21 novembro 2011

Veja este vídeo fantástico do MSN: 'Lua Nova' - Trailer 3

Veja este vídeo fantástico do MSN: 'Lua Nova' - Trailer 3
'Lua Nova' - Trailer 3 A saga CREPÚSCULO regressa com um novo filme inspirado no livro de Stephenie Meyer. BELLA SWAN (Kristen Stewart) envolve-se ainda mais nos mistérios do mundo sobrenatural do qual já começa a fazer parte e descobre que está em perigo, uma ameaça ainda maior do

Veja este vídeo fantástico do MSN: 'A Saga Twilight: Amanhecer - Parte 1 HD' (Banda sonora - Christina Perri: A Thousand Years)

Veja este vídeo fantástico do MSN: 'A Saga Twilight: Amanhecer - Parte 1 HD' (Banda sonora - Christina Perri: A Thousand Years)

VITÓRIA DA DIREITA CONSEERVADORA EM ESPANHA

Com uma abstenção de 28%, a direita conservadora ganhou as eleições em Espanha. O facto não impressionou os mercados, que hoje mesmo penalizaram o prémio de risco da dívida espanhola. Enquanto Berlim não nomeia os ministros-chave (economia e finanças), o povo de Mariano Rajoy celebra a sua ascensão à Moncloa. Os números são eloquentes: o PP obteve cerca de 11 milhões de votos e 186 lugares no Congresso. Os socialistas do PSOE ficaram com perto de 7 milhões de votos e 110 lugares. Os liberais catalães da CiU, que governaram a Catalunha entre 1980 e 2003, ficaram com 16 lugares no Congresso, eleitos por 1,1 milhão de votos. Mas a IU, a izquierda unida que concorreu coligada com outras doze formações, elegendo apenas 11 deputados, obteve mais votos (1,7 milhões). Os independentistas bascos da AMAIUR conseguiram 7 lugares. A UPyD (centro-direita) e o PNV (nacionalistas bascos) obtiveram 5 lugares cada um. A ERC, a esquerda republicana da Catalunha, ficou com 3 lugares. Os 7 lugares que sobram estão distribuídos por outros cinco partidos. Um bico de obra para Rajoy, que herda um país com mais de cinco milhões de desempregados numa altura em que Madrid rompeu a barreira mítica dos juros a 7%. Dez milhões de abstencionistas também não augura nada de bom! A ver vamos.
El País.




NINGUEM COMO CAVACO ENDIVIDOU PORTUGAL!...

CAVACO. A MÃO QUE EMBALA O BERÇO



Vasco Pulido Valente faz hoje 70 anos. Pedro Lomba entrevistou-o para o Público. Excertos, sublinhados meus
«[...] Mesmo assim, em 1974 ainda existiam os morgadios e outras coisas que só acabaram com o 25 de Abril. [...] Politicamente e economicamente, pois o liberalismo nunca existiu. Nunca existiu como nunca existiu um poder legítimo em Portugal até 1982. Até à dissolução do Conselho da Revolução não houve poder legítimo em Portugal. As pessoas que mandaram neste país foi porque mandaram neste país. [...] Foi o Cavaco que empurrou o carrinho pela descida abaixo. Lembra-se daqueles anúncios que ele fazia: “Aumentei as reformas, aumentei as pensões”. O Cavaco começou [o endividamento] A Revolução significou fazer uma classe média. [...] Era preciso fazer uma classe média para sustentar o regime e empregou-se a classe média no Estado. Toda. Nas profissões, com as qualificações mais estapafúrdias. Empregou-se aquela gente a eito. Por isso é que nós temos 700 mil funcionários. [...] Portanto, o Estado Social favorece é a classe média, não os pobrezinhos. Isto é um lugar-comum na Europa. [...] Está por provar que as políticas da austeridade ressuscitem as economias. Isto não tem nada que ver com dar esperança às pessoas, ou falar em regeneração e justiça. Vinte e cinco anos de indisciplina fiscal absoluta produziram isto, agora temos de pagar as dívidas. Estes são os factos. Pessoas que não perguntaram quando estavam a ser beneficiadas têm de perguntar agora que estão a ser, na maneira delas, prejudicadas. [...] Mas isto não é um problema português. [...] Ainda hoje em França as pessoas se reformam, parece, aos 62 anos. Isto não é sustentável. [...] As pessoas subestimam a sombra da 2.ª Guerra Mundial sobre esta união europeia. A União é uma maneira de garantir que a Alemanha não causa problemas à Europa, é uma maneira de ligar a Alemanha ao resto da Europa e é essa a preocupação, não é a paz. Tal como acabar com a moeda de um país é tirar-lhe mais de metade da sua independência. Os alemães não queriam o euro. O euro não foi feito a bem da Europa. O euro foi feito para acabar com o marco. [...] O Cavaco subiu as expectativas dos portugueses absurdamente. [ninguém como ele] nos endividou tanto. [...]   Cavaco não fez nada pela produção portuguesa. Acabou com a frota pesqueira, com a agricultura, com várias coisas. Nunca percebeu que a justiça era importante. Quando lhe diziam, nenhuma economia funciona sem a santidade dos contratos, não percebia. Ainda hoje percebe pouco do que se passa à volta dele. E tem a força dos obcecados. [...] A miséria que havia em 1974 não se compara com a miséria que há hoje. Os meus pais iam passar férias a Magoito, uma aldeia a 15 quilómetros de Sintra, e a miséria daquela gente era de pôr os cabelos em pé. [...] Não vejo por que é que um colunista deva ser capado politicamente. O que acho é que não se pode ser as duas coisas ao mesmo tempo. Sempre que estive dentro de alguma coisa, parei — tanto durante o Sá Carneiro, como durante o MASP. Não escrevi. [...] A única pessoa que criou um ódio permanente foi o Balsemão [...] mas ele é monstruosamente vaidoso, mais do que o Cavaco.»

20 novembro 2011

A CULPA NÃO É DA TROIKA

A culpa não é da troika


Ainda por aí muita gente a barafustar com a troika porque os seus membros se comportam como oficiais de um exército de ocupação. Mas a verdade é que nem sempre foi assim, isso só sucedeu desde que os ministros de Passos Coelho tomaram posse deste país e se comportam ao lado dos tecnicozitos da troika como se fossem uma ninhada de Yorkshires..

Foram os jornalistas que trataram os tecnicozitos da troika com um destaque próprio dos presidentes do EUA e os ministros de Passos Coelho até lhes lamberiam o rabo se lhes mandassem
fazê-lo
De O JUMENTO

ESTES POVOS DO SUL...

Merkel & Passos, a mesma luta: “uns indisciplinados estes povos do sul”
• Pedro Adão e Silva, Ir para além da Merkel:
    ‘por ir além da senhora Merkel e da visão alemã sobre a natureza moral da crise. A posição Movido por voluntarismo ideológico, o Governo anunciou que iria além da troika. Nos próximos anos, o aprofundar da recessão encarregar-se-á de demonstrar a dimensão do erro. Entretanto, como se não bastasse, o primeiro-ministro resolveu expor a sua doutrina sobre o papel que o BCE deveria desempenhar na resolução da crise. Para Passos Coelho, o BCE deve limitar-se a fazer o que tem feito, ou seja, praticamente nada, permitindo, pelo caminho, que a espiral contagiosa da crise da dívida soberana se tornasse imparável. A alternativa – transformar-se num verdadeiro banco central e funcionar como financiador de último recurso – seria, para o primeiro-ministro português, dar “um péssimo sinal aos países indisciplinados”. Fica claro: depois de ir para além da troika, Passos Coelho optou do primeiro-ministro representa uma divergência estratégica com o Presidente da República, que tem insistido na posição contrária. Mas, convenhamos, a discordância entre as duas principais figuras do Estado está longe de ser o aspeto mais inquietante. O que é preocupante é termos um primeiro-ministro com uma posição que não defende o interesse nacional, nega o carácter sistémico da crise da zona euro e insiste na sua natureza moral (“uns indisciplinados estes povos do sul”), enquanto se opõe às alterações necessárias na arquitectura do euro. É assustador descobrir que Passos Coelho está convencido que é possível solucionar o problema português com ajustamentos austeros não acompanhados por uma intervenção radicalmente diferente do BCE e uma política orçamental expansionista nos países com excedentes na balança de transacções correntes. Prosseguir neste caminho é insistir no pré-anúncio do fim do euro.

AGORA É QUE VAI SER A MAIOR

Como habitualmente...


"Jerónimo: Greve geral «pode ser a maior de sempre»."
Para o PCP cada greve geral é sempre a maior de sempre. Está para vir uma greve geral que não seja maior do que a anterior. Admitir outra coisa seria admitir a perda de capacidade de mobilização do Partido, para além dos parcos crentes que ainda acorrem às ultreias e via-sacras da seita. 

O CONTRA-SENSO DO VOTO POPULAR...

Pero mio VOTO és de los RICOS...

O contra-senso - ESPANHA VOTA NA DIREITA... Más notícias!!! 

O projecto europeu é uma ideia social-democrata. Baseia-se nos princípios sociais-democratas europeus (Internacional Socialista) e consiste numa federação social e económica das nações europeias com a preocupação fundamental  de uma justa distribuição da riqueza!!!
A direita (que agora se diz liberal) sempre foi contra este projecto e mesmo os eurocépticos só admitiram que ele pudesse   andar    porque o viam como uma forma de suportar a globalização.
A direita sempre detestou que as sopeiras se vestissem como as meninas da casa e que os pobres pudessem engarrafar as auto-estradas onde eles queriam circular sem impedimento
.

Os pobres, os ex-remediados que gostam de ser considerados classe média, perdem-se de amores pela aparência e, ao vestirem as camisolas da moda - laranjas e azuis, sentem-se em pé de igualdade. Pensam que o canudo e o cartão de crédito resolvem o resto. Nunca repararam, como os espanhóis estão à beira de não reparar, que é um contra-senso ter uma Europa com um projecto social-democrata (em Portugal e em Espanha, PS e PSOE, respectivamente) e ter um poder que o odeia e tudo fará para o destruir e, tal como já aconteceu em França, na Alemanha, na Grã-Bretanha, em Portugal e por aí fora, vão dar mais uma ajuda ao fim do projecto social fazendo também a Espanha voltar à direita.
É um contra-senso que fará a Europa continuar no retrocesso humanista e civilizacional e que só terminará quando se voltar a reconhecer na rua, pela indumentária, quem é o assalariado e quem é o patrão.
Agora, que votaram na direita,  não tarda que não terão dinheiro para vestir como o patrão. Um raciocínio tão simples!!!LNT

A CONTA DAS FACAS NAS COSTAS

                                                    Se eles em família se tratam assim


A reunião de Alberto João Jardim com os estarolas  de São Bento relatada ao Expresso [p. 6] por uma das arrastadeiras: ‘O líder madeirense  reuniu-secom Pedro Passos Coelho, Vítor Gaspar e Miguel Relvas, mas, ao que o Expresso apurou, limitou-se a apresentar as necessidades de financiamento da região, ficando-se por considerações genéricas quanto às medidas de austeridade que estará a preparar. “Achou que podia vir cá só para apresentar a conta”, segundo uma fonte governamental.’

MIGUEL RELVAS COLABOROU? E ENTÃO?

O PATRIOTA
Parte considerável do processo Face Oculta assenta em corrupção política e tráfico de influências. É desses crimes que os arguidos mais mediáticos são acusados. Entre todos, dois: José Penedos, antigo presidente da REN, deputado e secretário de Estado da Defesa, da Energia e da Indústria; e o seu filho Paulo, advogado, que já disse em tribunal ter usado abusivamente o nome do pai.
Numa altura em que o Ministério Público anda tão preocupado com corrupção política e tráfico de influências (ainda bem), causa enorme perplexidade o aparente desinteresse dos senhores procuradores face às declarações de Abdool Vakil, antigo presidente do Banco Efisa, sobre Miguel Relvas, actual ministro da Propaganda. Disse Vakil: «O dr. Miguel Relvas nunca trabalhou com o Efisa, mas prestou serviços muito úteis, pois abriu-nos portas no Brasil. [...] Ele tinha muitos conhecimentos no Brasil e que eram importantes para quem quer fazer negócio e abriu-nos portas.» Um desses conhecimentos era José Dirceu, ministro-chefe da Casa Civil do presidente Lula da Silva, cargo de que foi afastado em consequência do escândalo do Mensalão. Tudo isto se passou antes da nacionalização do BPN (a cujo grupo o Efisa pertencia), quando Miguel Relvas, na qualidade de deputado do PSD, chefiava a comissão parlamentar de Obras Públicas.
Estamos neste momento a ver Relvas na RTP  a exibir na lapela, patrioticamente, a nossa bandeirinha nacional...  Abençoada Pátria que tais filhos tens...
Hoje, o Público (a imagem ao alto é do jornal) conta-lhe parte desta

UM NATAL POBRE - UM NATAL GASPAROIKA


                                                                                                                                                 




A economia vai sofrer uma contracção real de 3% a 4% no último trimestre deste ano face a igual período de 2010, naquele que será o empobrecimento mais rápido e violento de que há memória para os portugueses. Cortes no rendimento das famílias contribuem para queda.
Este vai ser o Natal mais pobre dos últimos 32 anos Serão as famílias, por via de cortes a fundo no consumo, motivados pela nova taxa sobre os subsídios de Natal deste ano e pela falta de crédito bancário, que vão pagar a maior parte do ajustamento. O consumo das famílias vale cerca de 60% da riqueza total da economia. in DN
                                                                                 »»»»»Ler mais na edição e-paper

FERREIRA FERNANDES

A bicicleta do chimpanzé do circo

Gosto de ser surpreendido por sinais que, afinal, só me confirmam o que eu estou farto de saber. A crise, por exemplo, como a podia ignorar? Mas foi ontem, lendo uma pequena notícia no jornal francês Le Monde, que me convenci, definitivamente, da famigerada crise. Eis a pequena notícia que me abalou: perto de 70 por cento dos franceses estão dispostos a comprar, pelo Natal, brinquedos em 2.ª mão. Até os brinquedos de Natal, Senhor!... A minha infância foi passada nos modestos anos 50, ainda não entrados nos tempos de prosperidade, de ilusão de cada vez mais e melhor da década seguinte. Um dia, pelo Natal, no meu bairro, São Paulo, em Luanda, desaguou um circo, espanhol e pobre, de trapezistas de meias furadas e animais famélicos. Estava no estertor, teve de haver uma colecta no bairro para dar carne ao leão, mas o circo morreu mesmo ali. Venderam a lona da tenda e a velha camioneta Chevrolet, e despacharam os animais, nunca soube para onde. Na manhã desse Natal eu recebi o presente desejado: uma bicicleta. Mas os meus pais surpreenderam-se com a minha birra, não quis o presente: reconheci a bicicleta amarela do chimpanzé do circo. Estamos, pois, regressados, diz Le Monde, a meio século atrás. Resumindo: há mesmo crise. A boa notícia é que os tempos difíceis nem sempre são só o mau que parecem. Não há presente de que me lembre com tanta emoção como da bicicleta que rejeitei e nunca montei.por FERREIRA FERNANDES

INSANIDADES

"O jornalista luso-angolano, com banca montada no DN, dificilmente me  faz discordar dele, em média, uma em cada 200 crónicas que dá à estampa.
A  Esta, então, subscrevo-a a 500%, e estou a ser avarento.
Ele há gente que se toma muito ao sério.
Ele há jornalistas que descobriram o segredo do universo.
Ele há homens, pelas responsabilidades que assumiram, que deveria, olhar para o espelho e assumir que, por exemplo, a miséria, a fome, as violações constantes dos direitos humanos, essas sim são questões de mor importância.
Claro. Isto vem a propósito da impressiva e esclarecedora crónica de Ferreira Fernandes
Nesta estão em causa os futebolistas Bosingwa e Ricardo Carvalho e podemos nós resolvê-la sem troikas. Ponto de partida: precisamos de fazer um grande Europeu. Nesse campeonato, se houver Europa com duas velocidades nós temos a obrigação de ir na carruagem da frente. Ora, para garantir esse ponto de partida a selecção tem de ser muito boa, tem de ter Bosingwa e Ricardo Carvalho. Impedimentos, tirando a boa vontade: não há. O que fez sair Bosingwa e Ricardo Carvalho da selecção não foi morte de homem, nem mesmo murro no treinador. Um país que recebe ordens de um estrangeiro sobre como deve cortar subsídios bem pode engolir em seco e esquecer pequenos deslizes cometidos pelos seus futebolistas, que até são dois tipos gentis. Então, mãos à obra. A primeira coisa a fazer é que os jornalistas burros deixem de acirrar, estendendo o microfone a Paulo Bento e aos dois jogadores. Faça-se uma comissão de sábios, se for preciso com o cardeal-patriarca e o chefe do protocolo do Ministério dos Negócios Estrangeiros, gente que saiba limar arestas. Ponham a Carminho a dedicar fados a Paulo Bento, e Marcelo a fazer apelos à reconciliação. A actual e as antigas primeiras damas convidem o treinador para um chá e falem-lhe das virtudes da generosidade. Enfim, façam pela Pátria, e resolvam a merda de um problema resolúvel. E rápido!"




:

19 novembro 2011

Enishie by Seigen Ono

PORTAS QUE O BPN ABRIA

 



Parte considerável do processo Face Oculta assenta em corrupção política e tráfico de influências. É desses crimes que os arguidos mais mediáticos do processo são acusados. Entre todos, dois: José Penedos, antigo presidente da REN, deputado e secretário de Estado da Defesa, da Energia e da Indústria; e o seu filho José, advogado, que já disse em tribunal ter usado abusivamente o nome do pai.
Numa altura em que o Ministério Público anda tão preocupado com corrupção política e tráfico de influências (ainda bem), causa enorme perplexidade o aparente desinteresse dos senhores procuradores face às declarações de Abdool Vakil, antigo presidente do Banco Efisa, sobre Miguel Relvas, actual ministro da Propaganda. Disse Vakil: «O dr. Miguel Relvas nunca trabalhou com o Efisa, mas prestou serviços muito úteis, pois abriu-nos portas no Brasil. [...] Ele tinha muitos conhecimentos no Brasil e que eram importantes para quem quer fazer negócio e abriu-nos portas.» Um desses conhecimentos era José Dirceu, ministro-chefe da Casa Civil do presidente Lula da Silva, cargo de que foi afastado em consequência do escândalo do Mensalão. Tudo isto se passou antes da nacionalização do BPN (a cujo grupo o Efisa pertencia), quando Miguel Relvas, na qualidade de deputado do PSD, chefiava a comissão parlamentar de Obras Públicas.
Hoje, o Público (a imagem ao alto é do jornal) conta-lhe parte desta história mirabolante.

O MINISTRO DA ROPAGANDA NÃO SE CONTÉM?

Rapinado aqui à Shyznogud

Poul Thomsen,      chefe da missão do FMI, deu hoje uma entrevista ao Expresso, na qual garante o seguinte:

    • A troika define “metas orçamentais”, mas “o Governo pode atingi-las de diferentes formas”, pelo que mais uma vez se comprova que é falsa a declaração do ministro da propaganda de que o memorando impõe que a consolidação se faça obrigatoriamente em 2/3 pelo lado da despesa (para assim justificar o corte dos subsídios de férias e de Natal aos pensionistas e funcionários públicos); • Há folgas (embora não “significativas”) no Orçamento do Estado, como o PS vem sustentando.
Como já aqui se mostrou, o ministro da propaganda...  mente!

DÊPÊCHE TOI!

O português, quando é falado, não parece corrigido por alguém que tenha a nossa língua como língua materna, embora haja agradecimentos a quem ajudou nesse aspecto linguístico. Curiosamente, isso dá um realismos acrescido às situações, porque sugere que o português foi apanhado apenas pela sonoridade, pelo ouvido de alguém que sabe ouvir mas não conhece a língua, o que resulta na criação de um clima muito específico.

ambém pelo que acabou de ser mencionado, estou curioso para ver como vai este álbum ser traduzido para português. O que, indiscutivelmente, tem de acontecer. Até lá, desculpem os demais, mas esta pérola está reservada para quem seja capaz de ler francês.

Algumas pranchas deste álbum podem ser encontradas
aqui. Não desanimem por verem, de início, poucas imagens. Lá mais para a frente há páginas completas disponíveis.

Aqui podem ler
uma entrevista com Pedrosa.

A MINISTRA...

RECEITAS PSD

Descoberta a   fórmula  para o desemprego jovem do PSD 

"Quem entende que tem condições para encontrar [oportunidades] fora do seu país, num prazo mais ou menos curto, sempre com a perspectiva de poder voltar, mas que pode fortalecer a sua formação, pode conhecer outras realidades culturais, [isso] é extraordinariamente positivo", afirmou. "Também nesta matéria é importante que se tenha uma visão cosmopolita do mundo", adiantou   Relvas..