O INGRATO IMPENITENTE

Desde que foi para um alto cargo europeu onde pouco se faz e muito se ganha, que João Cravinho vem fim-de-semana sim, fim-de-semana não, muito provavelmente viajando em classe executiva à custa do erário público, para mandar umas farpas a Sócrates. Só é pena que quando Sócrates o convidou para o tacho não tenha tido a coragem de mandar a mais correcta das farpas: a recusa do lugar. Foi assim que se comportou Pacheco Pereira quando foi convidado para embaixador na UNESCO e ganhou uma autoridade que Cravinho não tem, até porque o mau desempenho governamental como ministro das Obras Públicas também não o recomenda para grandes voos. In O Jumento
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