03 dezembro 2011
02 dezembro 2011
EU NÃO PEDI COELHO
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A. A. Barroso
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10:39 p.m.
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Palácio da Pena, entrada principal.
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A. A. Barroso
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10:16 p.m.
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| o frasquinho de veneno |
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A. A. Barroso
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9:02 p.m.
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ALTERAÇÕES NO IV REICH
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A. A. Barroso
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8:33 p.m.
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GRANDE SÓCRATES!!!
| Quanto arrependimento não andará por aí por se ter alinhado na campanha da direita ranhosa contra um dos melhores governantes de Portugal |
O homem desapareceu, fugiu do país, ignorou-nos, mas a direita ainda faz xixi nas calças só de ouvir o seu nome e o Seguro ainda não sabe se há-de fazer oposição ao governo ou à sombra do seu antecessor. Quem deve estar cheio de saudades é o Cavaco Silva, depois do que tem passado com o Passos Coelho já deve ser capaz de dar valor aos cinco anos de convivência com o ex-primeiro-ministro e tem boas razões para torcer a orelha por ter ajudado Passos Coelho a chegar ao poder. Mais uns OE incompetentes do Gaspar e quando deixar Belém a família Silva vair ter que viver dos rendimentos pois fica só com a pensão do
Banco de Portugal, a única instituição portuguesa onde o dinheiro abunda e ninguém tem a mais pequena ideia do que é a austeridade.
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A. A. Barroso
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5:50 p.m.
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MIKIS THEODORAKIS ZORBA BALLET THE SYRTAKI DANCE
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A. A. Barroso
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4:49 p.m.
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Manhosos, Irresponsáveis, Incompetentes e desonestos 
A crítica recorrente feita pela direita e extrema-esquerda a todos os Orçamentos de Estado dos últimos anos foi a de não apostarem no crescimento económico, as ajudas sociais pecaram sempre por defeito, os investimentos públicos foram sempre escassos, os défices foram sempre insuficientes. A direita que insiste em castigar os portugueses com medidas de austeridade próprias de um governo do Pinochet foi a mesma que pediu desculpa aos portugueses por terem deixado passar algumas medidas ligeiras de austeridade e lançaram uma crise política chumbando um PEC cujas medidas se apressaram a adoptar mal chegaram ao poder.
O incrível é que o governo da direita tem um ministro tão incompetente que ainda antes de aprovado o Orçamento de Estado já toda a agente sabia que a previsão de 2,8% de recessão em 2012 não passava de um palpite do ministro. Isto é, todas as expectativas em relação às receitas fiscais constantes deste OE são falas e poderão pecar por excesso. Isso explica que mal o OE foi aprovado o discurso de Passos Coelho foi o da necessidade de medidas adicionais.
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A. A. Barroso
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4:05 p.m.
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CAVACO SILVA ACOSSADO PELO COELHO
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| até a vaquinha se ri... |
Passos Coelho tem-se desdobrado em declarações que visam pressionar Cavaco Silva a não enviar o OE para o Tribunal Constitucional, Passos Coelho sabe que o OE tem medidas brutais e inconstitucionais, sabe que os constitucionalistas do seu próprio partido partilham desta opinião e sabe que Cavaco Silva foi o primeiro a expressar a sua discordância e a avançar com argumentos que põem em causa a constitucionalidade da medida.
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A. A. Barroso
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11:53 a.m.
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VEM AÍ O TRATADO GERADOR DA NAÇÃO "EUROPA CONTINENTAL"?
“A Europa está prestes a criar uma união orçamental”, adiantou a chanceler Angela Merkel, no parlamento alemão, num discurso que encontrou eco em Toulon, onde Nicolas Sarkozy discursou. A Alemanha e a França falam a uma só voz e pretendem ditar as regras de uma nova Europa, “refundada”, como ambos defendem. Merkel acredita que a Europa “necessitará de alguns anos para ultrapassar esta crise”, defende “regras mais rígidas sobre os países incumpridores”, afasta a possibilidade de se criarem eurobonds, os títulos de dívida. “Quem defende os eurobonds ainda não percebeu a crise”, acusa. A chanceler alemã encontra-se na próxima semana com o chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy, que em apontou as mesmas soluções: “A Europa tem de ser pensada e refundada com urgência”. Angela Merkel e Sarkozy já traçaram o plano de um novo tratado. Nicolas Sarkozy falava em tom coletivo – apresentando ideias comuns à Alemanha. Os dois países pretendem ser os pilares de uma nova Europa. O plano já está em marcha, com acordos que nasceram nos encontros entre Sarkozy e Angela Merkel. “A Europa terá de ser repensada e refundada, com urgência. O mundo não vai esperar por nós e se não corrigirmos os nossos erros com a rapidez que se impõe, a História mundal será escrita sem a Europa”, sustentou Nicolas Sarkozy. É por isso que a França defende, a par da Alemanha, um novo tratado europeu, que seja “repensado e refundado”, para que se crie uma nova organização. “O objetivo é fazer prevalecer a disciplina, a solidariedade, a responsabilidade dos países, para que se possam prestar contas à população”, sublinhou o chefe de Estado francês. Esta é a visão que Alemanha e França têm da Zona Euro, sustenta Sarkozy, que realça a necessidade de uma “futura reforma dos tratados”. O objetivo passa por aplicar sanções mais duras para os países incumpridores, numa justiça que se aplique de forma mais célere. Nicolas Sarkozy realça a necessidade desta refundação, em nome da superação dos problemas na Zona Euro, que atravessa “uma crise grave que pode arrastar todos os países da União Europeia, mesmo aqueles que não partilham a moeda. “O que será da Europa se o euro desaparecer, se o centro económico europeu entrar em colapso? Nada... Defender o euro é defender a Europa”, afirmou o Presidente francês. Sarkozy e Merkel voltam a reunir-se na segunda-feira, para preparar o Conselho Europeu do próximo dia 9 de dezembro, em Bruxelas. Este Conselho Europeu surge numa altura em que o FMI aponta desequilíbrios na retoma mundial, com problemas de incerteza dos mercados sobre o futuro europeu leva a rever em baixa as perspetivas de crescimento mundial, no próximo ano. daqui |
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A. A. Barroso
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10:52 a.m.
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COM ESTA GENTE DA "MASSA"... AS BOAS-NOVAS NUNCA ABUNDAM...
O SINDICATO
Ler: Central banks step in to stave off new credit crunch.
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A. A. Barroso
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9:33 a.m.
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01 dezembro 2011
ESTA GENTE NÃO SERÁ UMA CÁFILA DE CAMELOS PERDIDA NO SEU DESERTO DE IDEIAS
Conclusão: os mercados chumbam o Orçamento do Estado
Andaram a vender-nos a ideia de que a aprovação do Orçamento do Estado daria mais confiança aos mercados. Os mercados, esses ingratos, parecem não estar de acordo, tendo interiorizado que esta austeridade draconiana gera recessão e não pemite pagar dívidas a ninguém: os juros da dívida portuguesa continuam a subir, atingindo novos máximos a cada dia que passa, ao contrário do que hoje se observa em relação aos juros das dívidas irlandesas, espanholas e italianas.
A esta hora, o Moedas estará já a explicar ao núcleo duro dos estarolas que a coisa não está para brincadeiras:
- — Eles, Senhor Primeiro-ministro, não atendem as minhas chamadas. Mas todos os sinais apontam no sentido de que reprovaram o Orçamento do Estado. Quer avançar já com mais medidas recessivas ou vamos por outro caminho?
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A. A. Barroso
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10:48 p.m.
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CRISE EUROPEIA? E A PORTUGAL O QUE INTERESSA ISSO?
O PM continua a recitar a cartilha de D. Merkel, como se viu ainda na entrevista televisiva de ontem, com uns ligeiríssimos arrebicamentos, para não deixar ao PR Cavaco mais espaço para ir escavacando a direcção PSD...Paulo Portas não desperdiça pretextos para abrilhantar o Conselho de Segurança exibindo garbosa capacidade de ler discursos (as escapadas novaiorquinas, além de outros ensejos, permitem deixar para o pior para o PSD, e poupar-se o mais possível, da sarrafada resultante da austeridade cavalar imposta aos portugueses).
Ao guru do governo, Vitor Gaspar, já bem lhe basta ter de dar cavaco à AR e aos media em Portugal - vai a Bruxelas ao Eurogrupo e ao Ecofin e entra mudo e sai calado, junto de jornalistas portugueses ou estrangeiros. Não, não é que o homem não fale inglês: fala melhor do que o antecessor. É que de narrativa sobre Portugal para o exterior, nickles, não cuida, não quer cuidar, não precisa de cuidar: uma fézada cega e uma convicção ideológica arreigada sopram-lhe que é pela inclemência da austeridade que mostrará ao mundo como salva o país, mesmo que os portugueses estrebuchem de desemprego e fome, o Euro colapse e a Europa se esfrangalhe...Um Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, ao menos, podia andar por aí de caixeiro-viajante discreto, a deixar cair umas dicas sobre rigores gasparais, ardores coelhais, sacrificios portugalenses, monstruosidades alemãs, inanidades merkozistas e outros perigos para a Europa. Qual carapuça! o Estado precisa de contenção nos gastos, nem de trotinete põe pé em Bruxelas. Por exemplo, há dias houve reunião de conciliação PE/Conselho/Comissão para decidir sobre o orçamento comunitário para 2012; tema despiciendo, apesar de lá poderem vir mais fundos para Portugal...: basta mandar o Reper, que é pago para nos representar nas reuniões em Bruxelas. Portugal, o Euro, a Europa bem podem estar à beira do precipício que este Governo nada tem a dizer, a opinar, a mexer um dedo, em Bruxelas, Polónia, Paris ou Berlim. Portugal amestrado, estrangulado e caladinho que nem um coelho é que é!
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A. A. Barroso
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7:01 p.m.
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APERTE SENHOR COELHO ATÉ ESGANAR O DOENTE
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A. A. Barroso
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5:53 p.m.
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GOZEM BEM ESTE FERIADO PORQUE SERÁ O ÚLTIMO!...
| A ANFITREÃ |
Pois em 2012 produziremos todos a indispensável mais-valia para a banca com redobrada alegria: o 1º de Dezembro cai num sábado. E é mesmo redobrada, porque o dia 8 do mesmo mês... idem. Para compensar, faremos ponte nos dias 24 e 31 - já não é mau.
Mas em 2013 é que a festa se acaba: o dia da Restauração e o da imaculada senhora calham em domingos. Lá teremos que compensar com uma pontezita na quinta e na sexta-feiras a seguir ao Natal.
Em 2014 é que vai ser o diabo. O governo de Pequim terá ditado que já não teremos feriados, nem sábados, nem domingos. Receio que até o novo feriado - o tal que há-de ser estabelecido para substituir o dia da Independência Nacional (estou certo que será a 7 de Junho) - receamos que até esse já tenha sido extinto, logo a seguir à transmissão de poderes. Pequim não será menos exigente que o tridente dos 'mercados'.
Que ninguém se alarme, porém. Com a opção da via do empobrecimento uniformemente acelerado, com a vigência do princípio segundo o qual o início do fim da crise está aprazado para 2012 por via de em 31.Dez.2011 termos batido no fundo, com aquilo que acontece quando se bate mesmo no fundo - com tudo isso já não haverá feriados, nem sábados, nem domingos... nem portugueses.
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A. A. Barroso
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2:33 p.m.
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GRANDE SACANA
Grande sacana!
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A. A. Barroso
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6:49 a.m.
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30 novembro 2011
O O.E. DA REPÚBLICA DA IRLANDA FOI PRIMEIRO AO BUNDESTAG?!
| Lá anda o Roque e a Amiga!... |
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A. A. Barroso
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8:39 p.m.
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A. A. Barroso
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8:08 p.m.
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Quarta-feira, Novembro 30, 2011
Alô?!
Mr. Vítor e Dr. Gaspar

Na página 10 da edição do Diário Económico da passada segunda-feira é referida a possibilidade de ocorrer uma reunião sobre o Orçamento do Estado em que estaria do lado do PS, entre outros, Óscar Escaria. O jornal faz hoje uma rectificação, reconhecendo que um tal ser não existe — mas talvez não fosse mau de todo que o autor do texto se concentrasse mais com o que escreve do que com o que se escreve no CC.
Vítor Escaria e Óscar Gaspar foram, segundo se sabe, assessores do primeiro-ministro José Sócrates. Serão economistas com defeitos e virtudes, como todos os outros. A fusão dos méritos dos dois poderia resultar no tal Óscar Escaria que o Diário Económico invoca? E se juntassem as falhas de cada um, em termos de análise e perspectiva, dariam lugar a um Vítor Gaspar? Aí o Diário Económico teria criado um pesadelo para os portugueses.
Ninguém tem respeito ao Moedas ou é uma bebedeira de felicidade pela aprovação do Orçamento?
"Batalhamos em tempo real nos monitores da Bloomberg", dizia há dias o nosso Moedas. Hoje, chega a informação, através dos tais monitores da Bloomberg, de que os juros da dívida portuguesa continuam a bater sucessivos records.
Está bonita a festa, pá [ponto de situação]
— Pedro, não fiques com esse riso amarelo, mas é queestá quase na hora de regressar a Frankfurt.
Subitamente, surgiram Durão Barroso e Cavaco Silva na última sexta-feira: enquanto o homem de Bruxelas malhava na política de Educação de Crato, o homem de Belém fazia em picadinho a estratégia de genuflexão do Governo perante a Sr.ª Markel. Depois, juntou-se-lhes Vítor Bento, o ministro-sombra das Finanças, que veio passar ao papel as palavras do Presidente da República; ontem, Paulo Rangel, afilhado da Dr.ª Manuela, pôs em evidência a falta de coerência da política externa made in Caldas. E, hoje, Bagão Félix já fala na “obsessão fiscal do executivo que se está a tornar num raciocínio quase totalitário.”
O
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A. A. Barroso
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7:46 p.m.
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