Não é vulgar um político de corpo inteiro, como é o caso de Relvas declarar que não é dos melhores ... Estamos em crer que não é falsa modéstia mas uma tirada de circunstância de quem se tem em muito boa conta, gosta demasiado de si, sendo aquela generosa sentença destinada aos adversários políticos. Se calhar até se acha muito bem parecido!... Dotado de altas doses de narcisismo parece evidente Aliás, coisa que abunda no PSD onde toda a gente se julga mourinho de qualquer coisa.
19 julho 2009
Não é vulgar um político de corpo inteiro, como é o caso de Relvas declarar que não é dos melhores ... Estamos em crer que não é falsa modéstia mas uma tirada de circunstância de quem se tem em muito boa conta, gosta demasiado de si, sendo aquela generosa sentença destinada aos adversários políticos. Se calhar até se acha muito bem parecido!... Dotado de altas doses de narcisismo parece evidente Aliás, coisa que abunda no PSD onde toda a gente se julga mourinho de qualquer coisa.
18 julho 2009
CLAC - CIDADÃOS POR LISBOA COM ANTÓNIO COSTA
Instantâneo do encontro, hoje, às 13h, no salão nobre da Câmara Municipal de Lisboa, de uma delegação do CLAC, com António Costa (clique na imagem). À direita vêem-se Vítor Matias Ferreira e Maria Armandina Maia. A foto é de Margarida Martins
É bom que os lisboetas não se esqueçam dos perigos que rondam Lisboa, (a cidade que todos os portugueses amam), com a presença de um tal senhor-toupeira, pertencente a uma organização muito permissiva, senhor que ganhou o hábito de andar por aí à solta e sempre pronto para dar largas à sua lúdica forma de viver... e encarar o mundo.
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14 julho 2009
AUTO-BIOGRAFIA DE MANUEL ALEGRE
QUASE UM AUTO-RETRATO Por Manuel Alegre Aos vinte e poucos anos escrevi: “meu poema rimou com a minha vida”. Era ainda muito cedo, não sei sequer se é verdade, embora muitas coisas me tivessem já acontecido: amores, partidas, guerra, revoltas, “prisões baixas”. O que mais tarde me levaria a dizer: “biografia a mais”. Muito antes, lá pelos vinte, tinha lido uma frase de André Gide que me impressionou. Dizia ele:“ a análise psicológica deixou de me interessar desde o dia em que cheguei à conclusão de que cada um é o que imagina que é.” Até que ponto sou o que me imaginei ser? Se soubesse pintar ( mas não sei ) faria o meu auto-retrato a olhar para ontem, ou para dentro, ou para outro lado. Distraído-concentrado, presente-ausente, um não sei quê. Acusam-me de altivez e narcisismo. É sobretudo reserva, timidez e uma incapacidade física de praticar uma certa forma portuguesa de hipocrisia e compadrio. Ou talvez um tique que herdei de família: levantar a cabeça, olhar a direito. Tenho desde pequeno a obsessão da morte. Não o medo, mas a consciência aguda e permanente, sentida e vivida com todo o meu ser, de que tudo é transitório e efémero e não há outra eternidade senão a do momento que passa. Talvez por isso seja um homem de paixões. Mas não vivi nunca póstumo, nem me construí literariamente. Sei que nenhum verso vence a morte. E não acredito sequer na literatura. Na poesia, sim. Mas como ritmo, como música interior, canto e encanto, incantação, exorcismo, uma forma de relação mágica com o mundo. A um professor brasileiro que trabalhava numa tese sobre mim, respondi: “Escrita e vida são inseparáveis. Embora eu entenda a poesia como experiência mágica, algo que está aquém e além da literatura.” Penso, como Texeira de Pascoais, que “o ritmo é a substância das cousas” e que “a poesia nasceu da dança.” Talvez por isso eu goste de flamenco, a música e a dança que estão mais perto do ritmo primordial, da batida do coração e da própria pulsação da terra. Gosto de flamenco e de um certo tipo de fado e dos tangos de Francisco Canaro. E também de Bach e Mozart. Pelas mesmas razões: o ritmo. E da poesia de Lorca que, ao contrário de ideias feitas, nada tem de folclórico ou regionalista, antes se aproxima das energias primitivas e essenciais e é quase, como diria ainda o autor de Marânus, “um bailado de palavras.” Não sei se, como queria Rimbaud, consegui fazer “coincidir a essência da poesia com a existência do poema.” Cantei, canto. Demanda, errância. Não há senão esse procurar. Na vida, na escrita. Quando faço aquilo de que gosto, faço-o intensamente. A pesca, por exemplo. Ou a viagem. Ou a partilha: um bom jantar em família com alguns amigos, uma reunião conspirativa, a camaradagem na nunca perdida ilusão de que a revolução ainda é necessária e possível. Diria que é outra forma de escrita. Intensa, densa, tensa. Como o amor. E talvez a morte. Herdei de minha mãe uma certa energia, o gosto da intervenção. De meu pai, o desprendimento, uma irresistível e por vezes perigosa tendência para o desinteresse. Inclusivamente pelos bens materiais. Não é por acaso que só me prendo realmente ao que poderia chamar as minhas armas: espingardas propriamente ditas, “gostei muito de caçar”, canas de pesca, carretos, canetas, livros ( alguns livros ), discos. Os grandes espaços: o deserto, o Atlântico, o Alentejo. E sítios. Certas cidades. Outrora agora: Coimbra, Paris, Roma, Veneza, Lisboa. Certos lugares: o Largo do Botaréu, em Águeda, o rio, a ria ( de Aveiro ), Barra, Costa Nova. Mais recentemente: Foz do Arelho, Barragem de Santa Clara. Certos recantos: a minha casa de Águeda, o solar, já perdido, da minha avó, em S. Pedro do Sul, as casas da minha tia e meus primos na Anadia, a casa de Sophia, a minha casa em Lisboa. A minha mulher, os meus filhos, a minha irmã, os meus amigos. Uma grande saudade dos que morreram, principalmente de meu pai, a quem, por pudor e reserva (somos parecidos), nunca cheguei a dizer em vida o que gostaria de lhe dizer aqui. BIOGRAFIA DE MANUEL ALEGRE Manuel Alegre de Melo Duarte nasceu a 12 de Maio de 1936 em Águeda. Estudou Direito na Universidade de Coimbra, onde foi um activo dirigente estudantil. Apoiou a candidatura do General Humberto Delgado. Foi fundador do CITAC – Centro de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra, membro do TEUC – Teatro de Estudantes da Universidade de Coimbra, campeão nacional de natação e atleta internacional da Associação Académica de Coimbra. Dirigiu o jornal A Briosa, foi redactor da revista Vértice e colaborador de Via Latina. A sua tomada de posição sobre a ditadura e
Estranho não haver aqui a mais leve referência a dez anos de Argel e à militância no Partido Comunista... bem como éque foipossívelAlegre tornar-se um histórico do P.S. e a sua referência?! Que factos sustentam isso, bem como o assumido estatuto de Pai, Mãe, tutor, polícia de costumes e... proprietário moral do mesmo partido. Onde entram Mário Soares. Zenha, e a longa lista de democratas fundadores do PS., da qual não consta o poeta!!! Não será exagero afirmar-se que, a par de muito pretenciosismo há nisto alguma tentativa de usurpação . Pelo menos parece uma ocupação selvagem do tipo PREC. Acho deplorável esta usurpação violenta de um espaço que cabe à direcção do partido.Como fundar um partido dá muito trabalho e este senhor, com fama de preguiçoso,ocupou o que o acolheu. Mas faz mal porque entre os seus seguidores há gente muito capaz e que se esforçariam se concordassem com a ideia. Mas a custo estariam contra os sugeridos chutos de Carl0s Candal.
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11 julho 2009
A ESCOLHA É SIMPLES: UM DESTES SERÁ O FUTURO PRIMEIRO MINISTRO(A) E NÃO HÁ VOLTA A DAR...
José Sócrates, Manuela Ferreira Leite, Francisco Louçã, Jerónimo de Sousa e Paulo Portas – são estes os líderes dos partidos que podem sonhar com o cargo de Primeiro-Ministro. Comecemos pelos últimos. Alguém acha que Paulo Portas ou Jerónimo de Sousa podem ocupar o lugar em São Bento? Julgo que não haverá um único português que responda "sim". É completamente óbvio que o CDS, com valores na ordem
dos 6%, e o PCP, com resultados que não ultrapassaram os dois dígitos, não podem ambicionar tal lugar.Claro que em democracia as pessoas votam em quem querem – mas é um facto incontroverso que a votação no CDS e a do PCP não contribuem minimamente para resolver qualquer problema nacional. Estes dois partidos não têm condições de participar na escolha do Primeiro-Ministro. Nem sequer de um simples secretário de Estado. São os partidos das ‘cassetes’ e estão sempre a pôr-se em bicos de pés para serem vistos. São os partidos da má-língua e não conseguiram progressos nenhuns. É inteiramente justo que as pessoas digam que é o partido em que sempre votaram e ninguém tem nada com isso. Mas Portugal vive uma crise internacional terrível, e a minha pergunta é: nem mesmo nestas circunstâncias encaram a possibilidade de votar no partido mais bem colocado para chegar à liderança do Governo? Francisco Louçã fez uma subida auspiciosa. Conseguiu chegar aos 10% de votos, tornou-se a terceira força política na Assembleia da República. Mas o BE, liderado por Francisco Louçã, não é um partido de poder. Como o Bloco não está empenhado na resolução de nenhum problema do povo português, pode sempre entreter-se a criticar e a construir uma estratégia sistemática de ‘bota-abaixismo’ de que o povo não retira qualquer proveito.
O Bloco recusa-se até a fazer qualquer coligação com outros partidos para proporcionar as melhorias que tanto apregoa. Ou seja passar das palavras aos actos. É muito cómodo estar na oposição sem pagar o ónus das reformas. O BE assim não cometeu nenhum erro até agora... Vai ajudando a direita a tomar o poder... Restam-nos Sócrates e Manuela Ferreira Leite. Sem mais, apenas por instinto, você votava em Sócrates ou em Manuela Ferreira Leite para conduzir a vida do País na parte final da crise e no pós-crise? Sócrates e Manuela Ferreira Leite são, de facto, as únicas personalidades que podem vir a ocupar o cargo de Primeiro-Ministro depois das eleições de Setembro próximo. Ninguém mais poderá estar nessa disputa. Os outros pertencem à segunda divisão. Neste contexto, você escolhe Manuela ou Sócrates? É este o dilema que os portugueses vão viver até Setembro.
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10 julho 2009
MFL - A MANSA
Rasgar, repudiar e romper
Só foi necessário que os eleitores tivessem penalizado o Governo para que Manuela Ferreira Leite, igualmente em forte penalização (ao nível da que aconteceu com Santana Lopes), começasse a relembrar aos portugueses o seu estilo arrogante e autoritário. Bastou-lhe o cheiro do poder para perder a compostura de humildade ensaiada desde a sua chegada à fraca liderança do PSD para que ódios antigos, contas por ajustar e ressabiamentos diversos começassem a dar sinal de si. É bom que assim seja porque será este caminho que vai avivar a memória para a sua desastrosa passagem pela Educação, com os resultados conhecidos, e para o seu mandato interrompido nas Finanças onde primou pela venda de tudo que havia para vender, incluindo os incobráveis do fisco que ainda hoje estamos a pagar a alto custo, o achincalhamento, a desvalorização e o congelamento do sector público e a execução da famosa política da tanga que levou o seu mentor a abandonar o lugar de eleição em troca de boxers mais confortáveis, enquanto ela varria para baixo do tapete a mentira do deficit resolvido que acabou por ser desmascarada por Bruxelas.Manuela prepara-se agora para rasgar, repudiar e romper mais quatro anos de vida dos portugueses, anunciando a política da terra queimada e o retorno à tanga interrompida, enquanto se desfaz em mel com aqueles a quem acusou de tudo e a quem recusou solidariedade, companheirismo e apoio num momento em que o cherne já se servia nos banquetes da infâmia do Iraque ao compasso dos primeiros acordes de cavaquinho na rambóia dos cartazes impossíveis.O cheiro a bafio começa a evadir-se dos armários trancados há anos. Já se vêem em muitas varandas as colchas traçadas a arejar, enquanto que a corte empoa cabeleiras e prepara o beija-mão para a festa da reentre. Pode ser que se enganem e que em vez do tango da tanga se abra o baile com uma valsa.LNT
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08 julho 2009
AS VERDADES NÃO REVELADAS


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07 julho 2009
PINHO, CHORA E O LOUÇÃ
Declarações de Manuel Pinho são mensagem de esperança e recado - diz António Chora
O coordenador da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa, António Chora, admitiu hoje que as declarações do ministro Manuel Pinho sobre a empresa são, simultaneamente, "uma mensagem de esperança e um recado para os trabalhadores".
"O senhor ministro Manuel Pinho lança sempre uma mensagem de esperança e isso é importante neste momento", disse à agência Lusa António Chora, reconhecendo, no entanto, que as declarações do governante são também o recado para que se consiga uma maior flexibilidade na fábrica de Palmela.
"Pela nossa parte, estamos disponíveis para discutir a nossa última proposta que vai ao encontro das pretensões da casa-mãe da Autoeuropa", acrescentou António Chora, defendendo que a prioridade, neste momento, é conseguir que a administração da empresa volte á mesa das negociações.
António Chora, que integra a comissão política do BE, participou sábado à noite num jantar de despedida do ex-ministro Manuel Pinho, em Lisboa, e afirmou, segundo o "Diário de Notícias", que o ex-governante "fez muito pela indústria do país".
Em declarações à Lusa, Francisco Louçã frisou que as palavras de António Chora não foram ditas "em representação do Bloco de Esquerda" e em nada significam divisões no seio da comissão política bloquista sobre a actuação de Manuel Pinho.
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A DIREITA IMPOLUTA
Oposição acusa PS de "branquear" Banco de Portugal
Tudo o que o PS admite no relatório final do inquérito ao caso BPN é que poderia ter havido do Banco de Portugal "uma acção mais incisiva e mais diligente". A oposição promete votar contra, acusando os socialistas de "branqueamento" da acção da supervisão bancária. Vêm aí, como é hábito nas comissões parlamentares de inquérito, conclusões alternativas para todos os gostos e interesses...
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05 julho 2009
CAVACO ADMIRA MARIA JOÃO PIRES
MARIA JOÃO PIRES RENUNCIA À NACIONALIDADE PORTUGUESA PARA ADOPTAR A BRASILEIRA. ESTÁ ZANGADA CONNOSCO PORQUE, SEGUNDO ELA, TRATAMO-LA MAL AO NÂO ESTARMOS DISPOSTOS A PAGAR AS SUAS DÍVIDAS. RESTA À ARTISTA UMA CONSOLAÇÃO: - O SUPREMO MAGISTRADO DA NAÇÃO, SENHOR CAVACO SILVA, GOSTA MUITO DA SENHORA. POIS NÓS, NEM POR ISSO. MAS OIÇAM (clicar no link)
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04 julho 2009
UM SENHOR QUE NUNCA SERÁ MINISTRO
Como ousa falar um despeitado que se comporta como uma bicha de rabiar...
Em declarações aos jornalistas à margem da apresentação de um estudo da SEDES, em Lisboa, o empresário e histórico(?!) do PS disse ser “um bocado dramático” que a demissão de Manuel Pinho tenha ocorrido “por uma circunstância que, em termos relativos, é grave do ponto de vista da boa educação, mas que não tem gravidade económica”.
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03 julho 2009
EXPRESSAMENTE PSD
É claro que os jornais têm o direito de dar voz aos colunistas que bem entendam. Mas há uma coluna de opinião num jornal de referência que me intriga: a de Manuela Ferreira Leite, no Expresso. Um verdadeiro espaço de propaganda partidária preenchido pela líder do maior partido da oposição. A continuar a publicar, sem mais, aquela coluna de opinião o Expresso terá que assumir, à semelhança da tradição americana, o apoio político expresso ao PSD. Não virá daí mal ao mundo e será uma vitória da transparência democrática. Pois não basta clamar por ela …in Absorto
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02 julho 2009
ENTÃO O LINO FICOU SEM O PINO?!...
Dor de corno?
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QUEM DISSE QUE A JUSTIÇA NÃO É CEGA?
Estava escrito nas estrelas que, mais cedo ou mais tarde, Dias Loureiro iria ser chamado ao Ministério Público para falar do BPN. Mas, numa primeira fase, e após uma conversa com o Presidente da República, Cavaco Silva, Dias Loureiro manteve-se no Conselho de Estado, órgão de aconselhamento presidencial. Aliás, o Presidente chegou a considerar como "suficiente" uma conversa para manter tudo como estava. À medida que que a Comissão Parlamentar de Inquérito foi revelando dados novos, a posição de Dias Loureiro no Conselho de Estado ficou insustentável. O próprio pediu a demissão. Cavaco Silva aceitou-a. A seguir, invocando o direito ao bom- -nome, o ex-conselheiro escreveu uma carta ao procurador-geral da República, Pinto Monteiro, pedindo para ser ouvido. Dois dias depois de a carta ter chegado, o PGR ordenou aos procuradores do DCIAP para ouvirem Dias Loureiro. Ontem, a ordem concretizou-se. DIÁRIO DE NOTÍCIASRELACIONADO
Caso de dias loureiro separado do processo bpn
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01 julho 2009
A ECONOMISTA PERDULÁRIA
Ao contrário do que afirmara Henrique Granadeiro, a líder social-democrata disse que a venda da rede fixa fora "uma decisão política tomada pelo Governo socialista de António Guterres", que chegou mesmo a apresentar na Assembleia um diploma que retirou após a derrota do PS nas autárquicas de 2001 e a consequente demissão do primeiro-ministro. O governo de coligação PSD/CDS-PP, liderado por Durão Barroso e que tomou posse meses depois, retomou o dossier, que seria encerrado no final do ano de 2002.Guilherme d'Oliveira Martins, Ministro das Finanças, Diário Económico, 19 Dez. 2001
Manuela Ferreira Leite, 30 Jun. 2009
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POR FAVOR NÃO NOS LEVEM A CRISE!
"Por favor não nos tirem a crise porque a crise é o cavalo que queremos cavalgar nesta demagogia de ataque ao Governo"
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ISOLAR UM RESPONSÁVEL É A SOLUÇÃO?
COM PERSPICÁCIA E OBJECTIVIDADE, MEDEIROS FERREIRA ALERTA O PS PARA OS EQUÍVOCOS EM QUE LABORA
A culpabilização implícita de Sócrates teve pois um efeito paradoxal: concentrou nele as responsabilidades do resultado mas também a resposta política capaz de alterar os dados da situação até aos actos eleitorais de Outono.
O que se afigura muito difícil para um só homem e assenta na concepção de que o PS não existe como corpo deliberativo e organizado. Fora algumas intervenções na Comissão Política ecoadas na imprensa – entre as quais avulta a de Carlos César – foi como se o partido não existisse neste período post-europeias.
Regime de partidos sim, mas estes só como comités eleitorais? Ora quer-me parecer que tanto, ou mais, do que Sócrates – que tem a sua personalidade individual – o PS também deve indagar rapidamente qual a natureza da sua presença na sociedade portuguesa se não quiser ter um triste destino nos tempos mais próximos. Ainda por cima já se percebeu o nada que a sociedade portuguesa tem a esperar de uma eventual vitória da direita nas próximas legislativas.
O PSD tarda a apresentar um programa com soluções para ultrapassar a crise, limitando-se a ler os indicadores das dificuldades, e a quedar-se aterrado no imobilismo que já fez Portugal perder décadas de desenvolvimento noutras circunstâncias.
Por tudo isto seria bom que entre José Sócrates e o PS tivesse lugar uma conversa franca sobre o melhor modo de não se oferecer à direita o poder em Portugal nas próximas legislativas.
DEBATE SOBRE OBRAS PÚBLICAS
Que tal um debate nacional sobre as obras públicas? Já se percebeu que estas serão uma escolha entre a esquerda e a direita nas eleições. Podem as obras públicas promover o desenvolvimento de um modo que as outras actividades não conseguem agarrar, e conjugar, investimento, benfeitorias e emprego? Deve o Estado lançar um grande empréstimo interno para o efeito e para que obras? Não se pode deixar só aos economistas o nosso destino.(Dizemos nós, NÃÃÃÃÃO!!!!!!!!!!!!!!!!)
Correio da Manhã
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30 junho 2009
28 junho 2009
VER LISBOA AO SOM DO FADO
Alfama debruçada sobre o Tejo
Belém - Jerónimos
Café Brasileira do Chiado
Galeria do Zé
Bar Maria Cachucha
PASSEANDO POR LISBOA
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