15 agosto 2009

FRASQUILHADAS


Frasquilho ao volante


Embora seja dar palha à burra, deixamos aqui estas considerações sobre calinadas do inenarrável Frasquilho a tentar pronunciar-se sobre coisas de que, dizem os entendidos, o rapaz pouco saberá:
Party boy
É verdade que em televisão o tempo de antena é muito limitado, mas deveria haver excepções a esta regra. Miguel Frasquilho é um desses casos.
Ontem, reagindo aos dados sobre o crescimento económico, o dr. Frasquilho - o agora repescado homem do célebre “choque fiscal” de Durão Barroso, que acabou no aumento do IVA logo após as eleições e com a demissão do próprio, que ainda resistiu durante uns tempos como Secretário de Estado de…Ferreira Leite - brindou-nos com uma das suas deliciosas análises: “naturalmente, é sempre melhor ter um crescimento positivo (mesmo que marginal) do que um decréscimo”. Brilhante e certeiro. Especialmente, quando se previa um decréscimo nada marginal, certo? Uma maçada.
Não satisfeito, o economista Frasquilho sublinhou ainda que Portugal “anda à boleia da economia europeia”. Será equívoco dos comuns mortais ou é essa a regra numa economia europeia como a nossa e, aliás, particularmente exposta ao exterior? Aliás, será por efeitos da crise mundial que Portugal mergulhou também numa recessão, como a generalidade das economias europeias? Será isto também uma “boleia”? O dr. Frasquilho não esclareceu.
Por fim, Frasquilho indignou-se, afirmando que o PSD “não celebra como o Engenheiro Sócrates”. Bem, vejamos. Sócrates disse (eu vi, não sei se Frasquilho teve oportunidade de ouvir o que comentou pouco depois) que este dado era um “bom sinal”, mas que “não significava o fim da crise”. Disse que havia ainda muitos desafios para ultrapassar. Disse que este momento “podia ser” (sic) um ponto de viragem.
Celebração? É só impressão ou o dr. Frasquilho (tal como outros, aliás) anda tão desejoso de festas que quando ninguém as faz e não há motivos para tal (e ainda menos para os lados da S. Caetano à Lapa), as inventa ele próprio?


A SENTENÇA DO PROFESSOR:
É por escrever o que às vezes escreve que o deputado Miguel Frasquilho é desconsiderado na Academia. Tenho pena, pois é bom rapazinho from TweetDeck
anleite


A nós também nos mete dó quando ele aparece com aquele ar de desgraçado a tentar botar figura... Mas ele é que dá o pau para as colheres... Atente ao que diz o Prof. e reduza-se!... rapaz.

13 agosto 2009

QUANDO OS "MOURINHOS" DO PSD QUEREM DAR O PASSO MAIOR QUE A PERNA


Quando lhe apontaram a lua, fixou-se no dedo
Por Miguel Abrantes Quinta-feira, 13 Agosto , 2009, 15:36
O artigo do Dr. Alexandre Relvas* no i de ontem é bastante eficaz. Bastaria ler o título para percebermos toda a mensagem: a tónica catastrofista, a crítica pela crítica e, saúde-se, o explícito ataque político. Ou seja, o presidente do instituto que tem produzido uma série de papéis e propostas de governação, não arrisca a defender qualquer medida para o futuro do país. Neste campo, não se cumpre a missão do Instituto Francisco Sá Carneiro que, segundo a sua apresentação, “é um centro de reflexão que visa contribuir para a consolidação de uma alternativa política, propondo novas respostas para os desafios que se colocam à sociedade portuguesa” A lógica é apenas e só a de dizer mal mas, concordando-se ou não com a análise, o problema é que Alexandre Relvas falha na perspectiva. A sua afirmação de que “só se pode concluir que a política económica seguida pelo governo agravou os problemas estruturais do país” é de todo incoerente porque em parte alguma do texto refere os tais problemas estruturais. Não há uma palavra para a educação e qualificação dos portugueses, nada se diz sobre a sustentabilidade da Segurança Social, não há uma reflexão sobre o futuro do Serviço Nacional de Saúde, não se atreve a uma crítica à política energética, não esboça uma preocupação com a baixa competitividade das empresas portuguesas, não gasta um segundo com questões como a pobreza e a desigualdade de oportunidade, esquece a necessidade de um sistema de justiça eficiente, célere e transparente. O que Alexandre Relvas vê não são os problemas estruturais, são “apenas” os efeitos e os sintomas de alguns, poucos, desses problemas. Mas, se quer discutir economia e finanças, façamos um exercício rápido: Quanto ao emprego: é ou não verdade que até ao segundo trimestre de 2008 (antes da crise internacional, portanto), a economia portuguesa tinha criado 133.700 empregos?

Sobre o crescimento económico há que reter que na última década o único ano em que Portugal esteve claramente contraciclo na Europa foi 2003. Exactamente, o reflexo da tanga e, mais uma vez, do discurso catastrofista. Em relação às finanças públicas, é reconhecido por todas as instâncias internacionais que Portugal teve um desempenho a nível de consolidação orçamental que ultrapassou todas as expectativas. Eis gráficos e descontando os efeitos de ciclo é bem evidente a evolução registada em percentagem do PIB:
Significa isto que, mais do que uma ou outra medida a que teve que se recorrer em 2005, a trajectória da despesa pública está alicerçada numa série de reformas estruturais que durante muitos anos foram reclamadas mas que não havia coragem para implementar. Onde está “RE” o PSD sempre leu “receitas extraordinárias” mas o PS quis ler “reformas estruturais”, tais como i) reforma da segurança social. ii) Reforma das finanças locais e das finanças regionais iii) Reforma da Administração Pública (racionalização dos serviços, redução de serviços e lugares de chefia, responsabilização, avaliação) A verdade é que o esforço realizado pelos portugueses entre 2005 e 2008 não foi em vão. Mais cedo do que todos esperaríamos (contrariamente ao que diz AR, o Governo português até foi dos que reconheceu mais cedo os impactos da crise mas esta discussão fica para a próxima), a consolidação das contas públicas demonstrou ter a maior utilidade porque permitiu conceber uma ampla estratégia de combate aos efeitos da crise internacional E aqui entra outra falácia do discurso de Alexandre Relvas e do PSD. Diz que o Governo “centrou a sua política de dinamização da procura e do emprego nas grandes obras públicas” mas, admitindo que está de boa fé, há que dizer que não leu os documentos nem tem noção da política seguida. Em 2008 houve diversas medidas tomadas para proteger as famílias do aumento das taxas de juros e do aumento do preço dos combustíveis e para estimular as empresas (QREN, celeridade dos reembolsos do IVA, campanha inédita de pagamento aos fornecedores etc). Já em 2009, a Iniciativa para o Investimento e Emprego está plasmada em Lei e é bastante clara nas suas opções e prioridades: • Aposta na modernização das escolas, • Promoção das Energias Renováveis, da Eficiência Energética e das Redes de Transporte de Energia • Modernização da Infra-estrutura Tecnológica – Redes de Banda Larga de Nova Geração • Apoio especial à actividade económica, exportações e PME • Apoio ao Emprego e Reforço da Protecção Social Como em lado nenhum, em termos de enunciado ou de previsão financeira, estão as tais “grandes obras públicas, tal só pode ser mesmo um fantasma do PSD. Uma última palavra para a atenção prestada às PME`s. Alexandre Relvas não discute nem contesta que as linhas PME investe já apoiaram mais de 34 mil empresas, com um total que se aproxima dos 3,5 mil M€, mas diz que o Governo também aqui actuou tarde e de forma incompleta. Ora a verdade é que as PME sempre ocuparam um lugar central na política económica do Governo. Foi a pensar nas PME que se apostou na simplificação administrativa e melhoria do ambiente de negócio (“empresa na hora” e “marca na hora”; carácter facultativo das escrituras sobre actos da vida das empresas; fim de todos os livros de escrituração mercantil; simplificação do regime da fusão e da cisão de sociedades; da prestação única de contas; agilização dos licenciamentos). Como foram as PME`s as principais destinatárias das medidas de promoção do empreendedorismo e reforço competências de gestão (Programa Finicia, Inovjovem, SIFIDE, Marca Portugal etc). Por algum motivo Portugal está referenciado como tendo uma das melhores práticas internacionais no âmbito da OCDE em termos de garantia mútua. A importância que o Governo tem desde sempre atribuído às PME está bem patente nas palavras do vice-presidente da Comissão responsável pela pasta das Empresas e Indústria, Günter Verheugen, quando há em Setembro declarou que «Portugal tem cumprido à risca os objectivos europeus da política de apoio às PME e isso é particularmente digno de aplauso». Esta é a análise de quem fala com os empresários e tem em conta não o dedo que aponta para o umbigo mas sim a política que tem confiança nos portugueses. in SIMPLEX
*Essas criações do PSD para
preencher lacunas
(resp.de dar-a-tramela)

COISAS DE GENTE ESQUISITA

ESQUISITOS

Anunciada há muito a Apresentação da Candidatura do Bloco de Esquerda para o dia 8 de Agosto no Salão da Casa do Povo, pelas 17:30h, esta gorou-se, pelo facto de ter ocorrido um golpe na mesma. Sem o conhecimento dos principais obreiros da Candidatura, Manuel Moreira Pereira (Independente), Duarte Ribeiro, João Paulo Monteiro e Custódio Braga (distrital), congeminaram um complot no sentido de propor alterações ao ordenamento da Lista à Câmara, depois de aceite por MMP e pela Concelhia, para além de estarem a elaborar uma Lista à Assembleia de Freguesia de S. Paio sem o conhecimento da Concelhia.
Foi posto assim em causa um trabalho árduo de meses de camaradas do Bloco e de Independentes, entretanto foi aprovada uma eleição dos aderentes do BE no sentido da ratificação dos respectivos candidatos à Lista da Câmara, onde constava em nº 2 Sandra e Silva, que, consoante os resultados dessa votação seria ou não substituída por João Paulo Monteiro.
Em seguida Sandra Silva prescinde do Lugar na Lista a favor de João Paulo, e renuncia à Candidatura
;


em solidariedade com esta posição os abaixo-assinados resignam à Candidatura Autárquica do Bloco de Esquerda em Vizela:
- Sandra Manuela Silva – nº Eleitor – 2130
- Olga Maria Vieira Faria – 1497
- Maria Emília Fernandes – 337
- Paulo Fernando Silva – 2261
- Neusa Maria Ferreira – 3409
- Pedro Luís Abreu – 2297-
José Manuel Francisco – 7587
- Custódia Ferreira Rodrigues -1531
–Mónica Maria Oliveira Costa– 7581
- Ricardo Emanuel Baptista – 2233
- Ana de Oliveira Vieira – 347
- José Manuel Vieira Faria – 832
- Francisco Cunha Castro – 3704
- José Valentim Couto da Silva – 6438
- Rosa Freitas de Castro – 758
- Carlos Manuel Ferreira – 662
- Cristiano Norberto Moreira – 1995
- Paula Manuel Freitas – 3842
- Fábio Miguel Garcia – 8101
- Marco Paulo Castro – 1973
- Pedro Imanuel Oliveira – 2058
- Joaquim Fernando Matos – 4208
- António Miranda Azevedo Costa – 127
- Roberto Cibriano Azevedo – 2200
- Ana Cláudia da Costa Teles – 8150
- José Emanuel do Vale – 7511
- Andreia Ferreira Pereira – 2168
- António Filipe Ribeiro – 5565
- Vânia Filipa Fernandes – 5266
- Bruno Emanuel de Sousa – 8057
- António Ferreira do Vale – 2734
- Carina Filipa da Costa – 6241
- José Fernando Ferreira da Cunha – 7827
- Arminda Alexandra Ribeiro – 639
- Ricardo Luís da Costa – 4185
-Manuel Fernando Ribeiro – 4258
- Maria José da Cunha Ribeiro – 2735
- Hugo Miguel Monteiro – 3493
- Armando Manuel Pereira da Costa – 4181
- Célia Cristina Ferreira – 4774
- António José da Silva
– 3189- Maria José Ferreira – 1420
- Maria Rosa Martins – 2537
- António José Baptista – 435
- Eva Conceição Silva – 3890
- Maria de Lurdes Costa – 4208
- Pedro Miguel Vieira – 4747
– 3889- Ana Catarina Lopes – 2291
- Victor Oliveira Silva – 1625
José Manuel Faria, porta-voz do BE
nota: Os números à frente dos Candidatos, são números de eleitor.


T ANTA GENTE A RESIGNAR POR SE TER RESIGNADO A UM PREGADOR QUARESMAL!... E TANTA GENTE POR TERRAS ONDE SE COSTUMA DIZER QUE POR LÁ NÃO HÁ ESQUISITOS NEM APENDICITES... E DEPOIS... CAIEM DA BURRA A BAIXO.

12 agosto 2009

RESTAURAR A ESCADOTE


Os conjurados antes da acção


http://videos.sapo.pt/y5Rl2HiBKL4ZpgTrWzZW ««(clique no link para ver a acção)

Aprecio uma boa acção política. O cidadão que pela madrugada atravessou a Praça do Município de escada ao ombro, subiu à varanda e hasteou a bandeira da Monarquia tem a minha simpatia. Acção justa: defende uma causa. Acção oportuna: aproveita-se da proximidade do centenário da República. Acção no lugar certo: naquela varanda foi mudado o regime, em 1910. Acção estética: é bonita aquela bandeira. Acção bem propagandeada: filmou-se a coisa. E, sobretudo, acção como devem ser as políticas: comprometendo só quem a faz (não mandando outros à frente), e com um gesto sem consequências definitivas (não se arriscou sangue, só umas bordoadas na esquadra vizinha). É pena que com tanto acerto se descurasse um ponto: a causa em si. A causa é digna, já o disse, mas não me anima restaurar a Monarquia. Eu, quando quero jogar, vou ao casino. Apostar que o filho do rei, por ser filho do rei, é quem melhor nos governa pode dar jackpot (D. João II) ou a forte probabilidade de um cretino (a lista não cabe aqui). Mas, repito, gostei da acção. Como gosto de cada vez que a Liga para a Libertação dos Anões de Jardim rouba um.



Só que, quando o menino de Deus diz que está disponível para devolver a bandeira da Câmara se esta o contactar, deveria ser metido logo na piolha como se fazia aos plebeus mal comportados ou que se esqueciam de cortejar um senhor barão qualquer (foje cão!...)



E O REI FICOU FELIZ

«"Restaurar a legitimidade monárquica" é o objectivo assumido pelo blogue 31 da Armada, que hasteou na madrugada de ontem uma bandeira azul e branca na varanda dos Paços do Concelho de Lisboa, precisamente no mesmo local onde, há quase 99 anos, foi proclamada a instauração da República. Subindo - por uma escada de três metros - à varanda, os bloggers hastearam a bandeira monárquica e levaram consigo a bandeira do município, facto que levou a Câmara de Lisboa a referir, em comunicado, ter avançado já com "a apresentação da respectiva queixa" às entidades competentes» [Diário de Notícias]
Parecer:
Sentiu-se rei durante um par de horas. Só a ideia é assusta!!!

09 agosto 2009

O BLOCO DE ESQUERDA SUSPENDEU A ESPECIALIDADE DE MEXERIQUEIRO

Francisco Louçã disse que Joana Amaral Dias foi excluída das listas do Bloco porque “pela primeira vez,(?!) temos a obrigação de ter especialistas em cada área e foi essa condição que determinou as escolhas”. Assim, não tendo sido a “notoriedade a determinar a inclusão nas listas” e não havendo nenhum lugar onde encaixar a sua especialidade (Mexeriqueira esclarecemos nós), as coisas complicaram-se irremediavelmente.De facto, a cada um a sua especialidade. E a do Monge Louçã está bem à vista qual é. Porém a bela Joana, que se prestou a colaborar com o Mefistófeles para levar a cabo aquela manhosa manobra de diversão junto do ingénuo Campos, permitindo a Louçã causticar o P.S. no seu jeito de linguareiro encartado, ficou agora sozinha no mato sem cachorro, marginalizada pelo monge do BE e sem credibilidade para refazer a vida política na sua área ideológica(que não será a nebulosa do trotsekismo-marxismo-leninismo,etc e tal, que enforma esse saco de lacraus onde ela se meteu. Porventura condenada, por alguma irresistível atracção (intelectual a não passar de moça-de-recados do monge.Mas sempre terá disponível o ombro compreensivo de Medeiros Ferreira para se reconfortar nas horas amargas. Para já deixou de encaixar nos esquisitos que, estratégicamente, suspenderam a especialidade do mexerico. Politicamente que valia tem hoje a bela Joana? A imagem de pessoa séria e de confiança esfumou-se... Lamento, até porque sou dos que acham que mulheres bonitas não são necessáriamente burras.

DANÇA COMIGO


Minha mulher


08 agosto 2009

EXIGE-SE DECÊNCIA!!!... E O PSD, POR EX. - PERDEU-A


O acto de optar por uma candidatura e não por outra (s) no “escuro” e secreto aconchego da cabine de voto, é o momento maior da Democracia. A possibilidade de eleger ou ser eleito, torna-se o paradigma da igualdade entre novos e velhos, ricos e pobres, operários e doutores, inteligentes e idiotas. Este pico democrático identitário não pode ser quebrado por quem passou nos Tribunais, foi julgado e condenado. A Democracia deve ser um processo continuo de selecção/escrutínio popular transparente e longe de imprescindíveis ou “Eleitos” que, mesmo criminosos podem entrar na luta eleitoral, e vencendo-a afirmam veementemente: “O povo julgou-me nas urnas e venci, aqui está a prova da minha inocência”.
deJosé Manuel Faria Professor(facebook)

06 agosto 2009

CHOVE MAS ISSO QUE IMPORTA


CHOVE! MAS ISSO QUE IMPORTA, SE EU ESTOU AQUI


ABRIGADO NESTA PORTA A OUVIR DA CHUVA


QUE CAI DO CÉU UMA MELODIA DE SILÊNCIO


QUE NINGUÉM MAIS OUVE SE NÃO EU


CHOVE MAS É DO DESTINO DE QUEM AMA


OUVIR UM VIOLINO ATÉ NA LAMA

Sounde Bay Clapping


Uma espectacular interpretação de uma trovoada

clique aqui para ouvir

05 agosto 2009

DIÁLOGOS ABSURDOS








Diálogos absurdos.
-
Esta lá? Boa tarde. É a Joana Amaral Dias?
- Sim. Quem me deseja falar?
- É o Paulo Campos. Não sei se se recorda de mim.
- Quem?
- O Paulo Campos. Cruzámo-nos uma vez na sede de candidatura do Dr. Mário Soares.
- Dr. Mário Soares?
- Não. É Paulo Campos.
- Eu já percebi que é um Paulo qualquer-coisa ou julga que eu sou surda? É só para saber em que candidatura é que nos cruzámos? Você é do PS ou do Bloco?
- Sou do PS. Sou secretário de Estado do Engenheiro Sócrates.
- Engenheiro Sócrates?
- Não. É Paulo Campos.
- Eu já percebi que é um Paulo qualquer-coisa ou julga que eu sou surda? É só para saber da parte de quem me está a telefonar.
- Não é da parte do Engenheiro Sócrates.
- Não é? Então, você é do Bloco? É por causa das listas?
- Não é da parte do Bloco, mas é por causa das listas.
- Senhor Paulo: estou a ficar muito confusa, mas diga lá porque me telefonou.
- É por causa da lista de deputados. A Joana aceita um lugar na lista?
- No Bloco?
- Não. No PS.
- No PS?
- Sim. No PS.
- Mas eu gostava era de ir na lista do Bloco.
- Essa, nós não fazemos.
- Não? Então, deixe-me pensar. Ligue-me amanhã.
Por Tomás Vasques


Curiosa a opinião de Medeiros Ferreira, protector da fútil dama :


O Não de Joana Amaral Dias ao convite que lhe foi endereçado para um lugar elegível na lista do PS pelo círculo eleitoral de Coimbra incomodou muita gente instalada dentro e fora do PS. Só assim se percebe grande parte das reacções à sua atitude. Afinal quase ninguém quer personalidades políticas diferentes.

Noutro registo e sobre o tema, MF descreveu a dama como uma rara e forte personalidade política... Depreende-se que o "Bicho Carpinteiro" não acolhe na sua redacção uma indefectível seguidora das teorias trotsequistas, marxistas, leninistas que enformam o Bloco de Esquerda e que, em sua opinião, a piquena não se deixará despersonalizar em favor de um regime expectável para as gentes do BE e outras forças da sua periferia (PCP) que andará próximo do modelo que vinga na Coreia do Norte. Ficamos pois a fazer votos para que Medeiros Ferreira não se deixe atrair pelo magnetismo da personalidade da pupila e que não venha ainda, qualquer dia, a ser convidado para Ministro do Louçã... dada a sua espcialização em assuntos exteriores... Claro que isto também é um absurdo...

O PADRÃO DEMOCRÁTICO NORTE-COREANO

Até às estátuas são obrigados a curvar-se

COM MAIORES OU MENORES APROXIMAÇÕES, EIS AMOSTRAS DO TIPO DE SOCIEDADE QUE NOS OFERECEM OS PARENTES PRÓXIMOS - PCP E B.ESQUERDA



Março, na fronteira da China com a Coreia do Norte A «democracia» norte-coreana, no dizer dos comunistas portugueses, prendeu as senhoras e condenou-as a 12 anos de trabalhos forçados «por entrada ilegal no país». Qualquer pessoa de bom senso sabe que a sanguinária ditadura de Kim Jong Il e do Partido dos Trabalhadores da Coreia prendeu as jornalistas e «condenou-as severamente» apenas para servir de moeda de troca. Bill Clinton viajou até Pyongyang. Sujeitou-se a conversar o ditador em nome da liberdade de duas pessoas. Kim Jong Il, em pessoa, «perdoou e libertou» as condenadas. Ali não há tribunais, não há separação de poderes, não há justiça. A justiça neste país é uma fantochada à disposição do ditador. Quando é que o PCP, que tanta «justiça» reclama por cá, entenderá estas coisas elementares ao alcance do senso comum?
Por Tomás Vasques
Segunda-feira, 3 de Agosto de 2009
Citações.
Desde Aristóteles que a política é entendida como uma forma de acção, mas Ferreira Leite decidiu inovar e propõe uma alternativa: a resignação

A PRÁTICA DA DEMOCRACIA NO SEIO DO PSD

" O ROQUE E A AMIGA" depois da tramóia

O PSD estava em guerra e, à entrada do conselho nacional, que reuniu ontem em Lisboa, esperava-se uma autêntica batalha campal entre a direcção nacional, liderada por Manuela Ferreira Leite e os líderes de federações distritais alinhadas com as tendências barrosistas e "passocoelhistas" do partido. A guerra antecedeu a reunião magna em que o PSD decidiu os nomes dos candidatos a deputados à Assembleia da República.


PEDRO PASSOS COELHO, que foi adversário de MFL na disputa da liderança do partido, acusa agora o líder de sectarismo” na elaboração das listas de candidatos para as eleições legislativas, alegando que a Manuela Ferreira Leite, escolheu apenas “apoiantes e seguidores”. E, claro, excluindo todos os que não pertencem à corte da monarca. E assim vai a prática democrática no partido de Sá Carneiro
À saída do Conselho Nacional do PSD, que terminou cerca das 02h00, o ex-candidato à liderança do partido não escondeu a sua discordância com os critérios seguidos pela comissão política na escolha dos nomes que integram as listas.
“Apresentaram uma forma um bocadinho sectária de fazer as listas”, acusou Pedro Passos Coelho, acrescentando que sempre entendeu “que ser presidente do partido não é ser dono do partido” e que sente pena de lhe “ter sido vedada a possibilidade de ajudar o PSD a ir mais longe nestas eleições.”
O PSD aprovou com 59 votos a favor e 37 contra, as listas de candidatos às eleições legislativas propostas por Manuela Ferreira Leite. Além de Pedro Passos Coelho, também o responsável distrital de Lisboa do PSD, Carlos Carreiras, criticou a forma como as listas foram elaboradas, nomeadamente a inclusão de António Preto(o homem da mala.. e Helena Lopes da Costa,ambos a braços com processos judiciais.


Curiosamente não se ouve um ai acerca do estratega P.Pereira que não será nada alheio a estes acontecimentos e ao que mais adiante se verá

GAIVOTA-SÓNIA TAVARES-GAIVOTA-AMÁLIA-DULCE


GAIVOTA

Por Sónia Tavares

Por Amália Rodrigues
Maldição Por Dulce Pontes

04 agosto 2009

O ACONTECIMENTO - PACHECO VAI A VOTOS


Hoje fica tudo decidido no PSD. Quando começar a reunião do conselho nacional do partido, ao fim da tarde, a presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, pretende apresentar um nome de peso(quem terá dito ao i que se trata de um nome de peso? não será antes um nome pesado?) para as listas de candidatos a deputados à Assembleia da República: Pacheco Pereira. O convite da direcção nacional já chegou ao destinatário.(O que o i sabe!!!Falta saber se José gobeles da Marmeleira, teorizador emérito da informação e contra-informação do PSD e, em complemento daquelas funções e por arrastamento, também comentador televisivo, aceita liderar a lista do PSD por Aveiro.(E o que o i também ignora?- ou faz que não sabe...Na lógica da renovação (o i também nos dirá qual será a renovação) que Manuela Ferreira Leite pretende impôr nas listas, há nomes que correm o risco da exclusão. O nome de Pedro Passos Coelho está no topo. Fontes da direcção nacional do PSD garantiram ao i que a decisão será tomada hoje, mas a maioria prefere não incluir Passos Coelho no lote apesar da forte insistência de Vila Real.A constituição das listas está concentrada em Manuela Ferreira Leite, José Pedro Aguiar--Branco e Luis Marques Guedes. Mas as federações distritais terão ainda uma palavra a dizer sobre o assunto. Nem todas as federações cumpriram a orientação de Manuela Ferreira Leite, que pediu às estruturas locais para proporem uma lista de nomes segundo dois critérios: primeiro renovação, depois competência - e por ordem alfabética.
O Jornal I- que parece, cada vez mais, mensageiro das novas e... velhas do PSD, anunciou a escolha de Pacheco Pereira para candidato à A.R. por Aveiro. Está certo... MFL reservou um lugar importante para o seu ideólogo e mestre de retórica, oriundo das escolas de Mao Tsé Tung, Gobelles e Jota Estaline e que lhe tem servido de respaldo para compensar a sua indigente capacidade política .Só que, quanto a Passos Coelho, pretendente a líder do Partido, nem pela sua terra Natal (Vila Real) Pacheco, por interposta MFL, o deixará concorrer... segundo o bem informado i sobre as coisas do PSD. Que se cuide o i que de tão maneirinho uma ocupação nem se dá por ela. De resto, nos dias que correm, ninguem ocupa nada porque anda tudo escancarado e de perna aberta. Não é por acaso que o i já trata carinhosamente P.Pereira por O Historiador. Já se aperceberam quem manda de facto.
Aguardemos




03 agosto 2009

O PORTA - VOZ



Miguel Frasquinho,especialista do PSD para a área da economia,(N.S.nos acuda!), da sua prestigiada e elevada cadeira de porta voz do partido pretende contrariar as conclusões do ensaio do distintíssimo professor de economia, Ricardo Reis, ontem publicado pelo i, segundo o qual os governos do PSD contribuíram mais do que os do PS para o crescimento do "monstro" - despesa do Estado. Frasquilho argumenta que "o melhor momento para a despesa do Estado foi o período entre 2002 e 2004, o que é precisamente o contrário do que Ricardo Reis sustenta", disse o deputado ao i. O economista do PSD sustenta que nunca existiu consolidação orçamental no país ao longo dos últimos 23 anos. Eis a explicação em discurso directo:O Monstro (como lhe chamou Cavaco Silva,(e este, segundo Cadilhe,(lembramos nós) o lídimo progenitor do dito cujo, em 2000, reside na máquina do Estado, ou seja, nas despesas de funcionamento. Estas são obtidas através da soma das despesas com os trabalhadores e os consumos intermédios, ou seja, são as despesas do dia-a-dia. Retiro às despesas correntes os juros da dívida pública, os subsídios e apoios às empresas, as prestações sociais, ficando apenas com as despesas da máquina do Estado. Ora, estas despesas pesavam no PIB, em 1986, 17,9%, e chegamos a 2009 com 18%. Em 23 anos este peso manteve-se. Mas, como as prestações sociais aumentaram muitíssimo - devido ao envelhecimento da população e aos benefícios sociais que foram atribuídos ao longo deste período - não houve aumento da receita para diminuir o défice e equilibrar as contas públicas. A ginástica e os marabalismos do porta-voz para fazer uma limpeza ao período em que Manuela Ferreira Leite foi Ministra das Finanças de Durão Barroso, lapso de tempo caracterizado pelo Catedrático Ricardo Reis como o de maiores níveis de drepesismo orçamental


Em suma: Esta pouco qualificada gente, tentando neutralizar os efeitos da verdade dos factos, desunha-se para contrariar a análise de um especialista de renome internacional, que até se dá o caso de ter nascido em Portugal, com aquela ligeireza própria dos atrevidos. Tudo porque quem sabe da poda veio demonstrar que a barraquita de competência que os seus jornalecos vão montando não resiste à mais pequena brisa e, vejam bem que até se ficou a saber que o próprio António Guterres, a quem o PSD, com os seus pasquins e Frasquilhos, quizeram imputar o título do governante mais gastador,quando afinal até foi mais poupado que o mito Cavaco - o lídimo progenitor do monstro! Mito sim!e em coisas várias. A história far-se-á! Agora não há volta a dar:O TÍTULO DE CAMPEÃ DO DESPESISMO É, COM TODO O MERECIMENTO, DA D. MANUELA FERREIRA LEITE. E LIGEIREZA COM QUE ACUSA OS OUTROS!?

02 agosto 2009


A Manuela Ferreira Leite que agora promete caridade colectiva é a mesma que se opôs a um aumento do salário mínimo acordado em sede de concertação social e que há dois dias defendeu que não se deveria atacar a fortuna dos ricos e até sugeriu que não se incomodasse fiscalmente os compradores de iates de luxo.
Não sou dos que estão convencidos de que a direita defende o ricos e a esquerda os pobres, há à direita personalidades cuja motivação política reside também no combate à pobreza. Só que esta não é nem nunca foi uma preocupação de Manuela Ferreira Leite. Já teve ocasião para o demonstrar quando foi ministra das Finanças e enquanto tem sido líder do PSD.
Esta falsa preocupação não passa de um gesto nítido de quem quer o voto dos pobres para governar para os ricos. Só pode ser uma piada. Como a própria fase sugere
.in O JUMENTO

SUBLIMAÇÃO

Hoje é o Dia Internacional da sublimação do amor para comemorar esta data
invoquemos a bela Dita Von Teese
com Diana Krall a tornar a escolha mais difícil
em:

http://www.youtube.com/watch?v=Nf5b-CywoBE clique no link para ouvir

QUE É FEITO DO PSD?

Não havendo programa, temos o resultado da consulta telefónica
Ter a ambição de governar implica ter um programa completo e transparente e sujeitá-lo, atempadamente, à apreciação dos cidadãos. Além de uma obrigação democrática, é uma pré-condição para, como agora alguns se lembraram de inventar, ”fazer política com as pessoas”. De outro modo, far-se-ão muitas coisas com as pessoas, mas dificilmente “política”.
O PS divulgou ontem o programa com que se apresentará às legislativas: no tempo certo, a dois meses das eleições, com opções claras e propostas escrutináveis. Outros apresentarão as suas ideias quando julgarem conveniente ou quando estiverem preparados para isso. E nessa altura poderemos comparar.Enquanto isso não é possível (durante quanto mais tempo?), pode ler o programa do PS na íntegra aqui
É inaceitável que um partido como o PSD que produz há longo tempo uma vergonhosa campanha de maldicência, de linguagem imprópria e carroceira, deitando mão dos seus esbirros mais ou menos proeminentes, com o desbocado madeirense à cabeça, para assim tentar disfarçar a total ausênsia de ideias e de projecto para a governação do País em tempo de crise, aguardando manhosamente que o poder lhes possa cair no regaço por efeito da única coisa em que o actual PSD se especializou e sabe fazer com requintes: o bota-a-baixo, a desqualificação dos adversários, e o populismo que é o maior inimigo da democracia. É-o hoje, da mesma forma que o foi no passado. A História, infelizmente, desde a “lenda da punhalada” está cheia de exemplos de democracias que pereceram ao som de palavras melífluas.
A comiseração de Manuela Ferreira Leite pelos impostos dos ricos, acompanhada pela indignação de Paulo Portas pelas sondagens que não o favorecem, cavalgando as manifestações de Mário Nogueira do PCP e acarinhando as diatribes de João Jardim contra os cubanos são, neste contexto, assuntos sem qualquer relevância, mas que o PSD secunda, acarinha e quase se esgota neles, esforçando-se apenas, de forma notória, em obter compadrios nos orgãos de comunicação social mais permissivos, procurando ganhar em propaganda o que lhe falta em substância.


Quem tem memória jamais viu um PSD tão indigente politicamente e sem capacidade de reacção no seu interior. O PSD está adoentado (como alguem dizia: está a ficar senil)



SÓCRATES? - SEM DÚVIDAS


SÓCRATES-O MELHOR PRIMEIRO MINISTRO PÓS 25 DE ABRIL


Ricardo Reis, professor na Universidade de Columbia, em Nova Iorque, doutorado em Economia pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, realizou um estudo sobre o consumo público em Portugal desde 1985, que apresenta resultados surpreendentes face ao ambiente de intoxicação que se vive na sociedade portuguesa por acção dos partidos da Oposição.Por exemplo, o referido estudo demonstra, sem ambiguidades, que quando o PSD está no poder as despesas do Estado crescem mais do que quando o PS está no Governo. O jornal ‘i’, que publicou esse trabalho, diz que "o maior aumento de despesa veio durante os governos de Durão Barroso e Santana Lopes. Segue-se o governo de Cavaco Silva. Curiosamente, o governo de José Sócrates e Teixeira dos Santos foi, desde 1985, o único que reduziu a despesa pública. Ferreira Leite, ministra de Estado e das Finanças de Durão Barroso, está no ‘top’ dos governos mais despesistas.Outro dado curioso é a constatação de que os governos de maioria absoluta gastam menos do que os governos minoritários. Eis como um investigador destacado e de méritos reconhecidos a nível mundial pôs tudo claro a respeito dos procedimentos governamentais em Portugal. Outro dado curioso, e que refiro também a título de exemplo, é a circunstância de outro Ricardo, Ricardo Salgado, um banqueiro de créditos firmados, ter vindo a público chamar à atenção para a importância do TGV e do novo aeroporto para a economia nacional, defendendo, como Sócrates, uma política de modernização do País.São dois exemplos paradigmáticos das políticas correctas adoptadas pelo Governo, ao reformar estruturas anquilosadas, ao revolucionar o Ensino, ao avançar com o desenvolvimento da Ciência e das Novas Tecnologias e, simultaneamente, ao promover o crescimento dos benefícios sociais. Em Setembro, os portugueses vão a votos para escolher o próximo Governo. Era bom que esse acto fosse o resultado de uma reflexão por cima da algazarra dos partidos da má-língua e da desinformação. António Capucho, numa entrevista nesta semana, perguntava "Entre Sócrates e Ferreira Leite, a quem entregaríamos as nossas poupanças?".A resposta é simples, meu caro António Capucho: obviamente, a Sócrates. Manuela Ferreira Leite parece não ter projecto nem saber que soluções adoptar para o nosso país. Claro, para a Câmara de Cascais também não teria dúvidas. Escolhê-lo-ia a si, António Capucho, para continuar na presidência da Câmara, onde tem feito grande obra e reposto o prestígio perdido dessa bela localidade.

01 agosto 2009

PROGRAMA? O TIO ANÍBAL FOI À MADEIRA TRATAR DISSO

PROGRAMA? AINDA SÓ
TEMOS A LISTA TELEFÓNICA
E AS PÁGINAS AMARELAS
Entretanto...






Sim! está quase pronto. O Tio Aníbal foi à Madeira
conferenciar com o
Alberto João para se apurarem as dotações sobrantes
para o continente e Açores
A
MADEIRA
passou a ser o local
do reino do cavaquinho escolhido para as
recepções a altas
individualidades estrangeiras
Necessita por isso de reforço de verbas
Poderá ter sido também condição imposta por Jardim para
deixar de tratar o P.R.
por Sr.Silva





P.S. - PROGRAMA DE GOVERNO


Com eleições à vista eu prefiro que os partidos apresentem, o mais cedo possível, os seus programas de governo. Faz parte integrante da lógica da própria democracia representativa. Eu sei que muita gente acha que os programas não interessam nada. Mas na verdade interessam muito. É o programa que permite ao cidadão eleitor comprometer o seu voto com conhecimento das propostas dos partidos que se apresentam ao sufrágio popular. Eu sei que os líderes dos partidos interessam muito. Mas são os programas de governo que permitem distinguir a democracia da tirania. Na democracia existem diversos programas em confronto, expressando diversas visões da sociedade e do mundo, e diferentes medidas de política que cada partido, caso ascenda ao governo, pretende pôr em prática. Na tirania existe um só programa, uma única visão da sociedade e do mundo e medidas políticas que são impostas pela força e se não discutem. Estamos muito longe da tirania. É verdade. Mas considerando o tempo que falta para os portugueses irem às urnas – 2 meses menos 4 dias (com Agosto pelo meio) – desenha-se um cenário no mínimo pitoresco: o partido socialista corre o risco de ser acusado, subliminarmente, de tendências ditatoriais por ter apresentado a sua proposta de programa de governo. O PSD tenta fazer passar uma imagem de tirania ao contrário colocando o PS no lugar do partido único que apresenta um programa de governo contra todos os outros partidos … que se silenciam a si próprios. Mesmo se quisermos ser benevolentes com esta táctica do PSD – que é a única alternativa de governo ao PS – trata-se, no mínimo, de jogo sujo. O PSD lança pedras escondendo a mão. Mas fez bem o PS em colocar as cartas na mesa. Mostrou, além do mais, que é um partido responsável. Que não tem medo do debate livre e democrático. Quanto às propostas contidas no programa de governo do PS logo abordarei aquelas que mais me interessam. In ABSORTO
.
Aqui têm uma primeira confirmação da táctica do PSD.(Com o troglodita da Madeira a bolsar)