11 janeiro 2010

A TENTAÇÃO DA CARNE FRESCA

[Na foto supra, Mrs.Iris Robinson, esposa e Peter Robinson, marido.]

O primeiro-ministro irlandês, Peter Robinson, foi ontem à televisão explicar-se pelo caso amoroso da sua mulher, Iris, com um rapaz 40 anos mais novo. A Sr.ª Robinson - Mrs. Robinson, se lhe quisermos cantar o nome - com um jovenzinho... Dantes os líderes sonhavam com heróis (o general Patton julgava-se a reencarnação de Júlio César); agora os líderes rebobinam filmes. Quando Peter Robinson e a mulher se casaram, um dos êxitos era The Graduate, a história de um jovem estudante (Dustin Hoffman, o que mostra ao tempo que foi) que vai para a cama com a entradota Sr.ª Robinson. Bom filme e ainda melhor música, a célebre Mrs. Robinson, de Simon & Garfunkel. Para vos mostrar como as sequelas modernas e reais não valem um chavo comparadas com as versões originais e de ficção, deixem-me lembrar-vos uns versos de Mrs. Robinson: "Para onde foste, Joe DiMaggio?/A nação vira para ti os seus olhos solitários..." Joe DiMaggio foi um dos maiores jogadores de basebol de sempre e foi marido de Marilyn Monroe. Quando ele morreu, em 1999, Paul Simon, autor de Mrs. Robinson, explicou os versos: eram homenagem a um homem pela dignidade com que virou as costas aos mexericos sobre Marilyn. Os Robinson de hoje são de outra massa. Mais virada para os microfones.

10 janeiro 2010

F.L.A.D.

Medeiros Ferreira, no CORTEX FRONTAL, aborda a substituição de Rui Machete da presidência da FLAD, Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento, nascida por via do acordo de 1985 substituição que (sabe-se lá porquê) recaiu na ex-Ministra Maria de Lourdes Rodrigues, fazendo ainda uma pequena resenha histórica dessa entidade ligada ao acordo de utilização da Base Aérea das Lajes na Ilha Terceira.
Refere o antigo Ministro dos Negócios Estrangeiros de Mário Soares que o cargo deveria caber ao ilustre açoriano Mário Mesquita, há algum tempo desempenhando funções de administrador da referida Fundação, onde desenvolveu extraordinária actividade, não esquecendo que a FLAD devia a sua existência aos Açores. Nessa medida sustenta que Mário Mesquita estaria numa natural linha para ascender à presidência por um simples critério de precedência, para não referir o mérito e um passado a ter em conta...dizemos nós A gente dos Açores merecia isso e o cargo... também. Mas no PS a boa memória e a noção do conveniente parece não abundar.







SIMPLESMEMTE MÁRIO SOARES...


«É preciso combater o derrotismo». As palavras são do ex-Presidente da República Mário Soares que lamentou, assim, a atitude demonstrada pelos portugueses que, em tempo de crise, optam por criticar em vez de aproveitarem as potencialidades dos recursos do país.

«Já ninguém anda descalço em Portugal» «Quando nos dizem que Portugal é um país pequeno, que Portugal não tem possibilidades de vencer a crise, que Portugal está nas piores situações, isso é completamente desmentido por aquilo que é o nosso espaço marítimo, as nossas potencialidades marítimas e a nossa posição estratégica», disse Mário Soares, citado pela Lusa, na intervenção que proferiu na cerimónia de atribuição das insígnias de Doutor Honoris Causa ao investigador Mário Ruivo, realizada na cidade da Horta no quadro das comemorações do 34.º aniversário da Universidade dos Açores

«Taxa de desemprego renova valor recorde» O ex-Chefe de Estado atribui algum pessimismo dos portugueses à actual época de crise que se vive em todo o mundo, mas recordou que Portugal é um «país grande», pelo menos em área marítima.Nos Açores, naquela imensidão de mar português, qualquer de nós se empolga!Mário Soares nunca tocou o rabecão das desgaças,nem foi adepto das declarações tremendistas! Puxou sempre pelo ânimo dos portuguesas. Que falta nos faz, nesta emergência, alguém com a grandeza de Mário Soares!...

09 janeiro 2010

DEPOIS DE DECRETAR-LHE A MORTE - RESSUSCITOU-O


O militante número um social-democrata, Francisco Pinto Balsemão, afirmou hoje que o PSD “está vivo”, depois de há poucas semanas ter afirmado que o partido estava às portas da morte.
Pois... O que vale ao PSD é ter gente com poderes que tanto podem matar como resuscitar. Mas pelos vistos não curam as doenças e deixam andar por aí essa gente, dolorosamente, a arrastar os pés.

08 janeiro 2010

O PULHA

CASAMENTO SEM ACASALAMENTO?
















Esta a súmula do discurso do Primeiro Ministro no Parlamento quando apresentou o projecto-lei do casamento homosexual. É um discurso politico invulgar que não cuida dos habituais problemas da economia nem dos aspectos materiais da existência, mas o poder a manifestar-se preocupado com a felicidade de alguns cidadãos. É bonito e louvável! Mas sub jaz a estes casamentos sem acasalamento um problema de população relativamente à sua renovação e manutenção. E é nos sectores onde essa renovação e manutenção se dá de forma expressiva e providente que grassa a miséria, a fome e o desemprego, não se notando que o poder despenda tanto carinho e atenção nem gaste tanto latim nem neurónios para lhes levar alguma felicidade material (a outra eles prórios a providenciam...) Nesses sectores não abundarão dramas existênciais de género! Será caso para perguntar:
Não se pretende responsabilizar a homossexualidade pelo decréscimo da natalidade (é um facto que não contribuem) mas pelo tratamento priviligiado que o sector obtém comparativamente com a atenção que é dada aos mais pobres que... até têm participação relevante e compensatória do déficit dos sectores mais privilegiados da população. Aos privilegiados, sobretudo aos que não geram filhos por opção, deveria ser exigida compensação razoável por via fiscal.

07 janeiro 2010

CAVACO ADOPTA ESTILO MEDINA CARREIRA

O eng.º Sócrates e o dr. Cavaco falaram à pátria. A pátria ficou estarrecida. O primeiro teceu um plissado de banalidades, e procurou aliviar as nossas angústias inesgotáveis dizendo que as coisas corriam o melhor possível. O segundo reduziu a subnitrato o júbilo do orador. A situação é «catastrófica» e o horizonte é horroroso. O pior do pensamento do dr. Cavaco, se é que o tem ou alguma vez o teve, é que se ordena na desordem. Não há ponta de originalidade nem pingo de lirismo. Estamos danificados por dentro e por fora: falta-nos competitividade, andamos cheios de lazeira, devemos dinheiro a toda a gente, possuímos uma alma adormecida, não somos coerentes nem fluentes, o sol apagou-se dentro de nós. Enfim, segundo o dr. Cavaco, somos uns grandes desgraçados. Nem uma palavra, uma escassa, módica e tímida palavra sobre cultura, ciência, arte.» [Diário de Notícias]

QUE DESGRAÇA DE PSICÓLOGOS E SOCIÓLOGOS


Uma senhora chamada Maryse Vaillant, francesa e psicóloga, surge hoje na revista Visão a defender a infidelidade conjugal porque ela faz bem à saúde de toda a gente. Não é novidade este tipo vulgaridades. Somos filhos de uma desgraçada geração de psicólogos e sociólogos que, dizendo estar a recuperar os clássicos, tanto mal fizeram a espalhar a desumanização das relações humanas com todas aquelas teorias que se ocuparam a defender que cultura e natureza opõem-se e que a realidade não passa de uma construção social - pode ser tudo o que quisermos. Para estes intelectuais, a nossa natureza não é relevante para reconhecermos a realidade, a nossa realidade. Já bastava de tonterias como "não é fácil ser homem: a sociedade e a família ainda lhes pede que sejam viris, conquistadores orientados para o poder" ou "o sofrimento é opcional, se encararmos e compreendermos os pactos de fidelidade como culturais".

ESPANHA DEFENDE POLÍTICA ECONÓMICA COMUM


VAMOS EM FRENTE!!!

Zapatero, González, Delors e Solbes defenderam hoje que a União Europeia deve exercer a sua liderança política para impulsionar uma economia comum que fortaleça a sua posição e influência
Zapatero, primeiro ministro de Espanha, país que preside este semestre à UE, reuniu-se hoje, em Madrid, com o ex-primeiro-ministro espanhol e presidente do grupo de reflexão sobre o futuro da Europa Felipe González, o ex-presidente da Comissão Europeia Jacques Delors e o ex-comissário europeu Pedro Solbes para analisar a situação económica na Europa e debater vias para a recuperação económica dos 27.
Segundo fontes do governo espanhol citadas pela agência Efe, os participantes na reunião estiveram de acordo em que a UE tem liderança política mas deve utilizá-la para alcançar uma política económica comum.
Os participantes consideraram que uma tal política é simultaneamente possível e eficaz, como demonstrou a actuação da UE quando, no segundo semestre de 2008, se declarou a crise económica e financeira mundial e foi decidida uma série de medidas para a combater
in.D.Económico Porque esperam, perguntamos nós?

O CORTEX FRONTAL


Medeiros Ferreira e Joana Amaral Dias, parceria que já dá vida a um dos mais emblemáticos blogues da nossa comunidade, o Bicho Carpinteiro, inauguraram agora um novo site onde funciona o CORTEX FRONTAL com a qualidade a que nos habituaram, desta feita com uma imagem muito apelativa e com recursos tecnologicos de ponta. Parabéns à simpática dupla.

A MÃE DE CAMUS ENFIM RESGATADA

Em O Estrangeiro, Albert Camus tem duas frases que são das mais perturbadoras que já abriram um livro: "Hoje, a minha mãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem." Camus morreu faz, hoje, 50 anos. Ou talvez tenha feito há três dias, não sei bem. Sei é que três anos antes dele morrer, deu uma conferência de Imprensa em Estocolmo. Acabava de ganhar o Nobel de Literatura. A sua pátria, a Argélia, estava a ferro e fogo e fugia-lhe entre os dedos. O estudante do liceu Bugeaud, o guarda-redes do Racing de Argel, o mediterrânico da margem Sul, estava dilacerado pela separação das duas comunidades da sua pátria. Para quase todos a solução simples convinha: ou francesa ou árabe. Mas ele gostava daquele "e" copulativo que, na política, tantas vezes traz a solidão. A direita francesa chamava-o traidor. A esquerda e os nacionalistas da FLN diziam-no dúbio. Naquela conferência de Imprensa, um jovem argelino interpelou-o. Camus lembrou a sua mãe, que nunca vira a França e vivia num bairro pobre de pieds-noirs (brancos) de Argel. E disse: "Eu creio na justiça, mas defenderei a minha mãe antes da justiça." Correu, então, que Camus se bandeara para os reaccionários. Agora, o Presidente argelino Bouteflika disse: "Qualquer um de nós daria essa resposta. O que prova que Camus é dos nossos." O tempo reconhece as mães e aponta os justos.
Camus morreu em 1960 vítima de um acidente de automóvel. Na sua mala estava guardado o manuscrito de "O Primeiro Homem", um romance autobiográfico. Por ironia do destino, nas notas ao texto ele dizia que aquele romance deveria terminar inacabado. Cumpriu-se!

O COLESTEROL DE MONALISA

Piada privada ou um olhar comprometido com um amante? Nenhuma das duas hipóteses é válida. Para Vito Franco, um professor de Patologia Anatómica na Universidade de Palermo, Monalisa apresenta sinais de doença: má formação óssea e pedra nos rins. Problemas que, combinados com uma luz diferente, resultam numa imagem muito próxima da perfeição.As conclusões do professor foram apresentadas recentemente no Congresso Europeu de Patologia, em Florença. Em entrevista ao Time, Vito contou que há dois anos se dedica ao estudo de doenças evidenciadas em obras de arte.
Nem a Monalisa deixam fazer o seu sorriso travesso descansado. Recuso-me aceitar essa da doença da bela dama de Da Vinci. Até colesterol a mais encontram no retrato, para além de resquícios de vida viciosa. No I

06 janeiro 2010

TERÁ SIDO OBRA DO MEDINA?

Por acaso já repararam que desde o anúncio da tal catástrofe iminente feito pelo senhor Presidente da República na sua comunicação das Janeiras (“podemos estar a caminhar para uma situação explosiva”), a bolsa sobe, sobe... como já não se via?... Terá o senhor Presidente baralhado as informações e dicas fornecidas pelos seus acessores e conselheiros e, inadvertidamente, deitado mão a algum bilhetinho do preclaro conselheiro Medina Carreira? Só pode...

PROCESSO LEISLATIVO DO CASAMENTO ENTRE IGUAIS




Os deputados do PS deverão mesmo ter de respeitar a disciplina de voto nos projectos do Bloco de Esquerda e dos "Verdes" sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo e que contemplam a hipótese de adopção[Renascença].
A bancada socialista vai reunir-se esta noite para discutir esta questão, mas o líder parlamentar garante que a decisão já está tomada, apesar de reconhecer que o caso não foi pacífico.
“O que interessa são os resultados finais, no processo de formação das decisões nem sempre há consonância em absoluto”, admite Francisco Assis.
Quanto ao desafio do PSD para que a liderança parlamentar do PS desse liberdade de voto aos deputados, Assis recusa responder ao social-democrata Aguiar Branco.
“O PS não precisa de responder a esses desafios do PSD, somos um partido profundamente tolerante, temos capacidade de nos auto-organizar e decidir-mos, em cada momento, a melhor forma de participarmos nos debates e nas votações”, declarou.
Ainda estar tarde, foram ouvidos na Comissão de Assuntos Constitucionais os representantes da petição que propõe um referendo ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Durante a audição ficou decidido que o universo dos eleitores dessa eventual consulta popular será abrangente e irá contemplar a emigração
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Não negamos que este assunto nos causa alguma perplexidade devido a princípios adquiridos, regras e preconceitos que formataram as nossas vivências em sociedade. Mas porque pode tudo isso impedir que muitos concidadãos, nossos vizinhos e amigos, não realizem plenamente o seu sonho de vida? Pois que casem e sejam felizes! Os outros habituar-se-ão...

OS PROBLEMAS DO SENHOR TUNHAS




Se Passos Coelho aceder à liderança do PSD, teremos à frente dos dois principais partidos, políticos particularmente avessos à realidade.
Palavras do iluminad0 navegador das águas laranja que a cronicar no I nos comunicou em tempos que teria dito a um brasileiro no Rio de Janeiro que a maior desgraça que aconteceu a Portugal foi os portugueses não terem escolhido Ferreira Leite nas últimas legislativas...
O Tunhas é o tal que também cronicou no I que se desloca ao Brasil só para conversar com os taxistas do Rio de Janeiro e dessa forma se confrontar com a nossa (portuguesa) irredutível insignificância... Claro que isso deve ser um complexo do senhor que procura disfarçar projectando a coisa para a generalidade dos seus compatriotas.
É evidente que o homem quando se vê ao espelho e depara com a figura que se lhe apresenta deve ser acometido de dolorosas crises existenciais que o levam a disparar contra tudo que pareça o seu contrário que representará reconditos sonhos de perfeição inalcançável. Já não bastava o PS ter um líder bem parecido e vem o seu próprio partido ameaçar com um similar. Ficamos também a saber a causa da sedução de Tunhas por MFL: a senhora quando se pinta de loira melhora qualquer coisa... mas nem digo o resto porque... não há mulheres feias!
De resto o sr Tunhas até deveria estar agradado com a situação visto que se trata de dois produtos da escola do PSD... Os defeitos que lhes aponta são por certo produto da lavra de quem os formou e parece ser mesmo a característica mais marcante do actual PSD: um partido avesso à realidade.

05 janeiro 2010

BRANDOS COSTUMES...

Intolerância Um excerto-de Eduardo Pitta in "DA LITERATURA":

-Reza a lenda que somos um país de brandos costumes. Nesse caldo de abulia, as manifestações de intolerância surgiriam como fenómenos isolados. A realidade não é exactamente o que parece, como prova a colecção de ensaios reunidos em Dança dos Demónios, obra editada pela Temas e Debates sob coordenação de António Marujo e José Eduardo Franco. Dez temas para dez autores: Anti-semitismo, por Esther Mucznik, Anti-islamismo, por Faranaz Keshavjee, Anticlericalismo, por Luís Machado de Abreu, Antiprotestantismo, por João Francisco Marques, Antijesuitismo, por José Eduardo Franco, Antimaçonismo, por Rui Ramos, Antifeminismo, por Ana Vicente, Antiliberalismo, por Ernesto Castro Leal, Antocomunismo, por Miguel Real, e Antiamericanismo, por Viriato Soromenho-Marques. A sua extensão é variável, oscilando entre um mínimo de 43 (antiamericanismo) e um máximo de 134 páginas (anti-islamismo). O prefácio de Anselmo Borges é irrelevante. [...]

O PRESIDENTE, OS APOIANTES E APANIGUADOS

Por definição - e não por opção, como alguns julgam - o Presidente da República é sempre o Presidente de todos os portugueses. Quer isto dizer que, independentemente das suas opções políticas, passadas ou presentes, ele deve representar, na acepção mais generosa da palavra, todos os portugueses. Por actos ou palavras.Por isso, mesmo quanto um Presidente, com toda a legitimidade (como poderia ser de outro modo?), faz as suas opções, não pode, nunca, por actos, omissões ou palavras, ser exclusivo. Se há figura inclusiva por excelência no sistema constitucional português, ela é a do Presidente da República.É por isso que os seus discursos, quaisquer discursos, por muito que indiciem opções ou críticas, têm de conter sempre uma certa dose de polissemia congregadora. Ninguém se pode sentir excluído, todos têm de sentir que são, mais que ouvidos, chamados a participar na vida política do país.O discurso de Cavaco Silva neste início de 2010 cumpre essas funções mínimas, apesar de ser um dos mais clarificadores testemunhos da dissonância de Belém com a governação resultante das eleições legislativas de Setembro.Mas, ao cumprir os serviços mínimos que a Constituição lhe impõe, Cavaco deixa - tinha de deixar - caminho aberto a várias interpretações, à polissemia interpretativa própria das democracias.Só não compreende isto quem, no fundo, é um dos maiores praticantes - embora goste de se fazer passar pelo contrário - do chamado pensamento único. São pessoas como estas que transformam o Presidente em líder de facção e lhe retiram a amplitude que a Constituição lhe confere.[João Magalhães in Camara Corporativa]

04 janeiro 2010

A BABEL DO DUBAI



O Burj Khalifa Bin Zayid (em árabe: برج خليفة; "Torre de Khalifa"), mais conhecido como Burj Dubai, é um arranha-céu localizado em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, sendo a estrutura mais alta construída pela mão do homem, com 818 metros de altura. A sua construção começou em 21 de Setembro de 2004 e foi inaugurado no dia 4 de janeiro de 2010. Foi rebaptizada devido ao empréstimo feito por Khalifa bin Zayed Al Nahyan, xeque do emirado de Abu Dhabi, depois que este emprestou US$ 10 biliões para evitar que o Dubai fizesse uma dívida junto de investidores de uma das suas principais companhias, a Dubai World.
O edifício faz parte de uma área de 2 km2 em desenvolvimento, chamada "Downtown Burj Dubai", localizado no "First Interchange", ao lado das duas principais avenidas da cidade, a Sheikh Zayed Road e a Financial Centre Road (anteriormente conhecida como Doha Street). O arquitecto do edifício é Adrian Smith, que trabalhou com a Skidmore, Owings and Merrill (SOM) até 2006. A empresa de arquitectura e engenharia sedeada na cidade de Chicago ficou encarregada do projecto. As primeiras empreiteiras são a Samsung Engineering & Construction, a Besix e a Arabtec.[ A Turner Construction Company foi escolhida para comandar o projeto.]
O orçamento total do projecto do Burj Khalifa andou perto de 4,1 biliões de dólares e para toda a nova "Downtown Dubai", 20 000 milhões de dólares.[ Mohamed Ali Alabbar, o presidente da Emaar Propertiers falou no 8º Congresso Mundial do Council on Tall Buildings and Urban Habitat, que o preço do metro quadrado de sala de escritório é de US$ 43 000 dólares, e a Armani Residences, imobiliária encarregada das vendas dos apartamentos, comercializava o metro quadrado das salas a US$37 500 [da Wikipedia]




BRINCADEIRAS COM Mr.BEAN

Hackers’ conseguiram fintar o sistema de segurança do ‘site’ da presidência espanhola da UE e bloquearam a página com o conhecido personagem de humor Mr. Bean.
A imagem não esteve muito tempo no ‘site', mas foi o suficiente para as redes sociais, como o Twitter, tornarem pública a quebra de segurança e a brincadeira dos ‘hackers'.
Quando se entrava na página da presidência Espanhola da União Europeia (UE), aparecia o personagem Mr. Bean, interpretada pelo britânico Rowan Atkinson, a sorrir, com os olhos muito abertos e uma cara de surpresa a saudar "Hi there!".
Fontes responsáveis pela construção do ‘site' confirmaram ao jornal 'El Mundo' que houve problemas, mas adiantaram que estavam a tentar resolve-los e a modificar o sistema de segurança.

O JORNAL PÚBLICO E AS SUAS DIRECÇÕES

Ora bolas! Comprei o PÚBLICO do dia 3 de Janeiro, Domingo, depois de longa separação, mas a decepção depressa se apossou de mim por ter o péssimo hábito de ler as gordas começando de trás para a frente. Foi assim que deparei logo com a penúltima página do jornal preenchida com o emaranhado dos raciocínios do anterior director José Fernandes, o causador do meu divórcio com o Jornal que antes tinha sido dirigido de forma soberba pelo grande Vicente Jorge Silva. E pronto! Acabou assim a minha curta reconciliação. Sobre o tema ler aqui.