25 setembro 2010
O PSD ESTÁ ENTREGUE A RAPAZES
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ESTAMOS BEM SERVIDOS
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PS LEVARÁ SÓCRATES A VOTOS -
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O PSD ENTREGUE A RAPAZINHOS?
“Foi com muita estupefação que ouvi a reação do primeiro ministro e nunca pensei ter que dizer o que vou dizer, que não haverá nenhuma outra ocasião no futuro em que o líder do PSD volte a conversar em privado com o primeiro ministro sem que existam outras pessoas que possam testemunhar a conversa”, frisou o líder social democrata.
Passos Coelho referia-se à reação de José Sócrates sobre a existência de condições prévias nas conversas que mantiveram para encontrar soluções para ultrapassar a atual crise.
O presidente do PSD escusou-se a fazer mais comentários sobre o assunto, alegando que “as pessoas já estão suficientemente assustadas e desorientadas com o que se tem vindo a desenvolver à volta da questão da crise económica e do OE”, reafirmando apenas que “o PSD entende que um bom orçamento para o país deve ser conseguido sem penalizar mais as pessoas”.
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23 setembro 2010
TOPOS DE GAMA SEM CRISE

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PASSOS COELHO - UM POLÍTICO MANHOSO
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Andrea Bocelli and Veronica Berti 'Les Feuilles Mortes'
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Câmara Corporativa: O manto de nevoeiro já cobre a revisão constitucio...
Câmara Corporativa: O manto de nevoeiro já cobre a revisão constitucio...: "A anterior presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, o antigo deputado constituinte Mota Amaral e o constitucionalista Paulo Mota Pinto são..."
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22 setembro 2010
QUEM É ESTE LEITE CAMPOS?
Nem mercados internacionais, nem sector financeiro, nem operadores económicos são responsáveis pela crise. Leite Campos descobriu o que é a crise. A crise é Governo, disse ele várias vezes. Como é que o descobriu? Vários operadores económicos internacionais lho disseram. Certamente a rapaziada amiga dos off-shores a quem ele faz uns parecerezitos de direito fiscal para arredondar o pecúlio (duas pensões no bolso). Tudo por razões patrióticas, evidentemente. E contra o Governo, claro está.
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COELHO TÓXICO
Com a saída de Manuela Ferreira Leite o PSD poderia ter ganho credibilidade e até subiu nas sondagens, mas Pedro Passos Coelho e os seus tutores e assessores tiveram mais olhos do que barriga. Convencidos de que iriam ser governo logo que o calendário constitucional o permitisse dramatizaram o discurso para encomendar ao PS as medidas mais difíceis e impor-lhe uma revisão constitucional, isto é, pensaram que poderiam transformar o governo de Sócrates no próximo ano numa espécie de ano zero de um governo do PSD.
Esqueceram-se de que Sócrates não se abate com facilidade, que a economia poderia evoluir positivamente, que os portugueses acabariam por perceber a dimensão da crise internacional e que Cavaco Silva não é propriamente um adepto de Pedro Passos Coelho. Convencidos da invencibilidade do líder avançaram para um projecto estuporado de revisão constitucional e o resultado foi o que se viu, o PSD entrou em queda livre nas sondagens.
Passos Coelho comete o erro de falar demais, em poucos meses de liderança já deu mais entrevistas do que qualquer governante deste país, começou por fazer uma ronda para dizer que era diferente de Manuela Ferreira Leite, como teve excelentes resultados fez uma segunda ronda a dizer o que queria e o resultado foi desastroso, agora faz uma terceira ronda para dizer que mudou de que o que disse não foi o que se ouviu porque andam por aí uns malandrecos a intoxicar os portugueses. Pois, estes portugueses são uns idiotas iletrados que se deixam intoxicar facilmente. O resultado é uma intoxicação chamada Pedro Passos Coelho, ligo a televisão e ouço Passos Coelho, abro o jornal e a notícia é Passos Coelho, isto de segunda a domingo pois o líder do PSD nem nos fins de semana nos deixa aliviados da sua presença, é Passos Coelho de manhã à noite e todos os dias da semana. Começo a perceber a diferença entre Manuela Ferreira Leite e Pedro Passos Coelho, ela falava de asfixia enquanto ele prefere a intoxicação, ela desaparecia enquanto ele não nos sai do ecrã, ela concluiu que os portugueses não a perceberam enquanto ele diz que andam a enganar os portugueses sobre o que ele diz, ela sabia o que queria enquanto ele nem sabe o que quer nem tem palavra.
Sinceramente começamos a ter sintomas de uma intoxicação chamada Pedro Passos Coelho.
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PASSOS COELHO VAI A MARQUÊS?
Diz Miguel Veiga: "Agravando a opulência pela notoriedade, multiplicando a desigualdade dos rendimentos pela da consideração pública, ela ataca os fundamentos do orgulho da República: o desinteresse e o anonimato que subordinam os interesses e as vaidades ao interesse geral. A República não é um regime político entre outros. É um ideal e um combate." O texto foi lido em Arcos de Valdevez, há menos de dois meses, numa homenagem a Mário Soares, e a sua importância reflexiva não mereceu, da imprensa a atenção necessária. A imprensa, cada vez mais abandonada à futilidade e ao pequeno escândalo, aumenta a hipótese repressiva da conduta política.
Essa conduta política repressiva expressa-se nas formas mais diversas. A última das quais, porventura, a da tentativa de alteração dos códigos constitucionais. Lembremos que o autor principal dessa revisão, proposta pelo dr. Passos Coelho, é um importante dirigente da Causa Real, Paulo Teixeira Pinto, ex-banqueiro, convertido aos fascínios da pintura e da edição. A tomada do poder, na sociedade, pelos inimigos da República, de que fala Miguel Veiga, não é uma metáfora. A lassitude com que assistimos à destruição dos princípios e dos padrões fundamentais da ideia republicana é sinal da nossa indolência moral. Antero chamou-lhe a "decadência da alma". É-nos imposto um novo modelo de desenvolvimento que desrespeita os tempos do homem e cria uma violência social destruidora da espontaneidade, da imaginação e da própria vida associativa. Nada fazemos para nos opor. E aceitamos a identidade dominante, rudemente aplicada, sem nos insurgirmos contra esse notório abuso de poder. Não é ingénua a leviandade com que muitos jornalistas portugueses aceitam este totalitarismo mascarado de democracia de superfície. A leviandade nunca é ingénua. E o silêncio da memória não protege o homem dos perigos que sobre ele impendem.
As ameaças à República são reais e corroem a identidade da democracia. É cada vez mais difícil reapropriarmo-nos das heranças legadas há um século. E cada vez mais fácil fomentar o mal-entendido que tem levado ao desleixo de cuidarmos dessas heranças". Por Batista Bastos, in DN
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21 setembro 2010
TODO ESTE CÉU
TODO ESTE CÉU
Abraça-me bem, cobre meu corpo enfim nesse agasalho
São os teus braços sim, cuida de mim
Basta-me um gesto, porém, abraça-me bem
Bem no teu colo
Chega-me mais a ti, um pouco mais...
Suavemente assim tudo por fim são mágoas que eu consolo bem no teu colo
Todo este céu de pássaros e tons muito assombrados traz o teu ser tão bom, todo este som, decerras o meu véu...todo este céu
Lançado à Terra sob restingas e ilhéus, nas sombras de asas...
Lembram a ausência de um beijo, um último adeus
Só teu afago me espera lançado à Terra
E qualquer coisa acontece no mais alto dos céus
Qualquer coisa no fundo do meu coração,mas não sei das trevas nem da luz
Pois sem ti não há nem céu nem chão
E se a noite já ronda a minha cruz luz nas trevas, minha paixão
Abraça-me bem,
Cobre meu corpo enfim nesse agasalho
São os teus braços sim, cuida de mim
Fausto
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Autumn Leaves (Les feuilles mortes) piano - Xianning
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ADIRAM O MANUEL MARIA

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20 setembro 2010
HÁ HISTÓRIAS QUE VALEM POR MIL IDEIAS

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O PARTIDO DOS SOFISMAS
Marcelo Rebelo de Sousa não está só. No PSD há um viveiro de sofistas... que passam a vida a sofismar...
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ESPÉCIES AMEAÇADAS EM PORTUGAL

Esta página visa contribuir, embora muito simbolicamente, para o reconhecimento por parte dos nossos jovens (nomeadamente os nossos alunos), das espécies ameaçadas, através de fichas de identidade, onde também são referidos os factores de ameaça e as medidas de protecção que devem ser tomadas.
A intenção que presidiu a este nosso projecto foi a de identificar diferentes grupos de animais que atravessem algum problema de conservação das suas populações. Embora os tenhamos seleccionado, não implica que todas estejam necessariamente em perigo, embora algumas estejam efectivamente ameaçadas.
Se o público a que este projecto se destina conseguir, após consulta desta página, identificar as espécies ameaçadas e ficar sensibilizado para os factores de risco para a sua sobrevivência, teremos atingido o nosso objectivo.daqui
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19 setembro 2010
TENHO MEDO

Peço desculpa se, dito assim, parece uma questão privada, pouco adequada a uma coluna de opinião, por natureza pública. Infelizmente não é. Para que os meus filhos - e, acrescento, os nossos filhos - não tenham medo, tenho também de lhes poder dizer que, se for caso disso, a lei estará do lado deles para os proteger. É isso que me leva a fazer em público uma confissão que é semiprivada: eu tenho medo da justiça em Portugal e o que se vai sabendo do famigerado processo Casa Pia só consolida as minhas inquietações.
Tenho, como provavelmente a maioria dos portugueses, convicções subjetivas sobre a culpabilidade ou inocência dos envolvidos no processo e sobre o que se pode ou não ter passado em toda esta história. Mas a justiça, para nos proteger a todos, não pode assentar em convicções subjetivas, formadas no espaço público e sugeridas pelos media. Pelo contrário, a justiça tem não só de se basear em factos e em evidências verificáveis como abstrair-se do que a comunidade pensa.
Tudo o que não aconteceu ao longo do processo Casa Pia, marcado desde o início pelo justicialismo primário e pela construção de uma narrativa sobre a culpabilidade nos media. Oito anos passados, a única consequência palpável deste processo é que têm sido somadas vítimas às vítimas de abusos sexuais. A última das quais é o próprio sistema de justiça.
Uma coisa é acreditarmos na culpa ou inocência deste ou daquele arguido, outra é termos a certeza de que, em democracia, é impensável que alguém possa ser condenado apenas com base em prova testemunhal não sujeita ao escrutínio crítico, quando todos os outros elementos de prova ou não consolidaram os testemunhos ou contraditaram-nos mesmo. É mesmo um daqueles casos em que é preferível um culpado absolvido do que um inocente condenado. Mas não é apenas isso que está em causa.
É também um sentimento egoísta. Eu quero ter a certeza de que se um dia alguém apontar o dedo aos meus filhos, dizendo que eles cometeram um crime hediondo do qual estão inocentes, eles poderão defender-se e que a justiça estará do lado deles. E que nunca, em circunstância alguma, poderão ser condenados se não ficar claro como cometeram o crime, em que dia, em que lugar. Tudo o que seja diferente disto remete-nos para o reino da arbitrariedade e só pode causar perplexidade. Mas, acima de tudo, dá-nos boas razões para termos medo. Muito medo.
Custa-me muito ter de educar os meus filhos num país onde a justiça funciona assim.
publicado na edição de 11 de Setembro do Expresso.
posted by pedro adão e silva
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LISBOA
Esbelta como um puro
prende a nossa memória no seu sorriso matreiro
tem o Tejo a seus pés,
os bairros da cidade para lhe dizerem
já foi coberta de ouro,
foi rufia, ardina, varina
monárquica, republicana e democrata
nunca se cansa de tanto turista a enlevar
ergue seu manto na nobreza dos monumentos
vestida nas calçadas de rara beleza
mostra a bandeira com orgulho de ser portuguesa
a cultura do povo nos seus fados apregoa
de quem se fala,
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Beethoven "Moonlight" Sonata op 27 # 2 Mov 3 Valentina Lisitsa
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O GALINHEIRO
I. O galinheiro é das galinhas, e sua função básica é garantir a soberania do galinheiro, a liberdade, a educação e a saúde de cada um dos membros da comunidade, sejam eles galos (inclusive os de briga), sejam galinhas, sejam galinhas-d’angola, sejam frangos, sejam pintos.
II. Para assegurar que o galinheiro possa ser o lugar que se espera dele, atendendo às necessidades do conjunto das galinhas, estas escolherão, em eleições livres e democráticas, representantes entre as raposas, para tomar conta de tudo.
III. Ou seja, a função das raposas é tomar conta do galinheiro.
IV. Para garantir que as raposas façam um bom trabalho, serão eleitas outras raposas para fiscalizar as primeiras raposas. A toca em que as raposas se reunirão para votar leis e vigiar as raposas governantes será chamada de Casa da Joana, em homenagem à heróica galinha de mesmo nome. Para que tudo funcione direitinho, haverá rotatividade entre as raposas, com as raposas que governam alternando a sua função com as que fiscalizam, a cada quatro ou, no máximo, oito anos.
V. Às galinhas é facultada a posse de asas, mas é vedado o voo. As raposas, que nem asas têm, voarão, quando necessário, para o exercício de suas funções, com passagens subsidiadas, que poderão ser transmitidas a parentes, inclusive surfistas.
VI. Para assegurar que o galinheiro viva em paz e segurança, e que as galinhas não voem, não roubem nem abusem do consumo de milho e quirera, as raposas criarão um serviço de vigilância, com câmeras fotográficas, bafómetros, cigarrometros e radares de diversos tipos.
VII. A privacidade das galinhas é um direito essencial. Dessa forma, desde já se avisa que elas podem estar sendo filmadas ou tendo suas conversas gravadas.
VIII. Para que os serviços prestados pelas raposas possam ser executados a contento, serão cobrados, das galinhas, impostos, taxas e contribuições, temporárias ou permanentes. O montante a ser pago deverá equivaler a um ovo em cada três.
IX. As galinhas que não pagarem os impostos serão promovidas a frango assado.
X. Se alguma riqueza for descoberta no subsolo do galinheiro, ela pertencerá a todas as galinhas. Para garantir que o produto da descoberta beneficie todo o galinheiro, ela será explorada com exclusividade pela Petrogalo, empresa pública administrada pelas raposas.
XI. A arte, a crítica e o livre-pensamento devem ser incentivados pelas raposas por intermédio de fundos especiais de apoio à criatividade das galinhas. Já está programada, para este ano, uma peça de teatro baseada na obra educativa do chicken mac nugget George Orwell, que mostra claramente que as galinhas só podem confiar mesmo é nas raposas.
XII. Para compensar a dívida histórica com as galinhas-d’angola, cujos antepassados foram trazidos para o galinheiro de certa forma, por assim dizer, a contragosto, as raposas determinam que haverá um sistema de cotas para estas, de forma que, de cada dez frangos assados de padaria, canjas ou yakisobas de frango, dois terão que ser preparados com aquelas galinhas.
XIII. Se acontecer, por acidente, de brilhar a estrela de uma galinha e ela ser eleita, no meio das raposas, para tomar conta do galinheiro, as raposas deverão providenciar uma cirurgia urgente para que essa galinha seja transformada em raposa. Não importa, aliás é até bom, que por fora ela continue a parecer-se com uma galinha, pois assim ela será uma raposa ainda melhor. Além disso, a raposa que permanecer em cargos eleitos por mais de 30 anos, mesmo que esteja mais suja do que pau de galinheiro, ganhará imunidade contra qualquer acusação, pois terá, a seu favor, a história.
*André Caramuru Aubert, 47, é historiador e também trabalha em tecnologias . O seu e-mail é acaramuru@trip.com.br
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A. A. Barroso
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