20 maio 2011
SCHROEDER ACUSA MERKEL DE POUCO SOLIDÁRIA
Schroeder considera que o ministro das Finanças, Wolfgang Schaeuble tem feito "um melhor trabalho", sobretudo por ter mostrado mais "solidariedade" pelos países acossados pela crise da dívida
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A. A. Barroso
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12:03 a.m.
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19 maio 2011
Britney disse que só quando viu o filme/documentário sobre Bieber, "Never Say Never" é que se apercebeu realmente da dimensão do fenómeno: «Acho-o adorável. Vi recentemente o filme dele, e ainda não me tinha apercebido de como ele é famoso. Ele é "gigante".»
A cantora comparou ainda o caminho do adolescente com o seu: «Muito do que vi no filme é parecido com aquilo que eu própria andava a fazer quando comecei. Fiz uma digressão de promoção do primeiro álbum durante um ano inteiro.
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A. A. Barroso
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10:46 p.m.
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AS ÓPERAS BUFAS DA RTP, A MEGERA
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7:54 p.m.
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OPRAH WINFREY
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3:47 p.m.
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A DROGARIA DO PSD
O caso da descida da taxa social única (TSU), consagrada no acordo de assistência financeira a Portugal, incendiou a campanha eleitoral e é um exercício teórico com efeitos, no mínimo, bastante duvidosos. Faz lembrar, mantidas as devidas distâncias, a famosa curva de Laffer que inspirou a descida de impostos nos Estados Unidos. E que, obviamente, não teve qualquer efeito no crescimento da economia.
O primeiro argumento contra uma descida da TSU suportada pelos empregadores - neste momento de 23,75% - é o incentivo perverso e oposto aos objectivos de política económica que ela representa.
Portugal tem de alterar o perfil das suas exportações para um nível de maior valor acrescentado e mais elevada incorporação tecnológica. Uma descida da TSU, admitindo que teria algum efeito, incentiva a manutenção da actual estrutura, alimentando os negócios que têm nos baixos salários ou nos preços baixos a sua vantagem competitiva. A descida da TSU vai transmitir um sinal errado a toda a economia.
Andámos décadas a usar a desvalorização cambial, antes da fixação da taxa de câmbio em Maio de 1998, para entrar no euro, e isso apenas serviu para adiar a reestruturação da economia portuguesa. Temos todo um passado que nos mostra que as empresas não se preparam, ajustam-se apenas quando a realidade lhes bate à porta. Foi assim com o fim da desvalorização cambial e a entrada no euro, foi assim com o alargamento e foi assim com a abertura do mercado europeu à China.
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A. A. Barroso
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1:52 p.m.
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Sócrates questiona o que Passos Coelho já fez pelos portugueses...
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12:01 p.m.
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MOMENTO TABLÓIDE
O que terá levado um homem sofisticado e poderoso como Dominique Strauss-Kahn a preferir o Sofitel de Times Square aos três ou quatro hotéis do Upper East Side onde os Grandes têm lugar cativo? Algum pack extra?
O gerente do Sofitel de Times Square é português e amigo de Fátima Campos Ferreira. A empregada do hotel que acusa DSK é uma muçulmana negra natural da Guiné-Conacri.
Anne Sinclair, mulher de DSK e uma das jornalistas mais bem pagas de França, herdou uma fortuna considerável. É a senhora que vemos ao alto
A pena merecida deveria ser a obbrigação de partilhar, até ao resto dos seus dias, uma pocilga na companhia de um suino...
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A. A. Barroso
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11:09 a.m.
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O QUE PARECIA UM PASSEIO...
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A. A. Barroso
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10:27 a.m.
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OUVIR E...VER BRITNEY
Britney Spears fala sobre Justin Bieber
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12:27 a.m.
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Britney Spears fala sobre Justin Bieber
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12:04 a.m.
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18 maio 2011
NOVAS OPORTUNIDADES
NOVAS OPORTUNIDADES
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A. A. Barroso
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11:02 p.m.
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PORTUGAL TROPEÇOU NA GANÂNCIA DE PODER
Portugal tropeçou na sede de poder de quem achou oportuno abrir uma crise política e foi atropelado pela pressão necrófila dos mercados estimulados pela incapacidade da Europa em construir uma resposta global à crise em que se atola a zona euro. É provável que os egoísmos nacionais, movidos por lideranças fracas e pela crescente extrema-direita, continuem a enredar a Europa numa teia de desagregação qual versão light da década dos extremismos a seguir à crise de 1929. Por isso a questão central das eleições de Junho não é um concurso de egos sobre amanhãs que cantam mas sim a escolha sobre quem está mais bem preparado para, cumprindo os compromissos, nos libertar o mais depressa possível da receita recessiva e retomar um caminho de competitividade, coesão social com retoma da confiança no futuro.
O memorando é uma dose menos musculada de dieta colectiva do que o masoquismo dos gurus economistas ansiava. Mas tem uma dimensão de obra aberta com várias leituras possíveis e saídas para os próximos capítulos. A faceta mais positiva é o reconhecimento de que o núcleo do caso português está na dívida privada, estimulada pela banca, e no défice externo devido às importações de combustíveis e à febre consumista. O Estado tem de dar o exemplo, mas não paga 15 meses como na Grécia nem é uma filial da banca especulativa falida como na Irlanda. Os hábitos dos portugueses vão ter de tomar um banho de sobriedade, mas o caminho dos baixos salários e da destruição das redes de protecção social é uma via que aprofunda a depressão colectiva, torna-nos menos competitivos e cria riscos de grave ruptura social. A escolha é entre o balanço de solidariedade com estímulo ao risco e à inovação representado pelo PS e uma aventura com uma liderança do PSD impreparada, refém de conselheiros ávidos de protagonismo que se desmultiplicam em contradições e incapaz de acompanhar o frenesim de Portas. A tese de que Passos poderia governar perdendo as eleições é insólita, como sabe Cavaco, que formou Governo vencendo com menos de 30%, e representa a antecipação da irreal aventura a que uma maioria frágil de direita poderia levar. O desafio de Sócrates é retomar laços perdidos de confiança, abrir espaço à direita e à esquerda e provar que.
O PS é a chave do diálogo para as Novas Oportunidades de Portugal.
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A. A. Barroso
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10:25 p.m.
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O FÔLEGO DE PAULO PORTAS
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A. A. Barroso
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ESSA CORJA DE PREGUIÇOSOS
Assim não vão lá, e como não vão lá já se foi o verniz e apareceram as garras.
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A. A. Barroso
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2:54 p.m.
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CONTRATEM O LOUÇÃ
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A. A. Barroso
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SIM SENHOR MINISTRO DA AGRICULTURA
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A. A. Barroso
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12:22 p.m.
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O COELHO DA CARTOLA
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A. A. Barroso
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10:54 a.m.
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ELES ANDAM POR AÍ
CONSELHEIRO DE PASSOS COELHO
Não é uma anedota de mau gosto: Manuel Dias Loureiro, o senhor BPN, está a aconselhar Pedro Passos Coelho. Já se sabia que Miguel Relvas tinha ido a Miami encontrar-se com o antigo ministro e Conselheiro de Estado, mas uma coisa é um encontro discreto em South Beach (no bar do Ritz-Carlton, por exemplo), outra bem diferente ser recebido na sede da São Caetano. Sabia-se que ele andava por aí, mas tão perto é uma novidade absoluta. Comentários para quê?
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A. A. Barroso
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10:07 a.m.
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BCE-BOM ACOLHIMENTO AO PROGRAMA DE RESGATE
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A. A. Barroso
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9:20 a.m.
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A CANDURA DO HOMEM DAS FARÓFIAS
O apagão de Passos
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A. A. Barroso
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9:16 a.m.
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LÍDER DO PSD ULTRAPASSA LIMITES DO BOM SENSO?
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A. A. Barroso
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O BOCA DEMENTIROSO
A minha Avó, quando vê o Coelho na televisão dispara de imediato:
- Lá está outra vez o "boca de mentiroso... " E a minha avó é uma sábia...
Do neto Luis
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A. A. Barroso
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O POLVO JARDINISTA E A COBARDIA DO PSD
Antes de mais, a história do "Jornal da Madeira". Um pasquim detido numa ínfima parte pela diocese do Funchal mas que é, na realidade, propriedade do Governo Regional da Madeira. Apesar de ninguém querer ler aquilo, já custou quase cinquenta milhões aos contribuintes. Tem o preço de capa de dez cêntimos mas é, na realidade, distribuído gratuitamente por toda a Madeira. Dizer que é um jornal de propaganda ao regime jardinista seria injusto para aquela coisa. Um recente relatório da ERC fez o levantamento de 15 edições. A esmagadora maioria das notícias era elogiosa para o presidente, secretários regionais e presidentes de câmara (todos do PSD). Uma pequena parte era neutra. Em nenhuma notícia (de centenas) havia uma qualquer informação que lhes fosse negativa. Todos os colunistas são da área do partido do poder, começando pela coluna diária "escrita" por Alberto João. A promoção do jornal é clara: "se quer conflitos inúteis, leia os outros". Ali não há conflitos, úteis ou inúteis. Todos falam a voz do dono.
Já não se critica o facto do governo regional pagar um órgão de propaganda descarada, onde nem sequer se simula o pluralismo. Já nem se critica que um jornal pago pelos contribuintes seja mero porta-voz de um partido político. Aliás, num relatório recente da Assembleia Legislativa da Madeira, o papel de divulgar o ponto de vista do governo é assumido, considerando-se que os problemas da liberdade de imprensa na região resultam da existências dos outros órgãos de comunicação social que, veja-se o desplante, também dão voz à oposição. O que se critica, veja-se ao ponto mínimo que se teve de chegar na exigência democrática, é que o Estado pague para ele ser distribuído gratuitamente enquanto os restantes, para sobreviver - apesar de terem muito mais leitores - têm de ser vendidos. O que se critica já é apenas a concorrência desleal promovida com o único objetivo de levar à falência a imprensa regional independente. Com especial atenção para o "Diário de Notícias" do Funchal, que, tendo muito mais leitores, não desiste de fazer jornalismo e de ser pago por isso.
Já veio uma decisão da ERC. Já veio uma decisão da Autoridade para a Concorrência. Aquilo tem de acabar. Mas, já se sabe, as leis da República não atravessam o Atlântico. Alberto João Jardim não cumpre a decisão. Porque não quer. E quando Alberto João Jardim não quer não se fala mais nisso. Se, quando foi à Madeira, o Presidente da República teve de se encontrar com os partidos da oposição clandestinamente, num hotel, já que foi proibido de ir à Assembleia Legislativa, como pode alguém acreditar que alguma vez alguém obrigará o senhor Jardim a acatar a Constituição? Se todos se vergam ao ditador, como podemos esperar que a lei chegue à Região Autónoma?
Os relatos sobre os atropelos à liberdade de imprensa e de expressão estão longe de acabar aqui. Jornalistas expulsos, com recurso à força, de conferências de imprensa, agressões, ameaças, insultos, tudo é banal no regime de Jardim. O presidente diz o que quer, nos termos que quer. Ameaça publicamente os seus opositores. Insulta. Recorre à calúnia. Está protegido pela imunidade, que ele confunde com impunidade. Mas se alguém lhe responde o processo é mais do que certo. Alberto João Jardim é recordista nacional de processos contra jornalistas, colunistas e políticos por abuso de liberdade de imprensa. Processos onde o governo regional envolve recursos públicos. Se os opositores também têm, como ele, imunidade, a coisa resolve-se sem problemas: o parlamento regional, onde o PSD domina, retira-lhes a imunidade. Ou seja, Jardim diz o que quer sem nunca ter de responder perante a lei. Essa, aplica-se a quem lhe responda. E os tribunais vão colaborando com a cobardia, condenando dezenas de pessoas por responderem ao inimputável Jardim.
Poderia falar do resto, para além da liberdade de imprensa. Da inexistência do regime de incompatibilidades (que vigora no resto do País) para os titulares de cargos públicos, que permite, como é aliás comum acontecer, que os beneficiários de uma medida participem na decisão que os envolve. Ainda recentemente um importante político do PSD foi brindado com a concessão, por mais de trinta anos, do Casino de Porto Santo. Jaime Ramos, um dos principais homens do jardinismo, é dono de meia Madeira. Se em todo o País se pode falar de promiscuidade entre política e economia, entre interesse público e interesses privados, seria absurdo falar nestes termos daMadeira. Ali, não há sequer qualquer tipo de distinção entre PSD, Estado e empresas. São uma e a mesma coisa. E o polvo jardinista está em todo o lado, manda em tudo e não se lhe pode fugir. Quem tem a coragem de se lhe opor ou tem rendimentos próprios que não dependam de negócios locais ou é bom preparar-se para a Visto tudo isto, e tanto mais que havia para contar, não deixa de ser curioso ver o PSD encher a boca com concorrência, menos Estado e liberdade de iniciativa no continente enquanto na Madeira institui um regime autoritário, onde o Estado está em tudo menos naquilo em que é necessário. Pedro Passos Coelho, os que o antecederam e os que lhe sucederão bem podem pregar sobre as suas convicções liberais. Onde o PSD está no poder há 35 anos não há nem social-democracia, nem liberalismo democrático. Há um regime que não respeita a liberdade, há um Estado clientelar, há a utilização dos recursos públicos para pôr a economia ao serviço do cacique local e dos seus amigos. Enquanto o PSD não afastar este homem das suas fileiras não tem qualquer credibilidade para criticar o que, de forma tão tímida quando comparada com o comportamento do senhor Jardim, se faz no continente. Não gostam os senhores do PSD de falar da sua coragem para tomar decisões difíceis? Provem-no. Comecem na sua sua própria casa.
Ainda não tinha aterrado em Lisboa e já tinha mais um processo de Alberto João Jardim. E vão quatro. Uma gota nas centenas de processos por difamação, atentado ao bom nome ou abuso de liberdade de imprensa com que Alberto João Jardim inunda o tribunal do Funchal. Um automatismo que é fácil para Jardim: não põe os pés no tribunal (um privilégio que os juízes lhe garantem sempre ) e quem paga o advogado e as custas são os contribuintes. » [Expresso]
Por Daniel Oliveira
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A. A. Barroso
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12:26 a.m.
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17 maio 2011
Passos Coelho "ultrapassou os limites" e insultou 500 mil portugueses - José Sócrates
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A. A. Barroso
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11:16 p.m.
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LÁGRIMAS DE CROCODILO
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A. A. Barroso
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10:52 p.m.
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FILHADAPUTICES...
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A. A. Barroso
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10:03 p.m.
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OS NOSSOS COMENTADORES INSTITUCIONAIS

Os nossos comentadores televisivos institucionais exercitam em cada debate, habituados à refrega futebolista, a retórica da vitória do A sobre o B fazendo crer que só interessa saber quem marcou mais golos no entretém da lengalenga.
É ouvi-los, como aos treinadores de bancada na "bola", a acotovelarem-se para mostrarem o que só eles viram. A diferença reside no facto das régies não os confrontarem com a câmara lenta dos lances, o que lhes dá descanso para a charlatanice.
Confesso preferir o espectáculo do debate ao das telenovelas em que as empregadas de quarto ganham glória e fortuna ao armadilhar um poderoso excitado aproveitando-se para o transformar, a partir da virilidade e da cabeça maluca, num bandido enfiado numa camisa de onze varas.
Dito isto passo a apelidar de frente-a-frente o debate inútil entre Jerónimo e José.
Um frente-a-frente onde Jerónimo reafirmou acreditar que nascem nos cofres do Estado notas bastantes para realizarem a utopia e onde nunca se perguntou a José qual é o destino a dar aos setenta e oito mil milhões agora pedinchados.
Escapa-lhes a todos, contendores, entrevistadores e opinantes que, para além dos seus círculos de vizinhos e amigos estão também a observá-los pessoas aflitas que vivem no mundo real e que precisam de saber, para poder escolher, quem lhes assegura que as suas aflições terão fim. Isso não passa nem pelos demagogos que tudo prometem sem terem meios de concretizar o que prometem, nem sobre os outros que chamam "atitudes de coragem" aquelas que decretam mais aflição para a aflição sem que com isso demonstrem uma vida melhor no futuro.
LNT
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A. A. Barroso
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9:37 p.m.
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PCP / BE - MOSTREM QUE SERVEM PARA ALGUMA COISA
Indesculpável é que se tenham eximido a ir dizê-lo, de viva voz, à Troika. Que interessa que tratem o tema no discurso político, se a eficácia continua a ser nula?
Mostrem que servem para alguma coisa.
Ana Gomes
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A. A. Barroso
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6:50 p.m.
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O CATROICA
Parece que nos vimos livres do chato Catróica
Mais do que as suas pen...udências, incomodavam sobretudo as grotescas comparações hitlerianas e a verborreia destrambelhada a propósito de tudo e de nada - o programa do PSD que redigiu, corrigiu e reviu em moto-contínuo, as "porcarias" que acha que nos foram legadas pela sua geração, o apoio ao líder do seu partido que mal conhecia, porque antes teria escolhido Rangel na últimas directas, disse ao I... À conta de tanta incontinência mental, verbal e epistolar, esperamos que nos tenha definitivamente desamparado um futuro governo, quaisquer que sejam os resultados eleitorais. O ambiente ficou mais respirável...
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A. A. Barroso
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6:23 p.m.
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SÓCRATES REFORMOU-SE?
SÓCRATES REFORMOU-SE?
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A. A. Barroso
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5:49 p.m.
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PORTUGAL EM DESTAQUE NA ÁREA DO eHALTH
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A. A. Barroso
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5:25 p.m.
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OS VISITANTES E O ANFITREÃO DE BELÉM
Sou visitante regular do site da Presidência da República e não tenho memória de por lá terem passado sindicatos na verdadeira acepção do conceito, mas em contrapartida o sindicato dos Magistrados do Ministério Público volta não volta lá está, umas vezes para apresentar cumprimentos, outras para debater com o Presidente da República questões relacionadas com processos que estão a ser investigados investigadas, como sucedeu, por exemplo, com as famosas pressões sobre o caso Freeport, outras, como agora sucedeu, para discutirem a organização do Estado.
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A. A. Barroso
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2:32 p.m.
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DETENÇÃO DO DIRECTOR DO FMI
Detenção do director do FMI
Strauss-Kahn na mesma prisão de Renato Seabra
Ministra austríaca sugere demissão de director-geral do FMI
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A. A. Barroso
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12:13 p.m.
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MERKEL E AS DÍVIDAS SOBERANAS DA ZONA EURO
A chanceler alemã, Angela Merkel, declarou-se publicamente contra a reestruturação de dívida soberana de qualquer país da Zona Euro perante uma plateia de estudantes em Berlim. A chanceler alemã afirmou, esta terça-feira, estar contra a reestruturação da dívida de qualquer Estado-membro da zona euro devido aos efeitos negativos que tal teria para toda a Eurolândia.
Em Berlim, Angela Merkel considerou que reestruturar a dívida grega antes de 2013, quando entra em funcionamento o Mecanismo Europeu de Estabilidade, iria penalizar toda a zona euro: «Se, a meio do primeiro programa, alterássemos as regras, a nossa credibilidade ficaria em causa».
Recorde-se que ontem, os ministros das Finanças da zona euro aprovaram o pacote de ajuda externa a Portugal e pressionaram a Grécia a acelerar o seu programa de privatizações.
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A. A. Barroso
à(s)
11:51 a.m.
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CATROGA DE FÉRIAS FORÇADAS
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A. A. Barroso
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10:24 a.m.
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