19 setembro 2009

JOSÉ NIZA - A MINHA LEITURA


Fui director de programas da RTP e depois seu administrador. E garanto-vos que, se alguma vez algum apresentador ou jornalista desse uma entrevista a chamar-me "estúpido", a primeira coisa a acontecer seria o cancelamento imediato do seu programa, independentemente de haver ou não eleições em curso.Por isso me parece incompreensível que, embora rios de tinta já se tenham escrito sobre o cancelamento do jornal nacional que Manuela Moura Guedes apresentava na TVI, todos os analistas e comentadores tenham ignorado a explosiva e provocatória entrevista que MMG deu ao Diário de Notícias dias antes de a administração da TVI lhe ter acabado com o programa.Em meu entender essa entrevista, realizada com antecedência para ser publicada no dia do regresso de MMG com o seu jornal nacional, foi a gota de água que precipitou a decisão da TVI. É que, o seu conteúdo, de tão explosivo e provocatório que era, começou a ser divulgado dias antes. E se chegou ao meu conhecimento, mais cedo terá chegado à administração da TVI.Nessa entrevista MMG chama "estúpidos" aos seus superiores. Aliás, as palavras "estúpidos" e "estupidez" aparecem várias vezes sempre que MMG se refere à administração.É um documento que merece ser analisado, não somente do ângulo jornalístico, mas sobretudo do ponto de vista comportamental. É uma entrevista de uma pessoa claramente perturbada, convicta de que é a maior ("Eu sou a Manuela Moura Guedes"!) e que se sente perseguida por toda a gente. (Em psiquiatria esse tipo de fenómenos são conhecidos por "ideias delirantes", de grandeza ou de perseguição).MMG diz-se perseguida pela administração da TVI; afirma que os accionistas da PRISA são "ignorantes"; considera-se "um alvo a abater"; acusa José Alberto de Carvalho, José Rodrigues dos Santos e Judite de Sousa de fazerem "fretes ao governo" e de serem "cobardes"; acusa o Sindicato dos Jornalistas de pessoas que "nunca fizeram a ponta de um corno na vida"; diz que o programa da RTP 2, Clube de Jornalistas, é uma "porcaria"; provoca a ERC (Entidade Reguladora da Comunicação Social); arrasa Miguel Sousa Tavares e Pacheco Pereira, etc.E quando o entrevistador lhe pergunta se um pivô de telejornal não deve ser "imparcial", "equidistante", "ponderado", ela responde: "Então metam lá uma boneca insuflável"!Como é que a uma pessoa que assim "pensa" e assim se comporta, pode ser dado tempo de antena em qualquer televisão minimamente responsável?Ao contrário do que alguns pretendem fazer crer - e como sublinhou Mário Soares - esta questão não tem nada a ver com liberdade de imprensa ou com a falta dela. Trata-se, simplesmente, de um acto e de uma imperativa decisão administrativa, e de bom senso democrático.Como é que alguém, ou algum programa, a coberto da liberdade de imprensa, pode impunemente acusar, sem provas, pessoas inocentes? É que a liberdade de imprensa não é um valor absoluto, tem os seus limites, implica também responsabilidades. E quando se pisa esse risco, está tudo caldeirado. Há, no entanto, uma coisa que falta: uma explicação totalmente clara e convincente por parte da administração da TVI, que ainda não foi dada.Vale também a pena considerar os posicionamentos político-partidários de MMG e do seu marido.J. E. Moniz tem, desde Mário Soares, um ódio visceral ao PS**. Sei do que falo. MMG foi deputada do CDS na AR.Até aqui, nada de especialmente especial.O que já não está bem - e é criminoso - é que ambos se sirvam de um telejornal para impunemente acusarem pessoas inocentes, sem quaisquer provas, instilando insinuações e induzindo suspeições.Ainda mais reles é o miserável aproveitamento partidário que, a começar no PSD e em M. F. Leite, e a acabar em Louçã e no BE, está a ser feito. Estes líderes políticos, tal como Paulo Portas e Jerónimo de Sousa, sabem muito bem, que nem Sócrates nem o governo tiveram qualquer influência no caso TVI. Eles sabem isto. Mas Salazar dizia: "O que parece, é"!E eles aprenderam.- 1984. Eu era, então, administrador da RTP. Um dia a minha secretária disse-me que uma das apresentadoras tinha urgência em falar comigo: - "Venho pedir-lhe se me deixa ir para a informação, quero ser jornalista"! Perguntei-lhe se tinha algum curso de jornalismo. Não tinha. Perguntei-lhe se, ao menos, tinha alguma experiência jornalística, num jornal, numa rádio... Não tinha. "O que eu quero é ser jornalista"! Percebi que estava perante uma pessoa tão determinada quanto ignorante. E disse-lhe*: "Vá falar com o director de informação; se ele a aceitar, eu passo-lhe a guia de marcha e deixo-a ir". A magricelas conseguiu. Dias depois, na primeira entrevista que fez - no caso, ao presidente do Sporting, João Rocha - a peixeirada foi tão grande que ficou de castigo e sem microfone uma data de tempo*.
P.S.A jovem apresentadora chamava-se Manuela Moura Guedes.E se eu soubesse o que sei hoje...Ribatejo - Portugal.
JOSÉ NIZA - A minha leitura
**Segundo consta a passagem de Moniz pelo PS não terá ultrapassado o papel de carregador de malas do Jaime Gama e a ambição do jovem e pelo que já demonstrou, seria, chegado das berças, ficar logo ao nível do seu conterrâneo, o dono das malas. O mundo é mau porque está cheio desta gente!
.* Aqui ficamos a saber que levamos com a dama este tempo todo por culpa de José Niza que não a escorraçou a tempo como era seu dever!!!

18 setembro 2009

A SENHORA AINDA VAI PARAR A RILHAFOLES

HÁ FORMAS MAIS DIGNAS DE ACABAR

Acabei de ouvir a drª Ferreira Leite afirmar na sic-notícias que há medo na democracia portuguesa porque um director geral perdoou multas a determinadas pessoas por serem do PS (sic).
Referia-se a
esta notícia, na qual é citado o facto da GNR pretender aplicar a lei da publicidade aos carros de campanha eleitoral e esta não se aplicar às campanhas partidárias como, aliás, milhares de candidaturas autárquicas que usam estes meios de comunicação há muito sabem.
Com franqueza é muito penoso ver que, em desespero de causa, a drª Ferreira Leite entra por este caminho. Há formas mais dignas de acabar.

tags:
,

17 setembro 2009

PSD - A LOJA DO MESTRE ANDRÉ






O PSD, hoje um Partido sem referências democráticas desde que pereceram as poucas figuras que lhe davam substrato e credibilidade, onde agora pontifica o homem das maquias de dinheiro em sacos de plástico, um ta António Preto, sendo o doutrinador o ex-marxista,maoista- leninista Pacheco Pereira, que, qual Rasputine, conduz a líder pelos esconsos caminhos da sua tortuosa formação ideológica tendo em vista orientar um partido sociológicamente de direita, resultando destas misturas e contradições, um PSD que mais parece a "Loja do Mestre André"

As nscrições fraudulentas no PSD, é um assunto muito sério que põe em causa a democracia, diz um dirigente do PS do Montijo, afirmando que MFL foi eleita líder do partido com votos sujos, afirmando: - Tenho em meu poder 50 fichas de inscrição que chegaram à Secção do PS de Montijo em 2002, de empregados de uma conhecida empresa de construções, pessoas que não eram do partido e algumas eram mesmo conhecidas como sendo de outros partidos. Foi manchete do Público de 7/12/2002. Ninguém ligou ao assunto que me parece de uma gravidade extrema. Gostava de discutir com os amigos a inscrição em massa de militantes para obter o poder, cuja gravidade se acentua mais nos pequenos concelhos." Este e outros casos semelhantes tornados público nos últimos edias mostram o estado em que está o partido da senhora Manuela e do seu Monge...

BOA NOTÍCIA DA CRISE ECONÓMICA

A boa notícia
Os jornais e as televisões multiplicam-se em dossiês e programas destinados a assinalar um ano sobre a falência do Lehman Brothers, a falência que oficialmente abriu a crise. Enquanto os especialistas procuram desesperadamente perceber a causa das coisas, os modelos económicos que falharam e a ineficácia dos mecanismos de alerta, nós por cá vamos sofrendo as consequências práticas desta bomba. Cresce o desemprego, multiplicam-se as falências, e das «micro-nano-empresas», como lhes chamaram o Gato Fedorento, às multinacionais, todas estão à beira de um ataque de nervos. E, no entanto, ainda cá estamos todos. Mais, embora os indicadores económicos sejam tão negros como os de 1929, a única crise que os entendidos consideram semelhante a esta, os seus efeitos não são comparáveis, nem deram origem a regimes ditatoriais, que levaram a uma guerra mundial.
No meio das más notícias, acho que esta é a boa, e que deve ser recordada em véspera de eleições. Quando toda a gente diz mal de tudo, e os partidos trocam acusações, é bom não esquecer que, apesar das desigualdades gritantes e da aflição real de tanta gente, a nossa sociedade evoluiu para melhor. Aprendeu com os erros, corrigiu e aperfeiçoou os seus mecanismos de protecção social e de intervenção, criou esquemas de apoios e subsídios, como o do desemprego, tornou universal e gratuito o Serviço Nacional de Saúde, empenhou-se na criação de organismos de solidariedade como, por exemplo, o Banco Alimentar.
Podemos não ser o País mais apetecível para o investimento estrangeiro, podemos ter impostos altos e que não são investidos como deviam, podemos ter mil e uma queixas do SNS e temer pelas nossas reformas, mas devemos estar orgulhosos dos passos que demos. Afinal, o grande Obama ainda anda a tentar criar alicerces de justiça social iguais aos nossos...
Isabel Stilwell - in Destak

16 setembro 2009

QUANTOS SACOS DE PLÁSTICO DE DINEIRO CUSTOU A LIDERANÇA DE MFL? SÓ O AFILHADO SABERÁ!

“qualquer partido que chega ao poder tem um encanto completamente diferente”. António Preto negou as informações prestadas pelos militantes do PSD à revista Sábado, desafiando o jornalista que o entrevistou a provar que tenha feito “algum pagamento em notas”.
António Preto declarou que, “a ser verdadeira”, a duplicação de militantes “é muito fácil de explicar” porque “quando os partidos chegam ao poder crescem”. “Não encontra nenhuma ficha de angariação de militantes assinada por mim”, afirmou.
“Os militantes são propostos nas secções, são as secções que os aprovam e a distrital não tem intervenção absolutamente nenhuma no processo de admissão”, declarou António Preto.
O ex-líder da distrital de Lisboa (cuja inclusão nas listas do PSD tem sido questionado pela oposição e por alguns militantes do PSD, por ser arguido por fraude fiscal num processo) declarou ainda, na gravação telefónica divulgada pela Sábado, que “nunca pagou quotas”.
Preto sugeriu ao jornalista que perguntasse a Carlos Carreira (actual presidente da distrital de Lisboa do PSD), a Paula Teixeira da Cruz (ex-presidente da mesma distrital) ou à distrital do Porto como angariam militantes e voltou a desafiar o jornalista a provar que “os procedimentos adoptados em Lisboa” para angariação de militantes sejam “diferentes das outras secções”.
Carlos Carreira e Paula Teixeira da Cruz foram dois dos militantes do PSD que criticaram as escolhas de Manuela Ferreira Leite para as listas de deputados às eleições legislativas de 27 de Setembro.
Para António Preto, candidato do PSD a deputado da Assembleia da República, os números são explicados porque blá blá...
Quantos sacos de plástico cheios de dinheiro terá custado a liderança de Manuela Ferreira Leite? Só António Preto o saberá, mas todos ficámos a saber porque razão a líder do PSD saneou Passos Coelho e candidatou António Preto.
Tags: António Preto, distritais do PSD, PSD, Portugal

OLHA QUE TREMPE


"O voto num determinado candidato pode custar 25 ou 30 euros. O PSD tem sido marcado por tantas disputas internas nos últimos anos, para a direcção nacional e para a distrital de Lisboa, que para melhorar o resultado eleitoral houve quem comprasse votos a militantes angariados em bairros sociais, denunciam militantes e ex-militantes do partido que aceitaram dar a cara fazendo depoimentos em vídeo para a SÁBADO. Entre outros, estas fontes (cujos testemunhos em vídeo pode ver no final do artigo) acusam os deputados António Preto e Helena Lopes da Costa de serem coniventes, dando cobertura a estas práticas, quando tiveram poder ou influência na distrital de Lisboa. Várias fontes da SÁBADO, que trabalharam de perto com António Preto ou Helena Lopes da Costa, confirmaram estas histórias. Refira-se que ambos entraram nas listas do PSD na quota da líder, Manuela Ferreira Leite, debaixo de uma chuva de críticas por estarem acusados em processos judiciais.Em termos estatísticos, comprova-se que as principais secções do PSD na distrital de Lisboa duplicaram de militantes com quotas pagas entre 2002 e 2008, sendo que a secção “E” até sextuplicou os filiados. Muitas quotas são pagas indiscriminadamente por alguém que não os militantes. Uma das estratégias de angariação de inscritos no PSD passa pela contratação de avençados em juntas de freguesia que, para manterem os empregos, têm de garantir a manutenção do poder ao presidente da sua secção angariando militantes que votarão em quem lhes indicarem.Manuela Ferreira Leite não respondeu às questões enviadas pela SÁBADO."
Testemunhos:- Ana Paula Silva, ex-militante do PSD- Irene Lopes, militante do PSD- José Moreira, ex-militante do PSD- Felismino Vaz, militante do PSD- Marcelino Figueiredo, ex-militante do PSD
REACÇÕES - Helena Lopes da Costa, candidata do PSD por Lisboa- António Preto, candidato do PSD por Lisboa- Rui Marques, presidente da secção H do PSD de Lisboa- Ismael Ferreira, presidente da secção oriental do PSD de Lisboa

14 setembro 2009



Como passa senhor contente como vai senhor feliz, diga à gente diga à gente, como vai este País.” E depois da canção lá apareceram Dupont e Dupont. Vinham de mão dada para o frente-a-frente, o que constituiu a primeira surpresa da noite. Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa, acabadinhos de chegar da missa e de se confessarem, de fatinho engomado, cabelo a preceito e voz mansa entre tantos salamaleques. Um dizia mata, o outro esfola. Os dois a malharem em Sócrates.O frente-a-frente chegou ao fim no mesmo tom delico-doce com que começou. Bloco de Esquerda e PCP aparentemente têm as mesmas ideias, no essencial são iguais, apresentam propostas semelhantes, escolheram o mesmo inimigo (Sócrates!), falam da mesma maneira e preconizam um fim trágico para o actual primeiro-ministro. A adjectivação era curiosa e ao mesmo tempo ridícula. A política desastrosa de Sócrates dizia Louçã… a desastrosa política de Sócrates, rematava Jerónimo. No final ficou a imagem de que nada separava o bloco do PCP e que os dois lutavam denodadamente para eleger Manuela Ferreira Leite. A cassete era a mesma, as críticas e os insultos eram tirados a papel químico.Quer um quer outro partido não estão disponíveis para coligações governamentais, nem para acordos de incidência parlamentar, etc… etc... Ou seja, PC e Bloco querem estar longe de quaisquer responsabilidades governativas.* É isto que torna o voto nestes partidos um voto sem consequências. Louçã e Jerónimo continuam fiéis a princípios fundadores do estalinismo – o poder só se alcança pela força e para isso é preciso instaurar o caos do quanto pior, melhor.A velha cartilha marxista-leninista continua a imperar nos dois partidos da extrema-esquerda. Governar? Apoiar um Governo? Nem pensar. Louçã e Jerónimo preferem Manuela em São Bento (quanto pior, melhor). Lutam com todas as forças para impedir a vitória de Sócrates nas próximas eleições. Mas a realidade portuguesa é complexa e tem as suas peculiaridades. PCP e Bloco, cada um per si, não chegam aos dois dígitos. Os eleitores que pensam votar nesses partidos têm de saber que esse voto não se traduz em benefícios para o País. É votar por votar.O propósito de eleger Manuela Ferreira Leite, que foi uma má ministra da Educação e uma péssima ministra das Finanças, em detrimento de Sócrates, que fez reformas, iniciou a modernização de Portugal, estimulou o progresso, diz tudo sobre os propósitos de cada uma dessas forças. Dois partidos de esquerda(?!) preferem, a partir do final deste ano, políticas conservadoras e de direita. Custa a acreditar, mas é verdade.* Eles apenas querem preguiçar e esfregar o rabinho pelas cadeiras do Parlamento, recrearem-se no bota-a-baixo, boicotar a economia (para o tal "quanto pior melhor" e surripiarem aos trabalhadores boas maquias de subvenções por cada deputado inutilmente eleito.E se muita gente de boa vontade pensasse nisto antes de votar nestes sugadores do orçamento? É QUE...São... votos de uma inutilidade total!!!

13 setembro 2009

A JUDITE E O SEU SÃO JOÃO BAPTISTA...

Como é que ela está aqui tão bonita?!... Os milagres de São Sócrates...A jornalista da RTP diz-se atacada por todos os lados e não poupa críticas ao primeiro-ministro. "Sou levada a crer que Sócrates emprenha pelos ouvidos",diz.
Mas já não há dúvida:Não há mulher da área política do PSD que não queira adicionar ao seu curriculum a uma maldadezinha do Sócrates.
E acrescenta a bela Judite:
- "Como nunca aconteceu nada entre nós,(o que quereria ela que tivesse acontecido? então não é por essas bandas que propalam que ele nem gostará disso?!) sou levada a crer que Sócrates deve ser daquele tipo de pessoas que emprenha pelos ouvidos", afirmou em entrevista à Revista Única. A única razão que vê para este comportamento é o facto de ser casada com Fernando Seara" (Não é aquele doente do Benfica? O que é que esse acrescenta ou diminui ao problema? E, já agora, por onde é que esse emprenha?... para ficar tudo bem esclarecido
As armas sujas que os psd's usam e ao que se prestam jornais como o Expresso... em dar-lhes guarida


12 setembro 2009

M.F.L. - A MENTIROSA DESASTRADA


«Aqui não é por imposição, é em resultado dos votos», afirmou a velhota na Coutada particular do Soba da Camacha... . Sempre que a Manuela fala, sem o discurso decorado, acaba assim -. ou entra mosca ou sai asneira!!! Felizmente temos o Pacheco Pereira que virá a seguir explicar que o que ela disse não foi aquilo que disse porque o que queria dizer não foi o que disse, ipso facto vice-versa outrosssim prestarim,... Mas já alguém, desta feita, viu o Pacheco por aí? Desta vez parece que nem o serventuário mais dedicado de da senhora, com, ou sem latim, conseguirá palavras para corrigir os disparates da patroa! Sobretudo para explicar onde se fazem coisas não resultantes de votos... Estaria a pensar no seu projecto de suspender a democracia?! Só pode... Isto é tão espantoso que até o bruxo da Marmeleira perde o pio. Já alguém imaginou esta senhora em Primeira Ministra com o seu RasputineP.P. a governar de facto? A Senhora parece quase inimputável!

M.F.L. - UMA MENTIROSA COMPULSIVA?

«Aqui não é por imposição, é em resultado dos votos», afirmou a velhota na Coutada particular do Soba da Camacha. Sempre que a Manuela fala, sem o discurso decorado, acaba por sair asneira. Felizmente temos o Pacheco Pereira que virá a seguir explicar que o que ela disse não foi o que disse porque o que queria dizer não foi o que disse. Mas já alguém viu o Pacheco? Desta vez nem o seu serventuário mais dedicado de da senhora conseguirá palavras para corrigir a patroa!

10 setembro 2009

AS FALÁCIAS DA INTERNET





MANIFESTO DA INTERNET-VERSÃO PORTUGUESA




Manifesto da internet - Versão portuguesa
De um trabalho de Paulo Querido e Pedro Teichgräber, jornalista da RTP no Porto, está publicada a VERSÃO PORTUGUESA DO MANIFESTO DA INTRNETE O Manifesto Internet: como o jornalismo funciona hoje. 17 constatações nasceu assim: a tradução do Pedro Teichgräber, a primeira versão online composta por mim, primeiros erros emendados ainda por ele; depois a lista contribuiu em doses desiguais: o Alex Gamela, o João Almeida, o Bruno Ribeiro, a Catarina Campos, o Pedro Fonseca. A mim coube-me a função ir corrigindo. O documento teve 3 versões e algumas modificações mínimas.No Twitter, sobretudo, o Manifesto Internet foi amplamente divulgado. Espero que contribua positivamente para o esclarecimento de bloggers, autores e em especial jornalistas sobre o futuro do jornalismo (que já é o seu presente, para muitos de nós).Talvez eu não concorde com tudo o que lá está. Mas subscrevo-o como um EXCELENTE documento de trabalho. Em especial por se tratar de um documento útil e virado para as respostas, ao invés da declaração dos patrões de media, que persegue o irrealizável objectivo de importar fronteiras e barreiras para o meio ambiente reticular. Ver o restoin CERTAMENTE

09 setembro 2009

PÉROLAS DA MADEIRA - FUCK THEM

D.Manuela Ferreira Leite, mulher séria (não duvidamos) e que, no dizer dos apaniguados, tem mesmo cara de séria... foi à Madeira fazer campanha e utilizou os meios logísticos do Estado com a mesma cara, isto é, sem vergonha na dita. Já o ditador da Camacha justificou a visita eleitoral de Ferreira Leite como actos de "trabalho e observação" da mulher com cara de séria: - É o grande líder de facto a quem o PSD se verga, que também tratou de classificar de "idiotice pegada" a polémica com o uso do carro oficial do Governo Regional pela presidente do seu partido em campanha eleitoral e, Claro...chamou "medíocres" a quem criticou o uso dos meios públicos ... Por fim, perante a insistência dos jornalistas e usando a sua proverbial linguagem de carroceiro ilustrado, respondeu em inglês vernáculo: "fuck them" Claro que a senhora continuou com a sua cara... a rir de todos nós.

08 setembro 2009

A MANUELA DE QUEM TODOS GOSTAM

A Manuela Moura Guedes que se avista acima é a personagem do famigerado Jornal NacionaTVI que, dizem os entendidos, teria sido submetida a intervenções extra-sensoriais (acto popularmente conhecido como o meter o diabo no corpo de alguém) no sentido de criar-lhe uma fobia mental anti-Sócrates (acto a que não teria sido alheio o mafarrico da Marmeleira - ele denuncia-se por não resistir à vaidade humana de revelar que está semnpre no segredo das coisas... ) fazendo com que todo a caudal de criatividade da Manuela fosse concentrado em acção dirigida a transformar a vida daquele infeliz em autênticas papas de sarrabulho!E assim foi!!!

Esta foto é já a nossa bela Manuela recuperada e na posse da sua esplendorosa formosura, depois da intervenção de um famoso
exorcista espanhol que a terá libertado do Belzebu que lhe terá tomado a alma.
Quem olha para esta beleza, pede a Deus que nos proteja esta dádiva da natureza
e a ponha a salvo dos desígnios de todos os mafarricos
que andam por esse mundo a tentar desencaminhar as boas almas como a da Manuela
que goza da estima de toda a gente e, em particular, do velho
Mário Soares

07 setembro 2009

O SENHOR FELIZ E O SENHOR CONTENTE

Como está sr. Feliz… Como vai sr. Contente… Diga à gente… Diga à gente… Como vai este País.” E depois da canção lá apareceram Dupont e Dupont. Vinham de mão dada para o frente-a-frente, o que constituiu a primeira surpresa da noite. Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa, acabadinhos de chegar da missa e de se confessarem, de fatinho engomado, cabelo a preceito e voz mansa entre tantos salamaleques. Um dizia mata, o outro esfola. Os dois a malharem em Sócrates.O frente-a-frente chegou ao fim no mesmo tom delico-doce com que começou. Bloco de Esquerda e PCP aparentemente têm as mesmas ideias, no essencial são iguais, apresentam propostas semelhantes, escolheram o mesmo inimigo (Sócrates!), falam da mesma maneira e preconizam um fim trágico para o actual primeiro-ministro. A adjectivação era curiosa e ao mesmo tempo ridícula. A política desastrosa de Sócrates dizia Louçã… a desastrosa política de Sócrates, rematava Jerónimo. No final ficou a imagem de que nada separava o bloco do PCP e que os dois lutavam denodadamente para eleger Manuela Ferreira Leite. A cassete era a mesma, as críticas e os insultos eram tirados a papel químico.Quer um quer outro partido não estão disponíveis para coligações governamentais, nem para acordos de incidência parlamentar, etc… etc... Ou seja, PC e Bloco querem estar longe de quaisquer responsabilidades governativas.* É isto que torna o voto nestes partidos um voto sem consequências. Louçã e Jerónimo continuam fiéis a princípios fundadores do estalinismo – o poder só se alcança pela força e para isso é preciso instaurar o caos do quanto pior, melhor.A velha cartilha marxista-leninista continua a imperar nos dois partidos da extrema-esquerda. Governar? Apoiar um Governo? Nem pensar. Louçã e Jerónimo preferem Manuela em São Bento (quanto pior, melhor). Lutam com todas as forças para impedir a vitória de Sócrates nas próximas eleições. Mas a realidade portuguesa é complexa e tem as suas peculiaridades. PCP e Bloco, cada um per si, não chegam aos dois dígitos. Os eleitores que pensam votar nesses partidos têm de saber que esse voto não se traduz em benefícios para o País. É votar por votar.O propósito de eleger Manuela Ferreira Leite, que foi uma má ministra da Educação e uma péssima ministra das Finanças, em detrimento de Sócrates, que fez reformas, iniciou a modernização de Portugal, estimulou o progresso, diz tudo sobre os propósitos de cada uma dessas forças. Dois partidos de esquerda(?!) preferem, a partir do final deste ano, políticas conservadoras e de direita. Custa a acreditar, mas é verdade.
* Eles apenas querem preguiçar e esfregar o rabinho pelas cadeiras do Parlamento, recrearem-se no bota-a-baixo, boicotar a economia (para o tal "quanto pior melhor" e surripiarem aos trabalhadores boas maquias de subvenções por cada deputado inutilmente eleito.E se muita gente de boa vontade pensasse nisto antes de votar nestes sugadores do orçamento? É QUE...São... votos de uma inutilidade total!!!

05 setembro 2009

PIOR QUE UM COMUNISTA É UM EXCOMUNISTA

o traste
Pina Moura, um dos participantes num debate na Renascença, diz que tem assistido com “alguma preocupação” à intervenção excessiva do Estado na economia.“Isso não é bom. Reduz o papel dos agentes essenciais do desenvolvimento de qualquer economia, que são os empreendedores e os empresários. (…) Menos Estado na economia, apesar de estarmos a viver meses ou porventura um ano em que por razões de quebra global da economia caberá à economia pública um papel e uma presença - a título excepcional - para relançar os mecanismo da economia de mercado”.
O homem-zinho nunca mais acaba de fazer a reconversão ideológiga. O pesada fardo que carrega das soluções ideológicas marxistas-leninistas-estalinistas que defendeu ardorosamente, na sanha comunista contra o capitalismo, é a contradição absoluta do pensamento da área de economia de mercado onde agora pretende fazer carreira, depois de ter tomado umas lavagens de limpeza da morrinha comunista com a passagem pelo P.S. e a santificação apressada concedida pelo São Guterres (o misericordioso), tendo chegado mesmo ao estado cardinalício.
Mas há uma máxima estigmatizante que acompanhará este oportunistazeco: pior que um comunista - é um ex-comunista! (facto que este belo exemplar justifica em absoluto. E a direita que o acolhe deveria ser excomungada ou cumprir penitência adequada: ir a pé a São Bentinho da Porta Aberta e subir de joelhos a encosta do Gerês , do Cávado ao Santuário.(ao dr.Catroga dose dupla) . Mas deixem-me que introduza aqui uma adenda ao meu post surripiada ao sábio "Bicho Carpinteiro" de Medeiros Ferreira :

-É muito provável que depois das próximas eleições se comece a fazer a história das transformações que o PS sofreu com os governos Guterres. Está agora na berlinda a reacção do ex-ministro Pina Moura e a sua focalização nos aspectos mais monetaristas e financeiros do programa do PSD. Estava na Assembleia quando Pina Moura apresentou o seu testamento de austeridade como ministro das Finanças ao mesmo tempo que a sua demissão se consumava junto do PR. Foi a sua última, se bem que circunstancial, declaração doutrinária. Ficou preso a esta. J M Correia Pinto no Politeia trata das fases anteriores


O PSD SUBTERRÂNEO

Manuela: "Eu não quero saber se há escutas ou não, eu não quero saber se há retaliações ou não, o que é grave é que as pessoas acham que há" [1] Não é possível maior desfaçatez!!!...
As mesmas impressões digitaisNo caso das escutas, o Público disse que “fonte” não identificada da Presidência admitia ter “suspeitas” de que assessores do primeiro-ministro andavam pelas esquinas a ouvir as elaboradas conversas que se tinham em Belém. Repare-se no seguinte:
• Não se diz quem do gabinete do primeiro-ministro possa ter escutado; e• O alegado escutado recusa-se a falar sobre o assunto.A história era demasiado inverosímil para ser levada a sério. O país riu-se à gargalhada, os próprios “comentadores” de direita demarcaram-se de tão grosseiro embuste e o assunto morreu.Ontem, um novo embuste foi ensaiado com o Jornal de Negócios a fazer a seguinte manchete: “Gabinete de Sócrates acusado de ameaçar gestor do PSD”.

04 setembro 2009

A TVI DAS GUEDES E DOS MONÍZES- ANÁLISE














Pina Moura:
a bruxa









(onde entra aqui Pina Moura - A BRUXA)

Ao fim do dia de ontem podemos fazer um balanço objectivo da suspensão do Jornal Nacional. Uma decisão que, recordo, foi justificada pela administração da TVI por razões económicas, as quais uma parte significativa do país eleitoraleirpreferiu ignorar.
Financeiramente:
1. A Impresa, rival da Prisa, foi a principal beneficiada com a decisão. As suas acções no mercado de capitais registaram ontem, depois da notícia da suspensão, uma valorização de 10%.
2. A decisão da Prisa foi penalizada pelo mercado: a Media Capital perdeu 15% do seu valor.
3. A Ongoing, onde pontifica o marido de Manuela Moura Guedes e ex-director-geral da TVI, saiu a ganhar duplamente com a suspensão do Jornal Nacional: directamente, porque encaixou o seu quinhão de valor na subida da Impresa, onde detêm uma fatia considerável; indirectamente, por sair fragilizado um dos seus objectivos.
Politicamente:
4. O PSD, partido que concorre contra o PS de José Sócrates, foi o beneficiado, politicamente, com a suspensão do referido jornal.
5. O PS e o Governo foram os mais prejudicados com a decisão de suspender o jornal televisivo que lhes era mais crítico.
E um balanço subjectivo
1. Os comentaristas (que eu li) ficaram-se a debater os aspectos irracionais do caso e, alguns, muito alegremente, quiseram fazer pender para o Governo a responsabilidade de uma decisão que objectivamente só prejudica este. Compreendam-nos: foram possuídos pel’A Verdade.
2. Ninguém se lembrou de Pina Moura e da sua recente aproximação ao PSD.
3. Ninguém quis seguir a pista do dinheiro. O JN foi a (tímida) excepção.
Pergunta:
1. Se a suspensão tivesse origem no Governo, o dia tinha sido diferente?Sim. Tal significaria que a TVI obtinha algum tipo de vantagem do Governo, como uma promessa de licença, favores nalgum negócio ou empreendimento, ou outro. O mercado de capitais recompensaria a acção, na perspectiva de que o valor da Prisa subiria por força dessa vantagem. As acções da Prisa subiam e as do grupo rival provavelmente desciam, na proporção.
Cenário:O caro leitor dirige uma empresa cotada em bolsa, depois de ter saído o director-geral. Este saiu há 1 mês para um grupo rival, que quer comprar e controlar a sua empresa. Deixou na sua empresa a mulher, num cargo de chefia onde tem acesso a informação classificada.
Você:
1. despede-a na primeira ocasião;
2. deixa-a ficar, correndo o risco de passar informação ao seu ameaçador rival

UMA ANÁLISE SOBRE A TRAPAÇA DA TVI

Ao fim do dia de ontem podemos fazer um balanço objectivo da suspensão do Jornal Nacional. Uma decisão que, recordo, foi justificada pela administração da TVI por razões económicas, as quais uma parte significativa do país eleitoraleiro preferiu ignorar.
Financeiramente:
1. A Impresa, rival da Prisa, foi a principal beneficiada com a decisão. As suas acções no mercado de capitais registaram ontem, depois da notícia da suspensão, uma valorização de 10%.
2. A decisão da Prisa foi penalizada pelo mercado: a Media Capital perdeu 15% do seu valor.
3. A Ongoing, onde pontifica o marido de Manuela Moura Guedes e ex-director-geral da TVI, saiu a ganhar duplamente com a suspensão do Jornal Nacional: directamente, porque encaixou o seu quinhão de valor na subida da Impresa, onde detêm uma fatia considerável; indirectamente, por sair fragilizado um dos seus objectivos.
4. O PSD, partido que concorre contra o PS de José Sócrates, foi o beneficiado, politicamente, com a suspensão do referido jornal.
5. O PS e o Governo foram os mais prejudicados com a decisão de suspender o jornal televisivo que lhes era mais crítico.
E um balanço subjectivo?
1. Os comentaristas (que eu li) ficaram-se a debater os aspectos irracionais do caso e, alguns, muito alegremente, quiseram fazer pender para o Governo a responsabilidade de uma decisão que objectivamente só prejudica este. Compreendam-nos: foram possuídos pel’A Verdade.
2. Ninguém se lembrou de Pina Moura e da sua recente aproximação ao PSD.3. Ninguém quis seguir a pista do dinheiro. O JN foi a (tímida) excepção.
Pergunta: Se a suspensão tivesse origem no Governo, o dia tinha sido diferente?Sim. Tal significaria que a TVI obtinha algum tipo de vantagem do Governo, como uma promessa de licença, favores nalgum negócio ou empreendimento, ou outro. O mercado de capitais recompensaria a acção, na perspectiva de que o valor da Prisa subiria por força dessa vantagem. As acções da Prisa subiam e as do grupo rival provavelmente desciam, na proporção
Paulo Querido

EU EM PRIMEIRA MINISTRA? ACUDAM-ME!!!

MFL foi ouvir Merkel, de quem se disse: "She does not get basic economics"Manuela Ferreira Leite tem agendado um encontro com Angela Merkel a duas semanas das eleições nos dois países. Aparentemente, segundo o Diário Económico, esse encontro tem por fim a discussão da experiência de Merkel num bloco central e a sua experiência de combate à crise económica. Se pensarmos que a Alemanha teve um dos piores desempenhos da UE nesta crise, com crescimento previsto para este ano de cerca de -6%, quase o dobro da queda do PIB português, o segundo objectivo parece de duvidoso mérito. Quanto ao bloco central é mais uma daquelas acidentais sintonias entre MFL e o seu mentor, Cavaco Silva que tentou obter as mesmas informações em recente visita à Austria.Contudo, MFL devia ter em particular atenção o que Adam Posen, conhecido economista norte americano disse de Merkel em 31/3/2009: que ela não entendia a economia elementar, e que por isso não percebia que o investimento público era essencial para a retoma. Os números da economia germânica parecem dar-lhe razão. Dizia Posen:"She does not get basic economics. She does not get that stimulus spending works in the short term. She does not get how seriously the current crisis will affect Europe and particularly Germany in the very near future. She does not get the urgent need for a global stimulus effort to increase global demand."O que pensaria ele do programa económico do PSD?Por Carlos Santos in Simplex
Em tempo