitirão à CDU ter um impacto social e televisivo muito acima do seu valor eleitoral, mas esse músculo não invalida as dificuldades presentes de Jerónimo de Sousa. O secretário-geral comunista não tem o lugar em perigo, nem sequer ameaçado, mas o desgaste e a erosão parecem evidentes. Apenas a lógica conservadora do partido trava qualquer ímpeto de mudança e maiores solavancos. Jerónimo de Sousa defenderá a realidade formal – teve mais votos do que em 2005 –, mas a realidade substantiva confirma a oportunidade perdida: com o PS em hemorragia, foi Louçã quem encheu o bornal (o que, cá para nós, não constitui uma boa notícia para o futuro desta cloaca mal-cheirosa onde tanto suíno chafurda)
E o Povo Português Só tem aquilo que merece!!!

25 setembro 2009

VINTE E SETE DE SETEMBRO


27 de Setembro António de Almeida A quem a roleta da vida destinou doenças graves, aprende muito com os médicos. Explicam as causas. Avaliam a gravidade. Apresentam soluções. Se a cura for admissível, indicam as modalidades. Elucidam as consequências de cada, durante e depois do tratamento. Algumas são penosas. Cabe ao dono do corpo escolher e comunicar a decisão ao médico. Este pede documento a desresponsabilizá-lo pelas consequências. Ao médico cabe executar bem a terapia escolhida e minimizar os efeitos da mesma. Há as meramente paliativas. Não curam, mas dão mais alguns anos de vida. E há as que aceleram o fim. No dia 27 de Setembro, os portugueses vão fazer uma responsável escolha. A economia mundial está doente. Portugal não podia escapar. Muitos portugueses pensam que a questão não lhes diz respeito. Temos saúde de ferro para aguentar tudo. Os doentes são os espanhóis. Os que não pagam impostos, por falta de rendimentos, embalam-se nas promessas de uma migalha de conforto material. Os que usam a engenharia fiscal jogam com o crescimento económico, quantas vezes alavancado em apoios públicos, para que as nesgas das leis fiscais apenas sejam disfarçadas. As centenas de milhar que pagam impostos, mas recebem do Estado vários múltiplos do que desembolsam, aprenderam a vender o peso do seu voto. Os debates televisivos mostraram muita táctica de conquista de votos, à custa do atropelo de elementares princípios da economia. Na diplomacia, um desastre relativamente a Espanha e Angola. Foram reveladores da ausência de estratégias de longo prazo e de reformas, vias privilegiadas para tirar o país das conhecidas debilidades estruturais. Faltou esclarecimento quanto à origem de recursos para tanto maná eleitoral. José Sócrates foi atacado por todos, dentro e fora dos debates. Bom indicador do receio que o seu valor provoca aos outros líderes. Mesmo com debilidades, revelou-se, distanciadamente, o político mais bem preparado para governar Portugal. Com ideias seguras. Equilibrado no papel do Estado e da iniciativa privada. Sereno. Bom diplomata. Sem 'ódios' que impeçam soluções pós-eleições. Para se desresponsabilizarem, os médicos pedem uma declaração. Os políticos, o voto. Que a euforia da noite de 27 de Setembro seja a festa do voto consciente. Os tempos não estão para aventuras. Nem para políticas de suspensões. E as consequências de algumas das terapias recomendadas podem não passar de paliativos. Os meus netos não querem definhar mais tarde. Desejam afirmar-se mais cedo.

ESTÁ NA MÃO DOS PORTUGUESES A SOLUÇÃO


Está nas mãos dos portugueses resolver este problema e ainda estão a tempo. Com a cenário que se avizinha o País vai ficar ingovernavel. Ainda há pouco tempo afirmava na TV dizia que mesmo que perca as eleições não se vai demitirá. Não percebeu que faz parte do problema e não da solução*. Depois não quer que achem que tem ideias Salazarentas, mas porventura até parece que não foi esta a atitude do homem que só largou o poder depois de caír da cadeira. Se os portugueses não derem uma maioria absoluta a Sócrates, o mais bem colocado e o homem do momento, vejo o País a caminhar alegremente para o abismo e o mais grave a ser empurrado por pessoas que todos pensámos que eram responsaveis. O ambiente, já o disse por diversas vezes, é muito semelhante ao que existia antes da vinda do Salazar o salvador da Pátria.
*A pertinácia da sra. até fez perder o pé ao ao companheiro de jornada, o sorumbático Cavaco Silva!

24 setembro 2009

O LINGUARUDO DO JORNAL PÚBLICO

j.m.f.mao-Linguarudo

O centrista António Lobo Xavier apontou hoje o episódio das "escutas" como o "pior problema da campanha", num jantar-debate da coligação autárquica PSD/CDS que contou com a presença de Pacheco Pereira e do director do jornal Público.

José Manuel Fernandes partilhou o jantar-debate com Pacheco Pereira (cabeça-de-lista do PSD por Santarém), António Lobo Xavier, Vasco Cunha, (líder distrital do PSD) e ainda com Isaura Morais, candidata da coligação que confessou no final do jantar a surpresa pela presença na mesa principal do director do Público, que não fez qualquer intervenção, limitando-se a seguir a discussão.

Questionado pelos jornalistas, à saída do jantar, José Manuel Fernandes justificou a sua presença, que causou grande curiosidade nos participantes, com a vontade de "ver um bocado da campanha", destacando ainda o facto de Lobo Xavier ser vogal do conselho geral do Público e, tal como Pacheco Pereira, colunista do jornal.
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OS INSTALADOS POR CAVACO SALTAM DAS CADEIRAS FOFAS EM DEFESA DO PATRONO


Joaquim Ferreira do Amaral, ex-ministro das Obras Públicas de Cavaco Silva, defende que o Presidente da República não deve dar explicações sobre a suspeita das escutas em Belém antes das eleições, porque em vez de esclarecer poderia afectar o discernimento dos eleitores. De Manuela Ferreira Leite, com quem trabalhou no governo e em quem votou para a liderança do PSD, diz que uma das suas maiores qualidades pode transformar-se num defeito (a obstinação). Considera que José Sócrates revelou, como primeiro-ministro, uma "personalidade quase ofensiva" que era desnecessária. Defende ainda que um governo minoritário tem de se esforçar por ser melhor.Cavaco Silva lidou bem com o caso das escutas ao demitir Fernando Lima sem dar explicações? Penso que o Presidente tentou afectar a campanha eleitoral, o menos possível, com a demissão do seu assessor. Tudo o que disser agora sobre a matéria será centrar ainda mais o debate numa matéria que é lateral às eleições. (Então não é?! Agora é Lateralíssimo...) Antes era uma estratégia PR/PSD iminentemente eleitoral Agora não se fala mais nisso que é lateral. E nem coram. São estes que saltam dos cargos de Ministros para as cadeiras das empresas que tutelaram, mas sempre com a aura de santidade que a "boa imprensa lhes confere" com desmedido zelo. Até os vão ouvir dizer vulgaridades aos gabinetes. Entã0 o i é muito zeloso para um certo quadrante. Alguns colaboradores até parece que sentiram necessidade de anunciar que já não votam mais onde votavam. Também são os mais pequeninos...

CARLOS CÉSAR É UM POLÍTICO SENSATO E NÃO APROVEITOU A DEIXA PARA RETALIAÇÕES. DISSE O ÓBVIO E É BASTANTE

Três dias depois de ter demitido Fernando Lima, o seu homem de confiança há quase 25 anos, ontem, interrogado pelo i, Carlos César, presidente do governo regional dos Açores, eleito pelo PS, admitiu que se fosse provado que a iniciativa de Fernando Lima em divulgar ao Público as suspeitas de escutas tinha o "visto" do próprio Cavaco, o Presidente deveria renunciar. "Se se tratasse de uma iniciativa com o conhecimento do Presidente da República devia ser ele próprio a pedir a demissão", disse Carlos César que, por força do seu cargo de presidente do governo dos Açores, também é conselheiro de Estado.A demissão de Fernando Lima, na passada segunda-feira, foi, na opinião de Carlos César, uma espécie de "pedido de desculpas" de Cavaco Silva: "Acho que o senhor Presidente, com a demissão do seu principal assessor e confidente, quis deixar três mensagens. A primeira é que a substância da intriga não tinha fundamento; a segunda foi um pedido de desculpas aos portugueses". A terceira mensagem, segundo César, é a de que "a iniciativa desta intriga foi do seu assessor, no qual depositava muita confiança, mas sem o seu conhecimento". No caso de Cavaco Silva estar a par da diligência de Lima junto do "Público", então, segundo César, justificar-se-ia a renúncia do Presidente da República. No entanto, o presidente do governo regional dos Açores recusa defender expressamente a demissão de Cavaco Silva: "Penso que o Presidente terá que reconsiderar o seu relacionamento com as diferentes forças políticas e com os diversos níveis institucionais e terá certamente condições para prosseguir as suas funções, embora conjunturalmente fragilizado".

ESTÃO PRONTOS PARA BLOQUEAR -É A ARTE DELES

Dá gosto ver aquele cartaz do BE onde estão onze homens e seis mulheres a dizer que estão prontos.
Eles lá saberão para quê estão prontos mas, pelo grafismo, parece não ser para a paridade.
link do post(Simplex)
Estão prontos(diz o editor deste blogue) para a vida airada. Artistas da preguiça que são, descobriram a forma de viver à grande e à francesa sem mexer uma palha nem assumir responsabilidades. Acentue-se:- SEM RESPONSABILIDADES. Basta o capelão da seita, o Catedrático Louçã, botar o seu discursozeco de bota-a-baixo em cada oportunidade para justificar os grossos cabedais que entram nos cofres da seita, provenientes da subvenção gorda que recebem dos cofres do Estado por cada deputado eleito. A responsabilidade de quem mete o papelinho na urna com o nome daquela seita não é pouca!!!

AS "ESCUTAS" E OS BODES RESPIRATÓRIOS


Sim! Fernando... Arranja-se...
uma cabrinha ou um bode...
Alguma coisinha se arranjará. Se não vais tu! Ou esperavas que fosse eu?!
?Conheces a história do mexilhão?...
Um operacional deve ter sempre 100%
de prontidão!... E entregar o corpo à causa... sem tugir nem mugir!
O,





23 setembro 2009

FICARAM SEM AR DE TANTO FALAR EM ASFIXIA

O PSD apostou no "cavalo" errado. E perdeu Quanto apostou? Fica-se com a ideia de que apostou tudo! E o BE encosta, para mal dos Portugueses. Um Partido grande como o PSD não pode meter-se em alhadas daquelas. O que vai colher é menos uva par ao seu balseiro... E fingir que estão unidos não chega. Os portugueses estão de olhos e ouvidos bem atentos.MFLeite deve ir já ao banco fazer um PPR... Ficaram sem ar de tanto falar em asfixia É caso paradizer:-Virou-se o Santo contra a esmola. Ou então quem semeia ventos colhe tempestades. Ou ainda não faças mal a pensar que daí consegues obter bem. Para os crentes podemos ainda acrescentar, que Deus castiga sem pau nem pedra. Eu bem me fartei de dizer que Nossa Senhora de Fátima não tinha razão para querer tão mal aos portugueses e que nenhum pecado merecia tão grande castigo. Espero que o dia 27 tenha ouvido as minhas preces, eu que sou um simples mortal e pecador, que tudo faz para ganhar o Reino dos Céus. Sempre defendi a maioria absoluta em todas as eleições, mas neste momento é de suma importância, porque pela amostra será impossivel ao PS governar sem ela. O País não pode ficar ingovernavel e será uma irresponsabilidade para a qual eu não vou contribuir. Mário Soares tem razão. Sócrates é o homem do momento. Cabe aqui lembrar a inteligência de Álvaro Cunhal em relação a ele nas Presidenciais, que aconselhou os comunistas a engolir um sapo dizendo:- Se não podem ver o homem, tapem a fotografia com a mão esquerda e façam a cruz com a mão direita. E hoje está mais em jogo do que nessa altura.

22 setembro 2009

CHUVA DE ESTRELAS DO PSD

?Qual a causa de tanta alegria?
F0i antes da descoberta da tramóia das escutas
Esta gente não se mede bem!
Sá Carneiro está feito em fanicos com tanto trambolhão na cova
Não será que aquilo a que alguns chamam chuva de estrelas não será pura e simplesmente o toque a reunir junto da cama do defunto? Não será a reunião dos escorpiões para se prepararem para comer a mãe?Depois das eleições Europeias até parecia que tudo estava a correr bem e apesar de uma série de trapalhadas, os portugueses pareciam desculpar, como acontece sempre com idosas senhoras. Mas como dizem os entendidos que se pode enganar algumas pessoas durante algum tempo, é impossivel alguém enganar todos durante o tempo todo. O povo compreendeu e a tempo por aquilo que qualquer pessoa mesmo menos atenta já vê, a senhora não faz parte da solução mas sim do problema. Talvez fique triste ao princípio, mas se verificar bem verá que é o melhor que lhe pode acontecer. Tudo tem o seu tempo e a politica é cansativa impropria para pessoas de uma certa idade mais avançada. Além disso é moral e éticamente condenável, serem pessoas que não têm muitos anos de vida, estarem a definir o futuro das gerações actuais e dos seus filhos. É a eles que compete essa tarefa e conforme a cama que fizerem assim se deitarão nela. Portugal não pode parar e aos mais jovens compete esse desafio e essa audácia, cuja fogosidade lhe é propria. Se o Mundo pertence aos novos é também propriedade dos audaciosos e nunca dos cautelosos. Com o passar dos anos temos uma visão na maior parte dos casos distorcida da realidade. Cada geração tem a sua maneira de ser o seu pensamento e a evolução propria.

21 setembro 2009

ÓBVIAMENTE EXPLIQUE- SE

Sempre tão unidos que se confundiam! Sacrifica-se quem cumpria ordens para
ilibar o mandante?

http://simplex.blogs.sapo.pt/tag/presidente+da+rep%C3%BAblica
Embora esteja demasiado aborrecido para escrever um post sobre o assunto do dia e apesar de todas as razões possíveis para a escolha do timing da decisão me deixarem ainda mais zangado, não posso deixar de dizer umas palavras, em forma de exigência.O que eu exijo - de exigir - é que Cavaco se explique, que diga de uma vez (já o devia ter feito) se sabia ou não sabia. E se não sabia qual a desculpa para não saber. Não pode é insinuar à sexta (com aquela da falta de ingenuidade - dele e da jornalista) o que insinuou e despedir à segunda. O que é que aconteceu nestes três dias? Que Cavaco não podia tomar esta atitude depois das eleições é óbvio - seria crucificado -, e até admito que não tivesse elementos para a tomar em Agosto. Eu quero apenas conhecer a razão de Cavaco ter despedido hoje o assessor de 25 anos. Só isso. E, como já perdeu o argumento de não querer imiscuir-se na campanha, terá que o fazer amanhã. É que um Presidente - e este em que votei - não serve para fazer o controlo dos danos do seu umbigo, mas dos do país.


Texto deRogério da Costa Pereira

CAVACO SILVA DEVIA DEMITIR-SE E ENTREGAR O CARGO AO REGIME DEMOCRÁTICO - O SENHOR NÃO É GARANTE DE NADA




O PRESIDENTE DA REÚBLICA EM FUNÇÔES, QUE DEIXOU DE MERECER RESPEITO INSTITUCIONAL E POLÍTICO, DEVIA DEMITIR_SE, POR INDECENTE E MÁ FIGURA!! NÃO HÁ EXPLICAÇÃO POSSÍVEL PARA POUCAS VERGONHAS FEITAS ÀQUELE NÍVEL DE RESPONSABILIDADE. E O SENHOR PROFESSOR DEIXOU DE TER CONDIÇÕES E CREDIBILIDADE PARA SER O GARANTE DE COISA ALGUMA. A DEMOCRACIA FAZ-SE COM DEMOCRATAS E COM AQUELES QUE, QUANDO ERRAM, SABEM ASSUMIR AS CONSEQUÊNCIAS. SERÁ O QUE RESTAFAZER AO SENHOR PROFESSOR CAVACO SILVA

CADA UM RECICLA O QUE TEM

NO MONTIJO

20 setembro 2009

CANÇÕES DE AMOR

SE TU ME AMAS-http://www.youtube.com/watch?v=NT85kmGZZpE
ME ENSINOU A-http://www.youtube.com/watch?v=wXbMg5vq96U

IRONIAS OU SACANICES


Constatando-se que o Jornal Público, propriedade do senhor Belmiro de Azevêdo, foi uma peça importante na estrtégia belenense para fazer maldades a José Sócrates e não devendo Sócrates merecer grandes carinhos do referido senhor Belmiro depois de se ter oposto com firmeza ao negócio dos telefones com a PT, mesmo depois da engraxadela de Belmiro ao mesmo Sócrates com a muito mediatizada cerimónia da implosão das torres de Tróia com o Primeiro ministro a ligar o disp0sitivo para essa implosão, seria oportuno que Sócrates nos contasse que apoio teve do senhor Presidente da República quando gorou, com coragem, o negócio daquele bem público ao grande empresário que lhe valeu de imediato ter às canelas os cães de fila da organização não bafejada pelo chorudo negócio? Curiosamente os mesmos cães de fila que, ao que consta, estarão muito activos na manobra belenense contra o impoluto Sócrates. Ironias do destino... ou sacanices ponderadas?!

PARA ESQUECER AS DESGRAÇAS BELENENSES


VOCABULÁRIO E MARKETING ...... !!!

1. Quando pediram para promover o Fiat Uno na Finlândia surgiu um problema... Como fazer para convencer as pessoas a comprar um carro que em finlandês significa imbecil?!!!"

2. O Mitsubishi Pajero em Espanha foi difícil, pois pajero é panasca.

3. Problemas em França para o Toyota MR2, que à francesa quase se lê "emmerdeur", ou seja chatarrão... "MERDOSO"

4. O Opel Ascona teve em Portugal obvios problemas (que levaram também a que a linha de higiene pessoal Rexona fosse lançada com outra designação no nosso país durante muitos anos).
5. O mesmo com o Citroen AX, houve quem pensasse que era para fumar. Pior ainda foi o desodorizante AXE.

6. Também houve uns inofensivos cereais para crianças lançados nos EUA chamados "Crapsy Fruit." Ora crap em inglês é ... "porcaria" ....... !!

7. Ou uns japoneses em busca de glamour para o seu estilo que deram a uma marca de roupa feminina "femme de menage", não tendo em conta que, em França, uma marca com o nome de "mulher-a-dias" deveria ter pouca aceitação perante as BCBG (Bon Chic Bon Génre).

8. Mas saibam ainda que Sega em italiano é "masturbação" o que é uma chatice para um jogo direccionado para adolescentes ("O meu filho está viciado em Sega...)...... hehehehe ....

9. Ou o creme da Estée Lauder, para lifting, o "Country Mist", sendo que em alemão significa "bosta do campo", não dá muita vontade de espalhar na cara.... né mesmo ???

10. Por fim a cerveja Super Bock na Turquia foi um problema .....uma vez que Bock significa sexo!!! "Mustafá, o que deseja?"
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11.TSF Senhor Presidente da República: É verdade que Portugal vive EM ASFIXIA DEMOCRÁTICA como Manuela Leite afirma? Respondeu o senhor Presidente: ah!..,ah!...ah!...ah!...ah!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Ia-se mijando a rir! Perceberam??........ ANDAM A BRINCAR COM O PAGODE




UM GOLPE DE ESTADO?

Cavaco e a sua sombra
Há por aí uns artistas que nos tentam convencer de que o primeiro-ministro pediu às secretas para vigiarem Cavaco Silva e os seus assessores anónimos. alguns acrescentaram mesmo o jornal Público à lista dos "vigiados" sendo de esperar que a lista continue a aumentar.O Presidente não falou quando o tema foi falado pela primeira vez, não falou quando se falou pela segunda vez e agora está demasiado atrapalhado para falar, diz que fala depois das eleições. Isto é, se Sócrates perder as eleições, como deseja a Presidência da República, o assunto está arrumado, a conspiração teve os seus resultados. Se Sócrates ganhar as eleições deixa de fazer sentido prosseguir com a conspiração.O facto é que este caso rebenta e é aproveitado por Cavaco Silva e Ferreira Leite para simular uma crise institucional num momento em que o PSD estava em dificuldades e as sondagens apontavam para uma derrota. Cavaco SIlva aposta tudo a uma semana das eleições, deixando de ser Presidente da República para se transformar no verdadeiro líder do PSD.O silêncio de Cavaco Silva só tem um motivo, qualquer intervenção neste momento só levaria à conclusão do seu envolvimento numa conspiração pouco digna de um Presidente da República de Portugal. Ao calar-se confirma as instruções que deu ao seu assessor e ninguém acredita que se estivesse mesmo preocupado com escutas e tivesse a mais pequena prova disso não era a um jornalista que recorria.Um democrata sabe que é à Procuradoria-Geral da República e não a um jornalista a mando de Belmiro de Azevedo que cabe velar pela legalidade democrática. Se Cavaco suspeitasse de algo e e isso não passasse de uma mania da perseguição teria chamado Pinto Monteiro a Belém e pedido uma investigação.
Ao recorrer a um jornalista Cavaco não pretendeu apurar qualquer verdade, apenas tentou lançar a suspeita sobre José Sócrates sem que tenha apresentado qualquer prova. Dizer que vai fazer perguntas depois das eleições é ridículo, apenas significa que Cavaco aposta tudo nas eleições. Se estava preocupado com eventuais escutas desde Abril não faz o mais pequeno sentido qu trate do problema em Outubro, isso só significa que Cavaco Silva sabe muito bem que tudo isto não passa de uma invenção absurda do Palácio de Belém e apenas visa transformar um acto eleitoral democrático numa imensa encenação montada por políticos sem escrúpulos, por gentes sem a mais pequena formação democrática que sonha com um caudilho.
Os portugueses terão nestas eleições a oportunidade de explicar a Cavaco que estão fartos de tentativas de homicídio político, de processos duvidosos, de manipulações de processos judiciais e de golpes baixos in O Jumento
Veremos(!?!?!?)
Mais sofisticado mas com o mesmo fundo de desvergonhice da outra... E quem assim procede não presta para a ponta de um corno.

19 setembro 2009

O CINISMO ELEVADO À SUA MÁXIMA POTÊNCIA

Cavaco & Lima
disse o potencial Presidente do PSD (Um belo garante do regime democrático, que, como é líquido, Não há democracia sem democratas)

Na foto com o operacional das manobras de diversão no terreno da luta

DEIXEM-ME TRABALHAR!!!





cucos

O líder do Bloco de Esquerda diz que foi Fernando Lima, membro da Casa Civil do Presidente da República, a fonte anónima que levantou as suspeitas de escutas do Governo sobre os assessores de Belém. Melhor dizendo, essa enigmátia figura é a sombra de Cavaco e será o passarão-mor da inventona de Belém, que tem a mãozinha desajeitada e pouco discreta do "deixem-me trabalhar".

Um PR não se pode prestar a estes papéis. Ou tem certezas e age, com coragem; ou não tem certezas, e averigua calado. Ora Cavaco Silva não apresentou nenhuma queixa na Procuradoria, não pediu esclarecimentos ao SIS, não demitiu o Governo. De forma irresponsável (ou deliberada, permitiu mesmo que se acendesse a fogueira da dúvida.
Enquanto não negar responsabilidades pessoais no comportamento do seu colaborador de 20 anos, o PR é suspeito de acusar sem provas e de lançar a instabilidade no País.

O Presidente mandou “plantar” uma notícia, há 17 meses atrás, dando conta de que tinha suspeitas que estava a ser vigiado, dando orientações (que estão expostas no mail) na forma de como a investigação devia prosseguir, como camuflar a fonte e, ainda, dando como fundamento das tais “suspeitas” o facto de um tipo ligado ao governo (e ao estatuto dos Açores) se ter sentado numa mesa que para a qual não tinha sido convidado (convém também saber que o jornalista do Público, noutro mail, diz que investigou a história e que as tais suspeitas não tinham fundamento.
( Ver mais... )

Ontem, pelas 22h, José Manuel Fernandes admitiu à SIC N que nada, mas nada, levava a indiciar violação do sistema informático do Público. Afinal, o SIS já não teve nada a ver com o assunto. O que iliba o PM e o Governo. Porque não noticiou isto a estação amiga de Queluz, hoje, às 13h, mantendo a suspeita infundada sobre o Governo? Porque insistiu MFL neste caso, quando JMF já tinha deslocado o seu alvo do SIS e do Governo para o DN? Porque não destaca isto o Público, na sua edição de hoje?
9. Onde pára Tolentino Nóbrega, o jornalista que o Público encarregou de investigar o caso onde ele se terá passado: na Madeira. E terá concluído, segundo o provedor, que o representante do Governo nada fez que indiciasse estar a vigiar a visita de Cavaco ao arquipélago em 2008? Porque não é dada voz no Público, nem agora nem na peça de Agosto, que noticiou as alegadas escutas, ao jornalista que investigou o caso e conclui não ter este quaisquer fundamentos?
10. Porque não reagiu o Público por sua iniciativa às declarações de Louçã? Porque não respondeu o Público? Porque não noticiou? Porque não respondeu JMF quando foi interpelado directamente sobre as declarações de Louçã e o silêncio do Público no twitter, aqui?
11. O Público preferiu não noticiar a investigação do jornalista na Madeira, nem as declarações de Louçã. Deu apenas a versão de Fernando Lima. Que era a de Cavaco. A isto chama-se servir uma causa político-partidária em que o Presidente e os seus homens, pagos pelo Orçamento do Estado, se atascou para favorecer eleitoralmente o seu Partido e a sua incrível líder. Não há aqui jornalismo algum, mas a voz dos passarões de Belém, cucos, araras, abutres, corujas, e toda a espécie de aves agoirentas a celebrar a pior presidência da republica pós 25 de Abril. Que saudades de Eanes, Soares e Sampaio. Não há dúvidas de que a democracia só existe e se pratica com democratas. Com arremedos é uma geringonça desconjuntada.
12. E finalmente, se Cavaco não fala, só está interessado em perpetuar o clima de suspeitas deliberadamente criado. E porquê? A uma semana das eleições quem quereria o moderador e árbitro, alegadamente independente, favorecer? Pois...

Deixem trabalhar o homem!!!

JOSÉ NIZA - A MINHA LEITURA


Fui director de programas da RTP e depois seu administrador. E garanto-vos que, se alguma vez algum apresentador ou jornalista desse uma entrevista a chamar-me "estúpido", a primeira coisa a acontecer seria o cancelamento imediato do seu programa, independentemente de haver ou não eleições em curso.Por isso me parece incompreensível que, embora rios de tinta já se tenham escrito sobre o cancelamento do jornal nacional que Manuela Moura Guedes apresentava na TVI, todos os analistas e comentadores tenham ignorado a explosiva e provocatória entrevista que MMG deu ao Diário de Notícias dias antes de a administração da TVI lhe ter acabado com o programa.Em meu entender essa entrevista, realizada com antecedência para ser publicada no dia do regresso de MMG com o seu jornal nacional, foi a gota de água que precipitou a decisão da TVI. É que, o seu conteúdo, de tão explosivo e provocatório que era, começou a ser divulgado dias antes. E se chegou ao meu conhecimento, mais cedo terá chegado à administração da TVI.Nessa entrevista MMG chama "estúpidos" aos seus superiores. Aliás, as palavras "estúpidos" e "estupidez" aparecem várias vezes sempre que MMG se refere à administração.É um documento que merece ser analisado, não somente do ângulo jornalístico, mas sobretudo do ponto de vista comportamental. É uma entrevista de uma pessoa claramente perturbada, convicta de que é a maior ("Eu sou a Manuela Moura Guedes"!) e que se sente perseguida por toda a gente. (Em psiquiatria esse tipo de fenómenos são conhecidos por "ideias delirantes", de grandeza ou de perseguição).MMG diz-se perseguida pela administração da TVI; afirma que os accionistas da PRISA são "ignorantes"; considera-se "um alvo a abater"; acusa José Alberto de Carvalho, José Rodrigues dos Santos e Judite de Sousa de fazerem "fretes ao governo" e de serem "cobardes"; acusa o Sindicato dos Jornalistas de pessoas que "nunca fizeram a ponta de um corno na vida"; diz que o programa da RTP 2, Clube de Jornalistas, é uma "porcaria"; provoca a ERC (Entidade Reguladora da Comunicação Social); arrasa Miguel Sousa Tavares e Pacheco Pereira, etc.E quando o entrevistador lhe pergunta se um pivô de telejornal não deve ser "imparcial", "equidistante", "ponderado", ela responde: "Então metam lá uma boneca insuflável"!Como é que a uma pessoa que assim "pensa" e assim se comporta, pode ser dado tempo de antena em qualquer televisão minimamente responsável?Ao contrário do que alguns pretendem fazer crer - e como sublinhou Mário Soares - esta questão não tem nada a ver com liberdade de imprensa ou com a falta dela. Trata-se, simplesmente, de um acto e de uma imperativa decisão administrativa, e de bom senso democrático.Como é que alguém, ou algum programa, a coberto da liberdade de imprensa, pode impunemente acusar, sem provas, pessoas inocentes? É que a liberdade de imprensa não é um valor absoluto, tem os seus limites, implica também responsabilidades. E quando se pisa esse risco, está tudo caldeirado. Há, no entanto, uma coisa que falta: uma explicação totalmente clara e convincente por parte da administração da TVI, que ainda não foi dada.Vale também a pena considerar os posicionamentos político-partidários de MMG e do seu marido.J. E. Moniz tem, desde Mário Soares, um ódio visceral ao PS**. Sei do que falo. MMG foi deputada do CDS na AR.Até aqui, nada de especialmente especial.O que já não está bem - e é criminoso - é que ambos se sirvam de um telejornal para impunemente acusarem pessoas inocentes, sem quaisquer provas, instilando insinuações e induzindo suspeições.Ainda mais reles é o miserável aproveitamento partidário que, a começar no PSD e em M. F. Leite, e a acabar em Louçã e no BE, está a ser feito. Estes líderes políticos, tal como Paulo Portas e Jerónimo de Sousa, sabem muito bem, que nem Sócrates nem o governo tiveram qualquer influência no caso TVI. Eles sabem isto. Mas Salazar dizia: "O que parece, é"!E eles aprenderam.- 1984. Eu era, então, administrador da RTP. Um dia a minha secretária disse-me que uma das apresentadoras tinha urgência em falar comigo: - "Venho pedir-lhe se me deixa ir para a informação, quero ser jornalista"! Perguntei-lhe se tinha algum curso de jornalismo. Não tinha. Perguntei-lhe se, ao menos, tinha alguma experiência jornalística, num jornal, numa rádio... Não tinha. "O que eu quero é ser jornalista"! Percebi que estava perante uma pessoa tão determinada quanto ignorante. E disse-lhe*: "Vá falar com o director de informação; se ele a aceitar, eu passo-lhe a guia de marcha e deixo-a ir". A magricelas conseguiu. Dias depois, na primeira entrevista que fez - no caso, ao presidente do Sporting, João Rocha - a peixeirada foi tão grande que ficou de castigo e sem microfone uma data de tempo*.
P.S.A jovem apresentadora chamava-se Manuela Moura Guedes.E se eu soubesse o que sei hoje...Ribatejo - Portugal.
JOSÉ NIZA - A minha leitura
**Segundo consta a passagem de Moniz pelo PS não terá ultrapassado o papel de carregador de malas do Jaime Gama e a ambição do jovem e pelo que já demonstrou, seria, chegado das berças, ficar logo ao nível do seu conterrâneo, o dono das malas. O mundo é mau porque está cheio desta gente!
.* Aqui ficamos a saber que levamos com a dama este tempo todo por culpa de José Niza que não a escorraçou a tempo como era seu dever!!!

18 setembro 2009

A SENHORA AINDA VAI PARAR A RILHAFOLES

HÁ FORMAS MAIS DIGNAS DE ACABAR

Acabei de ouvir a drª Ferreira Leite afirmar na sic-notícias que há medo na democracia portuguesa porque um director geral perdoou multas a determinadas pessoas por serem do PS (sic).
Referia-se a
esta notícia, na qual é citado o facto da GNR pretender aplicar a lei da publicidade aos carros de campanha eleitoral e esta não se aplicar às campanhas partidárias como, aliás, milhares de candidaturas autárquicas que usam estes meios de comunicação há muito sabem.
Com franqueza é muito penoso ver que, em desespero de causa, a drª Ferreira Leite entra por este caminho. Há formas mais dignas de acabar.

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17 setembro 2009

PSD - A LOJA DO MESTRE ANDRÉ






O PSD, hoje um Partido sem referências democráticas desde que pereceram as poucas figuras que lhe davam substrato e credibilidade, onde agora pontifica o homem das maquias de dinheiro em sacos de plástico, um ta António Preto, sendo o doutrinador o ex-marxista,maoista- leninista Pacheco Pereira, que, qual Rasputine, conduz a líder pelos esconsos caminhos da sua tortuosa formação ideológica tendo em vista orientar um partido sociológicamente de direita, resultando destas misturas e contradições, um PSD que mais parece a "Loja do Mestre André"

As nscrições fraudulentas no PSD, é um assunto muito sério que põe em causa a democracia, diz um dirigente do PS do Montijo, afirmando que MFL foi eleita líder do partido com votos sujos, afirmando: - Tenho em meu poder 50 fichas de inscrição que chegaram à Secção do PS de Montijo em 2002, de empregados de uma conhecida empresa de construções, pessoas que não eram do partido e algumas eram mesmo conhecidas como sendo de outros partidos. Foi manchete do Público de 7/12/2002. Ninguém ligou ao assunto que me parece de uma gravidade extrema. Gostava de discutir com os amigos a inscrição em massa de militantes para obter o poder, cuja gravidade se acentua mais nos pequenos concelhos." Este e outros casos semelhantes tornados público nos últimos edias mostram o estado em que está o partido da senhora Manuela e do seu Monge...

BOA NOTÍCIA DA CRISE ECONÓMICA

A boa notícia
Os jornais e as televisões multiplicam-se em dossiês e programas destinados a assinalar um ano sobre a falência do Lehman Brothers, a falência que oficialmente abriu a crise. Enquanto os especialistas procuram desesperadamente perceber a causa das coisas, os modelos económicos que falharam e a ineficácia dos mecanismos de alerta, nós por cá vamos sofrendo as consequências práticas desta bomba. Cresce o desemprego, multiplicam-se as falências, e das «micro-nano-empresas», como lhes chamaram o Gato Fedorento, às multinacionais, todas estão à beira de um ataque de nervos. E, no entanto, ainda cá estamos todos. Mais, embora os indicadores económicos sejam tão negros como os de 1929, a única crise que os entendidos consideram semelhante a esta, os seus efeitos não são comparáveis, nem deram origem a regimes ditatoriais, que levaram a uma guerra mundial.
No meio das más notícias, acho que esta é a boa, e que deve ser recordada em véspera de eleições. Quando toda a gente diz mal de tudo, e os partidos trocam acusações, é bom não esquecer que, apesar das desigualdades gritantes e da aflição real de tanta gente, a nossa sociedade evoluiu para melhor. Aprendeu com os erros, corrigiu e aperfeiçoou os seus mecanismos de protecção social e de intervenção, criou esquemas de apoios e subsídios, como o do desemprego, tornou universal e gratuito o Serviço Nacional de Saúde, empenhou-se na criação de organismos de solidariedade como, por exemplo, o Banco Alimentar.
Podemos não ser o País mais apetecível para o investimento estrangeiro, podemos ter impostos altos e que não são investidos como deviam, podemos ter mil e uma queixas do SNS e temer pelas nossas reformas, mas devemos estar orgulhosos dos passos que demos. Afinal, o grande Obama ainda anda a tentar criar alicerces de justiça social iguais aos nossos...
Isabel Stilwell - in Destak

16 setembro 2009

QUANTOS SACOS DE PLÁSTICO DE DINEIRO CUSTOU A LIDERANÇA DE MFL? SÓ O AFILHADO SABERÁ!

“qualquer partido que chega ao poder tem um encanto completamente diferente”. António Preto negou as informações prestadas pelos militantes do PSD à revista Sábado, desafiando o jornalista que o entrevistou a provar que tenha feito “algum pagamento em notas”.
António Preto declarou que, “a ser verdadeira”, a duplicação de militantes “é muito fácil de explicar” porque “quando os partidos chegam ao poder crescem”. “Não encontra nenhuma ficha de angariação de militantes assinada por mim”, afirmou.
“Os militantes são propostos nas secções, são as secções que os aprovam e a distrital não tem intervenção absolutamente nenhuma no processo de admissão”, declarou António Preto.
O ex-líder da distrital de Lisboa (cuja inclusão nas listas do PSD tem sido questionado pela oposição e por alguns militantes do PSD, por ser arguido por fraude fiscal num processo) declarou ainda, na gravação telefónica divulgada pela Sábado, que “nunca pagou quotas”.
Preto sugeriu ao jornalista que perguntasse a Carlos Carreira (actual presidente da distrital de Lisboa do PSD), a Paula Teixeira da Cruz (ex-presidente da mesma distrital) ou à distrital do Porto como angariam militantes e voltou a desafiar o jornalista a provar que “os procedimentos adoptados em Lisboa” para angariação de militantes sejam “diferentes das outras secções”.
Carlos Carreira e Paula Teixeira da Cruz foram dois dos militantes do PSD que criticaram as escolhas de Manuela Ferreira Leite para as listas de deputados às eleições legislativas de 27 de Setembro.
Para António Preto, candidato do PSD a deputado da Assembleia da República, os números são explicados porque blá blá...
Quantos sacos de plástico cheios de dinheiro terá custado a liderança de Manuela Ferreira Leite? Só António Preto o saberá, mas todos ficámos a saber porque razão a líder do PSD saneou Passos Coelho e candidatou António Preto.
Tags: António Preto, distritais do PSD, PSD, Portugal

OLHA QUE TREMPE


"O voto num determinado candidato pode custar 25 ou 30 euros. O PSD tem sido marcado por tantas disputas internas nos últimos anos, para a direcção nacional e para a distrital de Lisboa, que para melhorar o resultado eleitoral houve quem comprasse votos a militantes angariados em bairros sociais, denunciam militantes e ex-militantes do partido que aceitaram dar a cara fazendo depoimentos em vídeo para a SÁBADO. Entre outros, estas fontes (cujos testemunhos em vídeo pode ver no final do artigo) acusam os deputados António Preto e Helena Lopes da Costa de serem coniventes, dando cobertura a estas práticas, quando tiveram poder ou influência na distrital de Lisboa. Várias fontes da SÁBADO, que trabalharam de perto com António Preto ou Helena Lopes da Costa, confirmaram estas histórias. Refira-se que ambos entraram nas listas do PSD na quota da líder, Manuela Ferreira Leite, debaixo de uma chuva de críticas por estarem acusados em processos judiciais.Em termos estatísticos, comprova-se que as principais secções do PSD na distrital de Lisboa duplicaram de militantes com quotas pagas entre 2002 e 2008, sendo que a secção “E” até sextuplicou os filiados. Muitas quotas são pagas indiscriminadamente por alguém que não os militantes. Uma das estratégias de angariação de inscritos no PSD passa pela contratação de avençados em juntas de freguesia que, para manterem os empregos, têm de garantir a manutenção do poder ao presidente da sua secção angariando militantes que votarão em quem lhes indicarem.Manuela Ferreira Leite não respondeu às questões enviadas pela SÁBADO."
Testemunhos:- Ana Paula Silva, ex-militante do PSD- Irene Lopes, militante do PSD- José Moreira, ex-militante do PSD- Felismino Vaz, militante do PSD- Marcelino Figueiredo, ex-militante do PSD
REACÇÕES - Helena Lopes da Costa, candidata do PSD por Lisboa- António Preto, candidato do PSD por Lisboa- Rui Marques, presidente da secção H do PSD de Lisboa- Ismael Ferreira, presidente da secção oriental do PSD de Lisboa