11 maio 2011
ALEMANHA - AJUDA FINANCEIRA A PORTUGAL
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A. A. Barroso
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12:36 p.m.
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OS NOSSOS FEITOS E DEFEITOS... OU A NOSSA PERDIÇÃO PELAS LOIRAS
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11:52 a.m.
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ATAQUES VERGONHOSOS
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10:42 a.m.
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10 maio 2011
O PROFESSOR CATEDRÁTICO A TEMPO PARCIAL 0%
Eduardo Catroga, professor catedrático a tempo parcial 0%
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A. A. Barroso
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11:50 p.m.
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OS JORNAIS E A SUA FALTA DE INDEPENDÊNCIA
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COELHO - O PAU DE CABELEIRA?
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A. A. Barroso
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9:57 p.m.
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RESENHA HISTÓRICA DE UM PROMITENTE CANDIDATO A P.M.
Passos Coelho era detestado em Belém e acarinhado por Ângelo Correia, outro proscrito do cavaquismo. Hoje é apoiado em Belém e acarinhado por Eduardo Catroga, um braço direito de Cavaco Silva. O que se passou no período em que ocorreu esta transformação? O país foi atirado deliberadamente para uma crise política que o forçou a ajoelhar-se perante o FMI e os novos tigres da União Europeia, Cavaco assobiou para o ar mostrando que a magistratura activa deu lugar à magistratura do canário mudo e Passos Coelho ficou a saber que a mentira tem perna curta. Ficamos a pensar que falhado o golpe de Estado das escutas a Belém alguém decidiu ser mais afoito não hesitando colocar o país em risco, obrigando os portugueses a engolir uma dose dupla de austeridade só para, finalmente, se ver livre de Sócrates. Pensar que tudo isto foi estratégia de Passos Coelho é ilusão, o líder do PSD pode ser palerma mas não é canalha, pode ser mentiroso mas não domina a arte da conspiração, pode não ter ideias próprias e por isso mesmo toda esta manobra é demais para a sua escassa inteligência estratégica.
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8:01 p.m.
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PIRATAS DAS CARAÍBAS:POR ESTRANHAS MAFRÉS
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6:03 p.m.
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O PIQUENO AINDA NÃO O CONVIDOU..:
| Será este o PAU DE CABELEIRA do P.M. Cavaco? E mandam o rapaz fazer saraus de cantigas |
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A. A. Barroso
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4:41 p.m.
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MEGALOMANIAS DO BLOCO DE...ESQUERDA
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A. A. Barroso
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3:12 p.m.
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O ROBIM DOS BOSQUES DOS RICOS FISGANDO
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2:35 p.m.
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OS CAMARADA...PÁ
É hoje. É nesta terça-feira que os Homens da Luta levam a sua canção ao palco do Festival da Eurovisão para tentar um lugar na final. Neto, Falâncio e companhia vão cantar o seu "A Luta É Alegria" e representar Portugal, depois de terem dado nas vistas em Dusseldorf.Pois que tenham sucesso porque se trata de portugueses, mau grado o estilo comuna que cultivam... e o aspecto ranhoso de quem não se lava
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A. A. Barroso
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QUIZAS...
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A. A. Barroso
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11:57 a.m.
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A GERONTOCRACIA DO CAVAQUIOSMO
É ISTO O PSD?
Repito o que disse há dois meses: a gerontocracia do cavaquismo reloaded capturou o PSD. Catroga, que em Novembro próximo completa 70 anos, é candidato a ministro das Finanças de um futuro governo do PSD. Verdade que, para tanto, é preciso que o PSD ganhe as eleições com maioria absoluta. Se as ganhar com maioria relativa terá de negociar com um parceiro. E Catroga está longe de ser consensual. Não é um problema de idade, é uma questão de credibilidade. Vai uma aposta em como o CDS-PP veta o nome? Mais uma vez, Belém põe em risco o resultado eleitoral do PSD. Em 2009, o Belémgate liquidou Manuela Ferreira Leite. Neste momento, a cada nova aparição de Catroga, milhares de potenciais eleitores do PSD arrepiam caminho. Foi penoso assistir ontem ao Prós &camp; Contras: Catroga perdeu o decoro, exaltou-se, meteu os pés pelas mãos, engasgou-se, levou um raspanete de António Pires de Lima, foi desmentido por Silva Pereira (em matéria de privatização da CGD) e por economistas presentes na sala (em matéria de impostos), ouviu Carlos Coelho dizer que não tinha percecebido patavina da charla... e António Esteves Martins sublinhar o eco indecoroso do debate. Pior não era possível. Como é que uma direcção que apostou na mudança se deixa enredar na teia deste populismo serôdio? Sabemos hoje que o famoso episódio do Blackberry é uma marca de carácter
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A. A. Barroso
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11:35 a.m.
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MARCELO CRITICA CATROGA
Marcelo Rebelo de Sousa criticou as declarações feitas por Eduardo Catroga, depois do ex-ministro das Finanças ter afirmado que “as gerações mais jovens deviam pôr este governo em tribunal”.
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A. A. Barroso
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11:16 a.m.
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FESTEJOU-SE ONTEM O DIA DA EUROPA
Festejou-se ontem o Dia da Europa, com a União a entrar numa decadência profunda, dificilmente disfarçável. Os grandes valores europeus - como a unidade e a solidariedade - estão, como dizemos, pelas ruas da amargura. Os egoísmos nacionalistas reaparecem em força - e perigosamente - e os populismos, demagógicos e sem princípios, contaminam países que se consideravam sensatos, como a Finlândia, a Eslováquia e o Reino Unido. Vamos, alegremente, a caminho de novos e perigosos conflitos que põem em causa a paz e em que uma faúlha se pode transformar em guerra aberta. Os povos europeus já se esqueceram do que foram os anos trágicos de 1939-45?
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A. A. Barroso
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SE EU FOSSE DO PSD...
Eu se fosse do PSD estaria muito inquieto...
Apesar do evidente descomando da estratégia política do PSD desde então, o seu lider, embora sem nenhuma convicção, tem continuado a falar como se já estivesse no Governo e a maioria absoluta estivesse ao seu alcance. Lamentavelmente para eles, as sondagens de opinião mostram que a própria vitória pode estar em causa, pois já há várias a colocar à frente... o PS!
Se este for o resultado eleitoral, o máximo que o PSD e Passos Coelho poderão vir a aspirar é partilhar o poder com o PS e com... Sócrates, que queriam "varrer" do Governo. Ou me engano muito, ou no PSD há neste momento cada vez mais gente a duvidar da oportunidade do derrube do Governo (não faltaram avisos lá dentro...) e da competência da liderança do partido...
Mas de que se queixam, se não de si mesmos? Quando se juntaram à Direita para rejeitar o PEC e derrubar o Governo do PS, não sabiam que isso só poderia precipitar o pedido de ajuda externa e que o programa de austeridade só poderia ser mais, e não menos, duro do que aquele que friamente rejeitaram? Não foi isso exactamente o que no fundo pretenderam, para assim terem mais capital de queixa na campanha eleitoral e na oposição ao próximo governo, qualquer que ele seja?!
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A. A. Barroso
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09 maio 2011
A AVALIAÇÃO EXTERNA NA EDUCAÇÃO
Ministra da Educação contesta ideia de avaliação externa defendida pelo PSD. A avaliação na Educação deve ser feita por quem conhece o contexto e está dentro da instituição, defendeu hoje a ministra Isabel Alçada, contestando a proposta do PSD sobre uma avaliação externa. Reconhecendo que essa é uma questão que tem sido colocada, Isabel Alçada defendeu que, "para analisar o trabalho do profissional, esse trabalho tem que ser analisado tendo em conta a realidade em que se insere"
"Temos uma avaliação de docentes em que os professores mais experientes são designados para avaliar os professores que estão em situação de avaliação", acrescentou.Este é um modelo que está a funcionar no primeiro ciclo e está previsto que seja analisado por um conselho científico de avaliação que recolhe elementos, para que sejam "introduzidos ajustamentos no final do ciclo em dezembro de 2011", referiu a ministra, que falava à margem da assinatura de um protocolo com a Provedoria de Justiça, em Lisboa.
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A. A. Barroso
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11:49 p.m.
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MARILIN MONROI
MARILIN MONROI - A MULHER!!!...de sonho!!!
A artista medíocre
A mulher icon da minha juventude...
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PLANO DE AJUDA FINANCEURA
Portugal já tem plano de ajuda financeira
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A. A. Barroso
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8:42 p.m.
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PARÓDIA AO DISCURSO DE MOURINHO... A CAIR EM DESGRAÇA
Afinal o problema de Mourinho é com os Sugus de ananás
por AS | STARLOUNGE PORTUGAL
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BARDAMERDA
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A. A. Barroso
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EDUARDO LOURENÇO MUITO PESSIMISTA
O também professor universitário constata que, por enquanto, ainda não se vê a preocupação da sociedade em geral, sobretudo no comportamento, mas acredita que este “estado de inocência” não se vai manter.
Eduardo Lourenço não tem dúvidas que os portugueses vão conhecer uma “fase difícil” da sua vida, passando de “um período de euforia” para “um período de restrições”.
“Vamos entrar num período de vacas magras, em que teremos não só de apertar o cinto, mas de modificar o nosso comportamento, particularmente económico e de consumidores”, afirmou.
Sobre as medidas negociadas com a 'troika' internacional pelo Governo português no âmbito da ajuda externa, Eduardo Lourenço disse que “era inevitável qualquer coisa como um plano deste género”, para solucionar o problema do país estar endividado “além do que era admissível”.
“O problema é saber como é que Portugal vai responder a esta nova situação em que se encontra”, sublinhou o ensaísta, acrescentando: “Estamos não só a ser julgados aos olhares dos outros, mas com a responsabilidade de dar uma resposta que nos tire deste atoleiro em que nos metemos e em que a conjuntura internacional nos pôs”.
O congresso internacional "A Europa das Nacionalidades - Mitos de Origem: discursos modernos e pós-modernos", decorre na UA, entre hoje e quarta-feira, reunindo cerca de 300 investigadores de todos os continentes.
Entre os oradores estão o historiador norte-americano Patrick Geary, o sociólogo polaco Zygmunt Bauman ou o especialista britânico Tom Fleming, reconhecido internacionalmente pelos seus estudos e trabalhos sobre as indústrias criativas.
A iniciativa é promovida pelo Departamento de Línguas e Culturas da UA, pelo Centro de Línguas e Literaturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da UL (CLEPUL) e pela Associação Internacional de Estudos Ibero-Eslavos.
Portugal vai receber um empréstimo de 78 mil milhões de euros nos próximos três anos ao abrigo de um acordo de ajuda financeira negociado com a ‘troika’, composta pelo Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia
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A. A. Barroso
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5:29 p.m.
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MUSEU DIAS LOUREIRO
De O Jumento
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A. A. Barroso
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4:58 p.m.
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FINLÂNDIA DEVE APROVAR AJUDA
Finlândia vai aprovar na quarta-feira apoio à ajuda a Portugal 
A Finlândia deverá dar os seu apoio ao plano de ajuda financeira a Portugal nas próximas 48 horas, apesar da oposição dos nacionalistas eurocépticos, segundo uma fonte governamental finlandesa citada pela agência AFP.
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A. A. Barroso
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4:19 p.m.
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PSD - O PINGO DOCE
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A. A. Barroso
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2:00 p.m.
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OS JORNAIS E O ALINHAMENTO IDEOLÓGICO
Segunda-feira, Maio 09, 2011
O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO
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A. A. Barroso
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1:23 p.m.
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SE FOSSE DO PSD ESTARIA MUITO INQUIETO
Programa do PSD (2)
Mas, como se sabe, só o cumprimento do acordo de ajuda financeira com a UE e o FMI vai implicar aumentos em quase todos os impostos. E a proposta do PSD de reduzir a contribuição patronal para a segurança social, a compensar com uma subida no IVA, implicará um agravamento global deste em mais 2-3%!
Só podem estar a mangar connosco! O PSD começa muito mal a sua campanha eleitoral.
Tudo se reduz em desmantelar o Estado, asfixiando o seu funcionamento (entrada de 1 funcionário por cada cinco que saem!), privatizando a propriedade ou a gestão de serviços públicos (desde a RTP aos centros de saúde), substituindo a prestação de serviços públicos pelo financimento público de serviços privados (escolas). Onde não desaparece, o Estado passa a simples pagador de serviços privados.
Apesar do evidente descomando da estratégia política do PSD desde então, o seu lider, embora sem nenhuma convicção, tem continuado a falar como se já estivesse no Governo e a maioria absoluta estivesse ao seu alcance. Lamentavelmente para eles, as sondagens de opinião mostram que a própria vitória pode estar em causa, pois já há várias a colocar à frente... o PS!
Se este for o resultado eleitoral, o máximo que o PSD e Passos Coelho poderão vir a aspirar é partilhar o poder com o PS e com... Sócrates, que queriam "varrer" do Governo. Ou me engano muito, ou no PSD há neste momento cada vez mais gente a duvidar da oportunidade do derrube do Governo (não faltaram avisos lá dentro...) e da competência da liderança do partido
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A. A. Barroso
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12:57 a.m.
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A quatro semanas das eleições o PSD apresenta hoje ao fim da tarde o seu programa eleitoral. Prioridades: 1. Reduzir o número de deputados de 230 para 181. Como se fosse coisa que pudesse ser feita por decreto do governo... (É necessário o acordo de quatro quintos dos deputados em efectividade de funções.) 2. Um futuro governo do PSD terá 10 ministros e 25 secretários de Estado. 3. O projecto do TGV vai ser reanalisado, significando que, o mais tardar no fim do ano, a ligação Lisboa-Madrid volta a ser prioritária. 4. Redução da taxa social única. 5. Extinção dos governos civis. 6. Pacto fiscal inter-partidos. 7. Desacelerar os ingressos na Função Pública, de modo a permitir apenas um ingresso por cada cinco saídas. (A quota actual é um para três.) Mas as seis ou sete luminárias que falam em nome do PSD dizem que a Função Pública está sobredimensionada! O PSD não assinou o memorando da troika? Se estão lembrados, a troika exige o despedimento (até 2013) de 23 mil funcionários. Em que ficamos?
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A. A. Barroso
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12:30 a.m.
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08 maio 2011
REDUZIR SALÁRIOS?
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A. A. Barroso
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11:00 p.m.
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EMPRÉSTIMO - MELHOR DO QUE SE ESPERAVA
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A. A. Barroso
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10:31 p.m.
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O TRABALHLO DAS TROIKAS
Fazem crer que se tratou de uma brigada de cientistas forenses que se limitaram a vir cá tirar os esqueletos dos armários, para gáudio dos detractores do poder, e que agora, com as exumações feitas e as autópsias realizadas, nos tivessem deixado um cheque para pagar o incómodo que produziram e para agradecer a diversão que lhes proporcionámos.
Nada mais falso. Os troikas vieram cá fazer uma auditoria para saberem se havia condições para realizar um negócio que lhes garanta o pão e, verificando que essas condições existem para imporem as condições que lhes garantam o retorno do investimento e o arrecadar do valor acrescido. Não estão a brincar em serviço. Não se trata daquelas auditorias de treta que algumas organizações estabelecem só para dizer que têm sistemas de controlo e de qualidade implementados.Eles não se foram embora, nem irão, enquanto o negócio não lhes traga a vantagem que cá os trouxe. Irão activar as metodologias e estabelecer os inspectores/auditores que verificarão a implementação das acções correctivas e que farão aplicar a correcção das não conformidades que apurarem. Só farão as malas quando estiverem ressarcidos e compensados, prontos para voltar mais tarde com novo negócio.
Trata-se da fidelização dos clientes. E estes são daqueles clientes que interessam. Resta-nos tratar-lhes do pacote.
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A. A. Barroso
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Portugal deve investigar quem do Governo e banca está na origem do alto endividamento - Gylfi Zoega*** Serviço Áudio e Video disponível em www.lusa.pt ***Lisboa, 08 mai (Lusa) .
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A. A. Barroso
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ANTÓNIO BARRETO - EMPREGADO DO HIPER-MERCEEIRO
E, dizemos nós, são tambem fidelidades ideológicas e de coerência, coisa que António B. há muito abandonou, quando se separou do Partido Comunista e aderiu ao P.S. depois do 25 de Abril, nessa altura destacado para os Açores onde passou uma temporada com a missão de ali dar assistência ao processo de implantação do mesmo P.S.. E com sucesso pela mestria da palavra e a convicção que transmitia ao auditório que o ouvia... Trasmontano, não dava a ideia de ser o salta-pocinhas que veio a revelar-se, designadamente muleta de um vendedor de feijão chicharo endinheirado que resolveu concorrer também, com a sua participação na tarefa, para o desprestígio dos comentadores políticos da praça. Realmente uma desilusão...
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A. A. Barroso
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