10 março 2009
MOURINHO DOUTORADO HONORIS CAUSA
A proposta foi aprovada por unanimidade no Senado da Universidade há cerca de um mês e meio e a cerimónia está marcada para o próximo dia 23.
"Com alegria e orgulho", foi assim que Mourinho recebeu a notícia do reconhecimento que a escola lhe vai prestar, diz José Alves Diniz, presidente do Conselho Directivo da FMH. "A faculdade já o tinha homenageado directamente em 2005, como costuma fazer aos técnicos aqui formados que, de uma forma ou de outra, se distinguem no mundo do desporto. Nessa altura, tinha ele acabado de saber que lhe tinha sido atribuído o prémio de melhor treinador de futebol do mundo e disse-nos que o reconhecimento que a faculdade lhe estava então a fazer, valia mais para ele do que o título mundial", continua José Alves Diniz.
O grau de Doutor Honoris Causa será atribuído a Mourinho como "prova de reconhecimento enquanto profissional de excelência", mas também como contrapartida à sua dedicação à Escola Expresso
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A. A. Barroso
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O "CRIMINOSO" E O MÓBIL DO CRIME
Gustave Coubert e a sua obra
A BELA OBRA A ORIGEM DO MUNDO
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O DESVENTURADO PREGOEIRO DAS DESGRAÇAS
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O CONDE DE LIPPE ANDA POR AÍ?
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09 março 2009
MANUEL ALEGRE E O P.S.

Por ter um espírito crítico, por ser defensor da mudança e avesso à ditadura e à guerra colonial, foi chamado a prestar serviço militar pelo regime de Salazar, em 1961, sendo colocado nos Açores. Em 1962, é destacado para Angola, onde dirige uma tentativa pioneira de revolta militar. Foi preso pela PIDE em Luanda, em 1963, durante 6 meses. Na cadeia, conhece escritores angolanos como Luandino Vieira, António Jacinto e António Cardoso. De regresso a Portugal, é-lhe imposta residência fixa em Coimbra, acaba por passar à clandestinidade e vai para o exílio em 1964, residindo em Argel, durante dez anos. Aqui manteve-se leal ao seu espírito de liberdade e tornou-se dirigente da Frente Patriótica de Libertação Nacional. Aos microfones da emissora A Voz da Liberdade, a sua voz converte-se num símbolo de resistência e liberdade. Apesar das tentativas do regime ditatorial para calar a sua voz, os seus dois primeiros livros (apreendidos pela censura), Praça da Canção (1965) e O Canto e as Armas (1967), passam de mão em mão em cópias clandestinas, manuscritas ou dactilografadas. O seu desejo de liberdade, transmitido nos seus poemas encontra voz em dois cantores, Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira, que cantaram os mais emblemáticos poemas da luta pela liberdade. Manuel Alegre regressa a Portugal em 2 de Maio de 1974, alguns dias depois da Revolução de 25 de Abril.
Integra o Partido Socialista e com Mário Soares incentiva as grandes mobilizações populares que permitem a consolidação da democracia e a aprovação da Constituição de 1976, sendo o redactor do seu preâmbulo.
Político activo, foi deputado por Coimbra em todas as eleições desde 1975 até 2002, deu a sua contribuição no I Governo Constitucional de Mário Soares e, candidatou-se por Lisboa a partir de 2005. Desde 1974, foi um dirigente emblemático do PS, já exerceu o cargo de Vice-Presidente da Assembleia da República e por diversas vezes foi membro do Conselho de Estado (de 1996 e 2002 e de novo em 2005). Foi candidato a Secretário-geral do PS em 2004.
É sócio da Classe de Letras da Academia das Ciências, eleito em Março de 2005.
Sobre a sua obra poética, Eduardo Lourenço afirmou que “sugere espontaneamente aos ouvidos (...) a forma, entre todas arquétipa, da viagem, do viajante ou, talvez melhor, peregrinante”. É de destacar alguns títulos da sua vasta obra: O livro Senhora das Tempestades, que inclui o poema com o mesmo nome, e que Vítor Manuel Aguiar e Silva considerou “uma das mais belas odes escritas na língua portuguesa”; os romances Alma e A Terceira Rosa, este último premiado por duas vezes. De acordo com uma estudiosa da sua obra, Paola Mildonian, Manuel Alegre “canta a dor e o amor da história com acentos universais, com uma linguagem que (...) recupera em cada sílaba os quase três milénios da poesia ocidental”. No Livro do Português Errante, Manuel Alegre, segundo Paula Morão, emociona e desassossega: “depõe nas nossas mãos frágeis as palavras, rosto do mundo, faz de nós portugueses errantes e deixa-nos o dom maior (...) — os seus poemas”. O seu livro, Cão Como Nós, vai na 15ª edição.
Refira-se que a obra de Manuel Alegre tem sido estudada em Universidades de diversos países, nomeadamente, Bélgica, Itália, França, Brasil.
O trabalho de Manuel Alegre tem sido homenageado com variadas condecorações: A Grã-Cruz da Ordem da Liberdade, Comenda da Ordem de Isabel, a Católica e Medalha de Mérito do Conselho da Europa, de que é Membro Honorário; Medalha da Cidade de Veneza, por ocasião do Convénio Internacional “La Porta d’Oriente — Viaggi e Poesia” (Novembro de 1999).
O reconhecimento das suas obras foi-lhe demonstrado através dos seguintes Prémios literários:
1998 - Prémio de Literatura Infantil António Botto, pelo livro As Naus de Verde Pinho
1998 - Prémio da Crítica Literária atribuído pela Secção Portuguesa da Associação Internacional de Críticos Literários, pelo livro Senhora das Tempestades
1998 - Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, patrocinado pelos CTT, pelo livro Senhora das Tempestades
1999 - Prémio Pessoa, patrocinado pelo jornal Expresso e importante referência no panorama cultural português, pelo conjunto da Obra Poética, editada em 1999
1999 - Prémio Fernando Namora, patrocinado pela Sociedade Estoril-Sol, pelo livro A Terceira Rosa
ALEGRE, Manuel. Biografia de Manuel Alegre. Acedido em: 9, Fevereiro, 2006. Manuel Alegre: http://www.manuelalegre/.com/index.php?area=1500
publicado por Azoreans
António Macedo
Mário Soares
Tito de Morais
Francisco Ramos da Costa
Francisco Salgado Zenha
José Magalhães Godinho
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Raúl Rego
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Teófilo Carvalho dos Santos
José Ribeiro dos Santos
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António Arnaut
Fernando Antunes Costa
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Francisco Sarmento Pimentel
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Manuel Tito de Morais
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Dino Monteiro
Manuel António Garcia
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Liberto Cruz
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Álvaro Guerra
João Gomes
Augusto Duarte Roseira
João Lima
José Leitão
Francisco de Barros Calhapuz
Maia Cadete
Carlos Alberto Novo
António G. Pereira
Lucas do Ó
PARA QUEM POR AQUI PASSAR E QUIZER INFORMAR-SE:
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ILHA DE SÃO JORGE, LÂNGUIDA
Tão perto e tão distante
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UM OVNI
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JÁ NÃO HÁ PACIÊNCIA PARA TANTA SERENATA AO VENTO
Manuel Alegre tem razão. Está desconfortável na sua pele. Não se revê na actual liderança do seu partido. E tem deputados na AR que o seguem de perto: a irmã - que só por lá anda por ser mana de quem é -, mais uma ou outra, e a viúva Matilde, que nunca lá devia ter posto os delicados pés. No país, o poeta sente-se apoiado pelo milhão de votos que pensa estarem ainda à sua espera. Por muito menos, o PC apontou a porta da rua a destacados militantes. Também os motivos da despromoção de Joana Amaral Dias estão a milhas da gravidade das tropelias alegristas. Alegre sempre usou a política como utensílio doméstico familiar. E não percebeu o que aconteceu na história dos últimos trinta e tal anos com situações idênticas. Tem estado muito pouco atento à realidade. Numa altura em que tudo parece desabar, o homem insiste no luxo das "ideias" muito pessoais e na fulanização da política.No meio da confusão só não percebo uma coisa: o que espera a direcção do PS para lhe lembrar tudo isto? É que nós, os do país real, já não percebemos o porquê de tanta mesura para com o trovador coimbrinha. Desistiu daquela ideia de partido? Parta para outra.Já não há paciência para tanta serenata ao vento.in BlogOperatório
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08 março 2009
O NOVO VISUAL DE D. MANUELA
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QUEM OU O QUE IMPEDE O SENHOR MANUEL ALEGRE DE FUNDAR UM PARTIDO POLÍTICO?

s do Movimento de Intervenção e Cidadania (MIC), fundado por Manuel A
legre, reagiram com «indignação» às palavras do dirigente nacional do PS José Lello, que acusou o ex-candidato presidencial de «falta de carácter», escreve a Lusa.Na RTPN, comentando a afirmação de Manuel Alegre de que admitia candidatar-se como independente a deputado em eleições legislativas se a Constituição da República o permitisse, José Lello considerou essa posição como «falta de solidariedade» em relação ao PS «a raiar a falta de carácter». in Portugal DiárioNão consigo distinguir entre a falta de vergonha e a falta de caracter, embora me pareça que, no caso em apreço, as ditas carências se misturam um pouco. Dizer que a Constituição impede alguem de concorrer a eleições é uma daquelas falácias com que Manuel Alegre nos vem brindando para esconder a sua preguiça!!! Bastava cumprir os preceitos que a Constituição impõe, legalizando uma organização política para o efeito. Mas isso dá muito trabalho e... Manuel Alegre parece que, muita gente o afirma, nunca gostou de trabalhar... Estaria à espera que a gente do MIC o fizesse de geração espontânea, levando-o de andor, enquanto o poeta se entretinha a fazer rimas para fadunchos. Essas coisas exigem esforço, meios, disponibilidade e liderança, qualidades que não se descortinam no Poeta. Alguma aura já de um passado remoto ainda se cola à sua imagem, mas mais de trinta anos a arrastar-se pelas bancadas do Parlamento, sem deixar qualquer rasto e no curriculum exibir apenas o título do pior Secretário de Estado da Comunicação Social que já exerceu funções depois de Abril, não é coisa apelativa para arrastar apoios significativos. E estas coisas não se fazem só com amigos próximos por muito respeitáves que sejam (e são!). E as estátuas são coisas hirtas e erigidas em vida só atrapalham, sobretudo a quem se deslunbra com a sua própria imagem.
A Terminar, uma pergunta: não sendo o que atrás se aponta, o que impede Manuel Alegre de fundar um partido político? E porque não se encosta ao B.E., o seu último derriço? A sua postura já ultrapassa a mera situação da dissidência para ser considerada de simples rutura e intransponível hostilidade. Eu, que não sou filiado no PS mas um simples e circunstancial apoiante, nunca lhe daria o meu voto! Tornou-se in-su-por-tá-vel!!
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07 março 2009
FICA BEM A PACHECO PEREIRA, MAS...
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A. A. Barroso
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O PUDOR DE ALBERTO JOÃO, OU A FALTA DELE
É uma história tão simples quanto inédita. Alberto João Jardim queixou-se à justiça por que um jornalista o tratou por "bobo da corte", mas a Relação de Lisboa arquivou o caso com um argumento de peso:todos temos direito ao bom nome mas um político que se dirige aos jornalistas do continente como "bastardos, para não ter que lhes chamar filhos da puta" tem menos margem para se sentir ofendido. Daí que, segundo o tribunal, o jornalista do Diário de Notícias, João Miguel Tavares, na sua coluna de opinião apenas tenha respondido de forma "adequada" aos insultos do presidente do governo Regional da Madeira.
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APOIADO POR MAIORIA E ACLAMAÇÃO
Depois de Pedro Duarte proferir "bocas" sexistas dirigidas a Isabel Moreira, devido a uma prestação da jurista no Prós e Contras, é a vez de José Eduardo Martins exibir a mais desbragada boçalidade no Parlamento. E ainda há, em Itália, quem se queixe de José Mourinho por causa de uma triviallidade retórica. Prostituição intelectual é o que não falta por aí. Esta gente devia ir para um raio que os parta. Apesar de tudo não faço - acho que se percebe - um grande esforço para manter o decoro. E isto não passa de um blogue pessoal sem importância nenhuma.
publicada por José Teófilo Duarte (blogOperatório)
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06 março 2009
OS FADOS DE MANUEL ALEGRE

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05 março 2009
NÃO SE ACEITAM ESTÁTUAS EM VIDA - CORREMOS O RISCO DE PERDER O MERECIMENTO

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O ESPECTRO DE UMA GRANDE DEPRESSÃO?

EM 1930!!!
!!!!!
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A. A. Barroso
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BAIXA DE JUROS PARA UM MÍNIMO HISTÓRICO
ntral Europeu (BCE) anunciou um novo corte da taxa de juro de 50 pontos base para os 1,5%, o mínimo histórico da Zona Euro. Com a economia europeia a afundar. Os mercados aguardam as explicações de Jean-Claude Trichet dentro de minutos, quer sobre novas mexidas no futuro, quer sobre eventuais novas medidas anticrise.A decisão do BCE acontece no mesmo dia em que o Banco de Inglaterra anunciou a descida de 1% para os 0,50%, aproximando-se assim do nível de juros praticados pelos EUA, que se encontra entre zero e 0,25%.A decisão do BCE ficou em linha com a maioria das estimativas dos economistas. A média das respostas das 53 casas de investimento consultadas pela Bloomberg apontava para um corte de 50 pontos base, para os 1,50%.Este é a quinta descida de juros desde Outubro efectuada pelo BCE, que reduziu de 4,25% para os actuais 1,50% o preço do dinheiro para a Zona Euro.A decisões do BCE e do Banco de Inglaterra estão em linha com as estimativas da maioria dos economias.A economia da Zona Euro está a afundar puxada pelo maus arranque de ano da Alemanha, onde quer os investimentos quer as encomendas à indústria estão a registar quedas de dois dígitos.A economia do Reino Unido contraiu 1,5% no último trimestre de 2008, o que representa a maior quebra do produto interno bruto desde 1980.Às 13h30 vai começar a conferência de imprensa da autoridade monetária, liderada por Jean-Claude Trichet, com o mercado a aguardar as declarações do responsável.A maioria dos economistas acredita que o BCE vai descer o preço do dinheiro para 1%, neste primeiro semestre, e há mesmo economistas que acreditam que a autoridade monetária terá de ir mais longe para conseguir reanimar a economia, colocando os juros dos 0,50%
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A. A. Barroso
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AS ÁGUAS ANDAM AGITADAS NOS MEIOS AFECTOS AO PSD
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A. A. Barroso
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04 março 2009
A MANIPULÇÃO DA NOTÍCIA PELOS VENDEDORES DE BANHA DA COBRA
Saber do que se fala
.Ontem, algumas televisões confrontaram os comentadores convidados com um estudo da OCDE segundo o qual daqui a 20 anos as pensões de reforma dos portugueses baixariam para apenas 50% do salário.Notei divertido que, embora nenhum dos interpelados conhecesse sequer superficialmente o estudo, todos se prestaram de boa vontade a tecer doutas considerações sobre as suas alegadas conclusões.O que de facto lá se diz e como as previsões a longo prazo se comparam com a realidade actual é aqui explicado com toda a clareza pelo Eduardo Pitta.Mas não queria deixar de mencionar a reacção do Fernando Rosas na SIC-Notícias quando questionado sobre o que poderia ser feito para assegurar pensões mais elevadas. Sem se atrapalhar, o Fernando resolveu de pronto o assunto propondo um imposto sobre as grandes fortunas.Já perdi a conta à quantidade de problemas que o Bloco de Esquerda se propõe resolver com o imposto sobre as grandes fortunas. Não há nesse partido de professores ninguém capaz de fazer uns cálculos elementares e concluir que a ideia não tem ponta por onde se lhe pegue? Se calhar há, mas não interessa fazê-los..
por João Pinto e Castro
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A. A. Barroso
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