27 março 2010
FADOS - EDIÇÃO DOCUMENTAL

Compilação inédita reúne 20 anos de fado em edição de luxo
A vontade surgiu e a obra nasceu. José Manuel Osório, um dos maiores investigadores nacionais na área do fado, passou a pente-fino 20 anos de gravações sonoras da mítica editora Alvorada e encontrou, segundo o seu critério, algumas das mais bonitas pérolas do fado. Os temas estão agora compilados em três edições de luxo, ‘Os Fados da Alvorada’, que mais do que discos de fado são verdadeiros documentos históricos.
No total são 54 temas, 26 dos quais nunca antes editados em CD. Entre os nomes para ouvir estão Ada de Castro, Amália Rodrigues, António Chainho, Carlos do Carmo, César Morgado, Maria Amélia Proença, Maria da Fé, Maria Teresa de Noronha, Raul Nery, Tony de Matos, Fernando Farinha, Hermínia Silva ou Fernando Maurício.
Este foi o primeiro contacto de José Manuel Osório com o espólio da editora Alvorada, etiqueta para a qual gravaram todos os grandes fadistas portugueses mas não só. No total, foram revistos mais de 7200 discos. "Primeiro seleccionei o que era fado. Depois excluí, por decisão minha, todas as gravações que não fossem acompanhadas pelos instrumentos tradicionais do fado, ou seja, a guitarra e a viola. O que eu queria para esta colecção tinha de ficar fechado no universo do acústico tradicional. Foi uma opção, podia ter havido outras", explica em pormenor o investigador.
Os discos são acompanhados por fotos, textos biográficos e diversas notas explicativa
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PRESIDENTE DA INATEL? MAUZINHOS!

Val, no Aspirina B, que sintetiza em poucas palavras o que os comentadores levaram horas a dizer...
Ferreira Leite, temos de admiti-lo, é a seriedade em pessoa. E como poderia ela dar os parabéns a quem nem sequer mereceu ser deputado? No dia em que Passos Coelho chegar aos calcanhares de António Preto e Pacheco Pereira, aí sim, receberá a chamadinha...
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REBELDES DE PAU DE BANDEIRA




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CDS CRESCE À CUSTA DO PSD...
É a força política que lhe rouba mais votos e que vive num jogo teatral cínico e equilibrado para levar a água ao seu moinho sem provocar a ira do PSD. Foi assim de mansinho que o CDS cresceu e continua a crescer, aproveitando todas as oportunidades concedidas pelo ‘partido-irmão’. Por um lado, afirma a sua proximidade ideológica com os social-democratas mas, por outro, vai puxando pelo braço os militantes do PSD e dizendo ao ouvido que ganham mais se estiverem do lado do CDS, um partido organizado e atento.
Grão a grão enche a galinha o papo. E o CDS, sem dúvida, está de papo cheio. Esta crise do PSD rendeu-lhe um bom pecúlio. Por cada militante do CDS, dez do PSD. O CDS, habilmente, adaptou-se aos novos tempos. Até o discurso produzido tem componentes de preocupação social que nunca se vira para atrair as abelhas à sua colmeia. O partido da extrema-direita defende os pobres, os oprimidos, os reformados, os cidadãos com menores recursos financeiros, luta pela manutenção na esfera do Estado das empresas públicas, bate-se pela escola pública, pelo serviço nacional de saúde, etc... De E.Rangel - em Correio da manhã
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26 março 2010
SISTEMAS DE SAÚDE

EUA - Milhões de americanos com seguro de saúde
"Se partir uma perna vou à falência ou tenho de vender a casa." Este argumento repete-se vezes sem conta entre os americanos não cobertos por um seguro de saúde. E, acredite, eles não estão a exagerar. No UC Davis Medical Center, um hospital privado da Califórnia, o banal tratamento a uma perna partida chega facilmente aos 11 mil dólares (mais de 8 mil euros). Mesmo sendo um dos países da OCDE que mais gastam em saúde, 15,2% do PIB, os Estados Unidos têm um sistema que, também por ter excluído mais de 46 milhões de pessoas, falha por completo os objectivos de um serviço nacional de saúde-
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Jorge Simões, professor de Economia da Saúde da Universidade de Aveiro, antevê o efeito de algumas alterações introduzidas por Obama no sistema de saúde americano. "Pela primeira vez, milhões de americanos que não têm cobertura de cuidados de saúde passarão a ter um seguro. A universalidade - um dado adquirido nos sistemas europeus do pós-guerra - não é nada consensual nos EUA, um país que valoriza a iniciativa individual." Assim se justifica a polémica em torno de uma reforma que "prevê um maior envolvimento do Estado no pagamento das facturas dos cuidados de saúde, já que 95% dos cidadãos passarão a ter seguro", explica o professor. Menos comentada, mas fundamental, é a resolução do problema de milhões de norte-americanos que têm seguros limitados. "Estas pessoas, que não são apanhadas pelas estatísticas, têm seguros que cobrem determinadas patologias mas não cobrem transplantes ou doenças crónicas." A universalidade - e consequente aumento da presença do Estado - é a marca de um sistema reformado. "Representa um passo em frente na prestação de cuidados de saúde", constata. Aguardemos a implementação do "sistema que Obama conseguiu, finalmente, aprovar e que procurará adoptar o experimentado com sucesso regime de assistencia europeu.
Reino Unido - Um SNS tão sagrado como a religião
A propósito da discussão da reforma da saúde nos Estados Unidos, os opositores do projecto (principalmente republicanos) não hesitaram em acenar com o fantasma do National Health System (sistema nacional de saúde inglês). Porquê? Para mostrarem o lado “demoníaco” ou “orwelliano” da reforma de Obama. “Tal como em Portugal, o sistema nacional de saúde inglês é muito criticado pelas listas de espera e apresenta graus de satisfação dos cidadãos relativamente baixos”, afirma Jorge Simões. À conta destes problemas, e a poucos meses de eleições gerais, os dois grandes partidos britânicos voltaram a pôr o NHS no centro do debate político. Mas, como um dia escreveu um antigo chanceler do Tesouro, o conservador Nigel Lawson, “o NHS é a coisa mais próxima que os ingleses têm de uma religião”. “Apesar das críticas, é um sistema que nenhum partido ou nenhum cidadão pretende mudar de forma substancial”, atesta o especialista da Universidade de Aveiro. Mas afinal qual é o modelo britânico? “É um modelo que assenta num serviço nacional de saúde no qual o Estado assume um papel predominante: quer no financiamento e pagamento dos cuidados de saúde, quer na prestação dos mesmos através de uma rede de centros e hospitais.” De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 8,4% do produto interno bruto do Reino Unido estão alocados a despesas de saúde. O financiamento, esse, é obtido através de impostos sobre o rendimento. Soa a familiar? “O modelo britânico influenciou vários serviços nacionais de saúde na Europa, incluindo o português”, conclui Jorge Simões.
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Portugal - O país da OCDE que tem feito mais experiências
Inscrito na Constituição, o ADN do sistema português garante cuidados universais, gerais e tendencialmente gratuitos. Inspirado no modelo inglês, confere ao Estado a responsabilidade de financiar e prestar os cuidados de que a população necessita. Trinta anos depois da criação do Serviço Nacional de Saúde (SNS), as estatísticas mostram que foram conseguidos ganhos em vários indicadores de saúde. Mas, tal como o modelo inglês que lhe serviu de inspiração, tem pontos fracos, sublinha Jorge Simões – “as listas de espera” e o elevado peso das despesas com saúde que saem directamente dos bolsos dos doentes (23% do total, metade dos quais em medicamentos). Nos últimos anos, no entanto, o SNS tem sido um verdadeiro “laboratório de experiências”, refere. “É o país da OCDE onde mais alterações têm ocorrido. Não há nenhum aspecto que não tenha sido tocado por reformas: do modelo hospitalar aos cuidados de saúde primários, dos cuidados continuados à política do medicamento e à regulação.” Paralelamente, se a matriz continua a ser fortemente pública, a percentagem de portugueses com seguros privados tem aumentado, assim como as unidades privadas. Funcionam como complementares. Mas, do ponto de vista do financiamento, um português paga duplamente se tiver seguro (dupla cobertura). Num sistema em mutação, a discussão sobre se este modelo é economicamente sustentável foi ensaiada na última legislatura (Correia de Campos chegou a criar novas taxas moderadoras para mostrar aos portugueses que teriam de pagar mais no futuro), mas rapidamente abandonada politicamente.
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NUNCA NINGUÉM FEZ TÃO POUCO POR PORTUGAL

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25 março 2010
SER SOCIAL-DEMOCRATA É SER DE ESQUERDA

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ILHA DO ÍNDICO QUE DESAPARECEU

Segundo o professor Sugata Hazra, os estudos recentes do instituto oceanográfico concluíram que, nos últimos 15 anos, a água tem subido a uma “velocidade alucinante, muito mais depressa do que se previa”. A ilha, com uma área de cerca de 10 km2 nunca foi habitada. in i
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24 março 2010
URGE MELHORAR A IMAGEM DO PSD
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22 março 2010
JAIME GAMA COM O REI NA BARRIGA? À FAVA!
por FERREIRA FERNANDESHoje23 comentários
Foi na sexta-feira. No Parlamento, discutia-se Educação e o presidente Jaime Gama anuncia o orador: "Senhor secretário de Estado da Educação, João Trocado." O governante, nervoso, começa a falar sentado, mas levanta-se: "Senhoras deputadas... Senhores deputados..." Jaime Gama, ríspido, atalha: "Tem de se levantar e a fórmula é: senhor presidente, senhores deputados..." O orador retoma, atrapalhado: "Senhoras deputadas, senhores deputados..." Gama, ainda mais ríspido: "Não, não: senhor presidente, senhores deputados..." O outro: "Senhor presidente, senhores deputados..." Gama, que parece não ter ouvido: "Não, não, não lhe dou a palavra, tem de usar a fórmula regimental..." Era clara a vontade do secretário de Estado em aceitar as regras da casa; e, do outro lado, pelo tom e insistência, clara a prepotência nos píncaros da tribuna. No Parlamento, o lugar dos homens iguais. Eu, se fosse o secretário de Estado, teria dito: "Senhor presidente, não me chamo João Trocado mas João Torcato da Mata. E, já agora, não sou secretário de Estado, sou ex-secretário de Estado porque não quero comprometer o Governo no que lhe vou dizer: não admito que me fale assim." E saía porta fora. E se essa atitude acabava uma carreira política é porque, então, não vale a pena fazer política.
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PAÍS EM CRISE? BARRIFANDO! VIVA O PSD!!!



Ao PSD não parece interessar o facto de o País estar no meio de uma enorme crise económica, com a perspectiva até de mais quatro anos de parco crescimento e sem expectativas de qualquer alteração estrutural. Nem parecem interessar, também, os alertas de instabilidade política séria. Ou sequer os conselhos de quem, no passado, já comandou o partido, como os que foram deixados no congresso de Mafra por Marcelo Rebelo de Sousa ou Marques Mendes. Este fim-de-semana, os candidatos que lutam pela liderança social-democrata deram uma vez mais uma triste imagem do partido que representam a quem segue com os caminhos que vai seguir depois das directas.
O mote foi, agora, o caso das assinaturas de Aguiar-Branco. O candidato viu devolvida boa parte das que entregou na sede do partido para oficializar a candidatura. E teve de partir em busca de umas novas centenas para poder apresentar-se na corrida. Foi o suficiente para uma maré de intrigas. Ao invés de deixar o candidato resolver o caso, sucederam-se as acusações recíprocas entre as candidaturas. Se eram necessárias provas de desunião, elas aí estão.
Não pode dizer-se - e ainda bem - que o caso seja definitivo. O líder eleito terá a oportunidade iniciar e concretizar um processo de pacificação. Mas os casos desta campanha e os do congresso - desde a cena do perdão de Passos Coelho a Alberto João Jardim à polémica sobre a lei da rolha -, só por si, já deram mote a José Sócrates para apontar o dedo ao PSD, acusando-o de instabilidade crónica. É um mau ponto de partida para o novo líder. E um mau sinal para o partido e o País.DN
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UMA LIDER PARA O PSD ESQUECER?

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21 março 2010
VERDADE, VERDADE
1.Vão começar os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito que, de acordo com a coligação PSD/BE, procura apurar se o Governo interveio na operação conducente à compra de 30% da TVI e se Sócrates falou verdade quando referiu que não tinha sido informado do negócio. A Comissão é presidida por um homem digno, merecedor de todo o respeito e consideração – Mota Amaral. Vamos ver se consegue dirigir os trabalhos de uma comissão que nasce sob o signo da má-fé e por entre o ruído da mais estridente campanha ad hominem que visa apoucar o primeiro-ministro de Portugal.
Agora estamos no âmbito de uma CPI onde todas as pessoas são ajuramentadas, com regras e normas muito próximas do funcionamento de qualquer tribunal. Isto equivale a dizer, em primeiro lugar, que quem acusa deve ser obrigado a provar. E é por aí que os trabalhos devem mesmo começar. Saber quem acusa o primeiro-ministro e tirar a limpo se é uma acusação fundamentada ou um mero exercício de retórica política para achincalhar o visado. Só depois de ‘isolada’ a verdade factual é lícito avançar noutras direcções. Os administradores da PT, Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, entre outros, e os administradores da Media Capital serão pessoas decisivas neste inquérito por serem os protagonistas directos do negócio PT/TVI.
2. – A propósito e a despropósito de tudo a canzoada procura morder-me as canelas. Uns são mais corajosos que outros. Moniz pertence aos que mordem pela calada, numa pose muito cobarde, própria dos que falam pelas costas e de forma indirecta. De tanto se empertigar, confunde-me com os da sua laia. Mas há muitas diferenças. Eu nunca dirigi telejornais com o telefone do ministro ao lado a debitar sentenças e a ordenar alinhamentos. Quando dirigi estações de rádio ou de televisão fi-lo sempre de forma independente, honesta e rigorosa. Eu não faço nada para "demonstrar" que sou um entendido em audiovisual.

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MAIS UM PASSO NA CURA DO CANCRO?
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PRIMAVERA
i
Tome lá, minha menina,
O ramalhete que fiz.
Cada flor é pequenina,
Mas tudo junto é feliz.
ii
Teu vestido, porque é teu,
Não é de cetim nem chita.
É de sermos tu e eu
iii
Andorinha que vais alta,
Porque não me vens trazer
Qualquer coisa que me falta
E que te não sei dizer?
iv
Água que passa e canta
É água que faz dormir...
Sonhar é coisa que encanta,
Pensar é já não sentir.
Fernando Pessoa
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YES - WE CAN
HOJE TALVEZ SEJA UM DIAHISTÓRICO E FOI!!!!
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