28 novembro 2011
27 novembro 2011
ELEMENTAR
São públicas e notórias as divergências entre Cavaco e Passos Coelho no tocante ao papel do Banco Central Europeu face à crise da moeda única. Cavaco, como outros políticos europeus, economistas dos dois lados do Atlântico e a nata dos comentadores internacionais, considera que o BCE deve emitir moeda, como fazem a Reserva Federal norte-americana e o Banco de Inglaterra. Disse-o em várias oportunidades e tom. A mais recente foi ontem, na sessão de abertura do Fórum COTEC, perante a plateia selecta que o escutou no Centro Cultural de Belém. Veja o vídeo da Presidência.
Cavaco lembrou que a crise da dívida não é um mal português, pois afecta países tão diferentes como o nosso, a Irlanda, Grécia, Itália, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Áustria... Não é inocente que o Presidente da República o diga com tanta clareza, em sessão pública, na presença de correspondentes da imprensa estrangeira.
Para facilitar a vida a jornalistas de ouvido duro, pontuou o discurso com sínteses claras. Como esta, por exemplo: «Só quem revela algum desconhecimento é que receia que na situação actual possam resultar dessas intervenções perigos de inflação.»
Como diz o meu amigo Miguel Abrantes, o que se passou foi que Cavaco, que foi professor de Vítor Gaspar, cassou o certificado de habilitações do ministo das Finanças (para não falar do certificado de Passos Coelho, que não tem sequer crédito para ser retirado).
in da literatura
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A. A. Barroso
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7:36 p.m.
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FADO JÁ É PATRIMÓNIO IMATERIAL DA BHUMANIDADE
FADO já é Património Mundial daHumanidade
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A. A. Barroso
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7:09 p.m.
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26 novembro 2011
É ISTO QUE QUEREMOS?
“É isto que queremos ou está a escapar-me algo?”
• Nicolau Santos, QUE MODELO SERÁ O NOSSO:
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A. A. Barroso
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9:21 p.m.
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8:46 p.m.
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QUE DOÇURA...
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| Que saudades dos anos cinquenta |
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A. A. Barroso
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8:27 p.m.
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LISBOA À MESA
Não é novidade: gosto de guias. Com a chancela da Planeta, Miguel Pires acaba de publicar um — Lisboa à Mesa. O nome do autor é garantia bastante. Em 196 páginas e formato de bolso, o autor sistematiza 280 entradas: restaurantes, lojas gourmet, mercearias, talhos, charcutarias, padarias, mercados étnicos, sítios onde comprar produtos biológicos, moradas para noctívagos, esplanadas, etc. Além do índice geral, a abrir (v. pp 7-15), está tudo arrumado por índices temáticos (v. pp 163-190) e, a fechar, ainda há um índice alfabético (v. pp 191-196). O geral divide a cidade em zonas. É assim que deve ser. Sem bons índices, um guia perde a razão de ser.Da Literatura
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A. A. Barroso
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1:04 p.m.
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BOM BOM SERIA PROIBIR MANIFESTAÇÕES POLÍTICAS
Depois de escutar, aqui, a Ministra Paula Teixeira da Cruz dizer que "os incidentes ocorridos à porta do parlamento fragilizam o direito à greve", creio que não será estultícia concordar, por exemplo, que problemas em jogos de futebol fragilizam o direito ao futebol, agressões num matrimónio fragilizam o direito ao matrimónio, pancadaria em comícios do PSD fragilizam o direito do PSD a realizar comícios…
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A. A. Barroso
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12:23 p.m.
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FADO NA ESCOLA? ERA ISSO MESMO O QUE NOS FALTAVA!..
A frase: O fado deve ser ensinado nas escolas
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A. A. Barroso
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12:07 p.m.
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A CREDIBILIDADE DO NOSSO GASPAR...
| O feliz e o contente sem razões para isso |
O primeiro-ministro, tudo indica, continua a não ver em tudo isto mais do que sucessivos "murros no estômago". Do que se trata, porém, é de golpes que atingem, isso sim, o tronco da narrativa da crise que o actual Primeiro-Ministro perfilhou. À luz dessa narrativa distorcida, simplista e panfletária, a descida do ‘rating' de Portugal parecerá ao primeiro-ministro destituída de lógica: afinal, é ele e não Sócrates quem está a frente do Governo; nas Finanças está um liberal importado do BCE; as políticas de austeridade vão além do que a própria "troika" sugeriu e até o empobrecimento foi perfilhado como desígnio governativo. Mas onde verdadeiramente não há lógica é na "grelha de leitura" da crise que o primeiro-ministro teima em manter, para não pôr em causa a narrativa que lhe serviu para ganhar votos em Portugal - e que, aliás, é semelhante à que a chanceler Merkel mantém para tentar não perder votos na Alemanha.
E aí o temos: em Portugal, insistindo numa austeridade que ultrapassa em brutalidade e injustiça as exigências de qualquer "troika"; na Europa, recusando, mesmo contra o Presidente da República e a Comissão Europeia, uma resposta efectiva e solidária da zona euro à crise das dívidas soberanas, preferindo fazer coro com a Chanceler Merkel na defesa da prioridade à disciplina orçamental dos países do Sul.
Mas esta semana, quando a Alemanha falhou, pela primeira vez, uma emissão de dívida pública nos mercados financeiros, não consta que a chanceler Merkel se tenha queixado de ter sofrido um "murro no estômago". É mais provável que tenha finalmente compreendido que a realidade lhe estava a dizer alguma coisa. Se assim for, o primeiro-ministro que tome cuidado: em breve pode não ter com quem fazer coro. E ficará a falar sozinho.» [DE]
Autor:Pedro Silva Pereira.
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A. A. Barroso
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10:40 a.m.
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DIVERGÊNCIAS...
ELEMENTAR
São públicas e notórias as divergências entre Cavaco e Passos Coelho no tocante ao papel do Banco Central Europeu face à crise da moeda única. Cavaco, como outros políticos europeus, economistas dos dois lados do Atlântico e a nata dos comentadores internacionais, considera que o BCE deve emitir moeda, como fazem a Reserva Federal norte-americana e o Banco de Inglaterra. Disse-o em várias oportunidades e tom. A mais recente foi ontem, na sessão de abertura do Fórum COTEC, perante a plateia selecta que o escutou no Centro Cultural de Belém. Veja o vídeo da Presidência.
Cavaco lembrou que a crise da dívida não é um mal português, pois afecta países tão diferentes como o nosso, a Irlanda, Grécia, Itália, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Áustria... Não é inocente que o Presidente da República o diga com tanta clareza, em sessão pública, na presença de correspondentes da imprensa estrangeira.
Para facilitar a vida a jornalistas de ouvido duro, pontuou o discurso com sínteses claras. Como esta, por exemplo: «Só quem revela algum desconhecimento é que receia que na situação actual possam resultar dessas intervenções perigos de inflação.»
Como diz o meu amigo Miguel Abrantes, o que se passou foi que Cavaco, que foi professor de Vítor Gaspar, cassou o certificado de habilitações do ministo das Finanças (para não falar do certificado de Passos Coelho, que não tem sequer crédito para ser retirado).
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A. A. Barroso
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10:10 a.m.
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UM BELO EXEMPAR DA "BESTA QUDRADA" ATREVIDA
Sexta-feira, Novembro 25, 2011
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A. A. Barroso
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9:56 a.m.
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25 novembro 2011
Sexta-feira, Novembro 25, 2011
Uma Merkel cada vez mais isolada
Quinta-feira, Novembro 24, 2011
Quarta-feira, Novembro 23, 2011
O milagre da reprodução das Televisões
O problema da RTP, segundo os governantes, é o elevado custo que tem, mesmo com publicidade paga, para o governo em indemnizações compensatórias pelo serviço público prestado. A solução ra a privatização de um dos canais, mas logo os tubarões da SIC e TVI vieram dizer que mais concorrência na publicidade era inaceitável. A solução é boa, para eles, o novo canal terá publicidade como tinha a RTP, a SIC e a TVI não vêm a sua fatia do bolo publicitário ser repartida por mais uma canal e nós todos pagamos o funcionamento da RTP. Servem-se os interesses dos poderosos da comunicação social e vamos ficar a pagar o mesmo por um serviço bem pior. São os milagres que esta gente consegue fazer.
Desvio de um autocarro
É a vantagem de se ser uma Senhora, ex-ministra e por muitos considerada responsavel pela morte de muitos hemofílicos com o caso da importação de sangue contaminado e herdar uma enorme fortuna do Champalimaud. Pede-se e, mesmo em tempo de crise e de cortes profundos nos transportes públicos ninguém se preocupa com este prejuízo da Carris. Afinal, é um pedido feito por uma Senhora tão simpática e tão...rica. Quanto aos cidadãos servidos pela carreira 76, que se lixem.
Terça-feira, Novembro 22, 2011
GREVE GERAL e MANIFESTAÇÃO 24.11.2011
Apoio esta greve, mas uma vez mais me parece que carece de eficácia e que em nada vai influenciar a discussão do Orçamento de Estado dentro do Parlamento. Chegou a hora de se fazer uma luta mais dura e feita para ganhar. Portugal e os portugueses não têm mais tempo para paninhos quentes e muito menos para agendas partidárias e sindicais. Os sindicatos são as organizações que legitimamente representam os trabalhadores e esse estatuto tem de os obrigar a combater o poder até ao fim. É isso que se lhes exige e foi para isso que os trabalhadores os elegeram.
Manifestação 14.30 Marquês do Pomba l- Rossio - São Bento
O Peixe palhaço
Segunda-feira, Novembro 21, 2011
Eis a famosa abstenção violenta
Encontrei esta notícia na coluna de Entretenimento do Google Noticias, e honestamente pareceu-me o lugar apropriado para ela. Um partido que se diz socialista, um partido que se diz oposição, tudo o que tem para criticar e alterar num orçamento repleto de ilegalidades e de inconstitucionalidades, num orçamento cego ao sofrimentos das pessoas mas muito atento à salvação dos bancos, um orçamento que vai atirar o país para uma profunda recessão, é o IVA nos restaurantes, na comida de bebés e na Cultura. Só como nota de rodapé, o Passos Coelho já veio afirmar que estes pedidos do Seguro são impossíveis de ser aceites, porque reduzem as receitas.
E nós calamos e nada fazemos?
Um Monumento ao Cavaquismo
Domingo, Novembro 20, 2011
IVA a bem das criancinhas
"Basta falar com pediatras ou nutricionistas para perceber que boiões de fruta, de carne ou de peixe não é exactamente o que se deve dar aos bebés", respondeu.
A ministra acrescentou que "as alturas de crise são também alturas para os pais reflectirem sobre o que dão às crianças e voltar a dar fruta em estado natural, que não tem IVA". E rematou: "não vejo ninguém da área da saúde com essas preocupações".»
Porque é que esta gente não é honesta e diz ao que vem. Querem mais dinheiro e por isso vão aumentar os impostos, neste caso o IVA, estando-se nas tintas se isso vai criar pobreza e fome. Vir com desculpas que é pela saúde das criancinhas é de uma tremenda hipocrisia. Já agora porque não justificam o corte do subsidio de férias porque o sol pode fazer mal e assim não corrermos o risco de nos afogarmos no mar e o subsidio de Natal porque comer tantos doces nessa época faz mal? E porque não justificar o aumento de mais meia hora de trabalho com o velho slogan de "trabalhar dá saúde"?
Sábado, Novembro 19, 2011
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A. A. Barroso
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8:37 p.m.
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O PIOR DE TUDO É ESTA GENTE NÃO TER NADA QUE FAZER... E COMEM...
, O que faz falta.
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A. A. Barroso
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8:03 p.m.
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