14 janeiro 2009
13 janeiro 2009
O GARGANTA FUNDA DE BELEM SERÁ MESMO A OPOSIÇÃO EM PORTUGAL?!

Desde que Cavaco Silva é Presidente da República que muito dos debates sobre o que o Presidente pensa não têm por base aquilo que disse mas sim o que o garganta funda de Belém assegura aos jornalistas geralmente bem informados que é o que Cavaco Silva diz em privado. De vez em quando, quando as coisas ultrapassam os limites, lá sai um comunicado da Presidência da República a assegurar que o que o garganta funda disse não ouviu ao Presidente. Sucedeu quando o garganta funda disse que Cavaco preferia Manuela Ferreira Leite como líder do PSD, informação que a Presidência desmentiu mas o Expresso manteve, e agora com a questão das datas das eleições.Na verdade as peripécias que se têm verificado com as misteriosas "fontes de Belém" que distribuem mensagens pelos jornais de forma mais ou menos selectiva e nunca assumidas mas, que me lembre, também não desmentidas categoricamente. "O JUMENTO", com a habitual argúcia, tratou de chamar os bois pelos seus nomes e a fonte está devidamente caracterizada:É O GARGANTA FUNDA DE BELÉM. Mas para quem sempre se quiz afirmar na vida política como um "apolítico" (contradição insanável), esta vaga de politiquice é surpreendente porque agora Cavaco Silva é o Presidente de todos os portugueses (e não só d
os do PSD) e o garante do regular funcionamento das instituições democráticas. Mas para amenizar a coisa vamos admitir, por hipotese muito remota que a culpa é daquele baixinho que lê os comunicados... o Nunes Liberato, que passa por ser uma excelente cabecinha pensadora. Foi brilhante no Gov. Reg. dos Açores sob a presidência de Mota Amaral, na área económica.Exibe-se acima a provável figura do misterioso mensageiro belenense e não se esqueçam de visitar o apreciado "O JUMENTO" para saberem mais sobre as características da calhandreira criatura. É só seguir o link. (Em baixo o senhor Nunes Liberato, Chefe da Casa Civil, político muito bem apessoado)
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RONALDO - O MELHOR DO MUNDO
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12 janeiro 2009
A VERDADE QUE OS PROFESSORES ESCAMOTEIAM
eiras da Administração Pública em que não é aplicado o SIADAP* aplicam-se sistemas mais exigentes, com mais categorias e mais restrições para atingir o topo da carreira (onde há menor percentagem de lugares). É o caso da carreira docente do Ensino Superior e de outras, como a judicial e a militar. Os soldados podem ser todos excelentes, mas nem todos são generais.Os docentes do Ensino Superior podem ser todos muito bons, mas nem todos são Catedráticos ou Coordenadores e, para se chegar ao topo, é obrigatório obter graus (Mestrado, Doutoramento, Agregação) e concorrer em Concursos Públicos. Um Assistente que não obtenha o grau académico necessário e não tenha no Quadro lugar de Professor é excluído da carreira, mesmo com 6 a 10 anos de bom serviço.(…)
(…)Mas a situação emerge nas ruas e nos Sindicatos como uma contestação à avaliação, por vezes dita “modelo” de avaliação — e aqui têm pouca razão. Muitos dos problemas e excessos foram criados nas próprias Escolas, em reuniões improdutivas ou que produziam mal porque os professores já estavam de má vontade; os professores e os Sindicatos deveriam ter apresentado propostas concretas de melhoria, remoção de injustiças, solução de problemas específicos.
Mas o pior é que a actual situação no EBS e a sua emergência nas ruas e nos Sindicatos, no fundo, no fundo, tem sobretudo a ver com motivos nos quais professores não têm razão alguma: existência de quotas e categorias; efeito da avaliação no progresso e na promoção.
No sentido acabado de referir, a actual situação de movimentações, protestos, jogadas político-partidárias e político-sindicais, crise, constitui um embuste(…)
Do Artigo de opinião de António A. Silva (Professor no ESE IP do Porto) publicado no site http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=28515&op=all - O título é nosso
*Sistema Integrado de Gestão e Avaliação de Desempenho na Admnistração Pública
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COMO PODE SÓCRATES ACEITAR ISTO?

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MAIS VALE TER TRABALHO DO QUE NÃO TER

O que vou escrever vai por os cabelos em pé a muita gente. Mas nestes dias de crise mais vale ter emprego, mesmo que mau, desprotegido, sem direitos, precário, do que não ter emprego nenhum. E é por isso que o reforço dos direitos laborais, o aumento das contribuições sociais, a dificuldade de contratar a recibo verde, a penalização do trabalho “negro”, têm um enorme preço em deixar mais gente na miséria. Em teoria nada há de mais aceitável, na prática nada há de mais injusto, porque em nome de quem tem trabalho e direitos adquiridos, penaliza-se quem quer qualquer trabalho, porque não encontra um trabalho decente. Para além disso é ineficaz, porque muita gente que não aceitaria trabalhar em condições de precariedade está hoje disposta a fazê-lo em quaisquer condições. A necessidade obriga e a necessidade tem muita força.É um retrocesso em termos sociais? Certamente que é, mas a alternativa é um retroceso ainda maior, é a pobreza. Não estamos em períodos de normalidade, precisamos de soluções excepcionais, mesmo que temporárias, indexadas por exemplo, aos indicadores de desemprego e de pobreza. Porque na prática, há por aí muita procura de trabalho que não se materializa, porque empregar sai demasiado caro.
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11 janeiro 2009
O ABRUPTO PERDIDO ALGURES EM SATURNO
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A QUEIXA DE LIBERATO AO PATRÃO DA SIC
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10 janeiro 2009
PRESIDÊNCIA DESMENTE ACUSAÇÕES DO JORNALISTA MÁRIO CRESPO
1 - Na edição de 8 do corrente do jornal dirigido por V.ª Ex.ª, é noticiado que o 'jornalista Mário Crespo acredita que as fontes presidenciais lançam notícias para a praça pública, através de jornais, para as desmentirem logo de seguida'.
2 - Cumpre-me informar que a prática imputada à Presidência da República pelo jornalista Mário Crespo é absolutamente falsa e totalmente destituída de fundamento.
3 - A emissão de juízos de valor, opiniões ou insinuações por parte de um profissional da Comunicação Social não merece, da parte da Presidência da República, qualquer comentário. No caso em apreço, porém, estamos perante afirmações de cariz factual que são totalmente inverídicas, não tendo jamais a Presidência da República utilizado os métodos que lhe são imputados pelo jornalista Mário Crespo, em afirmações que não podem deixar de se considerar extremamente graves e lesivas do bom nome de uma instituição da República, bem como da honra de todos quantos nela trabalham.
4 - É justamente em face da gravidade e da falsidade dessas afirmações que solicito a V.ª Ex.ª a divulgação da presente carta, dispensando-me para o efeito de invocar o direito de resposta legalmente previsto.
5 - Mais informo que, tendo as afirmações do jornalista Mário Crespo sido proferidas no âmbito de um programa da SIC, foi enviada àquela estação uma carta de teor similar à presente.
Com os melhores cumprimentos
O Chefe da Casa Civil, José Manuel Nunes Liberato
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MÁRIO CRESPO - TENHAM MEDO
As duas comu
nicações presidenciais separadas por dois dias seriam divertidas, se não fossem tão graves.O ríspido tom de fúria admoestadora em 48 horas deu lugar a uma toada romântica de apaziguamento, compreensão e bondade que fizeram lembrar António Guterres em dia de concertação social. O Parlamento passou de uma horda "desleal" de gente que faz coisas "absurdas" com poderes "hipotecados para sempre", a um grupo de colaboradores um nadinha impertinentes, mas que depois de um bom puxão de orelhas e um raspanete em frente da família toda se consegue arrebanhar no tal "caminho estreito que existe". O que é que se teria passado nas 48 horas que separaram a comunicação do dia 29 de Dezembro e a do dia 1 de Janeiro? 29 foi segunda-feira. A sólida manchete do Sol brilhava nos escaparates dos semanários com a antecipação da "notícia" do veto presidencial ao Orçamento de Estado, dada por fonte da Presidência da República. Sol de pouca dura, fonte de pouca fidúcia. Cai a noite e o Professor Cavaco Silva desanca os socialistas d'aquém e d'além mar mais as suas legislações ordinárias e rascas, aprovadas por "interesses partidários" de ocasião. Que disparate é este? Será isto uma República? Uma democracia? A que é que querem sujeitar o Chefe do Estado? A "maiorias existentes a cada momento"? Que topete! O governo deve ter levado tudo isto a sério e deve ter implorado ao Chefe do Estado que não desfigurasse as contas públicas mais do que Teixeira dos Santos já tinha feito. O Professor Cavaco Silva, magnânimo, comoveu-se. Contrariando o Sol promulgou o Orçamento porque, afinal, esta ainda é a quadra do entendimento entre os homens de boa vontade. Levado por esse espírito, em 48 horas redigiu no mais puro materialismo dialéctico a antítese da tese que tinha apresentado dois dias antes. "É preciso deixar de lado as querelas" disse mais ou menos no local do discurso onde 48 horas antes tinha dito que estava abalado "o equilíbrio de poderes e o normal funcionamento das instituições da República". E passou às culpas de tudo isto: "A crise chegou quando Portugal regista oito anos consecutivos de afastamento em relação ao desenvolvimento médio dos seus parceiros europeus". Claro que antes houve dez anos de governo PSD em que, apesar da conjuntura mais favorável que Portugal teve desde a descoberta do caminho marítimo para a Índia, a nossa curva de desfasamento dos parceiros europeus foi não menos significativa. Apesar dos fundos estruturais, das indemnizações compensatórias e tudo o mais, Portugal não arrancou, mas arrancou-se a vinha e afundaram-se frotas de pesca. Tudo em troca de biliões de ECU. Que década inesquecível. Vai estar connosco por muito e muito tempo. Mas para quê trazer ao Ano Novo fantasmas de décadas passadas se podemos confinar todas as culpas a oitavas mais recentes? O pormenor da década de abastança e falta de crescimento ser dos governos de Cavaco Silva é circunstancial. O importante é que, por determinação presidencial, a sinistra oitava do nosso descontentamento é agora dos governos de Guterres, Durão, Santana e Sócrates. Esses são os culpados no cânone do Presidente que "deve falar a verdade". Só que ficou de fora a "verdade" da crise no BPN, o seu Conselheiro de Estado e a corrupção.(Crónica do J-N0tícias) os sublinhados são nossos
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UMA ANÁLISE ATENTA E ESCLARECIDA DE MIGUEL SOUSA TAVARES SOBRE A SITUAÇÃO DE PORTUGAL
Os fins de
ano servem para balanços e tentações de mudança, as crises servem para os corajosos crescerem e os fracos se afundarem. 2008 foi um mau ano, o ano em que a crise chegou, mais uma vez matando as esperanças nascentes de um futuro próximo de paz e de crescimento. 2009 é o ano em que, sem subterfúgios, vai ser preciso pegar o mal de frente, reagir ou ser arrastado sem remissão.Estamos, miseravelmente, à mercê de outros: não dependemos só de nós para resistir com êxito. Esta é uma má base de partida, mas pior ainda, aquilo que acentua o meu pessimismo, é constatar que, no que depende de nós, estamos longe, longíssimo, de dar sinais que entendemos: que entendemos o que aí vem e que entendemos o que é necessário fazer. Obcecado com o desemprego - que, de facto, a explodir, mergulhará o país no caos social - Sócrates lançou-se, sem hesitar, num programa de obras públicas, cuja grande maioria, não tendo o combate ao desemprego como justificação, seria simplesmente perdulária e absolutamente inútil - como o será no futuro, passada a urgência. Não precisamos de mais auto-estradas para um Interior cada vez mais despovoado por ausência de verdadeiras políticas de ocupação do território; não precisamos de um TGV para Madrid que já todos sabem que terá uma exploração deficitária; e, como eu sempre disse, está à vista que, pelo menos nos tempos mais próximos, não precisamos de um novo aeroporto em Lisboa, quando a ANA anda desesperadamente a fazer saldos de slots para atrair companhias low-cost para a Portela. Mas, não havendo tempo ou coragem para outra coisa, venham daí as obras públicas e o dinheiro dos contribuintes!
O mesmo desconhecimento do que aí vem e a mesma falta de tempo para pensar friamente, levou Sócrates e Teixeira dos Santos a atravessarem-se em auxílio de bancos de vão de escada, cuja simples certidão de óbito seria mais salutar e mais económica. A ânsia de acorrer com dinheiros ou avales públicos a todos os lugares onde há fogo, não deve, todavia, enganar-nos: o país não descobriu subitamente petróleo e alguém há-de ter de pagar a factura. Já somos um país alarmantemente endividado e as dívidas pagam-se com impostos e com o sacrifício das gerações seguintes. Não sei se um bom pai não deve começar a preparar os filhos para emigrarem, quando chegarem à idade de entrar no mercado de trabalho. Assim, quando vierem de visita à pátria, poderão usufruir dos aeroportos, TGV e auto-estradas, sem terem de se matar a trabalhar para as pagar.
Mas isso é apenas uma das coisas que nos devem preocupar e, se calhar, nem é agora a principal. Mais importante do que os erros eventualmente cometidos hoje sob pressão dos acontecimentos, é a sensação de que, milhões e milhões gastos a tentar manter-nos apenas à tona de água, não se traduzirão em nenhuma mudança essencial, que nos garanta a viabilidade do país, uma vez ultrapassada a crise mundial. Este tem sido, indiscutivelmente, o Governo que mais tentou reformar o que precisava de ser reformado, mexer nos famosos 'direitos adquiridos' das corporações que vegetam à custa do Estado e que são o factor primeiro para o nosso eterno subdesenvolvimento. Sócrates tem esse mérito, o mérito de o ter tentado, sozinho e contra todos. Mas, assim, não podia vencer e não venceu.
Vieira da Silva, talvez o melhor ministro deste Governo, conseguiu levar a cabo provavelmente a única reforma conseguida e essencial: a do financiamento da Segurança Social, que evitou que, num horizonte de não mais do que dez ou quinze anos, não houvesse dinheiro para pagar pensões a ninguém. Mas falhou na ténue revisão da legislação laboral, que os sindicatos e o PCP combateram por todas as formas. Agora, por exemplo, o Tribunal Constitucional veio declarar a inconstitucionalidade da norma que previa o alargamento do período experimental de 90 para 180 dias, antes da passagem de um trabalhador a efectivo. Orgulhosamente, o TC defendeu os princípios do "direito ao trabalho" e da "segurança laboral", tão caros à nossa patética Constituição. Magnífico! E saberão os excelentíssimos juízes quais serão as consequências disso, num momento em que, no mundo inteiro, as empresas despedem e fecham, porque a economia estagnou e não há trocas nem o dinheiro circula? As consequências é que haverá ainda menos empresas a admitir trabalhadores ou, as que o fizerem, findo o período de 90 dias, despedem-nos ou passam-nos a recibo verde - sem direito a Segurança Social, férias, pagamento de horas extraordinárias ou quaisquer outras regalias de que beneficiam os privilegiados que, como os juízes, têm emprego certo e garantido para toda a vida e salários pagos religiosamente no final de cada mês.
Oiço também Manuel Carvalho da Silva (que tenho por pessoa séria e preparada) anunciar um ano de luta dos "trabalhadores" em defesa do aumento de salários e pensões, porque, sem isso, diz ele, a crise não será ultrapassada. Ora, ele não ignora que, com isso, é que a crise explodirá, com mais e mais empresas a falirem e mais e mais trabalhadores e famílias lançadas para o desemprego. E quando se sabe que este ano, e em resultado da crise, não há inflação a comer salários - pelo contrário, o perigo é a deflação e o desemprego - a sua proposta só pode visar uma política de terra queimada. Não por acaso, em ano de eleições.
A política de reformas e a própria necessidade de cerrar fileiras para enfrentar os tempos difíceis que aí vêm encontram pela frente uma grandiosa e organizada resistência de vários interesses contraditórios confluentes: a cartilha leninista do PCP, seguida à letra pelos sindicatos que lhe prestam obediência, num quadro político que hoje é verdadeiramente terceiro-mundista; a resistência tenaz de todas e cada uma das corporações em aceitar abrir mão de privilégios imorais e insustentáveis para o país; a cumplicidade activa de um corpo judicial que ignora como funciona o país real e que protege das reformas tentadas todas as outras corporações, com receio de que finalmente chegue a sua vez; a atitude acrítica de muita imprensa que adora a rua e o conflito como fonte de notícia e a quem os sindicatos e as corporações servem prestimosamente variadíssimas photo-oportunities e motivos de primeira página; e, enfim, a absoluta falta de sentido de Estado das oposições e, em particular, do PSD, que não resistem à mentalidade de que quanto mais complicada for a vida do governo melhor é para eles. Todos partilham da crença suicida de que pior do que tudo é o país poder tornar-se governável e alterarem-se coisa que são um adquirido nacional: termos a saúde mais cara do mundo, o maior e mais inútil desperdício de dinheiros públicos numa Educação que não funciona, uma Justiça que se arrasta em autocontemplação incapaz de cumprir o essencial daquilo que justifica a sua existência, uma produtividade laboral que é sistematicamente das mais baixas da Europa e que parece querer assim justificar uma economia com lugar para salários indecentes e livres tropelias do capital.
Numa notável entrevista ao último número do "Sol", Eduardo Barroso explica de forma arrasadora como é que as reformas tentadas pelo ex-ministro da Saúde, Correia de Campos, eram essenciais para melhorar o serviço e conter gastos. E como é que elas foram derrotadas "por pressão da rua e da imprensa". O mesmo destino terão grande parte das reformas tentadas por Maria de Lurdes Rodrigues na Educação. Não porque não tenha razão, mas precisamente porque a tem. Mas isso é o pior que pode acontecer a alguém em Portugal: ter razão contra os interesses instalados.
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A. A. Barroso
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08 janeiro 2009
OBAMA AINDA NÃO TOMOU POSSE - MAS OUÇAMOS O QUE ELE PENSA DA CRISE E AS SOLUÇÕES QUE TERÁ
PORQUE TUDO
O QUE DIGA O PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMERICA SOBRE A SITUAÇÃO DO MUNDO, TAMBÉM NOS INTERESSA E DIZ RESPEITO, AQUI SE TRANSCREVE, em tradução espanhola, O DISCURSO ESTA TARDE PROFERIDO POR OBAMA NA UNIVERSIDADE DE GERORGE MASON EM FAIRFAX (WASHINGTON) Obama considera la actuación del Estado como algo esencial y sin la cual la recesión en que está sumida la economía estadounidense podría "durar años" y las cifras del paro podrían alcanzar cifras de "dos dígitos". De hecho, la recesión ya ha provocado una ola de despidos en Europa y EE UU. El futuro mandatario ha reconocido que, a corto plazo, este gasto aumentará el déficit, que ya está por encima del billón de dólares euros, pero ha advertido de las "consecuencias de hacer demasiado poco o de no hacer nada, que nos llevarán a un mayor deficit de trabajos, ingresos y confianza en nuestra economía". "Sólo el Gobierno puede romper los círculos viciosos que están devastando nuestra economía, donde una falta de gasto lleva a la pérdida de empleos, que a su vez lleva a una reducción aún mayor del gasto; donde la incapacidad de prestar y recibir crédito detiene el crecimiento y conduce a una reducción aún mayor del crédito", ha destacado para defender su apuesta por la acción del Estado.
Para el futuro, el presidente electo prevé una reforma del sistema regulador estadounidense, que considera "débil y desfasado". Obama promete una revisión de la regulación de los mercados financieros y actuar con fuerza contra "los temerarios y codiciosos" que actúan en Wall Street para restablecer la confianza en los mercados. La reforma debe asegurar que el sistema financiero pueda resistir las crisis económicas y, a su vez, asegurar la protección de los consumidores y los inversores. Obama, que ha criticado a "los reguladores que no hicieron la tarea para la que estaban destinados", considerban destinados", considera que hay que evitar a toda costa un "fallo catastrófico" de las instituciones financieras y para ello cree necesario un "completo arsenal de herramientas" que contribuya a recuperar el flujo de crédito entre instituciones
Inversión pública y empleo
Obama ha asegurado que el plan de inversión pública no consistirá "simplemente en arrojar dinero sobre nuestros problemas". "Es verdad que no podemos depender sólo del Gobierno para crear trabajos o crecimiento a largo plazo (...) pero en este momento especial sólo el gobierno puede proveer del impulso necesario a corto plazo para librarnos de una recesión profunda y severa", ha añadido el presidente electo matizando los límites de su apuesta por lo público.
El equipo de Obama valora este plan, que debe ser aprobado por el Congreso, entre los 675.000 y los 775.000 millones de dólares (492.800 y 565.800 millones de euros), pero el presidente electo insistió en que "no se trata de un programa de obras públicas". "La mayoría de los trabajos se crearán en el sector privado a la vez que nuestro plan ahorrará al sector público policías, profesores, bomberos y otros que desempeñan servicios vitales". "Es un plan que reconoce la paradoja y la promesa de este momento, que hay millones de estadounidenses que quieren encontrar trabajo al tiempo que hay mucho trabajo por hacer", declaró el futuro mandatario, que prometió inversiones en áreas como la energía o la educación.
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A. A. Barroso
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8:36 p.m.
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OS BRINQUEDOS DO DINHEIRO FÁCIL

http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?
Cristiano Ronaldo sofreu esta quinta-feira de manhã um aparatoso acidente de automóvel nos arredores de Manchester. O seu Ferrari conduzido pelo internacional português embateu contra um separador quando atravessava um túnel junto ao aeroporto daquela cidade inglesa, ficando com a frente destruída.
Apesar da violência do embate, Ronaldo não sofreu qualquer dano (ainda bem) e o acidente teve apenas a participação do futebolista, o seu belo Ferrari e o separador da via que estava ali estorvar... a empeçar as manobras nosso herói com a sua sumptuosa máquina.
Uma testemunha citada pela BBC, que seguia atrás do Ferrari do português e assistiu ao acidente, disse que “o carro chocou directamente contra o separador"
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A. A. Barroso
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JOSÉ SÓCRATES - O PROVINCIANO ASSUMIDO
gora com um trabalho dos idos anos de 2006, de Ana Sá Lopes, jornalista do Diário de Notícias, do ano de 2006, relativo a algumas facetas curiosas sobre um dia vida do Primeiro Ministro José Sócrates, o jovem e ambicioso transmontano, certamente muito ufano de o ser, como todos os que tiveram a dita de nascer nesse Reino Maravilhoso que assim o nosso TORGA qualificou e glorificou.E como reza a crónica da excelente e bela jornalista, o Primeiro Ministro, transmontano, não tem problemas em qualificar-se como provinciano, não assumindo os snobismos bacocos dos deslumbrados de qualquer proveniência. E só por isso aumenta o nosso respeito por Sócrates.(digo eu). A cronista refere que o jornalista Jean Quatremer terá ficado estupefacto quando, do gabinete do primeiro-ministro em São Bento, lhe perguntaram o que queria para o jantar. "Jean, qu'est-ce que tu veux manger?", quis saber alguém que o "Libération" identifica como "um dos próximos de José Sócrates. "Imagine-se alguém no Palácio do Eliseu a perguntar os gostos culinários a um jornalista!", escreve um espantado Quatremer, no arranque de um retrato do primeiro-ministro português, que ocupou a última página do "Libé". Não, não era uma blague. São Bento queria mesmo contentar o enviado francês, deu-lhe amêijoas de entrada e cedeu à preferência do jornalista pelo pato, em substituição do bacalhau sugerido pela "casa". Quatremer constata que Sócrates, "como bom animal político", gosta de fazer charme e a soirée durou muito mais do que o jornalista francês estava à espera, tendo em conta a pesada agenda do primeiro-ministro. Ao enviado do "Libé", Sócrates elege como modelo político o blairismo britânico: "Gosto muito dos trabalhistas britânicos que fizeram muito para a renovação do pensamento socialista na Europa." Afirma que "não se reconhece de todo" no socialismo à francesa, que considera "ultrapassado". "A afirmação dos partidos socialistas faz-se ao centro", diz. Mais, segundo Sócrates: "O que é que diferencia a esquerda da direita? A igualdade. Mas, para mim, o primeiro valor, aquele que se sobrepõe aos outros, é a liberdade. Eu sou, pois, um democrata socialista." O jornalista francês nota que "numerosos editorialistas" consideram Sócrates "provinciano". Resposta: "O meu pai, arquitecto, conseguiu escapar à miséria. É verdade, eu sou um provinciano, e fiz-me sem pedir licença a ninguém. Não tenho aliados entre os mâitres à penser e a aristocracia de esquerda." Quando fala do caso da licenciatura, enerva-se: "Tem a noção de que tive que me submeter a um inquérito de um procurador independente?", regista, perante um jornalista francês que afirma que "ao contrário de Nicolas Sarkozy, José Sócrates nunca telefona aos jornalistas".
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A SEMPRE CONSTANTE E INJUSTIÇADA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES
a honra e o prazer de conhecer bem os Açores. Diria, para começar, que os açori
anos são a gente mais bonita do mundo e constituirá a sua sociedade, com alguma influência do Novo Mundo, um repositório das virtudes das gentes portuguesas de antanho que povoaram as belas Nove Ilhas, as desbravaram com mil dificuldades e nos legaram com aquele esplendor que nos emociona e enche de orgulho. Os açorianos são afectuosos, lhanos, hospitaleiros, limpos, lavados civilizados...Dificilmente suportariam um "Jardim" a governá-los por muito tempo. E jamais poriam em causa a sua nacionalidade nem abanariam, com displicência madeirense, separatismos que nunca apoiaram! E se usassem o argumentário das gentes do Alberto João, boas razões teriam para exigir independências porque além do esquecimento a que foram votados ao longo da história, em tempos de Autonomia Regional têm sido discriminados negativamente em relação à Madeira. E, por muitas e evidentes razões, os Açores merecem a maior solidariedade nacional. São uma novena de Ilhas espalhadas por um largo espaço do Atlântico, a maioria distantantes umas das outras, com acessibilidades difíceis que obrigam, para servir a sua gente, a uma enorme multiplicação de estruturas e serviços, tais como Hospitais, Centros de Saúde, Serviços Sociais, Educação, Agricultura, etc. etc. e muitos recursos humanos. Porque tudo isto envolve elevados custos financeiros, tem sido a bôa gestão dos diferentes Governos Regionais, nomeadamente os de Mota Amaral, que tem superado as parcas provisões orçamentais, sem esquecer os sacrifícios da bôa gente açoriana que não vê optimizados ou implementados serviços de que carece. Em tais circunstâncias a paridade das transferências de verbas para os Açores e Madeira é um disparate, para além de ser uma gritante injustiça. Fazer discriminação positiva, aumentando, tanto quanto possível, as verbas para os Açores é até ...uma questão patriótica!! Mas sejamos justos: com todas as dificuldades de permeio, o estado de desenvolvimento das NOVE ILHAS dos Açores de hoje nada tem a ver com os idos de 1974. Mas os Açores continuam emocionantemente lindos, deslumbrantes!!!
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A. A. Barroso
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O PSD E O PODER
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A. A. Barroso
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07 janeiro 2009
AÇORES; SUAS FESTAS SEUS CANTARES E INSTRUMENTOS MUSICAIS
Ambas se usam em ocasiões festivas a solo, ou a acompanhar os belos cantares e a dança, nas romarias, aos serões. Também nas festas do Espirito Santo de grande importãncia em todas as nove ilhas dos Açores, os Foliões, grupos de tocadores que acompanham os vários momentos da festa e tocam o tambor da folia juntamente com o PANDEIRO, fuste de pandeireta sem pele, na ilha de S. Miguel. Nas ilhas de S. Maria, Flores e Corvo o acompanhamento do tambor é feito com os TESTOS, pequeninos pratos metálicos que se batem um contra o outro.
Os cantos populares, as festas da praça, os impérios do Espírito Santo, os bodos, as folias da rez, os descantes à viola - música da jornada d'Alcacer- a poesia rústica adorável e simples, tudo isso constitui a expansão máxima da alma portuguesa e se alberga nestes retalhos avançados da Pátria.
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A. A. Barroso
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RASPUTINE E O "MADERA"
RASPUTINE RODEADO DAS SUAS ADMIRADORAS
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A. A. Barroso
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05 janeiro 2009
TEMOS A OBRIGAÇÃO DE DIZER A VERDADE AOS PORTUGUSES
http://blogoexisto.blogspot.com/2009/01/temos-obrigao
Publicada por João Pinto e Castro e aqui btranscrito (com a devida vénia - a quem sabe do que fala)
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A. A. Barroso
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03 janeiro 2009
DISCURSOS DE CAVACO
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A. A. Barroso
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