07 dezembro 2011
AUDI A4
Revisto esteticamente e actualizado no conteúdo, a nova evolução do Audi A4 chega a Portugal no final de Fevereiro do próximo ano
Disponível nas variantes berlina, carrinha (Avant) e allroad, o A4 atingiu a sua melhor forma de sempre. Tudo porque foi alvo de alterações estéticas, técnicas e de conteúdo.
O sistema Audi Drive Select passou a integrar um quinto modo, designado “Efficiency”, que se junta, assim, aos “Comfort”, “Sport”, “Auto” e “Individual” já existentes.
Equipado, de série, com alerta de cansaço para o condutor em todas as versões, o renovado A4 pode ser requisitado, em opção, com cruise control adaptativo, Audi Side Assist e Audi Lane Assist.
Ainda sem preços definidos, o revisto e melhorado Audi A4 chega a Portugal no final de Fevereiro do próximo ano nas variantes berlina, Avant e allroad. Todas as motorizações estarão disponíveis na fase de lançamento.
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A. A. Barroso
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06 dezembro 2011
Falta de sorte 
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A CARAMUNHA COMO ESTRATÉGIA SERÁ O QUE NOS ESPERA?
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$ Marcha de Montalegre $ ::: Hino da Pátria Barrosã::::: Barroso, Montal...
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MOURINHO ROCKSTAR DO ANO!...
Leia mais no e-paper do DN.
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JARDIM PROMETE RIGOR NOS GASTOS (?!)
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CONTRATOS SEM CONCURSO PÚBLICO

Negócios
Estado paga milhões a advogados por ajuste directo
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O QUE ESCONDE O RELVAS?...
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ESTAREMOS TRAMADOS COM A GASPARAIKA QUE NOS GOVERNA?
O Jumento soube que a única coisa que ainda impede a senhor Merkel de aceitar os eurobonds é a discordância do primeiro-ministro português, que, por sua vez, é aconselhado pelo Gaspar...
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05 dezembro 2011
PAÍS DO ABSURDO
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UM BANDO DE MALFEITORES
Não te esqueças que ainda tens o Bispo Torgal para te garantir o Céu no outro mundo
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04 dezembro 2011
AS AÇ
A verdade é como azeite: vem sempre ao de cima
Ou seja, o Governo tirou aos portugueses metade do subsídio de Natal, mas não o fez por razões orçamentais.
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HELMUT SCMIDT
"Não podemos esquecer que a reconstrução da Alemanha após a guerra não teria sido possível sem o apoio dos parceiros ocidentais, e por isso temos o dever histórico de mostrar solidariedade com outros países, o que se aplica especialmente à Grécia", disse Helmut Schmidt num comício que antecedeu a abertura do congresso dos sociais-democratas (SPD), em Berlim, e em que participaram cerca de nove mil pessoas.Schmidt advertiu ainda contra eventuais demonstrações de força da Alemanha perante os parceiros europeus, afirmando que o nacionalismo alemão "causa sempre incómodo e preocupação nos vizinhos".Na opinião do decano da política germânica, que aos 92 anos continua a ser uma figura marcante da vida do país, a confiança na política alemã "sofreu danos, devido a erros na política externa e ao poder económico exercido" por Berlim.Se a Alemanha "cair na tentação de assumir um papel de liderança na Europa, os seus vizinhos vão defender-se cada vez mais", advertiu Schmidt, que nos últimos congressos do SPD não usou da palavra, depois de, em 1998, ter apoiado abertamente a candidatura a chanceler de Gerhard Schroeder.
"É fundamental para os seus interesses estratégicos que a Alemanha não fique isolada de novo", acrescentou o economista que dirigiu os destinos da Alemanha entre 1974 e 1982.
Schmidt, que tem discordado frontalmente da política europeia da chanceler Angela Merkel, atribuiu ainda a chamada crise do euro à "conversa fiada" de jornalistas e políticos, fazendo uma clara profissão de fé na integração europeia."Entretanto, sou um homem muito velho, e a favor de uma completa integração, porque se a União Europeia não conseguir actuar em conjunto, alguns países ficarão marginalizados, e isso será muito perigoso, porque atiçará os velhos conflitos entre a periferia e o centro da Europa", sublinhou Schmidt.
O ex-chanceler alemão Helmut Schmidt acusou também o atual ministro dos Negócios Estrangeiros, Guido Westerwelle, de "visitar mais vezes o Médio Oriente do que Lisboa ou Atenas", apelando a mais solidariedade de Berlim para os parceiros europeus.
Schmidt advertiu ainda contra eventuais demonstrações de força da Alemanha perante os parceiros europeus, afirmando que o nacionalismo alemão "causa sempre incómodo e preocupação nos vizinhos".
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A. A. Barroso
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10:32 p.m.
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DESERTIFICAÇÃO DO DOURO VINHATEIRO
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A. A. Barroso
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UM GOVERNO DE TERROR

O que Coelho nos está a propor é que trabalhemos mais horas, por menos dinheiro e com menos direitos — esperando que daí resulte, no final, um país mais moderno, inovador e dinâmico. Está-se a ver que vai resultar...
A Europa é governada pelo duo Merkozy; Portugal pelo duo Coelhar. Coelho dá o aval político ao falcão Vítor Gaspar. O ministro das Finanças é o representante da ortodoxia do BCE no Governo português. E se as coisas correrem muito mal, não é de excluir que venhamos a ter, a prazo, Gaspar no lugar de Coelho, por imposição da Alemanha. Já houve surpresas maiores.
O Orçamento do Estado para 2012 é o espelho do pensamento deste duo. Passos protegeu a sua base de apoio, poupando os municípios, que mantiveram os limites de endividamento e autonomia para contratar, escapando também a fusões e extinções, ao contrário do que está expresso no memorando de entendimento. Em contrapartida, o preconceito de Gaspar contra o sector público está expresso nos cortes de salários e subsídios aos funcionários públicos — e vai acabar durante 2012 na tentativa de despedimento de milhares destes trabalhadores.
(…)
O país que este Governo vai deixar será muito mais pobre e desigual, mas também menos competitivo, inovador e dinâmico. Não, a História não vos absolverá. A História vos absorverá. Como e por que meios, é o que veremos...
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A. A. Barroso
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O RELVAS DAS VAIAS
Miguel Relvas, banqueiro cabo-verdiano
«O ministro Miguel Relvas afirmou este sábado que o clima de contestação com que foi recebido, em Portimão, no encerramento do congresso nacional das freguesias foi "gerado e estimulado", mas escusou-se a apontar culpados.» [CM]
Aliás..Por algum lado havia de começar
“Metade dos congressistas da Anafre saiu da sala, a outra metade ficou a contestar a extinção de freguesias.”
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A. A. Barroso
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UM HOMEM COM QUALIDADE
Algumas vezes ouviu Jaime Gama dizer que os políticos são os únicos que têm a derrota como destino inevitável. Uma ou outra vez ripostou. Conhecia vários exemplos de políticos que se souberam retirar a tempo e não passaram por tal angústia, mas com o tempo a frase de Gama acumulou novos sentidos....
CARPE DIEM
Terça-feira, 29 de Novembro de 2011
Francisco Assis
in JN
Todos os dias vemos homens sem qualidades humilhar pessoas que não se podem ou querem defender. Uns fazem-no por motivos do grande poder e outros pela possibilidade de se sentarem à mesa dos poderosos num almoço ou noutro.
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A. A. Barroso
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Presépios - Do religioso ao atractivo turístico
A representação do nascimento de Cristo há muito que é presença em Igrejas e casas particulares. Nos últimos anos, contudo, esta manifestação da natividade começa a fazer-se fora de portas, como em Alenquer e Monsaraz, atraindo visitantes. O presépio ganha agora uma dimensão turística.
No ano de 1967, em Alenquer, para ajudar as vítimas das enxurradas gera-se um grande movimento de solidariedade que o município quis assinalar de forma emblemática. Deste modo nasce na colina da vila do distrito de Lisboa um presépio de grandes dimensões. As figuras tinham cinco a seis metros de altura. «Tornou-se um atractivo turístico. Durante anos, quando não havia auto-estradas, as pessoas faziam fila na Estrada Nacional 1 para ver o presépio», conta João Mário, o presidente da Câmara Municipal de Alenquer à data.
O ex-autarca é também pintor e foi ele mesmo, junto com outras pessoas com jeito para as artes, que esboçou e pintou as imagens do presépio, construídas em madeira por um artesão local. «Com o tempo, as imagens estragaram-se e foram feitas outras de chapa. Mas o que importa é que continua a expor-se todos os anos», comenta.
Os anos passam, e o presépio ultrapassa a dimensão religiosa, consolidando-se como atractivo turístico.
As representações do presépio, nesta quadra natalícia, acontecem um pouco por todo o país. No Alentejo, em Monsaraz, o presépio faz-se à escala da vila medieval. As figuras dos reis Magos, acompanhados pelo povo, enchem ruas e largos, num movimento encenado em direcção ao Castelo. Aí, encontram-se Maria e José.
Emblemático é também o presépio de Estremoz, destacando-se a tradição cerâmica. O arquipélago dos Açores tem também fortes ligações à natividade, existindo em Lagoa, na ilha de São Miguel, o Museu do Presépio Açoriano.
Presépio, uma representação do Património
O Menino Jesus, São José e a Virgem Maria são as figuras principais do presépio e transversais a esta representação da natividade por todo o Mundo. No dicionário de português, presépio significa estábulo, ou seja o local onde se guardam os animais.
Os Evangelhos descrevem que Maria e José, que seguiam viagem até Belém, ter-se-ão abrigado num estábulo. Foi neste local que Maria deu à luz Jesus Cristo há mais de dois mil anos. A data é comemorada por várias religiões, os cristãos vivem o Natal (do latim natalis, ou seja nascimento) desde o século IV, no dia 25 de Dezembro. O dia de comemoração do Natal não é reconhecido como a data efectiva do nascimento de Jesus. Pode ter sido inicialmente escolhida por ser o momento de um festival Romano ou correspondente ao solstício de Inverno. O que é facto é que o presépio ficou desde sempre ligado ao Natal e às comemorações católicas do nascimento de Cristo.A imagem de Jesus Cristo permanece ausente do presépio até às zero horas do dia 25 de Dezembro. Cumpre-se aqui um ritual do Natal, a colocação do recém-nascido na manjedoura nesta hora.
Junta-se assim aos pais que são acompanhados por outras figuras, onde não vão faltar, a 6 de Janeiro, os Reis Magos. Em Portugal, surgem lado a lado com a representação religiosa, moinhos de vento, pastores, sapateiros, ferreiros entre outros elementos que caracterizam o património e o local onde são construídos.
Contudo, alguns estudiosos remetem esta história para a dimensão da lenda e aponta a existência do primeiro presépio para o ano de 1558, quando o escultor Bastão D. Artiaga construiu uma estrutura, baseada na Natividade, para a irmandade dos livreiros.
O século XVI foi marcado pela prosperidade dos presépios, sobretudo nas ordens monásticas. O salto para as igrejas dá-se no século seguinte. Ainda no século XVII, a representação do nascimento de Cristo começa a colocar-se em casas particulares.
A grande consolidação do presépio acontece, por fim, no século XVIII. De acordo com José de Almeida Mello, «o século XVIII foi considerado, em todo o mundo, e segundo Diogo de Macedo, o 'século do presépio', não só em Portugal, como também em vários países da Europa, com destaque para a Itália, onde vários portugueses frequentaram escolas de presépios, aprendendo novas formas e novos estilos», escreve no livro «Presépios na Ilha de São Miguel», editado em 2009.
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A. A. Barroso
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