07 dezembro 2011

EURO - O ORNITORRINCO DO MUNDO FINNCEIRO


Leiam na íntegra, pode ser?

• João Pinto e Castro, Vamos experimentar enfiar o gato no micro-ondas para ver o que acontece:
    ‘Diz-se ter Lord Palmerston afirmado a propósito de um diferendo territorial que durante décadas opôs a Dinamarca à Confederação Germânica: "A questão do Schleswig-Holstein é tão complicada que só três pessoas na Europa chegaram a compreendê-la. O primeiro era o Príncipe Alberto, que morreu. O segundo era um Professor alemão, que enlouqueceu. O terceiro era eu, e esqueci-me." Substitua-se o Príncipe Alberto por Miterrand, o professor alemão por Jürgen Stark e Palmerston por Delors, e, em vez do Schleswig-Holstein, estaremos a falar da zona euro. O euro é o ornitorrinco do mundo financeiro, uma ave mamífera rastejante que se imagina capaz de altos voos. Mas não se pense que foi concebido assim por engano: as primeiras versões do projecto da moeda única europeia, traçadas nos anos 70, incluíam quase tudo o que agora se reconhece faltar-lhe: união fiscal, união política, flexibilidade numa fase de transição, euro-obrigações e um emprestador de última instância.’

É UM  PATETA ÚTIL-VAMOS DAR-LHE CORDA

HÁ GOVERNO?


Ainda que mal pergunte…

Há política económica? Há política para a agricultura? Há política para o ambiente? Há política para a cultura? Há política para a ciência? É que se há, já alguém deu por elas?
• Santana Castilho, Passos Coelho, o contabilista plutocrata [hoje no Público]:
    ‘Para Passos Coelho, a Educação é uma inevitabilidade, que não uma necessidade. Ao mesmo tempo que a OCDE nos arruma na cauda dos países com maiores desigualdades sociais, lembrando-nos que só o investimento precoce nas pessoas promove o desenvolvimento das sociedades, Passos Coelho encarregou Crato de recuperar o horizonte de Salazar e de a reduzir a uma lógica melhorada do aprender a ler, escrever e contar. Sob a visão estreita de ambos, estamos hoje com a mais baixa taxa de esforço do país em 37 anos de democracia. É significativo o facto de, em seis páginas e meia de entrevista recentemente concedida a este jornal, Passos Coelho (e, diga-se também, a entrevistadora) terem remetido a Educação para a expressão das suas sensibilidades: o zero absoluto. Com o passar do tempo e o confronto com as medidas tomadas, clarifica-se o conteúdo ideológico de Passos Coelho e a sua intenção política de desarticular o Estado e entregar à plutocracia o que resta. (…)  E Portugal, por acaso, tem Governo?... Este aqui ao lado, o merceeiro do Pingo Doce ... também diz que Portugal não tem governo...       E ele sabe melhor que ninguém  porque é o António Barreto que o informa... razão pela qual, quando ele fala, até os passarinhos fazem silêncio como se fora uma sexta-feira de semana santa...O que não impedirá, segundo os jornais, que Alexandre Soares dos Santos, esteja sob escrutínio do fisco para pagar umas dezenas de milhões em falta. E parece que pensa mudar a sede para a Holanda onde parece que não se  pagam impostos. É um patriota! bem aconselhado.

AUDI A4


Revisto esteticamente e actualizado no conteúdo, a nova evolução do Audi A4 chega a Portugal no final de Fevereiro do próximo ano

Disponível nas variantes berlina, carrinha (Avant) e allroad, o A4 atingiu a sua melhor forma de sempre. Tudo porque foi alvo de alterações estéticas, técnicas e de conteúdo.

Visualmente, diferencia-se pelos retoques efectuados na grelha “single-frame” (dotada de lamelas cromadas duplas na versão S4 e na polivalente allroad), nos grupos ópticos (quando equipados com opcionais faróis bi-Xénon incluem tecnologia LED quer para as luzes diurnas dianteiras quer para os farolins traseiros), nos pára-choques (o dianteiro passou a integrar faróis de nevoeiro de formato trapezoidal em vez de redondos, ainda que apenas nas carroçarias berlina e Avant) e no capot. Também as jantes mudaram e a palete de cores para a carroçaria contempla, agora, seis novas opções.

No interior, o volante, as várias possibilidade de decoração, a nova versão do sistema MMI (tem agora seis botões em vez dos anteriores oito, ainda que disponha de mais funções) e a nova adição de equipamentos e opções, assinalam outras importantes melhorias.
O sistema Audi Drive Select passou a integrar um quinto modo, designado “Efficiency”, que se junta, assim, aos “Comfort”, “Sport”, “Auto” e “Individual” já existentes.

Equipado, de série, com alerta de cansaço para o condutor em todas as versões, o renovado A4 pode ser requisitado, em opção, com cruise control adaptativo, Audi Side Assist e Audi Lane Assist.

No que ao plano mecânico diz respeito, as novidades residem apenas nas motorizações. Agora, este familiar premium conta, também, com os préstimos dos 1.8 TFSI de 170 cv e 3.0 TDI de 204 cv. Mas existem mais opções na gama: 2.0 TFSI de 211 cv; S4 de 333 cv (3.0 TFSI); 2.0 TDI de 120, 136, 143 e 177 cv; 3.0 TDI de 245 cv. Todas as versões (allroad incluída) contam, de série, com sistema start/stop e travagem regenerativa.

Ainda sem preços definidos, o revisto e melhorado Audi A4 chega a Portugal no final de Fevereiro do próximo ano nas variantes berlina, Avant e allroad. Todas as motorizações estarão disponíveis na fase de lançamento.

06 dezembro 2011

Falta de sorte

A UE teve muita falta de sorte com a coincidência das lideranças em Berlim e Paris...  Ainda por cima dão o seu pior quando começam a dispor das regras para novos tratados. O de Lisboa, assente no receio da participação cidadã, infelizmente seguido cegamente pelos pacientes dos costume, não resistiu aos seus favores mais de um lustre que a bem dizer nunca chegou a entrar em vigor.Agora querem outro para judicializar os termos já expressos do Pacto de Estabilidade que, sem outras medidas, está na base da actual desgraça económica europeia. Tudo isto é frouxo, tudo isto é triste. Cortex Frontal

A CARAMUNHA COMO ESTRATÉGIA SERÁ O QUE NOS ESPERA?


Segundo os planos mais ou menos conhecidos da chanceler alemã, os países que celebrem o novo pacto de estabilidade do euro vão ter de submeter-se a uma disciplina orçamental rigorosa (para nós, maior do que a actual), não autónoma, controlada a nível da Comissão (ou assim parece), e os desvios e incumprimentos serão punidos pelo Tribunal de Justiça Europeu. Estes planos baseiam-se, claro está, no princípio teutónico dos santos e pecadores, totalmente discutível, até por grandes sumidades internacionais, e que, aliás, já começa a perder consistência com a transformação dos primeiros dos santos, os Santos dos Santos, em pecadores como os outros, quiçá mortal e suicidariamente pecadores. Mas esse princípio foi plenamente abraçado e é repetidamente defendido pelo nosso actual primeiro-ministro, que precisa de justificar a falta de qualquer desígnio de desenvolvimento para o país com os “pecados” do seu antecessor que agora haverá que expiar e pagar. A senhora Merkel é tão-só o farol que o ilumina. Um triste, sem qualquer orgulho próprio (é certo que não tem motivos) nem nos cidadãos que governa.
No caso concreto do Portugal pecador (para perceber os nossos pecados, basta ler o post do Valupi intitulado “A culpa é dos faraós”), e no que toca a um possível desenvolvimento económico que nos tire dos infernos, exceptuando as migalhas que algumas empresas alemãs ou francesas benemeritamente aqui quiserem investir (digo benemeritamente, porque, bem mais perto das fronteiras alemãs, existem paraísos de mão-de-obra barata, como a Roménia, a Bulgária, a República Checa, futuramente a Croácia e a Sérvia, etc., bem mais barata do que a nossa e com melhores acessos ao núcleo duro da Europa), como não há crédito, as perspectivas são as de os nossos investimentos apenas poderem decorrer da riqueza gerada a nível interno. Ou seja, em plena recessão e a afundar-nos, nenhuns. Nas nossas circunstâncias, sem crédito para ideias luminosas devido às pobres perspectivas causadas pela recessão, e sem mercados europeus para onde exportar, dada a austeridade generalizada, restar-nos-á o quê?
O espartilho do euro vai condenar-nos à maior e mais longa miséria de que há memória. E em regime de subjugação política. Há uns tempos, falava-se que o abandono do euro por parte de um Estado poderia ter um efeito arrasador nos restantes sócios desta abstrusa empresa. A ser verdade, e se em vez de um (Grécia), forem dois a ameaçar sair (e porque não a Itália?), não estará aí uma poderosa arma de pressão a nosso favor? Iremos ser chantageados na próxima cimeira. Tens alguma na manga, Passos? Ou baixas as orelhas? É que o que nos propõem não acende a mínima luz ao fundo do túnel. Do que li, não há cenoura a acompanhar o chicote. E os nossos interesses não são os da Alemanha. Nem os dos eleitores da senhora Merkel, nos quais, como sabemos, não nos incluímos.
Só pode revoltar, por isso, o que lemos sobre as ideias do ministro das Finanças alemão, citado pelo Jornal de Negócios, e o “elogio” hipócrita e paternalista que dispensa a Portugal e à Irlanda.
Não percebe ou não quer perceber que o problema da zona euro é actualmente o seu fraco crescimento, impossível de inverter com políticas sacrificiais de empobrecimento.
Não será na sexta-feira, mas um dia o verniz estala. daqui

UMA IMAGEM QUE VALE POR MIL PALAVRAS

$ Marcha de Montalegre $ ::: Hino da Pátria Barrosã::::: Barroso, Montal...

MOURINHO ROCKSTAR DO ANO!...


Mourinho "estrela rock" do ano pela Rolling Stone
O treinador do Real Madrid é a personalidade do ano da revista 'Rolling Stone'. A versão espanhola da publicação dedicada à música e aos seus astros publica "Mou" na sua capa, em versão de banda desenhada. "A maquiavélica arte de irritar toda a gente." José Mourinho, português nascido em Setúbal, foi elevado à categoria de estrela de rock pela revista Rolling Stone.
O cenho franzido, o olhar desafiador e a personalidade única do homem que conduz há duas épocas os galácticos são tema de um extenso perfil que a Rolling Stone publica na  edição de Dezembro.
Leia mais no e-paper do DN.

JARDIM PROMETE RIGOR NOS GASTOS (?!)

 Jardim promete "rigor financeiro" nos próximos 4 anos

O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, assegurou hoje que o seu executivo vai pugnar pelo "maior rigor financeiro" nos próximos quatro anos.Ao discursar na sessão plenária da Assembleia Legislativa sobre o programa do XI Governo Regional prometeu "o maior rigor nas decisões a tomar" e "todos os cortes possíveis nas despesas correntes" para, o que sobrar, ser aplicado "em investimento".
Revelou ainda "celeridade nos trabalhos do Plano de Ajustamento Financeiro, para que seja conseguida a liquidez destinada aos pagamentos prioritários" e a "preocupação de esclarecimento rápido e inteligível da Opinião Pública, inclusive com melhor aproveitamento das novas tecnologias".
Incluiu entre as medidas para o mandato que termina em 2015 "privatizar ou concessionar à iniciativa privada, tudo o que for possível e aconselhável" e "não transigir quanto à Propriedade do Domínio Público da Região Autónoma".DN

CONTRATOS SEM CONCURSO PÚBLICO

                                                                                                                  



Negócios

Estado paga milhões a advogados por ajuste directo

Estado paga milhões a advogados por ajuste directo
 O Estado gastou mais de cinco milhões de euros, sem concurso público,  com serviços contratados a escritórios de advogados.

Empresas, Governo e outros organismos públicos contratam as maiores sociedades de advogados para pareceres e outros serviços jurídicos. Metade dos cinco milhões de euros gastos em ajustes directos em 2011 foram entregues a quatro escritórios. A Sérvulo Correia, que lidera a lista dos ajustes directos, recebeu no ano passado quase 800 mil euros.
O bastonário da Ordem dos Advogado, Marinho e Pinto, defende que a norma seja o concurso público "com regras e cadernos de encargos transparentes" e estranha que o Estado nunca reclame dos honorários pagos às sociedades de advogados. A actual lei estabelece limites: o primeiro-ministro pode utilizar 7,5 milhões de euros num ajuste directo, um ministro pode gastar até 3,7 milhões, enquanto um director-geral pode ir até aos 750 mil euros.

O QUE ESCONDE O RELVAS?...

 


• António-Pedro Vasconcelos, O que esconde o "plano Relvas"? [hoje no Público]:
    '(…) Relvas começou por anunciar que o seu Governo iria privatizar um dos canais generalistas da RTP com o intuito de reduzir os custos da empresa. Nomeou um grupo de trabalho (GT) de dez pessoas (dirigido por uma maioria de gente sem conhecimento na matéria) que, em part-time e pro bono, lhe iria dizer, em 60 dias, o que era o serviço público de TV! Mas, com um frenesim desabrido, não esperou pelo parecer do GT e ordenou, entretanto, à administração da RTP que lhe fizesse um plano de sustentabilidade, em que sacrificasse um dos canais generalistas, despedisse pessoas e reduzisse a despesa. Em poucos dias, o presidente entregou-lhe um relatório de três páginas e meia em que desmantelava a empresa à medida das pretensões do ministro e propunha, imagine-se, a partilha dos meios entre a RTP e o futuro comprador de um dos seus canais. Mas que mantinha a publicidade. O plano, de tão absurdo, mereceu a reprovação unânime do Conselho de Opinião e, por sua vez, também não coincidia com as conclusões do GT, que, de tão insólitas, foram condenadas pela opinião pública, e desprezadas, suavemente, pelo próprio ministro. Entretanto, ao mesmo tempo que manifestava o seu amor pela RTP e o seu firme propósito de lhe reforçar a credibilidade, nomeadamente no plano internacional, o ministro anuncia, sem explicar o fundamento e ultrapassando o quadro legal e o contrato de concessão em vigor, que a RTP iria deixar de ter publicidade! Numa simples declaração, Relvas enterrou o plano da administração, que assentava na manutenção da publicidade no canal remanescente. Isso não impediu o ministro de anunciar que iria reconduzir o presidente da administração, a quem acabara de chumbar o plano de sustentabilidade, que havia sido feito à medida do que ele próprio havia exigido! Chegados a este ponto, é altura de exigir ao ministro que se explique. O Parlamento tem a obrigação de o confrontar com as suas tergiversações, com as mudanças de opinião, com o desprezo pelos pareceres e planos que ele próprio encomendou, com as contradições entre objectivos e soluções, com a ausência de sustentabilidade das medidas que anuncia, com a falta de clareza sobre o que está por trás das decisões que toma dia-sim-dia-não. O que quer o ministro? Entregar um canal da RTP a algum grupo de comunicação social? Qual? E é nacional ou estrangeiro? Se é isso, bastaria reabrir o concurso da TDT, onde, a partir de 26 de Abril do próximo ano, deixa de haver restrições tecnológicas para o aparecimento de um novo operador. O Plano Relvas, portanto, só pode esconder um negócio, cujos contornos são obscuros: a venda, não da licença, que, só por si, não vale nada, mas de activos, esses sim importantes, da RTP. Quais? Os arquivos? O nome? Uma parte dos equipamentos e das instalações? As audiências fidelizadas? Os meios, que, no plano proposto pela administração, seriam autonomizados e passariam a servir dois patrões concorrentes: a TV pública e o novo privado? E quanto arrecadaria o Governo por mais esta depredação? Quaisquer dos cenários seria motivo de escândalo, mas sobretudo de escárnio por parte dos nossos parceiros europeus e da própria União Europeia de Radiodifusão, pela sua estapafúrdia originalidade que nos iria cobrir de ridículo! Mas há mais: os actuais detentores das licenças, que há pouco tempo foram renovadas - a SIC e a TVI -, não iriam aceitar passivamente uma solução que, além de modificar as regras da concorrência a meio do jogo, representava uma vantagem competitiva para o novo operador, que seria certamente desaprovada pela Autoridade da Concorrência e pela própria UE.'

ESTAREMOS TRAMADOS COM A GASPARAIKA QUE NOS GOVERNA?


O Jumento soube que a única coisa que ainda impede a senhor Merkel de aceitar os eurobonds é a discordância do primeiro-ministro português, que, por sua vez, é aconselhado pelo Gaspar...
Estaremos entregues àbicharada ou, por outras palavras, nas mãos de pretensiosos e irresponsáveis, bêbados com o poder?...

05 dezembro 2011

PAÍS DO ABSURDO

                                                                                    





Neste país os segredos confundem-se com a realidade, as mentiras são as verdades mais usadas para fundamentar as decisões, tudo é um jogo e todos jogam com a miséria dos portugueses. Isto é uma imensa Casa dos Segredos PT a concorrer com a da TVI, se lá têm a Cátia como exemplo de ignorância do outro lado do muto há um Relvas que não sabe que a Noruega não pertence à EU, se por lá há um filho de um bispo mórmon, por cá temos muitos filhos de piiii católicas.
 Até a pobre da Felícia Cabrita se espetou na realidade, Já nem num estripador se pode confiar, anda uma jornalista de investigação a fumar cigarro atrás de cigarro para engrossar a voz e leva-se com um barrete destes. Ainda por cima em vez de ser a Felícia Cabrita a parecer-se com a loura da justiça é o estripador que usa os mesmos argumentos políticos da ministra que diz que no país há falta de higiene, não é que a ministra não tenha vontade de estripar o bastonário, mas convenhamos que o papel de Felícia Cabrita presta uma melhor homenagem aos seus dotes intelectuais.
Imagine-se o Passos Coelho na Casa dos Segredos PT com os concorrentes a tentarem descobrir-lhe o segredo. Está-me mesmo a ver que um dia “a voz” confirmaria o segredo do Passos Coelho, “só comecei a trabalhar aos quarenta anos e mesmo assim tive que recorrer a um amigo”. Quando fosse expulso da Casa dos Segredos estaria a Felícia Cabrita à porta para o investigar, talvez concluísse que o concorrente tem um problema freudiano, foi por nunca ter trabalhado na vida que quer vigar-se nos portugueses obrigando-os a bulir mais meia-hora por dia. Por este andar ainda vamos descobrir que era tão mão funcionário das empresas do lixo que o tio Ângelo lhe cortou os subsídios.
Imagine-se o Relvas com aquela pele luzidia de cantor pimba a reconhecer ser verdadeiro o segredo descoberto por um dos residentes, que é um poderoso banqueiro off-shore cabo-verdiano e que por isso é tão africanista quanto Passos Coelho. Ou que o tio Catroga fez a depilação a seguir às eleições e não tem nem um pentelho.
Ainda ontem o Passos Coelho foi à voz e como prémio pelo seu desempenho na mentira orçamental com que enfiou o barrete ao pessoal da casa informou-o que tinham sido depositados mais dois mil milhões na sua conta para poder investir em tudo menos nos outros. Perante a desconfiança geral foi o professor Marcelo que assegurou que o pobre homem desconhecia estar em missão e que só depois de enganar os outros é que soube do prémio.

UM BANDO DE MALFEITORES

Não te esqueças que ainda tens o Bispo Torgal para te garantir o Céu no outro mundo 
Transferindo para o Estado os fundos de pensões da banca, medida concretizada a semana passada, o governo conseguiu encaixar seis mil milhões de euros, verba que permitirá aliviar o défice de 2011. Para que serviam esses seis mil milhões? Para pagar as reformas de 27 mil empregados bancários nos próximos 10 anos. (Segundo contas do Económico, a pensão média desses trabalhadores corresponde a 1 323 euros por mês.) Como os fundos passaram para o Estado, será a Segurança Social — i.e., seremos nós todos — a suportar esse encargo. Nada menos que 500 milhões de euros por ano. Bom negócio ou truque de feira. in Da Literatura
Truques rasteiros que ultrapassam tudo quanto  a antiga musa canta... Sócrates era un anjinho ao pé desta tralha  cuniculo- gasparoika empenhada em atazanar a vida dos portugueses com a sua prosápia  e malfeitorias
                                                               


ESTA FOI UMA NOITE DE JÚBILO PARA OS PORTUGUESES QUE VOTARAM NESTE GOVERNO

Em 13-10-2011
D.JANUÁRIO TORGAL FERREIRA
Bispo  da Igreja Católica
Militar






04 dezembro 2011

AS AÇ

A verdade é como azeite: vem sempre ao de cima




Lembram-se do fantasmagórico “desvio colossal de dois mil milhões de euros”? Hoje, em entrevista ao Público, Pedro Passos Coelho confirma que há, de facto, um “desvio colossal de dois mil milhões de euros”... mas positivo.
Ou seja, o Governo tirou aos portugueses metade do subsídio de Natal, mas não o fez por razões orçamentais.
Trata-se de um bando da farsolas sem pejo nem vergonha na cara! Sócrates é ouro de lei ao pé desta gente!
 

HELMUT SCMIDT

                                                                          


Antigo chanceler alemão Helmut Schmidt apelou a mais solidariedade de Berlim para os parceiros europeus.
"Não podemos esquecer que a reconstrução da Alemanha após a guerra não teria sido possível sem o apoio dos parceiros ocidentais, e por isso temos o dever histórico de mostrar solidariedade com outros países, o que se aplica especialmente à Grécia", disse Helmut Schmidt num comício que antecedeu a abertura do congresso dos sociais-democratas (SPD), em Berlim, e em que participaram cerca de nove mil pessoas.Schmidt advertiu ainda contra eventuais demonstrações de força da Alemanha perante os parceiros europeus, afirmando que o nacionalismo alemão "causa sempre incómodo e preocupação nos vizinhos".Na opinião do decano da política germânica, que aos 92 anos continua a ser uma figura marcante da vida do país, a confiança na política alemã "sofreu danos, devido a erros na política externa e ao poder económico exercido" por Berlim.Se a Alemanha "cair na tentação de assumir um papel de liderança na Europa, os seus vizinhos vão defender-se cada vez mais", advertiu Schmidt, que nos últimos congressos do SPD não usou da palavra, depois de, em 1998, ter apoiado abertamente a candidatura a chanceler de Gerhard Schroeder.
"É fundamental para os seus interesses estratégicos que a Alemanha não fique isolada de novo", acrescentou o economista que dirigiu os destinos da Alemanha entre 1974 e 1982.
Schmidt, que tem discordado frontalmente da política europeia da chanceler Angela Merkel, atribuiu ainda a chamada crise do euro à "conversa fiada" de jornalistas e políticos, fazendo uma clara profissão de fé na integração europeia."Entretanto, sou um homem muito velho, e a favor de uma completa integração, porque se a União Europeia não conseguir actuar em conjunto, alguns países ficarão marginalizados, e isso será muito perigoso, porque atiçará os velhos conflitos entre a periferia e o centro da Europa", sublinhou Schmidt.
O ex-chanceler alemão Helmut Schmidt acusou também o atual ministro dos Negócios Estrangeiros, Guido Westerwelle, de "visitar mais vezes o Médio Oriente do que Lisboa ou Atenas", apelando a mais solidariedade de Berlim para os parceiros europeus.

Schmidt advertiu ainda contra eventuais demonstrações de força da Alemanha perante os parceiros europeus, afirmando que o nacionalismo alemão "causa sempre incómodo e preocupação nos vizinhos".

Memórias de Trás-os-Montes

DESERTIFICAÇÃO DO DOURO VINHATEIRO



 


- O Douro é a região que mais vinho produz e exporta em Portugal, mas é também um território empobrecido, envelhecido e que perdeu 16 mil habitantes desde que foi classificado pela UNESCO há 10 anos.
A milenar construção da vinha em socalcos levou à classificação do Alto Douro Vinhateiro como Património da Humanidade. Este território estende-se por 25 mil hectares de 13 concelhos da Região Demarcada do Douro.
A RDD, criada há 255 anos pelo Marquês de Pombal, é a região que mais vinho produz no país, nomeadamente 21 por cento da produção nacional. Esta é também a atividade económica que predomina neste território, por onde se espalham cerca de 30 mil vitivinicultores.

Joe Berardo pede resignação de Cavaco



«O empresário Joe Berardo diz que o Presidente da República não tem conseguido manter o compromisso de "defender os portugueses", nem explicar o seu envolvimento em algumas situações polémicas, pelo que deve "pedir a resignação" do cargo.» [CM]

Parecer:
A resignação de Cavaco, a demissão de Passos Coelho e um pontapé no traseiro do Gaspar.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aprove-se o pedido.»
de O Jumento